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Tese da Chapa Unidade para mudar, Quaquá Presidente e Lindbergh Governador

Fonte: PT- RJ

Chapa Unidade para mudar, Quaquá Presidente e Lindbergh Governador

Rosangela Zeidan, Washington Quaquá e Lindberg - Unidade para mudar  (Foto arquivo de Rosely Pellegrino) A nova Presidente do PT Municipal de Maricá, Rosangela Zeidan, o novo Presidente Estadual do PT – RJ, Washington Quaquá e o candidato do PT para Governador do Rio de Janeiro, Lindberg Farias. Unidade pra mudar.

Escrever a história do PT é consolidar uma agremiação que conquistou num período de duas décadas, o título de MAIOR PARTIDO POPULAR DO PLANETA, originado dos movimentos sindical combativo, das comunidades eclesiais de bases da igreja católica e de intelectuais de esquerda. Essa reflexão redimensionou a luta pela consolidação e difusão nos municípios. O grande objetivo foi instigar “A cultura política” mostrando condutas e tradições, ressaltando valores e comportamentos de sua “ideologia” que tem no seu papel o processo de socialização.

“Se quer seguir-me, narro-lhe; não uma aventura, mas experiência, a que me induziram, alternadamente, séries de raciocínios e intuições. Tomou-me tempo, desânimos, esforços. Dela me prezo, sem vangloriar-me. Surpreendo-me, porém, um tanto à parte de todos, penetrando conhecimento que os outros ainda ignoram. O senhor, por exemplo, que sabe e estuda, suponho nem tenha idéia do que seja na verdade — um espelho? Demais, decerto, das noções de física, com que se familiarizou, as leis da óptica. Reporto-me ao transcendente. Tudo, aliás, é a ponta de um mistério. Inclusive, os fatos. Ou a ausência deles. Duvida? Quando nada acontece, há um milagre que não estamos vendo.”
Guimarães Rosa

    A organização dos partidos políticos é comumente mobilizada nos estudos acerca das institucionalizações dos sistemas partidários brasileiros e as agremiações socialistas constituem o paradigma de fundo.
    As teorias de dependência são inspiradas pela radicalidade de suas posições políticas. De acordo com essas teorias, o mundo capitalista é marcado por uma divisão clara entre nações “desenvolvidas” e “subdesenvolvidas”. O sistema capitalista mundial, por sua vez, impede, de maneira estrutural, que nações periféricas alcancem um nível de desenvolvimento econômico similar ao das nações ditas desenvolvidas, uma vez que a hegemonia política e econômica dos países do centro estabelece limites aos esforços de substituições de importações. A única forma de combater essa situação é estabelecer um Estado anti-imperialista, caracterizado por uma postura combativa. Esse é o marco para a discussão de interdependência nas relações internacionais.
    Analisando as mudanças proporcionadas pela acelerada globalização, surgem as transnacionais que são a integração internacional intensiva entre estatais e não estatais de tendências recíprocas. Contudo, trazendo consequências para o sistema internacional. Dessa forma, os efeitos econômicos de uma decisão tomada do outro lado do mundo podem ser prejudiciais para os países envolvidos. A interdependência é um fenômeno custoso para os atores do sistema internacional, traduzida em termos de sensibilidade (repercussão de uma decisão de um país sobre o outro) e vulnerabilidade. A consequência desse processo de integração é a redução do uso da força nas relações entre nações. Essa abordagem é importante por que subverte a relação das políticas de poderes.

Nova dependência
    Apesar da industrialização, os capitais e as atividades econômicas nacionais passam a estar às mãos das empresas transnacionais que determinam a dinâmica interna da economia. A dependência é marcada pelas trocas desiguais que passa a ser exercida pela dependência tecnológica, direitos autorais, investimentos externos e o envio de remessas de lucros de capitais especulativos.

Dependência e processos sociais
    A dependência não é somente um processo externo, mas também interno. A teoria da dependência nasce a partir de uma linha de investigação sobre a estrutura das classes dominantes no Brasil, que se propõe revelar os termos da complexidade da formação social brasileira na tentativa de investigar as estruturas sociais internas de reprodução do subdesenvolvimento nos países latino-americanos.
    O feudalismo aplicado à América Latina foi um dos pontos iniciais das batalhas que indicam profundas implicações no debate sobre desenvolvimento. A definição que qualifica o caráter das economias coloniais serve de base para as propostas políticas que apontavam à necessidade de uma revolução burguesa, limitando a luta do proletariado latino-americano, o que era condenado pelas relações servis ou semi-servis de uma sociedade capaz de conduzir a uma luta revolucionária.
    O Partido dos Trabalhadores dedica-se à elaboração dos ciclos sistêmicos que vislumbram uma fase para o qual retoma o trabalho destruído pela repressão e passa a exercer a ideia do desenvolvimento mundial combinado com os ciclos de inclusão social.

