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As melhores notícias com Rosely Pellegrino

Transpetro fará apresentação em Maricá sobre as profissões do futuro

Quem nos fala sobre este assunto é a Secretária Municipal de Ação Social Laura Maria Vieira da Costa:

“Tendo em vista os novos empreendimentos  em Maricá, como COMPERJ,  o PORTO de JACONÉ, ALPHAVILLEs e a PLATAFORMA da PETROBRAS ( Pré- Sal) ; entendemos que há necessidade urgente de a população estar preparada para ingressar neste vasto mercado de trabalho.

Percebemos que  maioria da população maricaense produtiva, não se qualifica como mão de obra especializada, a fim de preencher as vagas de emprego que estas empresas vão demandar.

Portanto estamos firmando convênios com o SENAI e com o Instituto Federal de Tecnologia (UFF) a fim de trazermos para Maricá, cursos de qualificação para todos, inclusive para aqueles que não têm nem o ensino fundamental completo. 
A fim de mobilizarmos os jovens e adultos de Maricá, para se cadastrarem nestes cursos, vamos oferecer apresentações da Transpetro, sobre o tema Profissões do Futuro e da UFF nos seguintes locais abaixo: “
               

            NOS DIAS 6 DE JULHO : DE 9h ÀS 12h , no CIEP DE INOÃ .
 
                                               DE 14h ÀS 17 h , na E.E. FRANCISCO NASCIMENTO, EM PONTA NEGRA.
 
                           11 DE JULHO: DE 9h às  12h , na CASA DIGITAL,NO CENTRO.
 
                                                DE 14h ÀS 17h , nO  C.E. ELISIÁRIO MATTA, NO CENTRO.
 
                 DIVULGUEM ENTRE SEUS PARES, ALUNOS,FAMILIARES, EMPREGADOS E COMUNIDADES!!!!
 
                                                 LAURA MARIA VIEIRA DA COSTA
                                SECRETÁRIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DE MARICÁ

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Junho 21, 2012 Posted by | Ação Social, COMPERJ, cursos, Educação, jornalismo, Maricá, projeto educacional, projeto social, setor naval, trabalho e renda | | Deixe um comentário

Cursos gratuitos na área do Comperj têm inscrições prorrogadas

A Petrobras prorrogou, até o dia 15 de junho, as inscrições para cursos gratuitos na área de construção civil ministrados pelo SENAI. São 900 vagas para os cursos de armador, carpinteiro, eletricista, pedreiro e pintor. Desse total, 600 cursos serão realizados em São Gonçalo, 100 em Niterói, 100 em Maricá e 100 em Cachoeiras de Macacu.

Para realizar a inscrição o candidato deve levar documento de identidade, CPF e comprovante de residência. A participação nos cursos não garante emprego aos alunos, porém auxilia na capacitação e inserção no mercado de trabalho. Essa ação faz parte do Plano de Qualificação do Centro de Integração do Comperj, que tem como objetivo capacitar e qualificar a população do entorno do empreendimento para o desenvolvimento das vocações locais, em bases competitivas e sustentáveis, para as empresas que trabalham na construção do empreendimento e outras empresas da região.

Informações adicionais:

Processo seletivo:
Inscrições – de 07/05 a 15/06
Provas – 23/06
Divulgação dos resultados – 03/07

Locais de Inscrição:

São Gonçalo
Local: SENAI  – Endereço: Rua Doutor Nilo Peçanha, 134 – Rodo
Horário: 09h às 18h

Niterói
Local: SENAI – Endereço: Rua General Castrioto, 460 – Barreto
Horário: 09h às 18h
 
Cachoeiras de Macacu
Local: Secretaria de Promoção Social e Trabalho – Endereço: Rua Anício Monteiro da Silva, 205 – Centro
Horário: 09h às 16h
 
Maricá
Local: Secretaria de Educação – Prefeitura de Maricá
Endereço: Rua Barcelar da Silva Bezerra nº105, Bairro Boa Vista – Centro
Horário: 08h às 17h

 

Gerência de  Imprensa/Comunicação Institucional

Junho 7, 2012 Posted by | COMPERJ, cursos, jornalismo, Maricá, oportunidade de emprego, trabalho e renda | Deixe um comentário

