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Documentos secretos sobre Ovnis serão abertos em junho, diz Defesa

Decisão foi tomada após reunião entre ministério e comissão de ufólogos.
Registros sobre luzes incomuns nos anos 1970 serão disponibilizados.

Fonte: Cíntia AcayabaDo G1, em Brasília

O Ministério da Defesa vai liberar para consulta pública em junho documentos classificados como "secretos" ou "ultrasecretos" que envolvem Objetos Voadores Não Identificados (Ovnis), informou ao G1 o coronel Alexandre Spengler, coordenador do Serviço de Informação ao Cidadão da pasta.

Segundo ele, entre os documentos que serão disponibilizados estão os da Operação Prato, da Força Aérea Brasileira, classificados como "ultrassecretos". A operação, realizada entre 1977 e 1978, verificou a ocorrência de luzes na região da cidade de Colares, no Pará. Entre os documentos, há relatos de pilotos da FAB sobre as luzes e fotos de radar.

Reunião no Ministério da Defesa entre militares e integrantes de comissões de ufólogos (Foto: Divulgação / Ministério da Defesa)Reunião no Ministério da Defesa entre militares e integrantes de comissões de ufólogos (Foto: Divulgação / Ministério da Defesa)

A decisão de divulgar os documentos foi tomada após reunião realizada nesta quinta-feira (18) entre a representantes do Ministério da Defesa e integrantes da Comissão Brasileira de Ufólogos. “É a primeira vez que um Ministério da Defesa de um país senta-se à mesa com ufólogos”, afirmou Ademar Gevaerd, presidente da Comissão Brasileira de Ufólogos.

Segundo Gevaerd, cerca de mil pessoas da região de Colares foram afetadas pelas luzes, das quais 400 tiveram que passar por tratamento e quatro morreram.

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“Se efetivamente, a Defesa entregar todos os seus arquivos, nós vamos ter ainda mais subsídios para conhecer esse fenômeno e mostrar à sociedade o que aconteceu”, disse.

De acordo com o coronel Alexandre Spengler, desde a regulamentação da Lei de Acesso à Informação, em maio de 2012, a Defesa recebeu 107 pedidos de entidades ligadas à ufologia para a divulgação de documentos – 65 para a Força Aérea Brasileira, 26 para o Exército, nove para a Marinha, cinco para a adminisitração central do ministério e dois para a Escola Superior de Guerra.

Desses 107, 26 foram atendidos e o restante foi indeferido porque se alegou que já estavam disponíveis no Arquivo Nacional, porque não existiam ou porque eram considerados secretos.

A Lei de Acesso à Informação prevê que todos os órgãos revisem seus documentos secretos para verificar a possibilidade de abri-los até junho de 2014. “A Defesa vai se antecipar e abrir documentos secretos em junho deste ano”, disse Spengler.

Segundo o coronel, o Exército afirmou que não tem documentos sobre o evento conhecido como "ET de Varginha", em 1996 em Minas Gerais, porque se extraviaram ou foram destruídos, como é previsto em lei.

Abril 19, 2013 Posted by | jornalismo, Planeta, Planeta Terra, Ufologia, Universo | Deixe um comentário

Grupo DJOTA de Maricá leva seu teatro para o Rio de Janeiro

Público da MOSTRA GIL VICENTE onde se apresenta a peça Inês de casa... Inês que Casa do Grupo DJOTA
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O Grupo DJOTA Teatro e Artes, há 29 anos em atividade em Maricá, estreou ontem na MOSTRA GIL VICENTE seu esquete “INÊS DE CASA… INÊS QUE CASA” do autor português homenageado na mostra. Como único representante do interior do Estado do Rio de Janeiro no evento o espetáculo teve uma ótima repercussão do público. A mostra tem levado um excelente público ao Teatro que apresenta ao todo 4 esquetes (Cena curta) por dia. A peça ficará em cartaz nos dias 24, 25 e 26 de abril, além de hoje dia 19, sempre às 20 horas. O TEATRO ZIEMBINSKI fica na AVENIDA HEITOR BELTRÃO S/Nº – TIJUCA (Próximo a estação SÃO FRANCISCO XAVIER DO METRÔ).
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Abril 19, 2013 Posted by | arte, cultura, shows e eventos, Teatro | | Deixe um comentário

