Noticiário RJ on line

As melhores notícias com Rosely Pellegrino

Linha de crédito da Moeda Mumbuca para produtores rurais de Maricá foi tema de reunião

Texto: Fernando Uchôa (edição: Raquel Andrade) | Fotos: Clarildo Menezes
Secretário de Direitos Humanos e Cidadania, Miguel de Moraes, fala sobre a implantação da linha de crédito da Moeda Mumbuca

Produtores rurais de Maricá reuniram-se na última quinta-feira (034), na sede da Secretaria Municipal de Agricultura, Aquicultura, Pecuária e Pesca, em Ubatiba, com o secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania, Miguel Moraes; o gerente de atendimento da Caixa Econômica Federal (CEF) de Niterói, Raul Dantas; e o superintendente de atendimento da CEF de Maricá, Maicon Oliveira. O secretário de Agricultura, Aquicultura, Pecuária e Pesca, Rubem Pereira, fez as apresentações.

A proposta do encontro foi transmitir informações e orientações aos produtores sobre a linha de crédito, de até 15 mil Mumbucas (equivalente a R$15 mil), para o microprodutor, microempreendedores, agricultores familiares, pescadores, artesãos e pequenos comerciantes. Ainda em análise de implantação, o projeto, com previsão de início para maio, completará o projeto Moeda Social Mumbuca, criado pela Prefeitura de Maricá e administrado pelo Instituto Palmas.  Atualmente, cerca de seis mil famílias recebem o benefício mensal de 70 Mumbucas (equivalente a R$ 70). 

“A Moeda Mumbuca tem duas faces. Estamos concluindo a meta da primeira face do programa, que é a de complemento de renda através da Bolsa Mumbuca. Estamos cadastrando e entregando os cartões eletrônicos com crédito mensal de 70 Mumbucas. Até 2016, esta ajuda será de 300 Mumbucas mensais. Já a segunda face é a liberação da linha de crédito de 15 mil Mumbuca. Ainda estamos em processo de pesquisa de carência para cada setor e entendendo as necessidades de cada”, contou o secretário Miguel de Moraes.

Ainda no encontro, foi-se falado sobre o processo de aquisição do Crédito Rural – financiamento com o objetivo de estimular os investimentos e ajudar no custeio da produção e comercialização de produtos agropecuários. O Crédito Rural da Caixa Econômixa Federal (CEF) inclui financiamento para custeio, de até R$ 1 milhão, e para investimento, de até R$ 350 mil.

Para o Crédito Rural, notas fiscais e faturas contam como experiência no processo de financiamento. Os empréstimos têm carência conforme a safra da lavoura e de acordo com o ciclo de criação (gado de leite ou corte), tendo juros de 5,5% ao ano. Quanto à linha de crédito da Moeda Mumbuca, o secretário Miguel Moraes explica que o financiamento terá juros de acordo com a média de inflação e carência semelhante ao do Crédito Rural. “Nossos valores são bem menores, mas trabalharemos de acordo com as condições de trabalho de cada categoria, ou seja, o pescador de acordo com a safra do pescado, o agricultor de acordo com a colheita. O nosso objetivo não é sacrificar ninguém, pelo contrário. É oferecer alternativas para que o trabalhador rural possa comprar equipamentos”.

O plantador de tomates Liberino Monteiro dos Santos, mais conhecido como Nitinho, de 62 anos, morador do Rincão Mimoso, que nunca pegou empréstimo, se interessou pelas duas alternativas de crédito (​Crédito Rural e Crédito Mumbuca). “Forneço manjericão, pimentão e abóbora para os mercados e sacolões da região. Quem sabe tente um empréstimo para expandir o negócio”, comentou.

Representantes da Caixa Econômica Federal falaram da importência do Crédito Rural

Abril 8, 2014 Posted by | Ação Social, agricultura e pesca, assistencia social, jornalismo | , | Deixe o seu comentário

Maricá – Bolsa Social Mumbuca: entregues mais 1.250 cartões para famílias carentes

