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Shows gratuitos do “Sob o Céu, Sob o Sol de Maricá” nesta quinta-feira

Texto: Leandra Costa (edição: Gisele Paiva) | Fotos: Fernando Silva

  Shows gratuitos do “Sob o Céu, Sob o Sol” nesta quinta-feira

A Secretaria Municipal Adjunta de Turismo realiza nesta quinta-feira (30/04), véspera de feriado do Dia do Trabalho, uma edição especial do projeto “Sob o Céu, Sob o Sol de Maricá”. Ao todo serão cinco shows no Centro e em Itaipuaçu com objetivo de valorizar a cultura do município com apresentações de artistas locais em praças públicas, nas praias e em eventos públicos.

A abertura do evento será na Casa do Idoso Mais Feliz de Itaipuaçu, às 13h30, com apresentação do cantor Sidney Santos. A casa fica na Rua 27.

O projeto também será realizado na Praça Conselheiro Macedo Soares (berço tradicional do projeto), no Centro, com apresentação, às 17h, da dupla Baby do Cavaco e Adriano Pavarotti.  Em seguida, às 18h30, será a vez do show do cantor Bruno Bernner; logo depois, às 20h, o cantor Raul Palmeira promete apresentar grandes sucessos da MPB; e, às 22h, o evento ficará por conta da apresentação do casal Jô Borges e Aldo Corrêa e banda.

Programação:

30/04 – Quinta-feira (véspera de feriado)
Local: Praça Conselheiro Macedo Soares – Centro
17h – Baby do Cavaco e Adriano Pavarotti
18h30 – Bruno Bernner
20h – Raul Palmeira
22h – Jô Borges e Aldo Corrêa e banda
Casa do Idoso Mais Feliz – Rua 27 – Itaipuaçu.
13h30 – Sidney Santos

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Abril 29, 2015 Posted by | cultura, jornalismo, Lazer, Maricá, musica, shows e eventos, turismo | , | Deixe um comentário

Prefeitura de Maricá comprará terreno para abrigar índios de Itaipuaçu

Texto: Rafael Zarôr | Fotos: Fernando Silva

Prefeito ganhou presentes dos índios e pretende fazer uma festa ainda maior em 2016

A Prefeitura de Maricá comprará um terreno em Itaipuaçu para abrigar os 26 índios que vivem numa área do Parque Estadual da Serra da Tiririca, na Morada das Águias, no mesmo distrito. O anúncio foi feito pelo prefeito Washington Quaquá nesta segunda-feira (27/04), no encerramento da Festa na Aldeia Tekoa Ka’aguy Hovy Porã (significa Mata Verde Bonita), em São José do Imbassaí, que aconteceu desde sábado (25) com celebração da cultura indígena e seus costumes, por meio de danças, músicas, comidas e artesanato.

Acompanhado da primeira-dama e deputada estadual Rosangela Zeidan, do cacique Darcy Tupã e de secretários municipais executivos e adjuntos, Quaquá visitou as instalações da aldeia com ocas, uma Casa de Reza e o módulo educacional – estrutura com isolamento acústico, térmico, com ar condicionado e carteiras – disponibilizado pelo município para alfabetização dos índios. Para o próximo ano, o prefeito pretende mobilizar tribos de todo país. “Vamos chamar índios do Xingu e de outras regiões para fazer uma festa ainda maior. Essa aldeia será exemplo para todo o Brasil e o índio viverá da própria cultura. A presença de vocês enriquece Maricá”, declarou Quaquá.

Emocionado, o cacique Darcy Tupã – ao lado da sua mãe, a pajé Lídia Nunes – quase não conseguia falar ao lembrar momentos de dificuldade que a tribo passou quando ocupou uma área em Camboinhas, na Região Oceânica de Niterói. “Foram períodos muito difíceis, até que, há dois anos, essa luta acabou porque o prefeito nos trouxe para cá e aqui temos todo apoio da Prefeitura”, disse o cacique. “Maricá sai na frente com esta iniciativa. Aqui somos felizes cantando, pescando e rezando. Estamos felizes por estarmos na agenda oficial do município e gratos pela liberdade dada à nossa cultura”, completou.