Prefeitura de Maricá anuncia criação de “moeda social”

Texto: Leandra Costa (edição: Marcelo Moreira) | Fotos: Fernando Silva

População maricaense presente da audiência pública desta quinta-feira, no ginásio do Colégio Cenecista.

Economia local será aquecida com linhas de crédito para microempreendedores e complementação da renda de famílias carentes

Numa audiência pública realizada na tarde desta quinta-feira (18/04), a Prefeitura de Maricá anunciou a criação da “Moeda Social Mumbuca”. Um projeto de lei prevê a instituição da moeda local como opção ao Real em todo o município, a organização de um banco comunitário popular, a disponibilização de linhas de crédito para estímulo ao microempreendedorismo e a concessão de benefícios mensais da Prefeitura a famílias que estejam em situação de risco social.

Com o projeto – um desejo antigo do prefeito Washington Quaquá baseado em modelos de sucesso implementados em outras cidades do país – a previsão é que a economia da cidade seja beneficiada com um volume da ordem de R$ 7 milhões em menos de dois anos, beneficiando especialmente o comércio.

Durante a audiência pública, realizada no Ginásio do Colégio Cenecista, no Centro de Maricá, o secretário municipal de Direitos Humanos, Miguel Moraes, que coordenou o grupo de criação do projeto, explicou os detalhes da moeda social. Esclareceu, por exemplo, que cada “mumbuca” valerá um Real (R$1,00) e que a nova moeda não será obrigatória, mas uma opção para incrementar o comércio da cidade. E ressaltou que a sociedade civil, através de um conselho, terá participação ativa no projeto.

– “É importante destacarmos a transparência de todo o processo. Nessa etapa de apresentação do projeto, as audiências públicas são fundamentais. Essa é a primeira de outras que pretendemos fazer em todos os distritos da cidade, para que mais moradores possam participar das discussões. Mas a participação popular não termina aí. Haverá um conselho paritário, com representantes da sociedade civil, para fiscalizar a destinação dos recursos para o projeto”, antecipou Miguel Moraes.

Linha de crédito para micro e pequenos negócios

Além de movimentar a economia com a circulação das “mumbucas”, o projeto prevê a criação de um banco popular que, entre outras atribuições, disponibilizará linhas de crédito de até R$ 15 mil para pescadores, agricultores, comerciantes e todos os micro e pequenos empresários da cidade. “Esse dinheiro poderá fortalecer, por exemplo, o trabalho das tapeceiras do Espraiado [localidade rural de Maricá conhecida pela arte da tapeçaria] ou dos pescadores de Zacarias. São exemplos concretos de grupos que poderão ser beneficiados”, ressaltou o secretário de Direitos Humanos.

Para o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Lourival Casula, a criação da moeda terá impactos positivos no crescimento socioeconômico de Maricá. “É imprescindível a parceria com a associação comercial e com a CDL para estimular a circulação da moeda nos estabelecimentos de toda cidade”, declarou, ressaltando que a prefeitura irá injetar os recursos que está recebendo de impostos em prol das famílias mais carentes”.

Famílias em risco social receberão 100 mumbucas por mês

No projeto apresentado pela Prefeitura de Maricá, há um instrumento inédito no país entre os modelos de moeda social existentes. O governo municipal vai complementar a renda de famílias que estão abaixo da linha da pobreza. Por mês, essas famílias receberão um benefício de 100 mumbucas (o que equivale a R$ 100). Como há famílias na cidade que ainda não estão incluídas no “Bolsa Família”, do Governo Federal, as mumbucas serão aliadas no combate à pobreza extrema. Os beneficiados serão cadastrados com base nos dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico).

