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Prominp inscreverá até o dia 12

Escrito por Wilian Oliveira Qui, 02 de Setembro de 2010 17:31
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Política

Prominp: Chances no Comperj

Quem espera conseguir uma oportunidade de qualificação para as vagas de trabalho que estão surgindo na região tem apenas até o dia 12 desse mês para se inscrever na seleção pública que o Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural) vai realizar. O objetivo é atender as demandas futuras da indústria nacional de petróleo e gás, especialmente as da Petrobras. Serão oferecidas 1.744 vagas em categorias profissionais de níveis básicos, médio, técnico e superior, para Niterói, São Gonçalo, e cidades do entorno do Comperj. Os cursos são gratuitos e a Fundação Cesgranrio é responsável pela execução do processo seletivo

Para os cursos de nível básico, a inscrição custará R$ 24,00. Nos níveis médio e técnico, R$ 40,00. Para as categorias de nível superior, o valor será de R$ 60,00. Para concorrer a uma das vagas oferecidas, o candidato deve ter idade igual ou superior a 18 anos, além de preencher os pré-requisitos do curso desejado. As inscrições podem ser feitas pelo site do Prominp (http://www.prominp.com.br) ou nos postos de inscrição credenciados (ver quadro abaixo). Os candidatos aprovados que estiverem desempregados durante o curso receberão uma bolsa auxílio mensal no valor de R$ 300 (cursos de nível básico), R$ 600 (níveis médio e técnico) e R$ 900 (nível superior).

Setembro 7, 2010 Posted by | COMPERJ, cursos, emprego e oportunidade / vagas temporárias, jornalismo, oportunidade de emprego, setor naval | Deixe um comentário

Governo estuda levar Arco até Maricá

Revista Pólo Petroquímico – Escrito por Wilian Oliveira Seg, 30 de Agosto de 2010 17:58
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Maricá

Cabral estuda Arco até Maricá

O Prefeito Washington Quaquá está mobilizado para incluir o município no Arco Metropolitano, estendendo as obras com mais oito quilômetros, até Marica. O projeto está na Unidade de Gerenciamento de Projetos (UGP) da Secretaria Estadual de Obras e foi orçado em R$ 900 milhões, dinheiro que sairia do PAC I, do Governo Federal, com contrapartida de 20% do governo estadual. Quaquá trabalha no projeto de um pólo naval na localidade de Jaconé e a cidade tem petróleo em sua costa marítima o que, alem da proximidade com o Comperj, traz a expectativa de grande movimentação econômica para breve.

O projeto do Arco Metropolitano teve a duração de suas obras ampliada por mais um ano e deve ser terminado no segundo semestre do próximo ano. As questões ambientais foram os argumentos para o atraso. A nova estrada lançada em 2008 e que deveria estar pronta em 24 meses, corta 34 sítios arqueológicos além de um grande numero de desapropriações de áreas de terra.

Estaleiro de navios, sondas e plataformas de petróleo do Grupo Mendes Júnior; Fábrica de motores e turbinas de navios da Daihatsu; a coreana STX, a holandesa Huisman e a brasileira FelsSetal, são algumas das operações econômicas divulgadas para o município que é um dos que mais cresce em população no Estado e que pela proximidade com o Rio de Janeiro vem recebendo significativa parcela de moradores que fogem do Grande Rio e suas inconveniências, inclusive famílias da Classe Média Alta, que habitam em condomínios.

“Maricá realmente está nos planos do Arco Metropolitano, até porque os investimentos do Governo do Estado e os empreendimentos particulares como o Pólo Industrial Naval, o Pólo Aeronáutico e o Pré-Sal, terão conexão direta com o Comperj, causa original do Arco Metropolitano, criando nova logística. A indicação técnica, com estudos, relatórios, e dossiê completo, é apenas uma questão de tempo. Os estudos estão avançando e apontam para isso. Depois disto, vem a decisão política e verbas complementares, que só podem ser liberadas após aprovação do grupo”, disse o arquiteto Paulo Cesar Costa, coordenador geral da UGP, que mediou o encontro.

Marica está distante apenas 20 minutos do Comperj, desde que com verbas da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico, que incide sobre os combustíveis – Cide – se reconstruiu a estrada RJ 114, que liga o município a Itaboraí. Além do desejo de ser incluída no Arco Metropolitano, a cidade também pensa em acesso ferroviário, em ligação hidroviária com o Rio de Janeiro e luta pela transformação de um pequeno aeroporto que atualmente serve a um aeroclube em base de apoio logístico para as atividades marítimas da Petrobras.

