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Conrad Murray é considerado culpado pela morte de Michael Jackson

Fonte: Famosidades, Atualizado: 7/11/2011 19:35

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MAIS: MJ: Juri adia veredicto sobre Conrad Murray

Por FAMOSIDADES

RIO DE JANEIRO – Finalmente os jurados do caso Michael Jackson chegaram a uma conclusão sobre a sentença de Conrad Murray. Após seis semanas, a decisão foi de que o médico realmente foi o grande responsável pela morte do cantor. Na última sexta-feira (4), o júri já tinha ficado reunido durante cinco horas e ao final das deliberações não chegou a um veredicto. Vale destacar que o anúncio indica que o júri chegou a um veredicto unânime já que somente desta forma é possível a corte apresentar a sentença.

Murray foi o único réu acusado de homicídio culposo pela promotoria, que alega que o médico usou com uma injeção letal e grande quantidade de Propofol – substância que não deve ser manipulado fora de hospitais. Além disso, a acusação afirmou que o médico demorou muito para pedir ajuda da emergência. Já a defesa dizia que Conrad Murray fez de tudo para salvar a vida de Michael e que o cantor se drogava a todo o tempo.

Michael Jackson morreu no dia 25 de junho de 2009, após sofrer uma overdose do anestésico Propofol. Entre as testemunhas do caso, estiveram médicos, paramédicos, especialistas em Propofol, enfermeiros, seguranças, ex-pacientes de Murray e ex-médicos do cantor.

Confira nas próximas páginas as testemunhas que foram peças-chave para a sentença!

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Paul White: médico vira-casaca

O médico Paul White foi chamado para depor pelos advogados de defesa do próprio Murray, mas acabou complicando a vida do réu. O interrogatório foi tão agressivo quee, talvez por isso, Paul acabou reconhecendo que nunca havia ouvido falar do uso do anestésico Propofol em um ambiente doméstico.

White, que é especialista no medicamento, chegou a cogitar a hipótese de que Jackson teria injetado a dose letal por conta própria, sem o conhecimento de Murray. Mas mudou o depoimento em outra sessão e afirmou que o réu não seguiu corretamente os procedimentos durante os dois anos em que administrou o anestésico em MJ.

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Steven Schafer: opinião de especialista

O anestesista Steven Schafer, especialista nos efeitos do Propofol, afirmou que Michael Jackson tinha uma dose do sedativo Lorazepam no organismo maior do que o médico admitiu ter dado ao cantor no dia de sua morte. Shafer disse em juízo que o anestésico é letal quando consumido por via oral.

Segundo o professor de anestesiologia da Universidade de Columbia, se for levado em conta os horários em que Murray afirma ter dado lorazepam ao “Rei do Pop”, essas doses seriam equivalentes a 10% da quantidade do medicamento encontrada na corrente sanguínea do cantor.

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Alon Steinberg: cardiologista sem papas na língua

O cardiologista Alon Steinberg afirmou durante seu depoimento que MJ jamais poderia ter usado o medicamento Propofol em casa para dormir porque o anestésico só deve ser administrado em um hospital. E tem mais: ele ainda declarou que Murray sabia muito bem disso por ser um médico. “Conrad Murray fez tudo errado, não agiu corretamente com os procedimentos quando percebeu que algo estava errado com Michael Jackson e acabou não ajudando. Foi bizarro”, disse Steinberg.

Alon Steinberg também contou que todo o seu testemunho era baseado nos relatos de Conrad Murray. “Ele (Murray) não tinha sequer os equipamentos básicos em caso de uma emergência e parecia não ter ideia do que estava fazendo. Qualquer atraso no socorro é uma chance a menos para o paciente sobreviver”, disse.

“Murray poderia ter usado Flumazenil, um antídoto para o Propofol, ligado para o 911, deveria ter dado oxigênio através de uma bolsa com pressão, mas ao invés disso tentou respiração boca a boca, que não tem o mesmo efeito. Murray fez massagem cardíaca, mas o coração de Michael estava batendo normalmente. Ele não soube lidar com os reais problemas: a má administração do anestésico Propofol e a respiração”, completou o cardiologista.

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Christopher Rogers: legista desconfiado

O médico legista Christopher Rogers, que examinou o corpo de Michael após sua morte, tentou provar durante seu testemunho que o astro foi assassinado. Após apurar os exames toxicológicos, Rogers afirmou que a causa de sua morte foi intoxicação aguda por Propofol.

O médico legista ainda desconfiou da hipótese de que uma pessoa, sob efeito de tantas doses de sedativo – como Murray admitiu ter dado a Michael Jackson para que ele dormisse -, pode ter se levantado da cama e ter injetado nela mesma uma quantidade fatal de Propofol.

O legista ainda contou que Michael pesava 61 quilos no dia de sua morte e que "suas artérias eram extraordinárias para uma pessoa da sua idade [50 anos]. Completamente livres de gordura e colesterol". Quando questionado pela promotoria se ele era uma pessoa perfeitamente saudável, a testemunha só respondeu com um "sim".

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Novembro 7, 2011 Posted by | jornalismo, justiça, musica | , | Deixe um comentário

Gincana Jet Quadricenter agitou Maricá neste domingo

Organizado pela Quadricenter com o apoio da Prefeitura de Maricá , através da Secretaria de Turismo,  o Jet Tour Sea Doo de Maricá, aconteceu na Lagoa de Maricá, no Boqueirão, neste domingo, dia 6 e novembro e atraiu dezenas de pessoas.

O evento contou com musica ao vivo, sorteios de brindes e premiações para os primeiros colocados.

Nos clicks de Rosely Pellegrino, momentos do evento

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Novembro 7, 2011 Posted by | esportes, jornalismo, nautica, turismo | | Deixe um comentário