Prefeito de Maricá discute com a Petrobras mais contrapartidas ambientais pelo Comperj

Em reunião na última segunda-feira (16/04) com o gerente executivo da Petrobras, Francisco Pais, e um grupo de trabalho da empresa, o prefeito Washington Quaquá discutiu a questão das contrapartidas ambientais propostas em torno da construção do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), que inclui um emissário de efluentes cujo traçado passa por Itaipuaçu. Maricá é um dos municípios atendidos pelo convênio com a Petrobras, que inclui a participação da Fundação Getúlio Vargas no ordenamento dos projetos integrantes da relação de contrapartidas. O prefeito estava acompanhado da secretária Executiva e de Administração, Maria Helena Alves da Silva, e do secretário municipal de Fazenda, Roberto Santiago.

O ponto central do encontro foi a busca por uma participação maior na definição das medidas indicadas pela empresa como prioridades para Maricá – da qual faz parte, por exemplo, a verba de R$ 60 milhões para projetos de saneamento básico do município, cujo convênio já foi assinado. Para o prefeito o investimento é bem vindo, mas há outras prioridades que precisam ser avaliadas a partir de uma sinergia maior entre a Petrobras e os Executivos municipal e estadual.

“A verba é importante e o foco também, mas a definição de R$ 60 milhões como prioridade para Maricá, por exemplo, não saiu de uma discussão direta conosco. As empresas deveriam investir em saneamento por vários mecanismos, e não o Estado. Esse dinheiro poderia ser aplicado de outra forma na dinâmica econômica do município”, avaliou, comparando com o tema do filme Xingu, que conta a saga dos irmãos Villas Boas na aproximação com as tribos indígenas do Centro-Oeste. “Isso parece o presente que usavam para atrair os índios. Não queremos espelhinhos”, afirmou.

Para auxiliar nessa seleção a Prefeitura se comprometeu junto à Petrobras a fazer um pente fino nos projetos de compensação apresentados até o momento e vai definir, com a própria empresa, quais são os considerados prioritários e que poderão ser acrescentados à contrapartida já definida.

O secretário de Fazenda Roberto Santiago – coordenador do grupo de gestão municipal (UGM) vinculado ao Comperj – lembrou que a FGV ainda está aprendendo a montar o gerenciamento das demandas dos municípios, quando, no caso de Maricá, essa etapa já foi superada há tempos. Como o processo de encaminhamento dos projetos, por conta disso, caminha muito devagar, Santiago pediu que a Petrobras e a FGV considerassem Maricá como um “case” de fomento econômico e dessem prioridade às ações nas quais a expertise local já é reconhecida. Isso faria com que a implementação junto aos outros municípios do Conleste pudesse ganhar velocidade por replicação.

O secretário e Maria Helena Alves da Silva citaram como exemplos dessa qualificação várias iniciativas de gestão pública bem sucedidas em andamento na cidade. Entre elas se incluem a participação no Programa de Modernização da Administração Tributária (PMAT), vinculado ao BNDES, no qual Maricá já é um dos modelos nacionais. Dentro desse escopo, destacaram o projeto de criação dos CEPs junto aos Correios. Maricá é o primeiro município do sudeste a abolir o sistema de CEP único em um projeto piloto da estatal.

O gerente-executivo da Petrobras, Francisco Pais, manifestou o interesse da empresa em ajudar os municípios que integram a área de influência do Comperj.

“A Petrobras atende às necessidades e vai fazer com que o discurso seja realidade”, afirmou, dizendo também que a empresa contratada pela companhia junto com a FGV para administrar a relação com os municípios ligados ao Comperj se reunirá com a Prefeitura para acelerar definições e “destravar processos”.

Outro ponto importante destacado pelo prefeito e atendido pela Petrobras se deu com a abertura de novas possibilidades de compensação. Projetos como o da implantação do novo campus da escola técnica do Instituto Federal Fluminense, ou a Cidade da Capoeira (integração social pelo esporte), segundo a assessoria de Francisco Pais poderão ser atendidos com repasses da Petrobras pelo ponto de vista corporativo, não vinculado aos trâmites do Comperj. Há, segundo a companhia, uma prioridade definida na seleção dos que receberão recursos para aqueles situados em municípios onde o impacto da presença da Petrobras é direto.