Cerca de R$ 400 milhões já foram destinados para Maricá. Um plano de reurbanização está sendo elaborado para a orla do município. Estradas estão sendo recapeadas, a água canalizada foi licitada para bairros populosos como Ponta Negra, Inoã e Itaipuaçú, e o saneamento básico inicia em 2011, assim que a empresa municipal for ativada.

O Prefeito Quaquá tem se empenhado em viagens a Brasília e está esperançoso de poder melhorar a sua administração com os royalties do pré-sal, esperados para novembro desse ano, e que serão reinvestidos em infra-estrutura, como habitação e saneamento para os distritos.

Setembro 7, 2010 Posted by | COMPERJ, jornalismo, Maricá, política, transito, transporte | Deixe um comentário

Comperj se prepara para produzir Diesel

Revista Eletônica do Pólo Petroquímico – Escrito por Wilian Oliveira Seg, 30 de Agosto de 2010 14:40
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Política

 

 

 

 

 

 

 

 

Porto desativado em Magé pode ser reaproveitado

Ao contrário do noticiado recentemente que o Comperj caminha a passos lentos, a pleno vapor o Comperj contrata agora a sua unidade de Hidrotratamento (HDT).

Já ultrapassa a casa dos R$ 5 bilhões as contratações da Petrobras para o Comperj que já emprega sete mil trabalhadores e que, beneficiada pela estiagem dos últimos dias finaliza a parte de terraplanagem.  A HDT, que processará a produção de Diesel com baixo teor de Enxofre custará R$ 947 milhões e é a quarta unidade adquirida pela Petrobras para montagem do complexo.

Desde a semana passada as empreiteiras que atuarão nessa etapa já se preparavam para instalar seus canteiros no Comperj, onde já não se vê mais as grandes máquinas de terraplanagem.

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As peças e maquinários para a montagem das refinarias deverão chegar pelas novas opções que estão sendo criadas pela Petrobras, como um porto em São Gonçalo e uma estrada, ligando esse porto ao Comperj, evitando transtornos no transito da rodovia VR 101, uma das principais ligações rodoviária nacional, já sobrecarregada com transito de cargas. Além de São Gonçalo, um outro porto, desativado, no município de Magé, tem sido cogitado de utilização para esse transporte.

A Petrobras já contratou com a Alusa a unidade de HCC (R$ 1,4 bilhão), a unidade de destilação a vácuo (R$ 1,1 bilhão) e a unidade de Coque (R$ 1,8 bilhão). Embora o volume de obras e de investimentos, investidores que pretendem se beneficiar desse momento da Petrobras, porém que não pertencem à cadeia produtiva do setor, ainda se mostram incrédulos sobre o projeto.

Ao contrário desses, no entanto, empresários que acompanham o desenvolvimento dos negócios da Petrobras já se instalaram no município e novos empreendimentos chegam todos os dias. Dois hotéis de porte e quase todo setor de prestação de serviços básicos a esse tipo de projeto já tem alguma forma de contato na cidade.

Dois anos após o início de sua construção, o Comperj tem apenas 2,5% das obras físicas concluídas, conforme admitiu a coordenadora da área de Abastecimento da Petrobras, Luciane Tomazzini que, no entanto, afirmou estar tudo dentro do previsto ela Petrobras.

Setembro 7, 2010 Posted by | COMPERJ, jornalismo, meio ambiente | Deixe um comentário

Duplicação pegou Conleste de surpresa

Fonte de texto e fotos: Revista do Pólo Petroquímico

Escrito por Wilian Oliveira Seg, 30 de Agosto de 2010 14:39
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Política

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Prefeituras esperam explicações

As alterações que a Petrobras deu ao projeto do Comperj, duplicando a capacidade de produção e principalmente trazendo para ele o refino de combustível pegou de surpresa a região e as cidades querem que a Petrobras assuma responsabilidade nas dificuldades que aumentaram por causa do Comperj. O Presidente do Conleste, Carlos Pereira, que é o prefeito de Tanguá, disse em entrevista ao Jornal O São Gonçalo, que não foram consultados para nada e que o novo plano da estatal desmontou todo o planejamento que vinha sendo feito, sendo necessário se rever todo o diagnóstico que já havia em andamento.

