Noticiário RJ on line

As melhores notícias com Rosely Pellegrino

Noticiário RJ on line

Fundado em 2001 pela Jornalista e fotografa,  Rosely Pellegrino o jornal Noticiário RJ, atinge mesalmente um público leitor de mais de 40 mil formadores de opinião, através de sua distribuição gratuita, na versão impressa realizada em todo município, em vários departamentos do judiciário, em várias secretarias, dos governos estadual e federal e através de sua versão digital, distribuida por email na versão HTML, que ultrapassa as barreiras, alcançado leitores em vários países do Mundo.

Noticiário RJ, por sua ética jornalística,  recebeu merecidas Moções de Congratulações e Aplausos, da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro – ALERJ, no ano de 2007, por indicação do Deputado Estadual Ayrthon Carlos Maiato Dias (Tucalo), e no ano de 2008 da Câmara Municipal de Maricá por indicação do Vereador Antônio Coutinho Neto. Recebeu dentre outras homenagens o Título de Jornal Revelação do ano de 2007.

Em reconhecimento ao trabalho realizado, o Comendador Grão Colar, Conde Thiago de Menezes, presidente da FALASP, condecorou a jornalista Rosely Pellegrino com a medalha e o Título de Dama Chanceler Executiva para Maricá, no dia 19 de dezembro de 2008 e nomeou a jornalista Rosely Pellegrino Membro Correspondente da FALASP – Federação das Academias de Letras e Artes do Estado de São Paulo.

Agora sendo lançado na versão on line in blog.

Os nossos aplausos a advogada do Sertesp, Taís Gasparian, que disse em defesa da classe, durante a audiência no Supremo Tribunal Federal (STF) que decidiu dia 17 de junho derrubar a exigência do diploma para exercício da profissão de jornalista: “Jornalismo é uma profissão que não depende de qualificação técnica específica. É uma profissão intelectual ligada ao ramo do conhecimento humano, ligado ao domínio da linguagem, procedimentos vastos do campo de conhecimento humano, como o compromisso com a informação, a curiosidade. A obtenção dessas medidas não ocorre nos bancos de uma faculdade de jornalismo.

21 Comentários »

  1. Parabéns, adorei o seu site, muito bem elaborado e bem clara as matérias. Muito sucesso com seu novo site e que vc consiga cada vez mais melhorar seu site, entre todos de jornais daqui de Maricá achei o seu o mais interessante.Que Deus ilumine cada vez mais seu trabalho. Um grande abraço, Marisol.

    Comentário por Marisol Carvalho | Novembro 29, 2008 | Responder

  2. Olá Rosely.

    Achei muito bom esse Jornal on line.

    Comentário por Angela Oliveira | Março 15, 2009 | Responder

  3. Valeu, obrigada pelo elogio. Na verdade eu adorei !!!

    Comentário por roselypellegrino | Março 15, 2009 | Responder

  4. Eu moro no RJ Barra da Tijuca e passei o carnaval ai em Maricá, e como vc esteve também no bloco os biriteiros tem como me enviar as fotos rss bjs e tudo de bom e como, Maricá mudou esta com muita capacidade para se desenvolver muito ainda e parabéns por este jornal com

    Comentário por Igor | Março 17, 2009 | Responder

  5. SOLICITO ENCARECIDAMENTE.
    QUE : QUEM TIVER CONHECIMENTO DO QUE ESTA ACONTECENDO ,
    COM OS MORADORES DE COMUNIDADES, QUE ESTÃO NO CAMINHO
    DAS OBRAS DO PAC,POR FAVOR ,SE PUDEREM , DIVULGUEM ,
    PASSEM ADIANTE,FAÇAM ALGUMA COISA.
    EU SEI QUE NINGUEM TEM NADA COM ISTO, MAS NÃO CUSTA
    PASSAR ADIANTE .
    A HISTORIA E A SEGUINTE :
    AQUI NO MORRO DA BAIANA ONDE EU MORO FICA EM RAMOS ,
    COMPLEXO DO ALEMÃO (RIO DE JANEIRO)
    NO INICIO DA OBRA AQUI,O VALOR DO METRO QUADRADO ,
    PARA INDENIZAÇÃO ERA DE 600 REAIS.
    AGORA ; DEPOIS DA OBRA INICIADA,JA COM MUITAS RESIDENCIAS NO CHÃO ,
    O VALOR CAIU PARA R$ 250,00.
    EU PERGUNTO ;UMA CASA DE 100 METROS QUADRADO, POR ESTE PREÇO.
    O QUE O GOVERNO DO ESTADO QUER ?
    COLOCAR OS MORADORES NA RUA ???
    MES DESCULPEM O DESABAFO .
    MAS E ISTO .
    AGRADEÇO A QUEM LER .
    JOSE DE PAULA

