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Arraiá agita o Centro de Maricá neste fim de semana

A Praça Orlando de Barros Pimentel, no Centro, vai se transformar em um grande arraiá nos dias 15, 16 e 17 de junho. O Maricahiba – O Arraiá da Vila, evento realizado pela Secretaria de Turismo e Lazer, pretende transformar o espaço em um grande centro de cultura nordestina e terá apresentação de quadrilhas e grupos de forró.

Segundo o subsecretário Elson Ribeiro a intenção é transformar este projeto em uma grande festa nordestina no municipio. “Este é o início de um projeto que vai muito mais longe”, declarou, acrescentando que a festa também é um resgate das tradições da própria cidade. "Vila, por exemplo, era como os moradores chamavam o centro de Maricá antigamente. Por isso apelidamos o evento de arraiá da Vila", explicou.

O Maricahiba terá barraquinhas com bebidas e comidas típicas da região para o público entrar no clima do arraiá. A Praça Orlando de Barros Pimentel também vai ganhar bandeirinhas e outros adereços de grandes festas juninas.

MARICAHIBA – O ARRAIÁ DA VILA – DIAS 15,16 E 17 DE JUNHO

DIA 15/06

18h – SOM MECÂNICO

20h – QUADRILHA ALEGRIA DE VIVER DA CASA DA 1ª A 3ª IDADE

21h – SHOW AO VIVO COM O GRUPO GAROTOS SEM PRECONCEITO

02h – ENCERRAMENTO

DIA 16/06

18h – SOM MECÂNICO

20h – APRESENTAÇÃO DA QUADRILHA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO

21h – SHOW SERTANEJO COM GILVAN E JUNIOR

23h – SHOW COM A BANDA TATUDOEMCASA

02h – ENCERRAMENTO

DIA 17/06

14h – BRINCADEIRAS

18h — SOM MECÂNICO

21h – SHOW COM FORRÓ BRASIL

24h – ENCERRAMENTO

 

Rafael Zarôr

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Junho 14, 2012 Posted by | jornalismo, Lazer, Maricá, turismo | | Deixe um comentário

Maricá terá conferência contra dependência química

Texto: Sérgio Renato | Fotos: Fernando Silva

Grupo de trabalho durante planejamento da conferência contra a dependência química.

A Subsecretaria de Prevenção e Combate à Dependência Química de Maricá prepara a realização da 2ª Conferência Municipal de Enfrentamento da Dependência Qúimica, marcada para o dia 4 de julho, das 9h às 18h, no Ciep Maria do Amparo Rangel, no Centro. Os parâmetros do evento estão sendo definidos em fóruns mensais com alguns dos grupos participantes, como o que ocorreu nesta terça-feira (12/6) na sede da Secretaria de Assistência Social e Participação Popular, com a participação da secretária Laura Maria Costa.

Entre os objetivos da conferência, está a elaboração de um plano municipal contra o uso e abuso de drogas lícitas e ilícitas em Maricá, além de propor uma política municipal voltada para o setor sob o paradigma do direito à cidadania. Também durante o evento, ocorrerá a eleição do Conselho Municipal de Enfrentamento da Dependência Química e a implantação do Conselho Municipal Anti Drogas, órgão este que tem orientação do governo Federal.

Para o subsecretário Pedro Victorino, a conferência vai concretizar a importância de um trabalho que teve início no atual governo e que conta com a participação de órgãos e instituições como Alcoólicos Anônimos, Conselho Tutelar, o Centro de Atendimento Psicossocial (CAPS) e a Secretaria Municipal de Educação.

“O que fazemos hoje é algo inédito em nossa cidade e temos uma resposta muito positiva”, afirmou o sociólogo, que é presidente da instituição Projeto Livres, que funciona no bairro do Retiro e trabalha na recuperação de dependentes químicos. O próprio Pedro se define como um dependente “em recuperação”.

“Me coloco desta forma porque acredito na filosofia de que a dependência química é algo que não tem cura. Eu estou há 12 anos nesse processo e mantenho a tese do ‘um dia de cada vez’, do ‘só por hoje eu não vou me drogar’, e tem funcionado bem”, garante ele, revelando ter sido usuário de maconha e cocaína.

Junho 14, 2012 Posted by | Ação Social, jornalismo, Maricá, projeto social | Deixe um comentário

Prefeitura de Maricá responde a reportagem de revista

Texto: Secretaria de Comunicação

Em relação à reportagem publicada na última edição de Veja, “Onde foi Parar o Dinheiro?”, a Prefeitura Municipal de Maricá esclarece que:

– A Prefeitura nunca foi condenada por qualquer irregularidade ou ilegalidade, como afirma a reportagem. Ela também não responde a “21 processos e 50 inquéritos”, argumento usado incorretamente para sustentar a qualificação negativa. Há, em curso, 10 ações do MP tramitando. Como em qualquer setor da administração pública, a Prefeitura recebe diariamente dezenas de pedidos de informações por parte do MP, que são prontamente atendidos e fazem parte do processo rotineiro de fiscalização desses órgãos.