Texto: Leandra Costa (edição: Raquel Andrade) | Fotos: Fernando Silva

Bolsa Social Mumbuca: entregues mais 1.250 cartões para famílias carentes

O Instituto Palmas, responsável pela implantação do programa Moeda Social Mumbuca em Maricá, realizou, nesta quarta-feira (dia 26/02), na Praça Orlando de Barros Pimentel, a distribuição de mais 1.250 cartões, do total de quatro mil, da primeira moeda social eletrônica do país, criada pela prefeitura, para combater a pobreza extrema na cidade e para estimular o crescimento do comércio local. A meta é atingir 13.500 famílias, que irão receber um benefício mensal de 70 Mumbucas (o que equivalente a R$ 70), com previsão de chegar a 300 Mumbucas por família até 2016.
Representando o prefeito Washington Quaquá, o presidente da Câmara de Vereadores, Fabiano Horta, falou sobre a importância do programa para a população carente. "O Mumbuca nasceu para corrigir distorções sociais e para melhorar  a vida de quem precisa. Além disso, o programa contribui para o crescimento econômico de nossa cidade", destacou o presidente, acrescentando que o projeto de lei da Bolsa Mumbuca foi aprovado por unanimidade pela atual Câmara de Vereadores.
O presidente da Rede Brasileira de Bancos Comunitários e coordenador do Instituto Palmas, João Joaquim de Melo, falou sobre a implantação, há 15 anos, do primeiro banco comunitário no Ceará, o Palmas. "Lá, a moeda solidária permitiu o fortalecimento do comércio que registrou, em menos de cinco anos, um crescimento de 40% da economia local. Nosso objetivo em Maricá é fazer um programa ainda melhor. A Mumbuca é estratégica, porque além de incentivar o comércio local contribui para a erradicação da pobreza extrema com a transferência direta de renda", declarou Joaquim. Para ele, o exemplo de Maricá servirá de referência no país e no exterior como modelo de programa de economia solidária.
O secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania, Miguel Moraes, que coordena a realização do programa na cidade, falou sobre um levantamento socioeconômico realizado na cidade que aponta que mais de 15 mil ganham até um salário mínimo e mais de 70% das famílias maricaenses recebem menos que três salários mínimos. "Maricá não é cidade dos ricos e sim do povo. Nossa intenção é melhorar as condições de vida das famílias carentes, garantindo a elas pelo menos uma renda mínima mensal", ressaltou o secretário. Ainda segundo Miguel, a partir de abril, será iniciada uma segunda fase do programa com a liberação de linhas de crédito, de até 15 mil Mumbucas, para o microprodutor, microempreendedores, agricultores familiares, pescadores, artesãos e pequenos comerciantes.
História por trás dos cartões
Márcia Cristina Figueiredo Almeida, de 28 anos, é moradora do bairro Caju, e mãe de dois filhos, um de cinco anos e outro de nove meses. Desempregada e mãe solteira, Márcia mora de aluguel e precisa da ajuda mensal de seus pais para poder sobreviver. "É um esforço diário para colocar comida dentro de casa. Faço uma faxina quando posso, mas não tenho com quem deixar meu filho mais novo. Esse cartão vai ajudar muito", frisou Márcia, que não é beneficiária do programa federal Bolsa Família.
A aposentada Celma Ribeiro Mendonça, de 52 anos, também estava satisfeita com o recebimento de seu cartão. Moradora de Ubatiba, Celma é portadora de paralisia infantil e é responsável pela sua irmã, que possui distúrbios mentais. Por mês, elas gastam, em média, mais de R$ 300 somente na compra de remédios. "Nossa renda familiar é de R$ 500 que não dá pra nada. Esse programa vai contribuir muito para as despesas domésticas e, principalmente, com os gastos na farmácia", declarou.
Quem também recebeu seu cartão foi a moradora de Inoã, Marlene Monteiro, de 49 anos, e mãe de três filhos. Desempregada, sua renda mensal que não chega a R$500 é constituída pelo recebimento do benefício do Bolsa Família e também pela venda de sorvete e doces caseiros. "Muitas vezes, deixo de comer para alimentar o meu filho de 16 anos que mora comigo e ainda não pode trabalhar. Com esse cartão, vou poder comprar comida e ajudar no crescimento dele".

Fabiano Horta falou sobre a importância do programa para a população carente

Para o coordenador do Instituto Palmas, Maricá servirá de referência como modelo de economia solidária

segundo Miguel, será iniciada uma 2ª fase do programa com a liberação de linhas de crédito

Márcia Cristina Almeida e seus dois filhos no momento do recebimento do cartão

Celma Mendonça pretende gastar o benefício comprando remédios

Marlene Monteiro prentende usar o cartão mumbuca para comprar alimentos

Fevereiro 27, 2014 Posted by | Ação Social, assistencia social, jornalismo, Maricá, projeto social | , | Deixe o seu comentário

Instituto Palmas entrega 1.200 Bolsas Mumbucas para famílias cadastradas de Maricá

Texto: Rafael Zarôr

Evento acontece nesta quarta-feira (26/02), às 10h, na Praça Dr. Orlando de Barros Pimentel, no Centro

Nesta quarta-feira (26/02), o Instituto Banco Palmas entrega mais 1.200 cartões do programa municipal Moeda Social Mumbuca. As famílias cadastradas no 1º distrito poderão retirar o benefício na Praça Dr. Orlando de Barros Pimentel, no Centro, às 10h. Entre janeiro e fevereiro, 2.400 benefícios foram distribuídos às famílias inscritas no programa, criado pela prefeitura para combater a pobreza e estimular o comércio local. O Instituto Banco Palmas venceu a licitação pública e é responsável pela execução do projeto em Maricá.