    Comentário por jose de paula | Março 29, 2009 | Responder

  6. descupe foi errado , mas….ja que esta deixa ficar .

    Comentário por jose de paula | Março 29, 2009 | Responder

  7. Bom dia, Rosely!
    Parabéns por esse trabalho!
    A forma com que as pautas são elaboradas, fazem jus ao maravilhoso município de Maricá e o eleva à posição privilegiada que lhe confere.
    Além dessa admiração pelo seu brilhantismo, venho solicitar sua apreciação à minha busca de emprego. E, sem querer tomar muito do seu tempo, informo que tenho experiência comprovada de 16 anos trabalhados em instituição financeira, além de ter cursado faculdade de economia, porém, sem concluir a mesma; mas são apenas rápidas referências, pois tenho empenho para trilhar novos rumos, por caminhos distintos. Como por exemplo, essas vagas disponibilizadas pela Rioprevidência, muito me interessaram, mas infelizmente não preencho o requisito de ser funcionária pública.
    Agradeço-lhe a atenção dispensada e peço desculpas pela liberdade que tomei ao me lançar, através desse veículo. Mas, é contando com sua compreensão e competência, que me despeço, nas espectativa de novidades.
    Atenciosamente,
    Nazareth Pereira.

    Comentário por Nazareth | Abril 29, 2009 | Responder

  8. ps.: “…que me despeço, “na” espectativa de novidades”.

    Comentário por Nazareth | Abril 29, 2009 | Responder

  9. Cara Rosely,
    Muito boa a materia sobre a festividade pelos 195 anos da nossa cidade Maricá . Na verdade não sou de Maricá , sou do RJ mas venho fazendo um trabalho junto com meu marido com adultos e jovens mostrando o Movimento Escoteiro a comunidade de Maricá .Os adultos que ajudamos a formar, fundaram o tão querido 84ºGRUPO ESCOTEIRO CIDADE DE MARICÁ , no qual tivemos a honra de desfilar junto com as bandas da cidade. Quando retornar a Maricá , nos visite e venha participar sendo ESCOTEIRA POR 1 DIA.
    Sucesso em sua caminhada e aceite o nosso SEMPRE ALERTA de chefes e jovens , num total de 60 escoteiros.
    SAPS !!! ( Sempre Alerta Para Servir )
    MARTHA MALDONADO
    Diretora Presidente
    84º GRUPO ESCOTEIRO CIDADE DE MARICÁ

    Comentário por MARTHA MALDONADO | Maio 28, 2009 | Responder

  10. Prezados,

    Gostaria de registrar um constrangedor acontecimento que ocorreu na manhã do dia 05 de Julho: somos quatro cidadãos, eu me chamo Waldegreicy Silva de Souza, meu irmão Waldeglêsson, e mais duas senhoritas Adelmara e Ana Paula, fomos visitar Jaconé e no retorno da cidade, fomos orientados a comprar nossos bilhetes de passagem de volta para o Rio num posto de vendas com o letreiro da 1001, acredito que o endereço é Rua 96, Lote 13, Quadra 2104, Centro de Jaconé. O atendimento foi realizado por um Jovem Rapaz, que não fez questão de se identificar, por volta das 08h15 e começamos o diálogo:

    Ana Paula: Bom dia, nós gostaríamos de saber qual o próximo ônibus para Rio de Janeiro?
    Jovem: Vou olhar no sistema, só um minuto… o próximo passará ás 10h10.
    Ana Paula: Há tá, então dará tempo, vamos ali tomar um café e já voltamos para comprar as passagens.