 

“É um caso que você fica impotente. Infelizmente, as coisas aconteceram sem nenhuma discussão. Quando vem de cima para baixo, a hora que você vai dar conta, já aconteceu. Cabe-nos, agora, exigir que a Petrobras cumpra o seu papel, que é de nos ajudar. Se nós não fizermos o dever da casa ontem, porque hoje já é tarde demais, essa região vai se tornar uma situação complicada” disse Pereira em entrevista, quando soube, pela imprensa, das mudanças no Comperj.

Ele lembrou que mesmo no projeto original da estatal o Comperj já era um grande problema para os municípios da região e lembrou que o consórcio vem buscando junto a Petrobras solução para um Plano Diretor Regional. Segundo o prefeito, o consorcio tem um projeto de criação de uma universidade cooperativa para capacitar as cidades envolvidas frente às novas demandas trazidas pelo projeto da companhia.

Água, transporte, segurança, qualificação de mão-de-obra, saneamento básico e um amplo projeto social são alguns dos investimentos necessários lembrados por Carlos Pereira que reclamou da duplicação do Comperj principalmente por tornarem obsoletos todos os estudos que, segundo ele, agora deve se multiplicar por quatro.

A mais recente proposta do Conleste é a de compras conjuntas, uma proposta de barateamento das despesas das prefeituras consorciadas. O presidente também está ressaltando junto aos seus colegas a importância de se ter de cada município dados fidedignos e da responsabilidade na projeção de novos índices, calculados no novo projeto que a Petrobras desenhou para o Comperj.

Pereira disse que a qualificação de mão-de-obra é o que mais preocupa mas lembra os  riscos iminentes em questões como água e saneamento, além da parte de infra-estrutura e toda parte de calçamento, arruamento, urbanização, desapropriações, remoções de famílias de áreas de risco. Segundo ele, ainda, precisa se aproveitar o momento e priorizar o transporte urbano (metrô e transporte de massa) além da educação.

A Petrobras mudou o projeto do Comperj que agora terá duas refinarias produzindo, além de matérias-primas para a indústria de plásticos também combustíveis e pegou a região de surpresa. A estatal anunciou que o complexo passará sua produção de 150 mil barris diários de petróleo pesado para 330 mil barris ao dia, além de refinar gasolina e querosene de aviação.

Setembro 7, 2010 Posted by | COMPERJ, jornalismo, meio ambiente, política | Deixe um comentário

Começa a obra fisica do Comperj

Revista Pólo Petroquímico de Itaboraí

Escrito por Wilian Oliveira Seg, 30 de Agosto de 2010 16:20
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Política

 

 

 

 

 

 

 

 

Terraplanagem está praticamente completa

O inicio das obras de construção da Unidade de Hidrocracreamento Catalítico (HCC), previsto para os próximos dias, criou na cidade grande expectativa por causa do volume de mão de obra a ser contratada. A obra que envolve as empresas EPC Engenharia, Alusa e Gel Engenharia passam ainda por distribuição de energia e abastecimento de água no Comperj, devendo ser o marco inicial das grandes contratações de trabalhadores.

Atualmente Itaboraí é uma babel de operários uniformizados e carros adesivados com logomarcas de empresas e a cidade se ressente, principalmente no transito, da falta de opção de planejamento, por causa do ritmo que a Petrobras impõe ao empreendimento.

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“A companhia desenvolverá projeto de engenharia multidiciplinar detalhada, gerenciamento de serviços de engenharia, assistência técnica à obra e à montagem e comissionamento da Unidade de Hidrocracreamento Catalítico (HCC) para a Alusa Engenharia. O HCC será a primeira unidade do país a realizar o processo químico de quebra de petróleo usando hidrogênio em alta pressão” é como a imprensa técnica se refere à nova etapa das obras da Petrobras.

O Comperj no estagio atual registra cerca de 90% das obras de terraplanagem concluída, uma fase que beirou os R$ 900 milhões, uma verba maior que os investimentos feitos pelo Estado, esse ano, nas cidades de Niterói, Maricá, São Gonçalo e Itaboraí.

A chegada das empresas para obras da HCC é o início das obras físicas do Comperj que nesse primeiro estágio representa certa de 15% da construção do complexo que vai processar 165 mil Barris diários de óleo, produzindo petroquímicos básicos, projetado para começar em 2013.

A segunda etapa do Comperj, orçada em US$ 3,5 bi, ainda depende de parceria e será a de produção das resinas e derivados.