A Mumbuca é a primeira moeda social do país com cartão de débito e transferência de renda para famílias de baixa-renda – a Bolsa Mumbuca. Por mês, cada beneficiário recebe 70 Mumbucas de crédito no cartão – o que equivale a R$ 70. A prefeitura orienta as famílias a respeitar o local de entrega mais próximo de suas casas, para evitar tumultos. "A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, por meio do convênio com o Instituto Palmas, planejou a distribuição por distrito, para beneficiar as famílias que moram perto dos locais de entrega e evitar filas", declarou o secretário Miguel Moraes.

Além da inscrição das famílias, o instituto faz o cadastramento dos estabelecimentos comerciais, em visitas regulares, onde os usuários poderão realizar as compras. O cadastro das famílias está concentrado no posto montado na Rodoviária do Povo de Maricá, no Centro.

Quem pode se inscrever

Para se inscrever no programa, as pessoas precisam ter renda familiar de até um salário mínimo e residir no município de Maricá há mais de seis meses. Desde que respeitado os critérios socioeconômicos, o programa também atende às famílias que tiverem idosos acima de 70 anos, filhos portadores de deficiência, pessoas com doenças crônicas, devidamente comprovadas por laudo médico, e famílias com filhos menores fora da idade escolar; gestante que comprove assistência médica de pré-natal e famílias cadastradas ou não no Programa Federal Bolsa Família.

Os interessados devem apresentar alguns documentos do representante familiar como cópia da identidade autenticada; cópia do CPF; cópia do título de eleitor; cópia do PIS ou PASEP; comprovante de residência; cópia do comprovante de endereço; carteira funcional; cartão do INSS (auxílio doença ou aposentado). Também é necessária a apresentação do comprovante de vacinação dos dependentes de zero a seis anos; matrícula escolar de seus dependentes nas redes estadual ou municipal de ensino na cidade de Maricá, com a devida comprovação de permanência na escola; o boletim escolar das crianças matriculadas na rede pública (estadual e municipal) e declaração de rendimento escolar de quatro em quatro meses.

Fevereiro 25, 2014 Posted by | Ação Social, direitos humanos, jornalismo, Maricá | , , | 1 Comentário

Ícone da economia solidária, o professor Paul Singer acompanha entrega de cartões do Bolsa Mumbuca

Texto: Leandra Costa (edição: Marcelo Ambrosio) | Fotos: Fernando Silva

Mais de 900 famílias receberam seus cartões nesta quinta-feira

O Instituto Palmas, responsável pela implantação do Programa Social Moeda Mumbuca em Maricá, realizou, na manhã desta quinta-feira (dia 06/02), a distribuição de mais 900 cartões do total de dois mil da primeira moeda social eletrônica do país – criada para combater a pobreza extrema na cidade e aquecer o comércio local. Realizada na Praça Orlando de Barros Pimentel, o evento contou com a presença do atual secretário nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego, o ícone da economia solidária Paul Singer.

Em declaração durante o evento, Paul Singer destacou que no Brasil existem 103 bancos comunitários, mas, somente em Maricá o programa utiliza a moeda social para distribuição de renda para as famílias carentes. "A cidade está uma lição de cidadania para outros municípios do país contribuindo para retirar pessoas sofridas da extrema pobreza", declarou o sociólogo. Para ele, o capitalismo selvagem que norteia a economia de diversas economias está em fase de degeneração. "Milhares de jovens estão desempregados na Europa e nos Estados Unidos por idealizarem um sistema competitivo e devassador. A economia solidária prevê exatamente o oposto. É governar para o povo e com o povo. Isso é democracia participativa", declarou Paul Singer.

Representando o prefeito Washington Quaquá, o vice-prefeito Marcos Ribeiro citou também a importância do programa para erradicar a pobreza na cidade e também estimular o comércio local. "Por meio desse programa, queremos garantir renda mínima para as famílias carentes, inicialmente com 70 mumbucas mensais, e também alavancar o desenvolvimento da economia local". Ainda de acordo com o vice-prefeito, o benefício mensal será aumentado gradativamente, para R$ 100 já durante o próximo ano, até alcançar R$ 300, em 2016, beneficiando 20 mil famílias.

Também presente à cerimônia, o presidente da Câmara de Vereadores, Fabiano Horta, destacou a importância do Bolsa Mumbuca para a população carente. "O programa permite modificar o futuro de diversas famílias maricaenses, melhorando a renda da população. Milhões de reais estão sendo investidos para a construção de uma política pública de transferência de renda", salientou o presidente, ressaltando que o projeto da Bolsa Mumbuca foi aprovado por unanimidade pelos atuais vereadores.

O secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania, Miguel Moraes, justificou a implantação do programa em Maricá. "Mais de 15 mil ganham até um salário mínimo e mais de 70% das famílias maricaenses recebem menos que três salários mínimos. Nosso objetivo é oferecer condições mais dignas às famílias carentes", declarou o secretário, acrescentando que em março serão entregues mais três mil cartões.