Para a deputada estadual, que também é presidente da Comissão de Assuntos Fundiários da Alerj, Rosangela Zeidan, a presença dos povos indígenas em Maricá levará o nome da cidade para o mundo. “Obrigada a vocês por essa riqueza cultural”, afirmou a deputada. Já o índio Arassaí, da tribo Pataxó da Bahia, retribuiu o carinho encontrado na cidade. “Muito bom ter pessoas sensibilizadas com nossa cultura e apoio às nossas tradições. Viajo por aldeias de todo país e vejo que só a Prefeitura de Maricá tem esse respeito”, frisou.

Fechando a Festa na Aldeia, índios da tribo Tupi-Guarani M’Bya apresentaram o Canto do Coral e os representantes pataxós da aldeia de Porto Seguro (BA) fizeram a Dança do Guerreiro para alunos da Escola Municipal Barra de Zacarias, em Barra de Maricá; e do Centro de Educação Infantil Municipal Nelson Mandela, de São José do Imbassaí, e demais autoridades.

Cacique Tupã, ao lado de Quaquá, agradeceu o apoio da Prefeitura

Crianças de escolas municipais conheceram a aldeia e assistiram apresentações

Prefeito: "a aldeia será exemplo para o Brasil e viverá da própria cultura"

Índios tupi-guarani apresentaram o Canto do Coral

Pataxós da Bahia fizeram a Dança do Guerreiro

Prefeito e Zeidan conheceram o módulo para alfabetização dos índios

Abril 29, 2015 Posted by | cultura, direitos humanos, jornalismo, Lazer, Maricá, shows e eventos, turismo | , | Deixe um comentário

Festa na Aldeia da Mata Verde Bonita recebe centenas de visitantes em seu segundo dia

Texto: Fernando Uchôa (edição: Gisele Paiva) | Fotos: Clarildo Menezes

Visitantes participaram da Dança do Guerreiro, que consiste em movimentos de ataque e defesa diante de lanças e bordunas do adversário

Centenas de visitantes, entre moradores de Maricá e turistas, prestigiaram neste domingo (26/04) o segundo dia da Festa da Aldeia na Mata Verde Bonita (Tekoa Ka’ aguy Hovy Porã, em língua indígena), localizada na Restinga, em São José do Imbassaí, Maricá.

Depois de conhecerem a aldeia, com uma visitação guiada conduzida pelo líder indígena Miguel Weramin, os visitantes participaram do "Xondar", a Dança do Guerreiro. Acompanhado por dois músicos índios e um dançarino com chocalho, que marcavam o ritmo da dança, o público aprendeu os movimentos de ataque e defesa diante de lanças e bordunas do adversário. "Essa dança é um ritual e representa a luta contra os inimigos de nosso povo”, explicou o cacique Darcy Tupã.

Um coral formado por índios guarani Araowi, da aldeia Sítio do Céu, em Morada das Águias, Itaipuaçu, apresentou músicas indígenas com o apoio de um violonista e de um rabequista índios. À noite, houve uma confraternização ao redor de uma fogueira, com cantos tribais e música folclórica. A cacique Jurema Parapotã estava emocionada. "Nunca tivemos um apoio assim. Estamos muito felizes em ter vindo para Maricá e agradecemos ao prefeito Washington Quaquá por todo esse carinho com o povo indígena", adiantou.

A programação de domingo incluiu também venda de comidas típicas, como pamonha, peixe assado, aipim e xipá (massa frita ou assada feita de farinha de trigo, sal e água); artesanato – brinco de penas, arco com penas para decoração, arco e flecha, pulseiras e zarabatana (arma de sopro para lançamento de dardos feita de bambu e utilizada para caça); e Aroca, bebida feita com água e mel.

Visitantes de diversos lugares

Outras tribos, como Pataxó (BA), Pankarani (SP) e Apurinã (AM), enviaram representantes que venderam e trocaram artesanato. “A gente troca sementes, conchas, pedras e penas. Fortalece o vínculo de amizade e a qualidade do artesanato”, comentou o índio Apurinã Afonso Xamakiri.

Cerca de 70 participantes do projeto Circuito Ecológico, da Secretaria Municipal Adjunta de Turismo também visitaram a aldeia. Alguns, com experiência em trilhas internacionais, como a aposentada Teresita Siqueira, 63, moradora de Niterói, já percorreu caminhos como o de San Tiago de Compostela, na Espanha, e Machu Pichu, no Peru. “Este evento é uma festa para os olhos. É bom saber que Maricá investe na preservação das etnias”, comentou.

