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Maricá terá emissário submarino e nova Estação de Tratamento de Esgoto

Prefeito de Maricá Washington Quaquá, com o subsecretário estadual Antonio da Hora e os secretários municipais Jorge Castor e Celso Cabral Quaquá

Investimento de R$ 93 mi inclui também 238 km de redes de coleta

Um sonho antigo dos moradores de Maricá começa a se tornar realidade. A cidade vai receber, já a partir deste semestre, R$ 93 milhões em obras de tratamento de esgoto. A principal delas é a construção de um emissário submarino para lançar o esgoto a quatro quilômetros da costa, em Barra de Maricá.

Os investimentos foram anunciados nesta terça-feira (13/03) pelo subsecretário de Estado do Ambiente, Antônio da Hora, e pelo Prefeito Washington Quaquá, durante audiência pública realizada no Colégio Cenecista, no Centro da cidade.

Além do emissário, o município ganhará uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) em Araçatiba, 17 elevatórias e 238 km de redes de coleta em nove bairros do 1º distrito (Centro, São José do Imbassaí, Retiro, Itapeba, Ubatiba, Araçatiba, Barra, Jacaroá e parte de Pedra de Inoã).

Os recursos virão do PAC 2 (R$ 33 milhões) e da Petrobras (R$ 60 milhões), como contrapartida à construção do emissário submarino do Comperj, que passará por Maricá. Segundo Quaquá, as obras serão fundamentais para frear o despejo de esgoto nas lagoas da cidade. “Estes investimentos vão resolver os problemas de lançamento ilegal de esgoto nas lagoas. É uma questão de saúde pública”, destacou.

A ETE em Araçatiba terá capacidade para atender 70% da população. O esgoto receberá tratamento primário (com separação de dejetos sólidos e líquidos, como é feito na Barra da Tijuca) e será transportado até a Barra de Maricá, em 3,9 km de tubulação. Depois, seguirá pelo emissário submarino e será lançado no mar, a 4 km da costa. A expectativa é que as obras comecem este semestre e durem cerca de dois anos.

A construção da ETE em conjunto com o emissário fará com que Maricá tenha um esgoto melhor tratado do que, por exemplo, o de Ipanema, segundo o subsecretário estadual do Ambiente. “Em Ipanema, o esgoto é lançado a 2,5 km da costa, sem tratamento primário. Aqui o despejo será a 4 km, após passagem pela estação de tratamento”, ressaltou Antônio da Hora.

Durante o evento, o prefeito Washington Quaquá anunciou também que vai enviar à Câmara Municipal, nos próximos dois meses, uma mensagem do Executivo que autoriza o governo a conceder à inciativa privada os serviços de coleta e tratamento de esgoto nas demais regiões da cidade.

Texto: Rafael Zarôr (edição: Marcelo Moreira)
Foto: Fernando Silva

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação:

Antonio da Hora indica a região que receberá redes de coleta e tratamento de esgoto

Público lotou a quadra do Colegio Cenecista para acompanhar a audiência pública

Prefeito destacou os benefícios que a cidade terá com os investimentos em saneamento

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Março 16, 2012 - Posted by | COMPERJ, jornalismo, meio ambiente, Obras do PAC |

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