O Presidente da Câmara Legislativa, vereador Fabiano Horta, acompanhou a audiência e lembrou que em 2011 um projeto sobre o mesmo tema chegou a ser apresentado pela prefeitura, mas que o cenário político da época não permitiu a discussão do assunto pelos vereadores. “No passado, o cenário era conflituoso e hostil, o que encobriu a natureza explicativa do projeto. Hoje, temos a oportunidade de avaliarmos o quanto a economia e o comércio local serão beneficiados”, explicou Fabiano Horta, que aproveitou para dizer que a Câmara irá apreciar o projeto assim que o texto final chegar à casa legislativa.

Fundo Municipal

A formatação do projeto está sendo acompanhada por diversas áreas do governo municipal, entre elas a Procuradoria Municipal e as secretarias de Direitos Humanos, Fazenda, Trabalho, Assistência Social e Desenvolvimento Econômico.

Entre os detalhes do modelo proposto está a criação de um Fundo Municipal para subsidiar o projeto. O fundo receberá recursos do Orçamento Municipal e de bancos e empresas públicas ou privadas – com quem a Prefeitura de Maricá firmará acordos. Com o dinheiro do fundo, que será gerido por um conselho com a participação da sociedade, um banco independente (que não será administrado pela Prefeitura) fará a moeda circular, seja através de financiamentos, seja através da simples troca de reais pelas “mumbucas”.

– “Além de recursos do orçamento municipal, temos a alternativa de abastecer o fundo com parte dos recursos dos royalties do petróleo. Mas é importante dizer que a aplicação final do dinheiro não será determinada pela prefeitura”, esclareceu o secretário Miguel Moraes.

A mesa da audiência pública foi composta pelos secretários municipais de Direitos Humanos (Miguel Moraes), Desenvolvimento Econômico (Lourival Casula), Cultura (Sérgio Mesquita), Transporte (Leandro Costa), Pesca (Rubem Pereira) e Turismo (Amaury Vicente), além da procuradora geral (Maria Inez Pucello), da subsecretária de Trabalho (Patrícia Villela), do presidente da Câmara de Vereadores (Fabiano Horta) e do presidente da Federação das Associações de Moradores de Maricá (Eduardo de Souza).

Miguel Moraes explicou que a nova moeda não será obrigatória, mas uma opção para incrementar o comércio da cidade.

Casula falou sobre os impactos positivos no crescimento socioeconômico de Maricá.

Fabiano Horta lembrou que o projeto já havia sido apresentado para Câmara em 2011.

Autoridades presentes na audiência pública.

Abril 19, 2013 Posted by | jornalismo, Maricá, projeto social | | Deixe um comentário

Gestão da UPA de Maricá é elogiada por representantes da Unimed Leste Fluminense

Texto: Leandra Costa (edição: Marcelo Moreira) | Fotos: Clarildo Menezes

Equipe da Unimed Leste Fluminense acompanhando o controle de remédios da farmácia da UPA.