    Fomos tomar café e retornamos por volta das 9horas e recomeçamos outro diálogo:

    Ana Paula: Oi, voltamos. Você pode nos dar uma informação por favor?
    Jovem: Sim.
    Ana Paula: Eu e minha amiga podemos pagar nossas passagens com Riocard?
    Jovem: Sim. O ônibus aceita. Para Niterói também que passará daqui a pouco.
    Ana Paula: Então beleza, vamos pagar duas em dinheiro e nós duas passaremos o Rio Card. Como faremos?
    Jovem: No ônibus tem a máquina para o Riocard.
    Ana Paula: Beleza! Vamos aguardar aqui então.
    Eu (Waldegreicy): Passa uma passagem aqui no débito, por favor. O ônibus vai parar aonde? Não moramos aqui e não conhecemos.
    Jovem: Aqui na frente mesmo.
    Eu: Que bom.
    Ele: Janela ou corredor?…

    E até o momento o procedimento nos parecia normal.

    Após várias tentativas em passar o meu cartão não foi possível realizar a compra em débito automático. Peguei o dinheiro em cédula com a outra amiga (Adelmara) e paguei. Finalmente compramos as duas passagens para retorno ao Rio em dinheiro, compramos os bilhetes às 9h15 minutos.
    Sentamos numa mesa dentro da loja e ficamos ali aguardando a chegada do ônibus.

    Ana Paula começou a arrumar as coisas perto do horário do embarque no ônibus e ficou aguardando em pé dentro da loja a parada do ônibus, este ônibus atrasou uns 5 minutos e ao avistá-lo atravessamos a rua (enquanto isso o jovem estava ausente do balcão da loja) quando tentamos embarcar o motorista mal parou o ônibus e grosseiramente nos informou que não aceitava o cartão Riocard, retirando do bolso de sua blusa e mostrando para nós que só aceitava os bilhetes.

    Mal tiramos os pés do degrau o motorista arrancou com o ônibus.

    Voltamos para o posto de vendas para falarmos com o jovem que apenas respondeu que não poderia fazer nada e que tínhamos perdido as duas passagens compradas em dinheiro e que teríamos que comprar outras para o próximo horário que era 11horas e 50 minutos.

    Falei com ele que não poderíamos perder aquelas passagens, para ele trocar o horário e ou nos dar outra solução. Já que as orientações foram dadas por ele e tínhamos certeza do nosso embarque.

    Conversamos novamente com ele, pois foi por culpa dele que nos deu a informação e a segurança do embarque e se não embarcamos ele era o responsável. Somos visitantes, estamos em Jaconé como turistas e não conhecemos nada, apenas o que nos informam.

    O Jovem friamente disse que não poderia fazer nada se não pudemos embarcar.
    Eu disse a ele que queria comprar a minha e da Ana Paula em dinheiro e as outras duas, que era do meu irmão e da Adelmara para ele trocar o horário ou encontrar uma solução para o nosso embarque.

    O Jovem ligou para a mãe dele, a suposta responsável (que também não se identificou) pelo posto de vendas, e falou com a Adelmara ao telefone e a ameaçou dizendo que ao terminar o culto na igreja iria aparecer lá com a Polícia, fomos tratados como bandidos.

    Ficamos completamente constrangidos com a forma de tratamento. Um tempo depois esta mesma senhora chega ao local gritando e perguntando se recebemos as passagens e se o ônibus passou no local, porque esta é a única responsabilidade deles, e nos humilhando com palavras grosseiras, aos gritos dizendo que não é obrigada a saber que somos turistas e que quem tem que saber onde o Riocard pode ser usado somos nós que eles não têm obrigação nenhuma, reafirmando grosseiramente que ela não pode fazer nada com as passagens compradas e perdidas porque a cada passagem ela ganha a misera comissão de R$ 0,70 centavos e que não iria reembolsar nossas passagem e que se quiséssemos ir embora teríamos que comprar outras, ou seja, mais R$ 37,00. Nossa viagem só de retorno de dois visitantes a Jaconé ficou no valor de quase R$ 80,00 por inadimplência deste posto de vendas.

    E apenas depois de muitas grosserias que fomos informados do risco de não conseguirmos lugar no ônibus se passarmos o cartão Riocard na hora do embarque, esta informação deveria nos ter sido passada pelo jovem assim que pedimos a informação, porque com certeza optaríamos em comprar imediatamente o bilhete e não passaríamos por toda a violência verbal.

