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Ricardo Cravo Albin retorna a Maricá

fotos e texto: Rosely Pellegrino

O grande musicólogo brasileiro, Ricardo Cravo Albin retorna a Maricá e passa a Páscoa ao lado de amigos queridos.

Ricardo Cravo Albin foi recebido em grande estilo pelo amigo e economista Ricardo Vieira, para o almoço de Páscoa, que também contou com a presença não menos importante de João Madeira, do Grupo Cultural AfroReggae e Emanuel Vieira, vice presidente da FUNARJ.

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O vice presidente da FUNARJ Emanuel Vieira, seu irmão e anfitrião, o economista Ricardo Viera, o musicólogo Ricardo Cravo Albin e a fera do Grupo Cultural AfroReggae, João Madeira.

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Ricardo Cravo Albin escrevendo uma dedicatória na Revista Carioquice, editada pelo Instituto Cultural Cravo Albin, para o prefeito de Maricá, Washington Quaquá, que se fez presente no encontro, via telefone através do amigo Ricardo Vieira.

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"Voltar a Maricá pelas mãos de Ricardo Vieira me fez reconhecer tres verdades : 1- a gentileza e o sentimento de amizade que fluem naturalmente dessa querida família maricaense não têm mesmo paralelos . Os Vieira são a fina flor da arte do bem receber,. 2- não voltava a Maricá há quase 20 anos, uma terra tão querida por mim. Levado por Maysa , logo me estabeleci entre a lagoa de Guarapina e o mar, morrendo de amores pela região, a ponto de passar 15 anos lutando pela manutenção das belezas naturais da região . E isso numa época em que ainda se menosprezava  a dignidade do meio- ambiente . 3-reconfirmei que chegar a Maricá é como se chegar ao lugar onde o afeto está plantado. Minha vontade – o que me pareceu até extranho- era ficar. Ficar e ficar. Por tempo indeterminado. " Ricardo Cravo Albin

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João Madeira e Emanuel Vieira, encontros que constroem a história da nossa Cultura

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Jornalista Rosely Pellegrino, editora deste Blog, tendo a felicidade de registrar este grande encontro de grandes mestres. Na foto, ao lado do vice presidente da FUNARJ Emanuel Vieira, seu irmão e anfitrião, o economista Ricardo Viera, o musicólogo Ricardo Cravo Albin e a fera do Grupo Cultural AfroReggae, João Madeira. 

Durante o encontro a emoção de todos foi grande ao lembrar do passado. Amigos de Darcy Ribeiro, Tatiana Memória, Carlos Alberto, Maysa, Antônio Callado, João Saldanha, Aliísio Carvão, Hildo Hora, Madeleine e Concessa Colaço, Lili de Carvalho, Oscar Niemeyer e de tantos outras personalidades que no passado fizeram em Maricá seu ninho de inspiração, Ricardo Cravo Albin que foi um dos primeiros a residir em Ponta Negra, lembrou: “foram os melhores 15 anos de vida”, declarou ele ao contar histórias do passado, quando todos se reuniam e passavam momentos agradáveis.

“Tudo isto faz parte da história de Maricá, que para mim é e sempre será a menina dos meus olhos. Amo esta terra e sua gente, e este retorno a Maricá, este encontro com amigos tão queridos, tudo isto me revigora para seguir em frente”, disse Ricardo Cravo Albin.

Ricardo Cravo Albin contou que está de malas prontas para ir para China, levando na bagagem a Cultura da Música Popular Brasileira. “Vivo impulsionado pela paixão, e a música popular brasileira é minha grande paixão. Levarei para China todo o meu saber e experiência, sei que este será um trabalho muito importante de divulgação da nossa cultura, e farei isto com muito amor e empenho”.

Saiba um pouco mais sobre esta personalidade da nossa cultura

Fonte: Wikipédia

Ricardo Cravo Albin (Salvador, 20 de dezembro de 1940) é um musicólogo brasileiro, sendo considerado um dos maiores pesquisadores da Música Popular Brasileira. Atual diretor do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro (MIS).

Cravo-Albin fundou e dirigiu o Museu da Imagem e do Som (MIS) entre 1965 e 1971. Historiador de MPB, produtor musical, produtor de rádio e televisão, crítico e comentarista, Albin foi ainda diretor geral da Embrafilme e presidente do Instituto Nacional de Cinema (INC). É também autor, desde 1973, de aproximadamente 2500 programas radiofônicos para a Rádio MEC.

Uma das grandes conquistas é o Instituto Cultural Cravo Albin, uma sociedade civil, sem fins lucrativos, com sede na cidade do Rio de Janeiro, fundada em janeiro de 2001 com a finalidade de promover e incentivar atividades de caráter cultural no campo da pesquisa, reflexão e promoção das fontes que alimentam a cultura e, em especial, a música brasileira, visando a divulgação, defesa e conservação do nosso patrimônio histórico e artístico.

Sua maior obra é o Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira, disponível em meio digital, com cerca de sete mil verbetes.

Ricardo Cravo-Albin publicou diversos livros sobre vários assuntos, entre eles: O canto da Bahia (monografia/1973); De Chiquinha Gonzaga a Paulinho da Viola (1976); Da necessidade do fazer popular (1978); Índia, um roteiro bem e mal humorado, Editora Mauad (1996); MPB – A história de um século, edição trilingüe MEC/Funarte (1997).

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Abril 12, 2009 Posted by | cultura, educacão, jornalismo, social | 1 Comentário