Após receber elogios do Ministério da Saúde pela excelência dos serviços prestados à população, a Unidade de Pronto Atendimento 24 Horas (UPA) de Maricá, em Inoã, administrada com recursos municipais, foi reconhecida como modelo de gestão por representantes da Unimed Leste Fluminense.
Na tarde de ontem (quarta-feira, 17/04), uma equipe da Unimed (formada por médicos, enfermeiros e profissionais de recursos humanos e arquitetura) conheceu as instalações da unidade, que está sendo mantida integralmente pela prefeitura com um custo operacional de cerca de um milhão de reais. Os visitantes acompanharam o funcionamento de todos os setores da UPA, do acolhimento às áreas de medicação, farmácia, salas de observação e estabilização, além de conhecerem o sistema de monitoramento por câmeras.
A equipe da Unimed foi recebida pelo diretor médico da UPA, Pedro Ângelo Bittencourt, que explicou o sistema padrão adotado pelas UPA’s e que, segundo ele, é um dos responsáveis pelo bom atendimento. “Temos um sistema informatizado e integrado e por isso conseguimos verificar quantos atendimentos cada médico realizou, o fluxo e a demora de cada atendimento e os medicamentos disponíveis que poderão ser prescritos aos pacientes”, explicou o diretor.
A consultora médica da Unimed Leste Fluminense, a cirurgiã plástica Mônica Resano, explicou que o motivo da visita foi conhecer o fluxo de atendimento estabelecido pela UPA e usá-lo como modelo no Sistema de Pronto Atendimento (SPA) de São Gonçalo, que está sendo ampliado, e também no hospital de referência que a Unimed está construindo na região oceânica de Niterói (Itaipu), previsto para ser inaugurado em fevereiro de 2014. “Considero muito importante essa troca de experiências para garantir melhor atendimento ao usuário. Em São Gonçalo prestamos cerca de 500 atendimentos por dia, por meio de triagem. O sistema de classificação de risco estabelecido pela UPA prioriza os casos de emergência e urgência, e eu considero isso fundamental”, explicou a consultora médica.
Outro ponto observado pela consultora foi o comprometimento e a dedicação funcionários da UPA de Inoã. “Toda a equipe está engajada e preocupada com o bem-estar dos pacientes e dispostos a prestar um bom serviço. A UPA de Maricá está de parabéns”, destacou a consultora.
A diretora administrativa da unidade, Bárbara Beatriz Nogueira, atribui o comprometimento de sua equipe aos cursos de capacitação oferecidos aos funcionários por intermédio do Núcleo de Educação Permanente. “É necessário estimular e capacitar todos que estão envolvidos nesse processo, desde o maqueiro ao auxiliar de serviços gerais. Nosso foco é mostrar que mais do que pacientes, os usuários da UPA são nossos clientes e devem ser tratados com dignidade, carinho e respeito”, frisou a diretora, acrescentando que periodicamente a unidade recebe vistoria técnica do Ministério da Saúde para acompanhar os procedimentos realizados e avaliar a qualidade do funcionamento. “A última visita do Ministério da Saúde foi no dia 22 de março”, afirmou.
Números da UPA
Com quase sete meses de atendimento, a UPA de Maricá, tipo 3, já ultrapassou a marca de 61.737 atendimentos, com uma média atual de 600 por dia, 250 atendimentos a mais do que o previsto quando a unidade foi inaugurada.
Do total de atendimentos, 40% são prestados para pessoas de outras cidades, como Itaboraí, São Gonçalo e Niterói. Outro número que comprova o bom atendimento da unidade é que 30% dos atendimentos são oferecidos para pessoas que possuem plano de saúde. Rosa Maria Ferreira de Lemos, moradora do Parque Nanci é um desses casos. Ela e sua filha, a pequena Ana Rosa de Lima Guimarães, de dois anos e 10 meses, são beneficiárias do Plano Geap, mas preferem recorrer a UPA de Inoã em caso de emergência. “Minha filha está com suspeita de dengue. Ontem fui ao Hospital de Clínicas na Alameda, mas não tive um bom atendimento. Agora, estou sendo muito bem atendida”, elogiou.

Diretor médico apresenta o sistema de monitoramento de toda unidade por câmeras.

Apresentação do fluxo de atendimento e a produção dos médicos.

Profissionais da Unimed elogiam gestão da UPA de Inoã.

Observado o comprometimento e a dedicação dos funcionários da UPA de Inoã.

Com quase sete meses de atendimento, a UPA de Maricá, tipo 3, já ultrapassou a marca de 61.737 atendimentos.

Ministério da Saúde e Unimed Leste Fluminense reconhecem excelência no atendimento da UPA.

