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Porto de Galinhas recebe uma galeria de arte com objetivo de ser um espaço diferenciado em toda região

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Galerie D’art Lúcia Hinz inaugura no dia 8 de dezembro com a participação de cinco artistas plásticas especialmente convidadas para ocasião

A Galerie D’art Lúcia Hinz abre suas portas no dia 8 de dezembro, a partir das 20hs, oficialmente, em Porto de Galinhas, (PE), com a missão de ser um espaço de arte diferenciado na cidade e em toda a região, pois a iniciativa do empreendimento da empresa alemã Group4fair, é disponibilizar um espaço totalmente dedicado às artes plásticas, com a versatilidade de comportar diferentes espaços para a realização de exposições de inúmeros artistas plásticos, vernissages, lançamentos de livros, eventos corporativos, cerimônias, festas de formatura, casamentos, aniversários, entre outros acontecimentos especiais. O objetivo dessa exclusividade é voltada para um público específico de turistas estrangeiros e brasileiros que procuram algo diferenciado para suas comemorações e festividades.

A inauguração conta com a presença de cinco artistas plásticas, convidadas, de diferentes localidades. A própria Lúcia Hinz é radicada na Europa, Eronaide Ferreira Cavalcante, Simone Campos, Karla Bratfisch e Simone Vieir.O evento recebe para essa ocasião, além das artistas, a presença de personalidades do universo da cultura e artes plásticas, do Brasil e do exterior.

A administração do novo estabelecimento, que traz o nome da artista plástica Lúcia Hinz, fica por conta da empresa Gruop4fair e Lúcia Hinz afirma que será apenas mais uma colaboradora: “pretendo continuar morando e trabalhando na Europa. Eu não pretendo ser galerista, apenas a artista plástica que sempre fui”, afirma, muito empolgada com a proximidade da data da inauguração.

A Galerie D’art Lúcia Hinz conta com uma exposição permanente da artista plástica Lúcia Hinz. O espaço

tem 320 m², fica a apenas 50 metros da praia e é localizado em uma área nobre de Porto de Galinhas. Reconhecida internacionalmente, a artista possui obras em acervos de colecionadores de inúmeros países da Europa, EUA e Brasil. A artista plástica Lúcia Araújo de Medeiros Hinz, nasceu no Rio Grande do Norte, mas completou seus estudos na Bélgica, na Académie des Beaux-Arts de Verviers, e se considera uma autodidata. Suas obras mais conhecidas são: O painel "Capital da Cultura", doado para a Biblioteca Nacional de Brasília, projetada pelo arquiteto brasileiro Dr. Oscar Niemeyer na década de 80; "Passeio nas Nuvens", obra exposta permanente no Consulado Geral do Brasil em Frankfurt, na Alemanha; "Segredo Feminino”, obra doada para o museu do Parlamento de São Paulo; A Manequim intitulada "Lulu do Castelo”, exposta permanente no Notariat Dr. Bernhard Gschoßmann, no castelo da condessa Glória von Thurn und Taxis em Regensburg, na Alemanha, entre várias outras obras.

Para conhecer melhor a trajetória da artista, acesse o site:. Site: www.atelier-hinz.com

A artista finaliza dizendo: “os artistas que nós queremos receber são aqueles que, mesmo alcançado o mais alto degrau da fama, não perdem a simplicidade do ser”.

Serviço:

Inauguração da Galerie D’art Lúcia Hinz, dia 08 de dezembro, das 20h às 22h.

Exposição: A partir do dia 09 ao dia 16 de Dezembro, das 9h às 21h.

Loteamento Merepe 1- Q.E2 – Lote 02 – Porto de Galinhas – Ipojuca (PE)

Telefone:. (81) 3552 1303

Por Adriana Guidolin

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Dezembro 2, 2012 Posted by | arte, cultura, Exposições, jornalismo, Lazer, social | | Deixe um comentário

Veto parcial a projeto dos royalties mantém regras dos contratos em vigor

A presidente Dilma Rousseff vetou parcialmente o projeto de lei (PL 2.565/11), que modifica a distribuição dos royalties da exploração do petróleo. A presidente retirou do texto a parte relativa à repartição dos campos já explorados a fim de garantir a segurança jurídica de contratos firmados. O respeito aos contratos em vigor é uma das principais reivindicações de Rio de Janeiro e Espírito Santo, dois dos maiores produtores de óleo e gás natural do país.

No Twiter, o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) expressou seu contentamento por meio de uma mensagem curta: "Valeu Dilma.Esse veto era necessário.Não podemos ser um país de vale tudo.". Na mesma rede social, o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), autor do texto que acabou aprovado na Câmara dos Deputados, havia se antecipado à decisão de Dilma: "Caso a presidenta Dilma vete o Projeto,o Congresso Nacional terá que cumprir com a sua obrigação de derrubar o veto o mais rápido possível".

O veto foi aplicado sobre o artigo 3º, de acordo com informe da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC). Uma medida provisória preencherá o vazio jurídico deixado pelos vetos e ainda estabelecerá a destinação de 100% dos royalties dos novos contratos para a Educação, tanto pela União, quanto pelos estados e municípios. Além disso, 50% do rendimento do Fundo Social do Pré-sal serão aplicados no ensino.

Segundo a EBC, a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, disse que a medida provisória a ser encaminhada para publicação no Diário Oficial da União na segunda-feira (3) tem como premissas o respeito à Constituição e aos contratos estabelecidos, a garantia da distribuição das riquezas do petróleo e o fortalecimento da educação brasileira.