O Coordenador do Instituto e presidente da Rede Brasileira de Bancos Comunitários, João Joaquim de Melo, lembrou sobre a implantação do primeiro banco comunitário, o Palmas, no Ceará, e a importância dele para a população extremamente pobre do local. "Lá, não tínhamos apoio da prefeitura nem de outro setor. Éramos miseráveis economicamente, porque comprávamos nossos produtos em outras cidades. A moeda solidária permitiu que investíssemos e fortalecêssemos o comércio local que registrou um crescimento de 40% em cerca de cinco anos", declarou o presidente. Para Joaquim, a experiência de Maricá é ainda mais positiva porque além da transferência de renda para as comunidades carentes, o Banco Palmas permite também o empréstimo ao microprodutor e ao pequeno empreendedor. "Haverá linhas de empréstimo de até R$ 15 mil para as famílias e para microempreendedores, agricultores familiares, pescadores, artesãos e pequenos comerciantes, além de produtos como seguros e cursos de capacitação É importante que a população saiba que o banco será um legado para a cidade", frisou o presidente.Para a proprietária do mercado Líder (um dos estabelecimentos que aderiram ao programa), Rita do Amparo de Oliveira, está na expectativa de aumentar suas vendas. "Esse programa é uma contribuição imensa para a população de Maricá e também para os comerciantes. A moeda Mumbuca vai fortalecer os microempresários de Maricá porque esse  dinheiro vai circular somente nona cidade", declarou a proprietária.

Beneficiárias do cartões
Luciléia Machado, de 47 anos, é moradora do bairro Saco das Flores, e recebeu das mãos do secretário nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego, Paul Singer, o primeiro cartão entregue no Centro. Beneficiária do Bolsa Família, Luciléia tem uma renda mensal que não chega a um salário mínimo. "O dinheiro sempre falta, vai ser uma ajuda e tanto", afirmou.

Quem também recebeu seu cartão na manhã desta quinta-feira (06/02) foi Nilzete Egydia Cruz dos Santos, de 58 anos, moradora do bairro Marques. Ela é aposentada, não recebe bolsa família e vive com marido e um filho de 36 anos. "Não tenho renda fixa porque meu marido não tem salário. Só de remédio gasto mais de R$ 400 por mês. Sou diabética e hipertensa e com certeza esse benefício vai ajudar e muito nos gastos com a farmácia", declarou Nilzete.

O vice-prefeito citou também a importância do programa para erradicar a pobreza na cidade e estimular o comércio local.

O presidente da Rede Brasileira de Bancos Comunitários, João Joaquim de Melo, lembrou sobre a implantação do primeiro banco comunitário, o Palmas, no

Miguel Moraes justificou a implantação do programa em Maricá

Segundo Miguel, mais de 15 mil ganham até um salário mínimo e mais de 70% das famílias maricaenses recebem menos que três salários mínimos.

Evento contou com a presença do ícone da economia solidária, Paul Singer

Luciléia Machado recebeu o primeiro cartão entregue no Centro

Nilzete Egydia Cruz dos Santos,tem um gasto mensal de mais de R$ 400 somente com compra de remédios

Proprietária do mercado Líder, Rita de Oliveira, está na expectativa de aumentar as vendas no seu comércio

Paul Singer fez questão de acompanhar a primeira compra da maricaense

Momento da primeira compra da beneficária do cartão mumbuca

Fevereiro 7, 2014 Posted by | Ação Social, jornalismo, Maricá | , , | Deixe o seu comentário

Bolsa Mumbuca: entrega de cartões para mais de 400 famílias de Inoã

Texto: Fernando Uchôa e Leandra Costa (edição: Marcelo Moreira) | Fotos: Fernando Silva

Bolsa Mumbuca: entrega de cartões para mais de 400 famílias de Inoã

Começou na manhã desta terça-feira, dia 28/01, a distribuição de dois mil novos cartões do programa municipal da Bolsa Mumbuca, a primeira moeda social eletrônica do país – criada para combater a pobreza extrema na cidade e aquecer o comércio local. O prefeito de Maricá, Washington Quaquá, acompanhou o primeiro dos cinco dias de entrega, organizado pelo instituto Banco Palmas na Igreja Assembleia de Deus, para cerca de 400 famílias já cadastradas que moram no terceiro distrito.