Mesmo com plano de saúde, Rosa Maria de Lemos prefere ser atendida na UPA.

Abril 19, 2013 Posted by | jornalismo, Maricá, saúde | | Deixe um comentário

Secretaria Municipal de Cultura através da Biblioteca de Maricá comemora Dia Nacional do Livro Infantil e realiza contação de fábulas na praça

Texto: Fernando Uchôa | Fotos: Clarildo Menezes

Para comemorar o Dia Nacional do Livro Infantil, data criada em homenagem ao escritor Monteiro Lobato que completaria 121 anos nesta quinta-feira (18/04), a Secretaria Municipal de Cultura através da Biblioteca Municipal de Maricá realizou atividades com alunos da Educação Infantil da rede municipal de ensino. No local foi criado um painel com personagens do Sítio do Pica-Pau Amarelo, uma das principais obras do autor voltado ao público infantil, e na Praça Orlando de Barros Pimentel.

Alunos da Creche Municipal Trenzinho da Alegria, acompanhados de suas professoras, visitaram a biblioteca, assistiram a um mini teatro de fantoches com fala das próprias professoras, e a apresentação do projeto Fábulas Encantadas, com histórias contadas e cantadas pela artista Dalva Alves.

O pequeno Arthur (Maternal I) escolheu um livro de história natural para crianças e identificou a maioria dos animais desenhados ali. Paulinho optou por um dicionário ilustrado. Os dois e mais seis coleguinhas estavam acompanhados das orientadoras Rejane Carvalho e Bartira Muracami, além da professora Andrea Marins e das auxiliares Jaqueline Alves e Inês Maria.

“O projeto Fábulas Encantadas é semanal e acontece toda sexta-feira há três anos. Mais de 800 crianças já passaram por aqui, em um rodízio das escolas. Trabalhávamos somente com crianças de seis a nove anos. Agora, a gente atende crianças a partir de dois anos para ampliar o acesso ao livro, ao teatro e à contação de histórias”, declara a responsável pela Biblioteca Municipal, Ingrid Guinin.

A Biblioteca Municipal, com acervo de mais de 13 mil títulos, pertence à secretaria municipal de Cultura. Por meio de um banco de dados digital, uma equipe formada por sete funcionários faz o atendimento da população.

  

Dalva realizou contação da fábula “históra do casamento de Emília” ( Monteiro Lobato)para criançada na Praça Orlando de Barros Pimentel, ao lado da Casa de Cultura de Maricá

http://www.facebook.com/#!/photo.php?v=511604325566803&set=vb.100001517214125&type=2&theater

Abril 19, 2013 Posted by | cultura, jornalismo, literatura, Maricá | Deixe um comentário

Sábado é dia D contra gripe

Texto: Leandra Costa (edição: Marcelo Moreira)

Neste sábado (20.04), é dia D contra a gripe.

Neste sábado (20.04), a secretaria municipal de Saúde de Maricá realiza o dia D contra a gripe (Influenza), em 20 pontos distribuídos pelo município. Com o slogan “Quem lembra da vacina se protege da gripe”, a campanha será realizada das 8h às 17h. O período de vacinação segue até o dia 26 deste mês.

O objetivo da 15ª campanha, de âmbito nacional, é reduzir a mortalidade, as complicações e internações em consequência de infecções pelo vírus da gripe. Devem ser vacinadas: pessoas maiores de 60 anos, gestantes, crianças de seis meses a menores de dois anos de idade, povos indígenas, profissionais da área médica, população prisional, os portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (acometidos por doenças cardíacas, pulmonares obesos e transplantados), pacientes com comorbidade (duas ou mais doenças relacionadas). Para a edição de 2013, a campanha incluiu as mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias (em puerpério) por apresentarem a mesma vulnerabilidade de grávidas e por ajudarem a proteger o bebê pela amamentação, já que parte dos anticorpos contra o vírus da gripe pode ser transmitido pelo leite materno.