    Não estou aqui para reclamar apenas dos valores perdidos e sim pela humilhação e constrangimento que nós passamos por exigirmos apenas nossos direitos como clientes.

    Esta senhora ainda falou que só poderia devolver a importância se nós tivéssemos nos pronunciado com 3 horas de antecedência, respondi a ela que este não era o nosso caso e sim, que fomos mal informados e pessimamente atendidos, pois a informação que ela estava nos repassando eu já conhecia e muito bem, (resolução nº. 978, expedida em 25 de maio de 2005 pela Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT e publicada no Diário Oficial da União em 08 de junho de 2005 e alterada pela resolução nº. 1922, de 28 de março de 2007 publicada no DOU de 02 de abril de 2007), e que esta não cabia naquela ocasião. Pois iríamos embarcar, além do agravante de não sairmos em momento algum do local do embarque, perdemos a viagem de volta para o Rio por irresponsabilidade do Jovem Rapaz que nos atendeu e que também só nos informou que poderíamos comprar o bilhete com o motorista somente 20 minutos após perdemos o embarque.

    Somos prestadores de serviço de uma grande estatal e atendemos clientes internos e externos e temos a consciência que qualquer falha nossa não será o nosso nome que ficará em evidência e sim a imagem da empresa que estamos representando. Não acredito que uma empresa do porte da 1001 tolere esse tipo de comportamento, pois no site de Vsas. está claro o compromisso com a capacitação de vossas equipes:

    “Acreditamos que investir na capacitação de nossa equipe é fundamental para assegurar a qualidade e a competitividade da Empresa no mercado. Por isso, a formação e treinamento constantes fazem parte da rotina dos funcionários, em todos os níveis.”

    Neste ponto de venda, os atendentes são prestadores de serviços e usam a marca da 1001 num letreiro enorme numa loja onde são vendidos outros tipos de produtos, inclusive alimentícios, porém o ponto forte é a venda de bilhete de passagem rodoviário.

    Acredito que esta prática é muito utilizada por esta senhora que já tinha decorado os argumentos e apenas anotou o número da empresa 1001 (4004-5001 falar com Angela) para que nós resolvéssemos por telefone o erro do serviço prestado por eles.

    Somos visitantes e geramos renda para Jaconé, acredito que merecemos respeito e devida atenção. Precisamos de auxilio de pessoas sérias para que não venhamos sofrer qualquer tipo de danos morais a nossa imagem. O desrespeito causado não pode ficar em pune.

    Pelo respeito que tenho a empresa 1001 porque faço várias viagem pelo Estado do Rio de Janeiro utilizando este meio de transporte, solicito que sejam tomadas as devidas providências, este posto de venda que “carrega” a marca da 1001 em seu letreiro deverá ter empregados da própria empresa e não pessoas não capacitadas para o atendimento ao público, por ser um lugar de cunho turístico o tratamento aos visitantes deve ser diferenciado.

    Para finalizar e nos livrar de toda aquela situação humilhante compramos outras passagens para voltar para casa, pois o nosso grau de estresse era tão alto que queríamos apenas ir embora.

    Ser atendido por um rapaz jovem, de bermudas e camiseta que sabe apenas operar o sistema, receber o dinheiro em cédulas (porque cartão de débito também é uma fraude), e entregar as passagens não é um padrão de serviço para uma empresa de grande porte.

    Estou com as passagens ao meu poder para qualquer dúvida e verificação. Os números das passagens “perdidas” são 453677 e 453682. E das passagens compradas e utilizadas para o embarque de 11h e 50 minutos são 453710 e 453713.

    Meu nome completo é Waldegreicy Silva de Souza – CPF 0537.327.387-85
    Meus números para contato: 21 94887547 / 21 9334-2473 / 21 3224-4683 e 21 2268-5804.

    Já registrei junto ao site da Fetranspor o ocorrido, o número do protocolo é 0000144138.

    Aguardo resposta.

    Comentário por Waldegreicy Silva de Souza | Julho 6, 2009 | Responder

    • este registro será encaminhado para 1001. Infelizmente a mão de obra não qualificada causa muitos transtornos. Lamento o ocorrido.

