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Secretaria Municipal de Cultura de Maricá convida artistas para discussão do Sistema Nacional de Cultura

CONVITE

A Secretaria Municipal de Cultura convida todos os artistas e agentes culturais da cidade de Maricá para reunião onde daremos continuidade à discussão sobre a adesão ao Sistema Nacional de Cultura.

A participação da Sociedade Civil é de suma importância na construção de políticas públicas.

Pauta: Lei do Sistema Municipal de Cultura

DIA: 24/09/2012 – segunda-feira

HORA: 15h

LOCAL: Casa de Cultura – Sala Darcy Ribeiro

Casa de Cultura está localizada na Praça Orlando de Barros Pimentel – Centro de Maricá

Setembro 21, 2012 Posted by | cultura, jornalismo, Maricá | | Deixe um comentário

Casa Digital de Maricá recebe seminário sobre cooperativismo nesta segunda-feira

Texto: Fernando Uchôa

Será nesta segunda-feira (24/9), das 13h às 16h30, na Casa Digital, o I Seminário de Cooperativismo de Maricá, promovido pela secretaria municipal de Assistência Social e Participação Popular, em parceria com as secretarias municipal e estadual de Trabalho.

Com o suporte técnico da União de Cooperativas de Agricultura Familiar (UNICAFES), o evento vai discutir formas de viabilizar projetos para a formação de cooperativas em Maricá, além da possibilidade de se obter financiamento com o governo estadual em programas de fomento administrados pela secretaria estadual de Trabalho.

A Casa Digital fica na Praça Orlando de Barros Pimentel, s/n, Centro. A entrada é franca.

Setembro 21, 2012 Posted by | agricultura e pesca, jornalismo, Maricá, trabalho e renda | Deixe um comentário

Maricaenses concorrem ao "Menina Fantástica"

Texto: Fernando Uchôa (edição: Marcelo Moreira) | Fotos: Fernando Silva

Ansiosas, as participantes da etapa de Maricá se apresentaram no ônibus do projeto.

Dezenas de jovens se apresentaram hoje (21/09), na Praça Orlando de Barros Pimentel, para disputar uma vaga no “Menina Fantástica”, concurso desenvolvido pela Agência Mega de Modelos e veiculado pela Rede Globo de Televisão. A Guarda Municipal de Maricá e uma viatura da 4ª Cia CBMERJ deram apoio logístico ao evento.

De 09h às 12h, um ônibus do projeto recebeu as candidatas, que exibiram simpatia e beleza. Muitas menores foram acompanhadas de seus pais; outras levaram autorização dos mesmos. Para participar do concurso, é preciso ter entre 15 e 25 anos e apresentar documentação – certidão de nascimento, RG, ou CPF, declaração escolar, comprovante de residência, e duas fotos de corpo inteiro.

Stephanie Ramos, 17 anos, foi acompanhada da mãe, a artesã e comerciante Zilma Ramos. Aluna do 2º ano do CIEP 259 – Profª Maria do Amparo Rangel, Stephanie também faz curso de Modelo e Manequim e pretende cursar Jornalismo. “O Menina Fantástica é um concurso de projeção nacional, com milhares de candidatas. Mesmo que eu não chegue à final, é uma oportunidade de ser avaliada por um profissional da área, o que já bom para o currículo”, disse.

Yasmin Sabina, 16 anos, mora em Itaipuaçu e é modelo há sete anos. “Acredito que a participação no Menina Fantástica abrirá novas oportunidades na minha carreira”, enfatizou. A mãe de Yasmin, Elaine Sabino, pedagoga, acha importante o incentivo à filha. “Sempre que posso, estimulo seu interesse pela moda, acho importante”, completou.

Mônica Marxens, 15 anos, moradora de Barra de Maricá, quer, pelo menos, estar entre as meninas que entrarão na casa. "Já me sentiria muito feliz”, disse, referindo-se à Casa onde as semi-finalistas ficarão isoladas por alguns dias, até a grande final.

Karolayne Corrêa Marques, 15 anos, foi acompanhada do pai, o bancário João Daniel Marques. “Espero entrar. Acho que será divertido e me trará novas experiências”, disse.

A produtora da Agência Mega, Fernanda Celidônio, responsável pelas inscrições em um dos quatro ônibus que percorrem diversos estados brasileiros, comentou que existe um cronograma rígido a seguir até 16 de dezembro, quando serão eleitas a primeira e segunda colocadas do concurso, entre as finalistas de todos os estados concorrentes.

“Temos, até agora, cerca de 50 mil concorrentes. Só o nosso ônibus já atendeu 60 cidades fluminenses, num total de 73 escolhidas. De Maricá, seguiremos para Magé, e, depois, Tanguá. Até 2011, o concurso era centralizado nas capitais, e tínhamos de atender milhares de candidatas por dia. O novo formato de atendimento, com a visita dos ônibus às capitais e cidades menores, descentralizou e agilizou o processo”, explicou.