Segundo a coordenadora municipal do Programa de Imunização, a enfermeira Núbia Brum, até o momento foram vacinadas 2.555 pessoas. “Considero um número muito baixo, por isso precisamos que os grupos prioritários compareçam às unidades de saúde. Em 2012, Maricá vacinou 17.593 pessoas”, destacou a coordenadora, acrescentando que para este ano a estimativa é imunizar 18.500 mil pessoas, tendo como meta preconizada pelo Ministério da Saúde alcançar pelo menos 80% do grupo prioritário.

A vacina estará disponível nas Unidades de Saúde de Família Bairro da Amizade, Bambuí, Barra, Espraiado, Guaratiba, Mumbuca, Ubatiba, Retiro, Ponta Grossa, São José I, São José II, Inoã I e Chácara de Inoã, Inoã II, Recanto, nos Postos de Saúde Central, São José, Inoã, Santa Rita, Santa Paula e Itaipuaçu.

Para se vacinar é obrigatório apresentar documento de identificação e caderneta de vacinação; para mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias, pode ser apresentado o cartão da gestante, a certidão de nascimento ou caderneta de vacinação da criança, se preenchido corretamente. Para os portadores de doenças crônicas é necessário apresentar laudo médico conforme indicação clínica do Ministério da Saúde (o laudo será retido na unidade).

A coordenadora alerta que não devem tomar a vacina indivíduos com histórico de reação anafilática e pessoas alérgicas a ovo de galinha e seus derivados, assim como a qualquer componente da vacina.

A vacina, injetável, é aplicada de forma intramuscular no braço (adultos, uma dose de 0,5 ml), e em crianças, de forma intramuscular na coxa (uma dose de 0,25 ml). A imunidade prevista é de doze meses, razão pela qual a vacina deve ser tomada anualmente.

A estimativa é imunizar 18.500 mil pessoas. Até o momento, foram vacinadas 2.555.

Abril 19, 2013 Posted by | campanha de vacinação, jornalismo, Maricá, saúde | Deixe um comentário

CAIC Elomir Silva em Maricá recebe projeto ‘Praça da Ciência Itinerante’

Texto: Sérgio Renato | Fotos: Fernando Silva

Uma parceria entra a Secretaria de Educação de Maricá e a Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj) trouxe à cidade pela sexta vez o projeto Praça da Ciência Itinerante, que ocorreu nesta quinta-feira (18/4) na Escola Municipal CAIC Elomir Silva, em São José de Imbassaí. O evento voltado para os professores da rede ofereceu dez oficinas em áreas como sexualidade, matemática e informática, com o objetivo de estimular novas práticas no ensino centífico.

Em todas as oficinas, os cerca de 180 docentes inscritos tiveram acesso a métodos para dinamizar suas aulas, como afirma a coordenadora do projeto, Oneida Enne. “O objetivo é mostrar como o professor pode tornar o aprendizado ainda mais dinâmico e facilitado, além de divulgar a ciência através da experimentação”, explicou ela.

De acordo com a superintendente de Formação Continuada da Secretaria de Educação, Carolina Faria, a receptividade por parte dos mestres é a melhor possível. “Eles saem das oficinas cheios de novas ideias e reproduzem o que aprenderam para os colegas. No fim das contas, os maiores beneficiados são os alunos”, relata.

A equipe de direção do CAIC Elomir Silva confirma este diagnóstico. “O interesse dos alunos aumenta quando eles percebem que podem praticar o que aprenderam. Isso fica nítido em nossa escola”, atesta a diretora pedagógica Cláudia Neres. Para a diretora interina Gláucia Pereira, isso é um reflexo do entusiasmo de quem ensina. “Os professores ficam encantados e empolgados com essas práticas inovadoras e querem muito exercitar isso com os jovens”, reforça.

Abril 19, 2013 Posted by | ciência, Educação, jornalismo, Maricá | | Deixe um comentário