Em declaração durante o evento, o prefeito ressaltou que a Bolsa Mumbuca é essencial para erradicar a pobreza na cidade e também para estimular o comércio local. "Sei o que é passar dificuldade e o quanto é importante um dinheiro extra para ajudar nas despesas domésticas. Com esse programa, queremos garantir renda mínima para as famílias carentes, inicialmente com 70 mumbucas mensais, e também alavancar o desenvolvimento da economia local". Ainda de acordo com o prefeito, o benefício mensal será aumentado gradativamente, para R$ 100 já durante o próximo ano, até alcançar R$ 300, em 2016, beneficiando 20 mil famílias.
Também presente à cerimônia, o presidente da Câmara de Vereadores, Fabiano Horta, também destacou a importância do Bolsa Mumbuca para as famílias carentes. "O programa permite modificar o futuro de diversas famílias maricaenses, melhorando a renda da população", salientou o presidente, ressaltando que o projeto da Bolsa Mumbuca foi aprovado por unanimidade pelos atuais vereadores. Para o vice-prefeito, Marcos Ribeiro, esse é o maior programa de distribuição de renda do município. "Estamos beneficiando diretamente aqueles que mais precisam de ajuda", declarou.
O secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania, Miguel Moraes, justificou a implantação do programa em Maricá. "Mais de 70% das famílias maricaenses recebem menos que três salários mínimos e mais de 15 mil ganham até um salário mínimo. Nossa intenção é oferecer condições mais dignas às famílias necessitadas", destacou o secretário. Miguel ressaltou ainda que o cadastramento de novas famílias interessadas em aderir ao Bolsa Mumbuca continua a ser realizado no posto montado na Rodoviária do Povo de Maricá, no Centro. Além disso, o Instituto Palmas também continua trabalhando no cadastramento dos estabelecimentos comerciais onde os usuários poderão realizar as compras. Até o momento, existem 46 em operação espalhados por diversos bairros da cidade. Veja aqui a lista dos estabelecimentos conveniados com o programa.
A presidente da Associação de Moradores de Inoã, Celencina Luiza de Souza, de 65 anos, elogiou a implantação do programa. "Agradeço a Deus e à prefeitura pela implantação da moeda social Mumbuca, que ajudará não só a comunidade, formada em sua maioria por pessoas que vivem em condições difíceis, como gerará renda e emprego no comércio local. Precisamos de mais oportunidade de emprego e qualificação profissional para nossos  jovens", finalizou.
Histórias por trás dos cartões
A dona de casa Odinéia Soares Monteiro, de 34 anos, moradora do bairro Santa Paula, foi a primeira a receber em Inoã seu cartão de débito do Bolsa Mumbuca. Com o pequeno Moisés no colo, seu segundo filho, de dois meses e meio, Odinéia adiantou que o programa vai ajudar muito nas despesas do lar. "Meu outro filho está em idade escolar, e o dinheiro sempre falta para alguma coisa", declarou. 
Para Claudenise da Silva, de 42 anos, moradora da Rua 6 e portadora de deficiência física, a ajuda vem em excelente hora. Claudenise mora com a irmã, Márcia, e mais seis sobrinhos. "É uma luta muito grande. Acho importante o Cartão Mumbuca. Vai ajudar muito a minha família e também outras pessoas do bairro", comentou.
Marlene da Silva Machado, de 51 anos, é mãe de Darlene, de nove anos, portadora de necessidades especiais. Moradora do SPAR, Marlene resumiu a transformação proporcionada pela Bolsa Mumbuca. "Às vezes, falta dinheiro para remédio ou um alimento melhor", frisou. Sônia Maria dos Santos, de 60 anos, moradora de Inoã, também está entre os beneficiários do programa na região. Para ela, o Cartão Mumbuca será uma prioridade em sua vida. "Não tenho salário e a ajuda que recebo vem das filhas, que trabalham como empregadas domésticas", destacou Sônia, que mora com duas filhas, um neto e um marido com deficiência mental que aguarda a concessão da aposentadoria do INSS. Carlos Alexandre Barbosa, 31, morador de Inoã, está de aviso prévio na empresa, onde trabalhava como auxiliar de serviços gerais. "Tenho um filho pequeno e não sei como vai ser sem emprego. O Bolsa Mumbuca certamente vai ajudar", concluiu.
Futuras entregas

Depois de Inoã, as entregas, realizadas sempre às 9h pelo Instituto Banco Palmas – que venceu a licitação para execução do projeto em Maricá – seguirão para Itaipuaçu (29/01, no Terminal Rodoviário de Itaipuaçu); São José de Imbassaí (04/02 – Quadra do Dínamo (referência: em frente a Praça de São José); em Cordeirinho (05/02 – no Esporte Clube Cordeirinho – Endereço: Rua 107); e no Centro (06/02 – Praça Dr. Orlando de Barros Pimentel.

Famílias que foram buscar seus cartões em Inoã

Para o vice-prefeito, esse é o maior programa de distribuição de renda do município

Para o Presidente da Câmara, o programa permite modificar o futuro de diversas famílias maricaenses, melhorando a renda da população

Miguel Moraes falou que mais de 70% das famílias maricaenses recebem menos que três salários mínimos

Para o prefeito, a Bolsa Mumbuca é essencial para erradicar a pobreza na cidade e também para estimular o comércio local

Odinéia Soares Monteiro recebe o seu cartão das mãos do prefeito Quaquá

A dona de casa Odinéia Monteiro foi a primeira a receber em Inoã seu cartão de débito do Bolsa Mumbuca

Para Claudenise da Silva, portadora de deficiência física, a ajuda vem em excelente hora.