      Comentário por roselypellegrino | Julho 6, 2009 | Responder

  11. Ola Rosely, observei que voce postou materias sobre o supermercados Princesa aproveito para enviar meu site eu faço coberturas de eventos de supermercados
    http://www.olhardigital.fot.br
    grato
    Robson Barreto

    Comentário por Olhar Digital | Setembro 11, 2009 | Responder

  12. Olá Rosely, seu “Noticiário RJ On Line” é um colírio para os olhos comparado com o que se vê na web de sites de notícia – e blogs. Eu divulgo Ho’oponopono aqui no Brasil, por gentileza acesse o link do fórum para conferir. Estou realizando uma vivência no Rio de Janeiro dias 28 e 29 de Novembro e quero saber qual a melhor maneira de divulgar. É dentro do contexto do fórum. Tenho também esse site http://www.portalquantum.com. Muito grato pela atenção. Abs. Al McAllister

    Comentário por Al McAllister | Novembro 14, 2009 | Responder

  13. Prezada Roselly,
    Estamos em Barcelona bem informados de nossa querida cidade através do seu site.
    Parabéns.
    Sebastião e Camille

    Comentário por sebastiao rodrigues | Dezembro 3, 2009 | Responder

    • Que bom meus amigos queridos. Adorei saber.
      Curtam bastante por ai e tirem muitas fotos rsrsrsrsrsrsrs.
      Desejo à vcs uma viagem repleta de explendor.
      beijos e meu carinho

      Comentário por roselypellegrino | Dezembro 3, 2009 | Responder

  14. Olá!

    Meu nome é Olga Leiria. Sou da cidade de Londrina/PR, trabalho no jornal Folha de Londrina como repórter fotográfico(www.flickr.com/photos/olgafotografia), mas estou buscando abrir novas portas para o aprendizado e aprimoramento profissional, por isso estou mudando para o Rio de Janeiro.
    Acredito na importância de renovação do currículo pessoal e profissional como forma de adquirir bagagem cultural, tópico de extrema importância para quem trabalha na área de comunicação social.
    Sendo assim, estou enviando meu currículo para sua apreciação.
    Tenho disponibilidade para atuar como freelancer para que conheça melhor meu estilo e trabalho.
    Se for possível, gostaria de um retorno independente da resposta.
    Desde já, agradeço a atenção.
    Olga Leiria

    Comentário por Olga Leiria | Janeiro 26, 2010 | Responder

  15. Cara Rosely, ha 2 anos venho mantendo on line o site http://www.maricafolia.com.br para divulgar os blocos da nossa cidade. Um site feito com recursos próprios e de boa qualidade, acho que é o único no genero. Ficaria muito grato a você, caso possa, divulgar o site em seu Noticiario. Para se ter uma idéia, ano passado tivemos mais de 200.000 acessos, espero esse ano passar a casa dos 300.000. Atenciosamente,
    Théo Erthal

    Comentário por Theo Erthal | Março 15, 2010 | Responder

  16. Por favor,comprei uma casa em Jardim Atlantico – Itaipuaçu – Maricá,aconselhada por uma amiga que dizia que isto já ia melhorar e envesti para alugar por temporada,fui as reuniões de Sr quaqua onde falou tão bonito e continuei a acreditar, porem nestes dois anos e meio, já estou no 3º carro,pois não aguentam a buraqueira e quanto aos hospedes nem aparecem, temos passado muitos momentos de dificuldade, pois envestimos tudo o que tinhamos aqui, temos até tido brigas conjugais.Já coloquei ha venda e ninguem telefona.Não entendo como este lugar tão perto do Rio está neste abandono.Somos obrigados a pagar IPTU e Imposto dos carros e esse dinheiro não é aplicado aqui.Nem sequer luz temos na rua onde moramos e pagamos todos os meses em torno de R 15,00 pela iluminação pública.Desde já obrigada por me permitirem o desabafo.

    Comentário por fatima | Abril 30, 2010 | Responder

  17. EXCELENTE O SITE, FINALMENTE UM JORNAL DE VALOR EM MARICÁ!

    Comentário por Stephenson Junior | Agosto 25, 2011 | Responder


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