– A Prefeitura nega que tenha cometido qualquer irregularidade nos casos mencionados pela revista. A empresa Lumar detinha uma Ata de Registro de Preços com valor máximo de R$ 4,5 milhões e não de R$ 6 milhões, como diz a reportagem. O valor é referente ao teto de serviços que podem ser prestados. Estes foram cumpridos dentro da lei, como previsto na ata, mas o valor contratado e pago foi de R$ 422 mil.

A Lumar venceu a licitação e se habilitou com documentação cuja autenticidade a autoridade municipal não está obrigada por lei a diligenciar, mas, assim que a Prefeitura tomou ciência do caso, por uma questão ética rompeu imediatamente o contrato com base na lei e cancelou a ata. A representante da empresa, Rosana Francisco de Moura Correia, já havia sido exonerada quando a Prefeitura tomou conhecimento dos fatos.

– O mesmo ocorre no caso da Escola Carlos Magno Legentil de Mattos. O custo da obra foi baseado na tabela de preços da Emop (Empresa Municipal de Obras Públicas do Rio, usada como modelo) e é compatível com o grau de dificuldade previsto no projeto – que envolve uma completa reformulação estrutural do prédio e a construção de uma quadra poliesportiva aérea, sobre seis salas de aula. Como os critérios de elaboração dos outros orçamentos não estão citados na matéria, a comparação não pode ser considerada válida.

– Há ainda uma foto com erro na informação que transmite ao leitor. O trecho de estrada de Itaipuaçu mostrado na imagem foi recapeado na gestão anterior e ainda será objeto de reforma em parceria com o Estado. O termo “maquiagem” não se aplica porque itens citados foram retirados do projeto pelo governo do Estado.

O outro contrato mencionado, de R$ 23 milhões, se refere a 10,5 km de todo o restante da estrada de Itaipuaçu, na qual a Prefeitura, além de realizar obras de drenagem e regularização do leito da via, optou por usar asfalto de rodovias, cuja base é de concreto, mais resistente ao tráfego pesado, com durabilidade maior. Por isso, com custo mais elevado segundo a mesma tabela Emop. O mesmo valor contempla também a pavimentação de 3 km da Rua 1, de três ruas de acesso ao projeto Minha Casa Minha Vida, outra rua de acesso ao Centro de Treinamento de Ciências Náuticas, e a uma escola.

– A reportagem insiste em uma tese conspiratória, que mistura personagens nacionais, mas isso está errado. O ex-ministro José Dirceu não tem nem nunca teve qualquer influência na administração municipal e sequer conhece a cidade. A secretária executiva, Maria Helena Alves Oliveira, não tem qualquer relação com o ex-ministro e seu nome aparece em quase todos os contratos por ser a autoridade de gestão e controle responsável por eles. O ex-secretário de Desenvolvimento Econômico Marcelo Sereno atuou no fomento de projetos para a preparação da cidade como atrativo de grandes investimentos e não há nada que desabone sua atuação na prefeitura.

– Os recursos da Prefeitura, sejam oriundos dos royalties ou de outras fontes, estão sendo aplicados em total benefício da população, tanto que o volume de obras dos últimos três anos e meio é maior do que o recebido em 40 anos. A prestação de contas se encontra à disposição na página da prefeitura na internet. Entre as medidas ali citadas estão, por exemplo, a compra de 8 retroescavadeiras, 6 moto-niveladoras, 2 rolos compactadores e 16 caminhões novos, patrimônio que a Prefeitura nunca teve. Ou a aplicação na Educação: todos os 14 mil alunos da rede municipal estudam em escolas novas ou que estão sendo reformadas, com uniformes, material e até computadores fornecidos pela Prefeitura. E pelo menos 1.000 universitários de Maricá se deslocam todos os dias com a ajuda do Bilhete Único Universitário.

O repasse dos royalties também vai para a cultura, com a construção do primeiro cinema público da cidade e de um centro cultural. Maricá também está recebendo R$ 93 milhões em obras de saneamento.

A Prefeitura, vale ressaltar, tornou-se modelo de aplicação de recursos do BNDES em programas de modernização da gestão administrativa.

– Por fim, a Prefeitura lamenta não ter sido procurada pela reportagem para esclarecer as informações acima. Quando tomou conhecimento da produção da matéria, entrou em contato com o repórter e tentou esclarecer o mais rápido possível todas as dúvidas, mas infelizmente a versão da Prefeitura não foi incorporada na reportagem.