Conforme Gleisi, a presidente procurou conservar a maior parte do que foi deliberado no Congresso Nacional. "O veto ao Artigo 3º, resguarda exatamente os contratos em exercícios e redistribuição dos royalties ao longo do tempo", disse durante entrevista coletiva, da qual participaram também a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti; o ministro das Minas e Energia, Edson Lobão; e o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

Para este último, a decisão da presidente Dilma tem um "grande significado histórico". "Todos os royalties, a partir das futuras concessões, irão para a educação. Isso envolve todas as prefeituras do Brasil, os estados e a União, porque só a educação vai fazer o Brasil ser uma nação efetivamente desenvolvida", disse.

Escadinha

O projeto aprovado pelo Congresso Nacional prevê que o repasse aos estados produtores caia de 26,25% para 20% já em 2013. Os municípios que produzem petróleo e hoje ficam com 26,25% passariam a receber 15% no ano que vem. Já a parte dos estados não produtores saltaria de 7% para 21%; e a dos municípios não produtores, de 1,75% para 21%.

Com isso, Rio de Janeiro e Espírito Santo, os dois maiores produtores nacionais perderiam dinheiro. O governo do Estado do Rio, por exemplo, estimava perder, em 2013, cerca de R$ 3,4 bilhões com a nova lei, valor que chegaria a R$ 77 bilhões até 2020. Já o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande vinha dizendo que seu Estado deixaria de ganhar R$ 10,5 bi até 2020 (ver quadro) .

O veto ainda pode ser derrubado pelo Legislativo. Nesse caso, conforme a Constituição, o mesmo deve ser apreciado em sessão conjunta pelo Congresso Nacional, só podendo ser rejeitado pelo voto secreto da maioria absoluta dos deputados federais e senadores.

Tramitação polêmica

Em 2009, após a descoberta de petróleo na camada pré-sal, o ex-presidente Lula enviou ao Congresso Nacional uma proposta estabelecendo regras sobre exploração e produção de óleo e gás natural e criando estatal Petro-Sal para administrar as operações. Na ocasião, o presidente chegou a defender que os recursos dos royalties fossem empregados em benefícios de todos os brasileiros, sobretudo com investimento em educação.

Durante a tramitação na Câmara, projeto sobre o pré-sal recebeu a chamada Emenda Ibsen, que estabeleceu a novos critérios de repartição de royalties entre todos os estados e municípios, tirando recursos dos estados produtores, como Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Em dezembro de 2010, a emenda (transformada no artigo 64 do projeto) foi vetada pelo presidente Lula, que enviou à Câmara nova proposta de distribuição. Pro quase dois anos, a proposição foi muito discutida nas duas casas e foi finalmente aprovada no último dia 6 de novembro pela Câmara dos Deputados, com 296 votos a favor e 124 contrários, e remetida à sanção presidencial.

Dezembro 2, 2012 Posted by | Royalties - Petróleo | | Deixe um comentário

Prêmios para o Teatro

Os prêmios destinados ao teatro já tiveram uma época áurea. Quem não se lembra do Moliére, ou do Shell para teatro? Ou mesmo do Golfinho de Ouro e do Estácio de Sá, esses últimos do Museu da Imagem e do Som, encampados desde sempre pelo governo do Rio?

Pois todos eles, de saudosíssima memória, nunca deveriam ter sido extintos. Antes, multiplicados. Afinal, o teatro é a arte que mais fielmente pode expressar a vida, a paixão, a música, os encontros, a miséria ou a grandeza humana.

Pois bem, acaba de ser lançado – por uma instituição particular de ensino – mais um novo prêmio para o teatro do Rio. Trata-se do Prêmio Cesgranrio para Teatro, dividido em doze categorias clássicas, que vão de melhor espetáculo aos melhores atores e atrizes. O simples fato de ser criado por uma organização de ensino aumenta a autoridade moral e factual. Afinal, caberia ao Estado estimular esse tipo de animação cultural para um setor cada vez mais sacrificado e que enfrenta várias etapas de (cruel, por vezes) adversidade.

Fazer-se teatro no Rio é hoje, pelo menos, complicado, isso para se empregar termo ameno, até amável. Até porque um espetáculo para ser montado exige quase sempre, pelo menos, um patrocinador.

O Prêmio Cesgranrio – Teatro, lançado agora, ao final de 2012, representa, a meu ver, um presente de natal para a classe teatral. Para que vocês tenham uma idéia mais clara: cada categoria das doze relacionadas será contemplada com R$ 25.000,00. Ou seja, num total de R$ 300.000,00 o teatro será aquinhoado com estímulos, com acarinhamento público, com possibilidade de ter mais divulgação e consagração, além, por certo, de se injetar importância considerável – mais de um quarto de milhão de reais – na combalida economia dos que produzem a grande arte.

O Prêmio Cesgranrio – Teatro 2013 contempla ainda – e com o vigor de muitas categorias (são três indicações) – o esquecido teatro musical brasileiro. Como bem disse o professor e Presidente da CESGRANRIO Carlos Alberto Serpa na noite de lançamento do prêmio há poucos dias, o teatro musical é, afinal, a raiz mais bem acabada de toda música popular deste país mestiço. Que é tão hábil e competente na arte do canto, da dança. Da alegria, enfim.

Ricardo Cravo Albin

Presidente do Instituto Cultural Cravo Albin

Dezembro 2, 2012 Posted by | arte, cultura, jornalismo, social, Teatro | , , | Deixe um comentário