Disputa nacional

A primeira fase, depois de entregue a documentação, é um desfile no ônibus, diante de um “olheiro” da agência (crítico especializado, produtor de moda, estilista) em concursos de modelos. As selecionadas receberão comunicado para participarem de outra pré-seleção (28/09) e da seleção principal (29/09), quando serão escolhidas 15 meninas de cada estado. Das 15, serão selecionadas três, que participarão da semi-final do concurso. A fase final será veiculada pela TV Globo, no Programa Fantástico.

A premiação é de R$ 500 mil para a primeira colocada, mais um ensaio em Nova Iorque pela revista Vogue. A segunda colocada receberá um prêmio de R$ 100 mil.

Yasmin Sabina, 16 anos: “O Menina Fantástico é uma grande oportunidade para a carreira de modelo”

Stephanie Ramos, 17 anos: “O concurso é uma oportunidade de ser avaliada por um profissional da área".

Mônica Marxens, 15 anos: “Quero entrar na Casa".

Karolyne Corrêa Marques, 15 anos: “Espero entrar na casa, porque será divertido e trará novas experiências".

Setembro 21, 2012 Posted by | jornalismo, Maricá | | Deixe um comentário

Servidores municipais de Maricá participam de oficina de teatro com a missão de multiplicarem ações sociais

Texto: Leandra Costa | Fotos: Fernando Silva

Para Gabriela Lopes, funcionária da secretaria de Educação, a iniciativa permite aprender formas de lidar com as diferenças, tão frequentes em escolas

Ação é uma parceria da secretaria de Cultura com o Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro
Com o objetivo de capacitar profissionais municipais e transformá-los em multiplicadores de ações socioculturais para a população, a prefeitura de Maricá iniciou esta semana um projeto em parceria com o Centro de Teatro do Oprimido. De terça-feira (18) até hoje (sexta, 21), 24 servidores das secretarias municipais de Assistência Social, Cultura, Educação e Saúde participaram de oficinas com integrantes do Centro de Teatro.

As oficinas incluíram exercícios, jogos e outras técnicas elaboradas pelo teatrólogo brasileiro Augusto Boal e que visam à democratização dos meios de produção teatral, ou seja, o preparo dessas pessoas para que elas também possam comandar pequenas oficinas de teatro. Após essas aulas práticas, a intenção é desenvolver atividades em escolas, postos de saúde e outros espaços públicos junto à comunidade, utilizando o teatro como forma de lidar com questões como preconceitos raciais, homofobia e violência contra a mulher.

A partir da próxima semana, os participantes das oficinas começarão a elaborar projetos específicos em suas áreas de atuação para criar ferramentas de integração com a comunidade, utilizando as técnicas aprendidas. O projeto se estenderá até dezembro, quando haverá uma apresentação de resultados. Antes, em novembro (dias 8 e 9), os mesmos participantes terão outros dois encontros como Centro de Teatro do Oprimido, que acompanhará o andamento das ações.

A coordenadora do projeto em Maricá, Helen Sarapeck, explica a importância desse trabalho nos municípios. “Queremos tornar os servidores multiplicadores para que eles possam criar atividades capazes de discutir, principalmente, formas de opressões encontradas na realidade em que eles vivem e pensar também no que pode ser feito para mudá-las”, explica a coordenadora, que durante a oficina conta com a colaboração de três coringas (profissionais especializados no método do teatro oprimido): Alessandro Conceição, Monique Rodrigues e Olivar Bendelak.

Uma das participantes da oficina é Gabriela Lopes, funcionária da secretaria de Educação há um ano. Para ela, a iniciativa permitiu aprender formas de lidar com as diferenças, tão frequentes em escolas. “Na sala de aula, vemos pessoas sendo oprimidas e outras exercendo o papel de opressoras. Estou aprendendo a lidar com isso, por meio das técnicas teatrais e de exercícios de interação corporal, para ajudar a melhorar o comportamento dos alunos e a enfrentar os diversos problemas familiares que têm reflexos na rotina escolar”, disse.

Outra participante é Zulmira Carvalho, que há dois anos trabalha no Caps (Centro de Atenção Psicossocial) e diariamente lida com pessoas portadoras de distúrbios mentais. “Acho muito interessante participar desta capacitação, pois estou aprendendo diversas ferramentas de aproximação que poderão ser trabalhadas dentro do Caps e também para a sensibilização da própria família dos usuários”. Zulmira declarou também que pretende implantar uma oficina de teatro para os pacientes do Caps como forma de colaborar para a socialização e integração dos usuários.

Na área de Assistência Social, participou a agente de Participação Popular, Marize de Oliveira, que considera o curso uma excelente ferramenta de crescimento individual e profissional. “Aprendi que o tempo todo atuamos como atores desempenhando personagens na vida social. Minha função será levar essa informação para comunidade, tanto nas escolas como nos postos de saúde, como forma de colaborar para a melhor qualidade de vida da população”, destacou a agente.