Sônia Maria dos Santos (a primeira da esq. pra dir.) também está entre os beneficiários do programa na região

Carlos Alexandre Barbosa está de aviso prévio na empresa

Marlene da Silva Machado uma das beneficiadas pelo programa

A presidente da Associação de Moradores de Inoã elogiou a implantação do programa

Janeiro 29, 2014 Posted by | Ação Social, jornalismo, Maricá, projeto social | , | 1 Comentário

Bolsa Mumbuca: distribuição de dois mil cartões começa nesta terça em Inoã

Itaipuaçu, São José, Cordeirinho e Centro também vão sediar entregas

Nesta terça-feira, dia 28/01, o Instituto Banco Palmas inicia o primeiro de cinco dias de distribuição de dois mil novos cartões do programa municipal Moeda Social Mumbuca. Famílias já cadastradas e que moram no terceiro distrito poderão retirar o benefício na Igreja Assembleia de Deus, das 9h às 12h.

Criada pela Prefeitura de Maricá para combater a pobreza e estimular o comércio local, a Mumbuca é a primeira moeda social do país com cartão de débito e transferência de renda para famílias de baixa-renda – a Bolsa Mumbuca. Por mês, cada beneficiário recebe 70 Mumbucas de crédito no cartão – o que equivale a R$ 70.

Depois de Inoã, as entregas, realizadas pelo Instituto Banco Palmas – que venceu a licitação para execução do projeto em Maricá – seguirão para Itaipuaçu (29/01), no 4º distrito; São José de Imbassaí (04/02), no 1º distrito; Cordeirinho (05/02), 2º distrito; e Centro (06/02), no 1º distrito. A prefeitura orienta as famílias a respeitar o local de entrega mais próximo de suas casas, para evitar tumultos. "A secretaria municipal de Direitos Humanos e Cidadania, por meio do convênio com o instituto Palmas, planejou a entrega por distrito, para beneficiar as famílias que moram perto dos locais de entrega e evitar filas", declarou o secretário.

Além da entrega dos cartões para quem já é cadastrado, o instituto também continua trabalhando no cadastramento dos estabelecimentos comerciais onde os usuários poderão realizar as compras e também o de novas famílias interessadas em participar do programa. O cadastro das famílias está concentrado no posto montado na Rodoviária do Povo de Maricá, no Centro. No caso dos comércios, agentes visitam os estabelecimentos.

Quem pode se inscrever:

Para se inscrever no programa, as famílias têm que atender a alguns critérios: ter renda familiar de até um salário mínimo e residir no município de Maricá há mais de seis meses. Desde que respeitado os critérios socioeconômicos, o programa também atende às famílias que tiverem idosos acima de 70 anos, filhos portadores de deficiência, pessoas com doenças crônicas, devidamente comprovadas por laudo médico, e famílias com filhos menores fora da idade escolar; gestante que comprove assistência médica de pré-natal e famílias cadastradas ou não no Programa Federal Bolsa Família.

Os interessados devem apresentar alguns documentos do representante familiar como cópia da identidade autenticada; cópia do CPF; cópia do título de eleitor; cópia do PIS ou PASEP; comprovante de residência; cópia do comprovante de endereço; carteira funcional; cartão do INSS (auxílio doença ou aposentado). Também é necessária a apresentação do comprovante de vacinação dos dependentes de zero a seis anos; matrícula escolar de seus dependentes nas redes estadual ou municipal de ensino no município de Maricá, com a devida comprovação de permanência na escola; o boletim escolar das crianças matriculadas na rede pública (Estadual e Municipal) e declaração de rendimento escolar de quatro em quatro meses.

Veja os locais de entrega dos cartões da Bolsa da Moeda Social Mumbuca:

Inoã: dia 28/01 – a partir das 9h: na Igreja Assembleia de Deus de Inoã Ministério de Madureira – Endereço: Rua Francisco Elias da Cruz nº 8 e 9 – Inoã;

Itaipuaçu: dia 29/01 – a partir das 9h: Terminal Rodoviário de Itaipuaçu;

São José do Imbassaí: dia 04/02 – a partir das 9h: Quadra do Dínamo (referência: em frente a Praça de São José);

Cordeirinho: dia 05/02 – a partir das 9h – no Esporte Clube Cordeirinho – Endereço: Rua 107 e

Centro: dia 06/02 – a partir das 9h – Praça Dr. Orlando de Barros Pimentel

Janeiro 28, 2014 Posted by | Ação Social, jornalismo, Maricá, projeto social | , | Deixe o seu comentário

Índios recebem mutirão com serviços gratuitos de Saúde em Maricá

Texto: Sérgio Renato (edição: Marcelo Moreira) | Fotos: Fernando Silva

 Tribo está instalada entre Itaipuaçu e São José de Imbassaí

Uma grande ação da secretaria municipal de Saúde de Maricá levou assistência médica aos 67 índios da aldeia Tekoa Ka’aguy Hovy Porã, também conhecida como ‘Semente’, que está instalada na região da restinga entre Itaipuaçu e São José de Imbassaí. Tendas foram montadas nesta quinta-feira (19/12) entre as ocas erguidas na área da reserva e os serviços incluíram saúde bucal, do idoso e da mulher, além de educação preventiva em saúde para crianças e orientações sobre saúde mental, glicemia, hanseníase e vigilância ambiental.