Patrimônio
Capitalizei a esperança
Armazenei amigos, amor e compreensão.
Para aplicar em ação
E transformar a solidez
Em consciência de vocês
Em um fundo de união.
Manufaturei fraternidade
Fabriquei solidariedade
Com o produto da civilidade
Faturei de verdade.
Assim, enriqueci
A minha e o meu coração
Não poupando a lição
De franquear com o irmão.
Quisera todos investir
No patrimônio que está dentro de si
E transformar o capital
Em balanço natural
Para que o homem antropocentrista
Não perca de vista
Em um balanço artificial.
Décio Machado

REFORÇAR, LUTAR E CRESCER.
    O Partido dos Trabalhadores nos últimos 10 anos assumiu a presidência da republica de um dos países mais importantes do mundo que vivia sob um total desequilíbrio econômico resultando uma grande recessão, Provocando falência das empresas brasileiras reduzindo sua capacidade de exportação e gerando um desemprego que ultrapassava a mais de 15 % da população economicamente ativa no Brasil. A nível internacional o Brasil perdia a sua credibilidade e ocupava a 15ª posições no rang das economias do mundo, sofria com a falta de investimento internacional por falta de credibilidade de mercado, o Real como moeda nacional estava totalmente desvalida com relação ao dólar, que a cada dólar era preciso R$ 4,20 (quatro reais e vinte centavos) a chegada do PT ao governo Brasileiro com o companheiro Lula na presidência se criou uma política internacional voltada para a Europa, para a Ásia e para a África, nunca visto no Brasil, em consequência tivemos um grande aumento na exportação brasileira fazendo com que a balança comercial ficasse altamente positiva aumentando a credibilidade do Brasil no mercado internacional recuperando as empresas brasileiras gerando milhões de empregos dando ao Brasil um indicie de desemprego mais baixo da nossa historia, ou seja, 5,2%. Com o crescimento da economia brasileira o Brasil sai das 15ª potencia mundial e sobe para 6ª posição, não podemos também deixar de ressaltar o maior programa popular do mundo na erradicação da pobreza, pois mais de 30 milhões de brasileiros sairão da miséria absoluta e com o programa bolsa família foi assegurado a complementação de renda para milhões de famílias em todas as regiões do Brasil que viviam com renda inferior a um salário mínimo. Com a presidenta Dilma não foi diferente, foi dada a continuidade a todos os programas sociais iniciados pelo então presidente Lula, o Brasil continua a crescer mais não podemos deixar de colocar as nossas criticas as políticas atuais de privatizações dos portos, dos aeroportos e recentemente do Pré-sal políticas essas que sempre foram combatidas dentro do partido dos trabalhadores, e que lamentavelmente a nossa presidência vem implementando e fortalecendo o capital transnacional e provocando a política do estado mínimo que todos nos petistas combatemos.
    Os últimos momentos vividos pela sociedade brasileira faz resgatar a importante história do nosso partido que construiu ao longo dos anos uma caminhada de lutas em defesas das questões sociais e dos trabalhadores brasileiros.
    As mobilizações desencadeadas por grupos de jovens alimentados por um sentimento sem direção faz com que os “petistas de carteirinha e alma” repensem o modo de gerir o partido. Não podemos retroceder e voltar no tempo onde nada era permitido e as vontades eram pautadas por movimentos não organizados.
Precisamos resgatar nossa história de luta e combatividade e voltar a ocupar o lugar de onde nunca saímos, apenas diminuímos a intensidade, que são as ruas. Os partidos devem ser o motor da mobilização e das grandes transformações.
    Nos últimos 10 anos, mudamos a cara do Brasil e do povo brasileiro. Com mais renda, acesso à utensílios antes privilégios de pouco, hoje os cidadãos buscam transformações constantes para seguir mudando os rumos da sociedade.
    O PT precisa de uma unidade forte e robusta com capacidade de gerir os interesses dos partidários de forma a abranger o mais variados setores.
Temos muitos temas em discussão: pauta dos trabalhadores, a reforma política com a realização do plebiscito, o fator previdenciário, a democratização dos meios de comunicação dentre outras não menos importantes que devem ser debatidas e orientadas pela direção partidária.
    Ao apresentar a chapa “UNIDADE PARA MUDAR QUAQUÁ PRESIDENTE e LINDBERGH GOVERNADOR”, queremos abrir uma discussão da importância da presença do atual prefeito de maricá Washington Quaquá como nosso Presidente Estadual do Partido dos Trabalhadores, Quaquá que está no seu segundo mandato de prefeito, já demonstrou para os petistas e para a sociedade de maricá o seu compromisso com a causa pública e com a população mesmo favorecida, a manutenção de uma política de esquerda se colocando contra a oligarquia do transporte público em maricá, se colocando contra a política de estado minimo e no combate a corrupção. Quaquá presidente, representa o novo na política do PT no estado do Rio de Janeiro.
    Defendemos o nosso companheiro Senador Lindbergh Farias para o goverrno do estado do Rio de Janeiro, primeiro porque ele talvez seja nos últimos anos a grande esperança do PT administrar o segundo maior estado no Brasil, Lindbergh já demonstrou sua capacidade administrativa quando administrou a cidade de Nova Iguaçu por dois mandatos, atualmente Lindbergh Farias e um dos parlamentares de maior visibilidade do congresso nacional, defendendo sempre os interesses do povo brasileiro e principalmente do estado do Rio de Janeiro. Não queremos dizer não a política de alianças até mesmo com o PMDB, mas não abrimos mão de que o candidato a Governador desta aliança seja o nosso Senador Lindbergh Farias.
    Apresentamos uma chapa disposta a fazer com que o PT assuma plenamente a sua responsabilidade: abrir uma saída positiva para o povo trabalhador que nasceu para representar.

Assinam a tese:
Miguel de Moraes Filho
Jose Carlos Almeida de Araujo
Luis Rodrigues Paiva
Carlos Alberto Monteiro Alves
Claúdio José de Oliveira
Décio Machado

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Novembro 11, 2013 - Posted by | jornalismo, PED 2013, política, social | , , , , ,

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