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Zeidan reage contra pacote de maldades do desgoverno Pezão

Deputada Estadual Zeidan reage contra desgoverno Pezão na Alerj

Nada pode ser aprovado a toque de caixa, sem discussão também com as categorias. Esse pacote é uma vergonha, um tapa na cara do povo. Esperaram passar as eleições para dar essa punhalada na população e no funcionalismo. Trata-se de um desmonte descarado das políticas sociais e um ataque ao direito dos trabalhadores. Esse desgoverno de Pezão e Cabral levaram a essa situação, foram 150 bilhões de isenções para empresas que não precisavam e que poderiam pagar pelo menos cinco anos de funcionalismo. Eu votei contra o Estado de Calamidade por entender que foi um problema de gestão calamitosa e não de calamidade, como é uma tragédia natural. A população pode contar comigo e com deputados combativos para enfrentar esse pacote na Alerj. Nós já avisamos que eles não poderiam tomar medidas drasticas contra os servidores e aumentar impostos. Essa questão de limitar o bilhete único, de cortar o aluguel social, o progrma Renda Melhor, além de criar o desconto no vencimento do servidor, tanto na previdência quanto na ativa, é um descalabro. Vamos nos unir e chamar à razão o legislativo para barrar esse pacote de maldades. Assim, não dá! , reagiu a deputada e líder da bancada do PT.

O pacote de maldade de Pezão quer o aumento de 11% para 14% de desconto na previdência dos servidores que ganham mais de R$ 5 mil. O governo propõe ainda uma alíquota extraordinária de 16% de todos os servidores que ganham mais de R$ 5 mil por tempo determinado.
Outra mudança é uma proposta para aposentados e pensionistas: quem ganha menos que esse teto, passaria a ter um desconto de 30%. Benefícios e programas sociais também sofreriam mudanças. Os gastos com o Bilhete Único por passageiro seriam limitados a R$ 150. O Aluguel Social, para quem está desabrigado, e o Renda Melhor, para quem está incluído no Bolsa Família, seriam extintos.

Outra medida seria aumentar a alíquota do ICMS para alguns setores. Isso vai afetar o preço da energia, da cerveja e do cigarro. O pacote prevê também mudanças no pagamento do funcionalismo. Reajustes já aprovados seriam adiados. Os secretários e o governador também vão ganhar menos. Com as medidas o governo quer aumentar as receitas em R$ 28 bilhões até 2018.

Novembro 4, 2016 - Posted by | jornalismo, política | , ,

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