O mutirão também teve aplicação de flúor nos dentes de crianças e adultos, medição de peso e altura, aferição de pressão arterial e coleta de amostras de sangue, além de um levantamento sobre os hábitos e o comportamento da tribo. A ação contou com a parceria do Instituto Vital Brazil e teve ainda a participação de estudantes de Enfermagem da Universidade Salgado de Oliveira (Universo). Para as crianças, a secretaria também promoveu atividades artísticas.

Os indígenas receberam com alegria os agentes da Secretaria de Saúde e mostraram satisfação com os serviços oferecidos. “Nunca haviam feito isso por nós, estamos muito contentes”, garantiu a pajé Lídia Nunes, de 66 anos, conhecida como ‘Pará’, que é filha e neta de pajés e se tornou líder da aldeia há seis anos. Ela participou da bateria de exames e ações educativas e afirmou durante o encontro que a tribo –  que teve de deixar a praia de Camboinhas (na Região Oceânica de Niterói) – está bem instalada na região, desde a metade deste ano.

A subsecretária de Atenção em Saúde de Maricá, Cláudia Rogéria Souza, afirmou que os resultados desta primeira visita serão fundamentais para dar as diretrizes das próximas ações junto à tribo.

“As informações que estamos colhendo aqui vão determinar como será nosso procedimento ao longo de 2014, inclusive sobre a periodicidade das visitas que faremos. É importante também porque estamos trazendo prevenção de doenças como a hanseníase, cujo programa está sendo reativado no município.”, disse ela, acrescentando que a secretaria pretende realizar ao menos duas ações como esta durante o próximo ano.

 

 

 

Dezembro 19, 2013 Posted by | Ação Social, direitos humanos, jornalismo, Maricá, saúde | Deixe o seu comentário

Índios recebem mutirão com serviços gratuitos de Saúde em Maricá

Texto: Sérgio Renato (edição: Marcelo Moreira) | Fotos: Fernando Silva

 Tribo está instalada entre Itaipuaçu e São José de Imbassaí

Uma grande ação da secretaria municipal de Saúde de Maricá levou assistência médica aos 67 índios da aldeia Tekoa Ka’aguy Hovy Porã, também conhecida como ‘Semente’, que está instalada na região da restinga entre Itaipuaçu e São José de Imbassaí. Tendas foram montadas nesta quinta-feira (19/12) entre as ocas erguidas na área da reserva e os serviços incluíram saúde bucal, do idoso e da mulher, além de educação preventiva em saúde para crianças e orientações sobre saúde mental, glicemia, hanseníase e vigilância ambiental.

O mutirão também teve aplicação de flúor nos dentes de crianças e adultos, medição de peso e altura, aferição de pressão arterial e coleta de amostras de sangue, além de um levantamento sobre os hábitos e o comportamento da tribo. A ação contou com a parceria do Instituto Vital Brazil e teve ainda a participação de estudantes de Enfermagem da Universidade Salgado de Oliveira (Universo). Para as crianças, a secretaria também promoveu atividades artísticas.

Os indígenas receberam com alegria os agentes da Secretaria de Saúde e mostraram satisfação com os serviços oferecidos. “Nunca haviam feito isso por nós, estamos muito contentes”, garantiu a pajé Lídia Nunes, de 66 anos, conhecida como ‘Pará’, que é filha e neta de pajés e se tornou líder da aldeia há seis anos. Ela participou da bateria de exames e ações educativas e afirmou durante o encontro que a tribo –  que teve de deixar a praia de Camboinhas (na Região Oceânica de Niterói) – está bem instalada na região, desde a metade deste ano.

A subsecretária de Atenção em Saúde de Maricá, Cláudia Rogéria Souza, afirmou que os resultados desta primeira visita serão fundamentais para dar as diretrizes das próximas ações junto à tribo.

“As informações que estamos colhendo aqui vão determinar como será nosso procedimento ao longo de 2014, inclusive sobre a periodicidade das visitas que faremos. É importante também porque estamos trazendo prevenção de doenças como a hanseníase, cujo programa está sendo reativado no município.”, disse ela, acrescentando que a secretaria pretende realizar ao menos duas ações como esta durante o próximo ano.