O comerciante Antonio Ferreira, o "Toninho", 67 anos, foi com o irmão Luiz, de 70 anos, conhecer a aldeia. "Vimos os cartazes espalhados na cidade e resolvemos conferir. Legal essa integração aqui. Mais um espaço para o maricaense conhecer", disseram, enquanto jogavam uma partida de sinuca.

Entre os organizadores, a sensação também foi a de um evento bem sucedido – e que, de acordo com o Secretário Executivo de Desenvolvimento Econômico, Lourival Casula, passa a fazer parte do calendário oficial da cidade. “Nos sentimos orgulhosos em poder colaborar com um evento como esse. Estabelecemos uma parceria e o resultado está sendo positivo", declarou.

O público foi acompanhado por dois músicos índios e um dançarino com chocalho, que marcavam o ritmo da dança

Programação incluiu venda de comidas típicas, artesanato e Aroca, bebida feita com água e mel

Cacique Tupã e Rosely Pellegrino A produtora de eventos da Secretaria Municipal Adjunta de Cultura de Maricá jornalista Rosely Pellegrino e o Cacique Darcy Tupã, na Aldeia da Mata Verde Bonita.

Abril 29, 2015 Posted by | cultura, direitos humanos, jornalismo, Lazer, Maricá, shows e eventos, turismo | , , , | Deixe um comentário

Público se encanta em festa na aldeia indígena em São José do Imbassaí

Aldeia da Mata Verde Bonita recebe centenas de visitantes

Texto: Sérgio Renato (edição: Gisele Paiva) | Fotos: Fernando Silva

Durante a festa, visitantes conheceram o artesanato produzido pelos índios locais

Índios da aldeia Tekoa Ka’aguy Hovy Porã (Mata Verde Bonita, em língua indígena), que fica entre São José do Imbassaí e a região da restinga de Maricá, abriram a comunidade neste sábado (25/4) para uma grande festa em comemoração ao Dia do Índio. O evento contou com apresentações de danças típicas, recreação e venda de artesanato, além de ações de diversos órgãos da Prefeitura de Maricá. Neste domingo (26), a festa na aldeia vai receber visitantes durante todo o dia.

Na solenidade de abertura dos festejos, o cacique Darcy Tupã foi o primeiro a falar e fez um emocionado discurso de agradecimento. “Tenho a missão de lutar pela nossa cultura e foi com esperança que, há dois anos, recebi o convite do prefeito dizendo que era para a gente ser feliz aqui. Hoje temos uma linda história pois conquistamos muito aqui em Maricá. Já posso partir em paz porque meu povo já tem um lugar para ficar por mais mil ou dois mil anos”, decretou.

Darcy teve o apoio da equipe de governo, que se comprometeu com este tipo de festividade. “A festa na aldeia será incluída no calendário oficial de eventos do governo”, informou o secretário municipal executivo de Desenvolvimento Econômico, Lourival Casula, representando o prefeito Washington Quaquá.

“Nós estamos juntos nesta luta, índios e negros”, afirmou o secretário municipal adjunto de Direitos Humanos e Participação Popular, Mauro Ramos. “Nossos alunos conhecem a verdadeira história do Brasil e sabem que esta terra sempre pertenceu aos índios, é assim que vamos ensinar”, exaltou o secretário municipal adjunto de Educação, William Campos.

Visitantes se impressionam com riqueza cultural​

Grupos de índios locais e de regiões da Bahia (como os pataxós) apresentaram músicas e danças tradicionais. Quem foi visitar a aldeia não escondeu a admiração com o que viu. “Trouxe meu filho para ter contato com o povo indígena e eu mesma estou encantada com tudo isso, é muito bacana, adorei”, elogiou a enfermeira Ana Paula Barreto Caran, de 31 anos, que levava no colo o pequeno Daniel, de 1 ano e 9 meses. Moradora do Ilha do Governador (zona Norte do Rio de Janeiro), ela foi à festa levada pela mãe dela, a professora Gladys Barreto, que mora na Taquara (região de Jacarepaguá). “É muito interessante ver como são as conversas entre eles, as brincadeiras, tudo isso vou levar como uma ótima experiência para os meus alunos”, disse ela, que tem 59 anos.