Abril 19, 2012 Posted by | COMPERJ, jornalismo, Maricá, meio ambiente | Deixe um comentário

Petrobras vai investir R$ 410 milhões em projetos de saneamento como compensação pelo Comperj

RIO DE JANEIRO – As obras são usadas como compensação pelo conjunto de refinarias, que está sendo construído em Itaboraí, no Grande Rio

Fonte: Agência Brasil

RIO DE JANEIRO – A Petrobras assinou nesta sexta-feira (30) com a Secretaria Estadual do Ambiente três convênios para investir R$ 410 milhões em dois projetos de saneamento e na construção de uma barragem na região do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). As obras são usadas como compensação pelo conjunto de refinarias, que está sendo construído em Itaboraí, no Grande Rio.

O projeto mais caro, de R$ 250 milhões, prevê a construção de uma barragem no Rio Macacu, que deve aumentar em 70% o aproveitamento de água e evitar inundações na época de cheias.

Outro projeto, de R$ 100 milhões, prevê a construção de uma rede de coleta de esgotos e uma estação de tratamento para o município de Itaboraí, que devem aumentar a cobertura do serviço na cidade de 15% para 50% da população, de acordo com a secretaria.

O terceiro projeto prevê a implantação da primeira rede de esgotos do município de Maricá, que deve atender 70% dos habitantes. Além disso, será construída uma estação de tratamento e um emissário submarino, para jogar a água tratada no oceano. As obras receberão R$ 60 milhões da Petrobras e mais R$ 33 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Para o secretário do Ambiente do Rio, Carlos Minc, os projetos vão representar um ganho para os municípios atendidos. “Maricá, que hoje tem zero de saneamento, vai ter 70%. Significa a recuperação da lagoa, porque hoje todo o esgoto de Maricá vai para a lagoa. Em Itaboraí, significa a incorporação de mais milhares de pessoas ao [serviço de] saneamento”, destacou.

Abril 1, 2012 Posted by | COMPERJ, jornalismo, meio ambiente | , , , , | Deixe um comentário

Petrobras repassa R$ 60 milhões para obras de saneamento em Maricá

Texto: Rafael Zarôr

Prefeito Quaquá, presidente do Inea, Marilene Ramos, e secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc – Foto: Fernanda Santana

Verba é contrapartida à construção do Comperj, que inclui emissário de efluentes cuja rota passa pela cidade

Maricá recebeu nesta sexta-feira (30/03) parte dos R$ 93 milhões que serão investidos em obras de tratamento de esgoto. A Petrobras repassou ao município R$ 60 milhões, como contrapartida à construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que inclui emissário de efluentes cuja rota passa pela cidade. A outra parte – R$ 33 milhões – virá do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

A assinatura do termo de compromisso aconteceu na sede do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), no Rio, com as presenças do prefeito Washington Quaquá, do secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, da presidente do Inea, Marilene Ramos, e do diretor de abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa.

As obras, que incluem a construção de um emissário submarino para lançar o esgoto a quatro quilômetros da costa, em Barra de Maricá, uma estação de tratamento e 238 km de redes de coleta de esgoto e ligações domiciliares, serão iniciadas neste semestre. A Fundação Bio Rio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), vai iniciar a topografia da região. A previsão é que as obras sejam concluídas em três anos.

O projeto prevê a implantação das redes de esgoto em nove bairros do 1º distrito (Centro, São José do Imbassaí, Retiro, Itapeba, Ubatiba, Araçatiba, Barra, Jacaroá e parte de Pedra de Inoã). Segundo o prefeito Washington Quaquá, as obras serão fundamentais para frear o despejo nas lagoas. “Estes investimentos vão resolver os problemas de lançamento ilegal de esgoto nas lagoas. É uma questão de saúde pública”, destacou.

A ETE em Araçatiba terá capacidade para atender 70% da população. O esgoto receberá tratamento primário (com separação de dejetos sólidos e líquidos, como é feito na Barra da Tijuca) e será transportado até a Barra de Maricá, em 3,9 km de tubulação. Depois, seguirá pelo emissário submarino e será lançado no mar, a 4 km da costa.