 

 

 

Dezembro 19, 2013 Posted by | Ação Social, direitos humanos, jornalismo, Maricá, saúde | Deixe o seu comentário

LBV Maricá inicia Mobilização solidária por um Natal mais feliz

Com o objetivo de oferecer um Natal sem fome, digno e mais feliz a milhares de famílias em situação de vulnerabilidade social, a Legião da Boa Vontade promove, tradicionalmente, a campanha Natal Permanente da LBV — Jesus, o Pão Nosso de cada dia!. A iniciativa pretende arrecadar mais de 900 toneladas de alimentos não perecíveis, queserão entregues, em cestas, a mais de 50 mil famílias atendidas pelos programas socioeducacionais da LBV e as apoiadas por organizações parceiras da Instituição.

Para atingir essa meta, a LBV conta com o apoio de colaboradores e voluntários, bem como de artistas, esportistas e personalidades da mídia que buscam despertar na população o espírito de Fraternidade Ecumênica e mobilizá-la à Solidariedade.

Cada cesta é composta de arroz, feijão, óleo, açúcar, leite em pó, macarrão, farinha de mandioca e de trigo, fubá, goiabada, gelatina, massa para bolo, extrato de tomate e sal. A entrega ocorrerá entre os dias 9 e 22 de dezembro, o que garantirá a essas pessoas um Natal melhor, bem como a entrada de um novo ano com maior esperança. Vale ressaltar que todas as ações da LBV visam proporcionar aos atendidos meios para que sejam capazes de conseguir o próprio sustento e de promover seu desenvolvimento e o da comunidade em que vivem.

As doações para a campanha podem ser feitas pelo site www.lbv.orgou dirigindo-se a uma das unidades da LBV no Brasil. Os endereços podem ser consultados no site da Instituição ou ligando para o tel.: (11) 3225-4500.

Em Maricá, RJ, o Centro Comunitário de Assistência Social, está localizado na: Av Vereador Francisco Sabino da Costa, 259 Centro – Tel 2634-2027

Em Niterói RJ, o Centro Comunitário de Assistência Social da Legião da Boa Vontade está localizado na Alameda São Boaventura, 474 – Fonseca. Informações pelo telefone: (21) 3628-8660.

Campanha do Natal Permanente da LBV

Movida pelo ideal de Fraternidade que a sustenta, sentimento inspirado dos ensinamentos das palavras e atos de Jesus, o Cristo Ecumênico, a Legião da Boa Vontade trabalha, desde seus primórdios, para melhorar a qualidade de vida dos menos favorecidos. Já na década de 1940, iniciou uma campanha diária e ininterrupta contra a fome e a pobreza, instituindo seu Natal Permanente. A partir daí, além do amparo imediato e da constante atuação nos campos da educação e da promoção social, que vêm mudando o destino de milhares de pessoas em todo o país, a LBV tem tradicionalmente mobilizado a população a fim de proporcionar um Natal melhor às famílias em situação de pobreza.

Setembro 24, 2013 Posted by | Ação Social, jornalismo, Maricá, projeto social | , | Deixe o seu comentário

LBV Maricá promove entrega de certificado de conclusão do curso de informática

 A Legião da Boa Vontade (LBV) de Maricá, promoveu no inicio deste mês, a entrega de certificados de conclusão do curso de informática aos participantes do Programa de Capacitação e Inclusão Produtiva, desenvolvido no Centro Comunitário de Assistência Social da Instituição, em Maricá, no Rio de Janeiro. A ação beneficia jovens e adultos, em situação de vulnerabilidade social, proporcionando a eles a inserção no mercado de trabalho.
As aulas, oferecidas gratuitamente aos alunos de informática, são ministradas por instrutores especializados e visam preparar o aluno para o concorrido mercado de trabalho. “Dessa forma a LBV contribui para o crescimento profissional e social dos participantes. É gratificante a oportunidade de ver o quanto as turmas evoluem perante um computador, um mundo, até então, desconhecido para muitos. Considerando que muitos estão buscando cargos onde irão aproveitar os conhecimentos adquiridos com o curso”, considerou o instrutor do curso, Bruno Ramos.
Durante o curso os participantes conhecem as ferramentas de microinformática, adquirindo habilidades em trabalhos informatizados, digitação e programas como Windows, Word, Excel, Internet, planilhas. Além disso, recebem noções de cidadania.

entrega dos certificados LBV Maricá (2)
Com o certificado na mão, a aluna Rayelle Cristina ressaltou: “Eu agradeço a LBV por ter me dado esta oportunidade e as pessoas que me ajudaram. Me sinto mais preparado para buscar uma vaga no mercado de trabalho. Obrigada LBV!.
“Tenho muito o que agradecer a LBV por essa oportunidade. Com certeza vou levar toda essa experiência e sabedoria para a minha vida toda. Obrigado LBV”, comentou Nícolas Oliveira da Silva.
Em Maricá, RJ, o Centro Comunitário de Assistência Social, da Legião da Boa Vontade, está localizado na Avenida Francisco Sabino da Costa 259 — Centro. Para outras informações, ligue: (21) 2634-2027.

Setembro 24, 2013 Posted by | Ação Social, jornalismo, projeto social | | Deixe o seu comentário

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 60 outros seguidores