A terceira é a duplicação da refinaria que passará a produzir Diesel, Querosene de Aviação e outros produtos dessa linha, que se espera entrar em produção em 2018.

A migração de um grande volume de trabalhadores para a região continua uma preocupação constante dos municípios mais próximos que não conseguiram ainda adequar seus serviços para uma transformação tão rápida. Infra-estrutura básica é uma emergência em Itaboraí onde a prefeitura se atropela para atender com rapidez na manutenção de vias e o transporte ainda não está em colapso porque as próprias empresas envolvidas no Comperj fazem o translado de seus funcionários.

Outra preocupação é quanto à periodicidade dos empregos. O exemplo vem de outras grandes obras na região, quando após curta etapa os trabalhadores são dispensados, mas boa parte deles permanece na região, a espera de abertura de novos postos de trabalho. Enquanto isso se torna um problema a mais pelas diferenças culturais, além de que os desempregados costumam freqüentar biroscas e tendinhas, onde o consumo de álcool é quase sempre fator de violência.

Setembro 7, 2010 Posted by | COMPERJ, jornalismo | Deixe um comentário

Vereadores estudam consórcio

Fonte: Escrito por Wilian Oliveira Seg, 30 de Agosto de 2010 16:27
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Niterói

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vereador Vitor Junior

Os vereadores, responsáveis pela formulação, aprovação e fiscalização das leis que vão definir a qualidade de vida dos municípios do Comperj começaram a se movimentar para participar mais do processo de implantação das refinarias em da Petrobras em Itaboraí. Igual aos prefeitos, eles propõem a criação de um consórcio de Câmaras Municipais, integrado pelos legislativos da região que sofrerá interferência da petroquímica, visando, principalmente, se capacitarem para agilizar os projetos de transferências de verbas que as prefeituras solicitam através do consórcio de executivos, o Conleste.

O projeto é do vereador niteroiense Vitor Junior, PT, que pensa na formação de um grupo intermunicipal de vereadores que possa elaborar e aprovar projetos comuns aos municípios que estão sendo apontados como os que estarão sujeitos a algum tipo de impacto trazido pelo Comperj.

Vitor acha que o movimento ajudará na busca de modernização dos legislativos envolvidos e anunciou que Niterói e São Gonçalo estarão à frente da proposta. Ele, junto do colega gonçalense, Marlos Costa, também petista, prometeram começar logo uma peregrinação aos legislativos envolvidos, esperando que em 90 dias já esteja formalizado o consorcio dos vereadores.

A entrada das câmaras municipais no cenário das discussões do Conleste é estratégica na medida em que as prefeituras encontram dificuldades na aprovação de projetos por falta de conhecimento dos vereadores sobre os projetos da Petrobras, o que é uma reclamação quase que generalizada entre os prefeitos.

Setembro 7, 2010 Posted by | COMPERJ, jornalismo, Maricá, meio ambiente, política, projeto social | Deixe um comentário

Esgoto do Comperj será em Maricá

Escrito por Wilian Oliveira Qui, 02 de Setembro de 2010 17:59
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Maricá

 

 

 

 

 

 

 

 

Terraplanagem está se encerrando

A Petrobras já se definiu na questão do descarte do esgoto do Comperj. Vão para Maricá, na praia oceânica de Itaipuaçu, dois quilômetros dentro do mar. A prefeitura de Maricá anunciou uma parceria com  a Petrobras para a instalação do emissário submarino que será construído com 40 quilômetros de dutos, metade em território maricaense.

De acordo com a secretária de Projetos Especiais do município, Luciana Andrade, os efluentes industriais vão chegar ao mar depois de passarem pelo chamado tratamento terciário, onde a água antes utilizada no processo de produção é purificada com o triplo de filtragem de dejetos.

“O impacto na área de despejo será mínimo, pois a própria salinidade da água vai cuidar de neutralizar qualquer possível efeito dos resíduos químicos, que já será quase nenhum”, garante a secretária.

Outro ponto importante apontado por Luciana foi o fato que não haver desapropriações de imóveis para a construção do emissário. Segundo ela também, o prefeito Washington Quaquá solicitou alterações no trajeto para, entre outros itens, evitar transtornos à população que vive nos bairros por onde os dutos vão passar

Setembro 7, 2010 Posted by | jornalismo, Maricá, meio ambiente | Deixe um comentário