Segundo a coordenadora do projeto, mais de 70 países, como Índia e Paquistão, desenvolvem ações voltadas para o teatro do oprimido. “O método mostra que o teatro não deve ser voltado apenas para atores profissionais. Como dizia Augusto Boal, todos os seres humanos são atores, porque atuam, e espectadores, porque observam”, destacou a coordenadora.

A coordenadora do projeto, Helen Sarapeck, destaca a importância desse trabalho nos municípios.

O objetivo é capacitar profissionais municipais e transformá-los em multiplicadores de ações socioculturais para a população.

Funcionários municipais participam de oficina de teatro.

Zulmira Carvalho, funcionária do Caps, acha muito interessante aprender novas ferramentas de aproximação que poderão ser trabalhadas no seu cotidiano

Marize de Oliveira, da Assistência Social, considera o curso uma excelente ferramenta de crescimento individual e profissional.

Setembro 21, 2012 Posted by | cultura, Educação, jornalismo, Maricá, projeto cultural, Teatro | Deixe um comentário

Primeira madrugada na UPA de Inoã teve 25 atendimentos

Texto: Marcelo Ambrosio e Rafael Zarôr | Fotos: Marcelo Ambrosio

Na Sala de Medicação, mais atendimentos

Aos poucos, a nova UPA de Inoã já vai justificando sua instalação em Maricá. Depois de ser entregue ao município ontem pelo governador Sérgio Cabral e pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a unidade registrou nesta sexta-feira (21/09), 25 atendimentos no primeiro turno entre 19h e 7h. Desses, um foi de odontologia, três de pediatria e o restante de clínica médica. Já nas primeiras quatro horas do turno da manhã a Sala de Medicação já havia atendido nove pacientes.

A população também assimilou rápido o sistema de atendimento da unidade, que é feito em etapas e baseado na classificação de risco. O paciente dá entrada na mesa de Acolhimento, onde uma enfermeira e uma técnica medem a pressão e avaliam o quadro geral, classificando a urgência com três cores (azul, verde e amarelo). Em seguida, é encaminhado à mesa de Registro, onde se identifica. Idosos e casos mais sérios têm preferência e a fila de atendimento é atualizada automaticamente – a ordem de chegada não é o critério principal, mas o estado de saúde. Depois de chamado nominalmente, o paciente segue para as salas de classificação de risco, onde médicos analisarão o caso e definirão que tipo de atendimento será dado. Todo o sistema é informatizado – inclusive a voz feminina das chamadas – e o processo é muito rápido.

Primeiros atendimentos

Entre os pacientes desta manhã, pelo menos dois mostraram que a implantação da UPA em Inoã realmente vai desafogar o hospital municipal Conde Modesto Leal. Morador do Bosque Fundo, em Inoã, o motorista de transporte alternativo Carlos Fernandes Farias, de 61 anos, é diabético e chegou à UPA por volta de 8h com glicemia elevada e pressão alta. Foi atendido na classificação de risco e rapidamente encaminhado à Sala de Medicação. “Estava dirigindo, comecei a passar mal e vim para cá. Cheguei com 23 por 10 de pressão. Fui acalmado e medicado e a minha pressão está voltando ao normal. Se não tivesse esta UPA teria ido ao hospital no Centro, a 15 km daqui. É muito bom ter essa unidade”, afirmou Carlos.

Na sala de medicação as técnicas de enfermagem Maria do Livramento e Mirian dos Santos já tinham atendido, das 7h às 11h, nove pacientes, a maioria com pressão alta e para fazer coleta de sangue para exames laboratoriais. Também moradora de Inoã, Janete de Albuquerque Santana, de 46 anos, levou o neto Luiz Felipe Cardoso Pereira à unidade. A dona de casa contou que o menino estava com febre alta e marcas vermelhas pelo corpo. “Fiquei preocupada em ser sarampo ou catapora e vim logo para cá. Antes precisava ir ao hospital no Centro para ter atendimento de urgência”, frisou. Com dores na coluna, Erika de Souza, de 32 anos, gostou do atendimento. Moradora em Santa Paula, destacou a agilidade e a educação dos funcionários. Enquanto aguardava o atendimento da mãe, o filho de Erika, Luan, de 2 anos, aproveitou o tempo para brincar com o pai, Márcio Milesi de Oliveira, no espaço infantil da UPA. O comerciante Zenis Leite Gabi, de 42 anos, chegou a UPA com dores no joelho e estava tomando anti-inflamatórios por conta própria. “As dores diminuíram um pouco, mas quero o diagnóstico de um médico, já que pode ser algo mais grave”, ressaltou Zenis, morador de Inoã, pouco antes de ser encaminhado ao médico.

Zenis procurou a UPA por estar com dores no joelho

Márcio gostou do espaço para Luan brincar enquanto esperava a mãe

Carlos estava aliviado. Sem a Upa teria de ter dirigido mais 15 km até o Centro

Setembro 21, 2012 Posted by | jornalismo, Maricá, saúde | | Deixe um comentário