As estudantes Rafaela Rodrigues, de 17 anos, e Alinne Tofano, de 24, trocaram experiências durante a festa. “Gostei de ver os instrumentos que eles tocam, a música, muito legal”, relatou Alinne, que mora em Inoã e visitava uma comunidade indígena pela primeira vez. Por outro lado, a amiga notou diferenças com outra tribo que visitou. “Aqui eles são mais civilizados que os da Amazônia que eu conheci em Tabatinga, na fronteira com a Colômbia, mas também têm sua tradição”, comparou Rafaela, moradora do Méier (zona Norte do Rio de Janeiro).

Também participaram da solenidade de abertura da festa o secretário municipal executivo de Infraestrutura, Fernando Rodovalho; e os secretários municipais adjuntos de Saúde, Fernanda Spitz; Turismo, Amaury Vicente; Agricultura e Pesca, Rubem Pereira; e Economia Solidária, Miguel Moraes.

Celebração da cultura indígena foi feita com danças típicas e música, apresentadas ao público visitante

Durante as comemorações pelo Dia do Índio, celebrado em 19 de abril, tribos de outras localidades chegarão à cidade

Festividade para celebrar a cultura indígena será incluída no calendário oficial da cidade de Maricá

Abril 29, 2015 Posted by | cultura, direitos humanos, jornalismo, Lazer, Maricá, shows e eventos, turismo | , , | Deixe um comentário

Cineclube Henfil de Maricá apresenta o filme “A Queda” nesta quarta

Texto: Rafael Zarôr | Fotos: Divulgação

Filme mostra os últimos dias do ditador, baseado em relatos da secretária Traudl Junge e na pesquisa do historiador alemão Joachim Fest

Indicado do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, a obra relata os últimos 12 dias de vida do ditador nazista Adolf Hitler

O filme “A Queda” (2005 – Alemanha), narração dos últimos 12 dias de vida do ditador nazista Adolf Hitler, encerra a programação deste mês do Cineclube Henfil de Maricá. O projeto da Secretaria Municipal Adjunta de Cultura, Ciência e Tecnologia apresenta a obra do diretor Oliver Hirschbiegel nesta quarta-feira (29/04), às 19h, na Casa Digital (Praça Dr. Orlando de Barros Pimentel, Centro). A sessão é gratuita.

Indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, em 2006, o longa-metragem relata os últimos dias do ditador em um bunker subterrâneo – uma caixa de cimento a prova de qualquer bomba – em Berlim no final da Segunda Guerra Mundial. Em abril de 1945, os russos tomam Berlim deixando o exército alemão em pânico. No bunker, Hitler e seus principais assessores planejam ações militares para eliminar o inimigo, mesmo sabendo que a derrota está próxima.

Com 150 minutos duração, o filme é baseado nos relatos de Traudl Junge (Alexandra Maria Lara), secretária de Adolf Hitler (Bruno Ganz) e na pesquisa do historiador Joachim Fest, como o biógrafo do ditador, que mostra o aniversário de 56 anos de Hitler, em 20 de abril de 1945, até seu suicídio, no dia 30 do mesmo mês, para não ser refém dos russos.

A estética de “A Queda” proporciona um aspecto documental ao filme, com os depoimentos de Traudl Junge, aliados a movimentação de câmeras, ao cenário, entre outros fatores. Esse conjunto reforça uma visão ma​is intimista, na qual se destacam os atores e não as batalhas. Uma curiosidade é que o ator Bruno Ganz, que viveu o ditador no cinema, treinou o sotaque de Hitler com auxilio de um jovem ator que nasceu na mesma região do ditador nazista.

Este mês, o Cineclube Henfil exibiu obras sobre o nazismo, suas consequências, o Holocausto e a queda do ditador Adolf Hitler. Nas quartas-feiras de abril foram apresentados “O Ovo da Serpente”, “Alemanha, Ano Zero”, “Uma Mulher Contra Hitler” e “A Fita Branca”.

Abril 29, 2015 Posted by | cinema / produção, cultura, jornalismo, Lazer, Maricá | | Deixe um comentário