Junho 14, 2012 Posted by | jornalismo | Deixe um comentário

Ministro da Pesca visita Maricá e discute com prefeito avanços para colônias da cidade

Texto: Marcelo Ambrosio | Fotos: Paulo Polônio

Ministro Crivella, deputado Vitor Paulo e prefeito Quaquá na Associação de Pescadores de Zacarias

O ministro da Pesca, Marcelo Crivella, visitou Marica na sexta-feira, 08/06. O objetivo da iniciativa foi o de discutir com os pescadores locais modelos econômicos que vão servir de exemplo para colônias do resto do pais e ouvir as reivindicações. Maricá tem uma tradição nessa atividade e foi a primeira vez que um ministro da pasta esteve na cidade. O saldo do encontro foi positivo: uma das principais queixas, a falta de um pagamento por defeso, deverá ser resolvida logo. Sob aplausos, o ministro anunciou que um representante do ministério estará na cidade na próxima quarta-feira para apressar o andamento do pleito.
Acompanhado do prefeito Washington Quaquá, do deputado federal Vitor Paulo (PRB) e de outras autoridades, o ministro visitou a ONG Ecoponto, em Araçatiba, e a vila de pescadores de Zacarias, em Barra de Maricá. O ministro também conheceu as obras da ponte José Alencar Gomes da Silva, na Barra.
Crivella falou das iniciativas governamentais disponíveis para os pescadores e do interesse do ministério em solucionar as dificuldades. "Temos projetos como o de organizar as colônias para ter combustível mais barato, produzir o próprio gelo, construir laboratórios para alevinos, fábricas de farinha e outras iniciativas. Tudo isso esta à disposição de vocês", afirmou Crivella.

Anúncio de mudanças no defeso para pescadores locais

O prefeito ficou satisfeito com a garantia dada e com a nova dinâmica do ministério. "Estivemos lá antes de o atual ministro tomar posse para questionar porque o defeso era dado apenas para a pesca do camarão rosa, quando deveria ser para toda a lagoa, nos moldes do que já é feito na Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul", afirmou o prefeito a uma plateia formada por representantes das varias colônias. Também foram encaminhados pedidos de apoio ao projeto de maricultura no município e de qualificação profissional para 620 pessoas. O projeto ésta tramitando na Petrobras.
Segundo os pescadores, os problemas maiores se relacionam ao assoreamento e ao derrame de esgoto nas lagoas. A queixa comum é a de que a poluição reduziu os cardumes nas lagoas e está obrigando a maioria a pescar no mar cada vez mais longe de terra.

"Achamos bom o resultado da visita. Vamos ver essa questão do defeso que é muito importante. Muitos pescadores estão tendo materiais apreendidos por conta da proibição que é para o camarão. Ficamos orgulhosos de receber um ministro em nossa casa", ressaltou Vilson Correia, presidente da Associação de Pescadores de Zacarias.
O Ministro disse que esteve com a Petrobras cobrando as compensações ambientais para a atividade da pesca. "O setor está atrasado por conta da falta de investimentos em décadas, principalmente em equipamentos, estamos dando muita atenção a isso", disse Crivella. Ao seu lado, o deputado federal Vitor Paulo, do PRB, também prometeu empenho. "Na segunda-feira vou me reunir com a equipe para acelerar os projetos de Maricá".

Acompanhado do prefeito Washington Quaquá, o ministro Marcelo Crivella conheceu a ONG Ecoponto, em Araçatiba

Ministro disse que cobrou da Petrobras compensações

ambientais para a atividade da pesca

Ênfase na recuperação das lagoas

O prefeito ressaltou o que está sendo feito para recuperar as lagoas. "Temos 33 milhões do PAC 2 já licitando e com a compensação da Petrobras ao emissário submarino do Comperj, mais R$ 60 milhões. Isso vai ajudar a resolver 70 por cento do problema de esgoto. Estamos cobrando outras compensações para Itaipuacu para ampliar isso", afirmou. "Nossas lagoas têm potencial para se transformarem nas maiores produtoras do estado. Com o apoio do ministro isso vai acontecer", completou.
Marcelo Crivella esclareceu as limitações da lei que regula o defeso. "A lei veio para proteger as espécies e os estuários. Nao tem o objetivo de ser um projeto social para os pescadores, mas o governo tem outros programas de apoio social porque a presidente Dilma tem uma atencão especial sobre isso. Mas a melhor maneira de proteger os pescadores é cuidar da lagoa. Hoje há 585 mil pescadores no defeso e mais de R$ 1 bi de investimento, em parceria com a área de meio ambiente. Vamos verificar com eles a situação daqui", disse.
O ministro fez uma crítica a Petrobras, que segundo ele empenhou R$ 40 milhões para estudar a questão da pesca e desse valor apenas R$ 2 milhões efetivamente viraram projetos práticos. Destacou também que a lei de compensações ambientais não contempla cuidar dos pescadores que dividem espaço com a atividade petrolífera. "Plataformas, sonares e barcos afetam os cardumes e a lei precisa ter esse alcance", acrescentou.

Junho 14, 2012 Posted by | jornalismo, Maricá, Pesca | , , | Deixe um comentário