O evento também contou com as presenças do subsecretário estadual do Ambiente, Antônio da Hora, do diretor do Conleste, Álvaro Adolpho, e do vice-diretor da Fundação Bio Rio/UFRJ, Angelo Luiz Monteiro de Barros

Março 30, 2012 Posted by | COMPERJ, jornalismo, Maricá, meio ambiente | | Deixe um comentário

Maricá terá emissário submarino e nova Estação de Tratamento de Esgoto

Prefeito de Maricá Washington Quaquá, com o subsecretário estadual Antonio da Hora e os secretários municipais Jorge Castor e Celso Cabral Quaquá

Investimento de R$ 93 mi inclui também 238 km de redes de coleta

Um sonho antigo dos moradores de Maricá começa a se tornar realidade. A cidade vai receber, já a partir deste semestre, R$ 93 milhões em obras de tratamento de esgoto. A principal delas é a construção de um emissário submarino para lançar o esgoto a quatro quilômetros da costa, em Barra de Maricá.

Os investimentos foram anunciados nesta terça-feira (13/03) pelo subsecretário de Estado do Ambiente, Antônio da Hora, e pelo Prefeito Washington Quaquá, durante audiência pública realizada no Colégio Cenecista, no Centro da cidade.

Além do emissário, o município ganhará uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) em Araçatiba, 17 elevatórias e 238 km de redes de coleta em nove bairros do 1º distrito (Centro, São José do Imbassaí, Retiro, Itapeba, Ubatiba, Araçatiba, Barra, Jacaroá e parte de Pedra de Inoã).

Os recursos virão do PAC 2 (R$ 33 milhões) e da Petrobras (R$ 60 milhões), como contrapartida à construção do emissário submarino do Comperj, que passará por Maricá. Segundo Quaquá, as obras serão fundamentais para frear o despejo de esgoto nas lagoas da cidade. “Estes investimentos vão resolver os problemas de lançamento ilegal de esgoto nas lagoas. É uma questão de saúde pública”, destacou.

A ETE em Araçatiba terá capacidade para atender 70% da população. O esgoto receberá tratamento primário (com separação de dejetos sólidos e líquidos, como é feito na Barra da Tijuca) e será transportado até a Barra de Maricá, em 3,9 km de tubulação. Depois, seguirá pelo emissário submarino e será lançado no mar, a 4 km da costa. A expectativa é que as obras comecem este semestre e durem cerca de dois anos.

A construção da ETE em conjunto com o emissário fará com que Maricá tenha um esgoto melhor tratado do que, por exemplo, o de Ipanema, segundo o subsecretário estadual do Ambiente. “Em Ipanema, o esgoto é lançado a 2,5 km da costa, sem tratamento primário. Aqui o despejo será a 4 km, após passagem pela estação de tratamento”, ressaltou Antônio da Hora.

Durante o evento, o prefeito Washington Quaquá anunciou também que vai enviar à Câmara Municipal, nos próximos dois meses, uma mensagem do Executivo que autoriza o governo a conceder à inciativa privada os serviços de coleta e tratamento de esgoto nas demais regiões da cidade.

Texto: Rafael Zarôr (edição: Marcelo Moreira)
Foto: Fernando Silva

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação:

Antonio da Hora indica a região que receberá redes de coleta e tratamento de esgoto

Público lotou a quadra do Colegio Cenecista para acompanhar a audiência pública

Prefeito destacou os benefícios que a cidade terá com os investimentos em saneamento

Março 16, 2012 Posted by | COMPERJ, jornalismo, meio ambiente, Obras do PAC | | Deixe um comentário

Incid começará trabalho de campo nos municípios da região do Comperj

Fóruns Locais ajudarão a mobilizar e articular população

O início de 2012 será marcado pelo trabalho de campo do projeto Indicadores da Cidadania (Incid) na região do Comperj. Depois do seminário, que aconteceu em dezembro, a próxima fase é a visita aos municípios para aproximação com a população local.
Para Nahyda Franca, coordenadora do Núcleo de Políticas Públicas e Emancipação Social do Ibase e do projeto Incid, essas visitas serão uma oportunidade para sentir a adesão da sociedade à proposta de trabalho. “Levaremos para esses encontros uma primeira versão do relatório do painel 1, para discutir questões específicas da realidade de cada município que se encaixam nos temas do projeto. A partir disto, fecharemos a versão final, que será validada em maio”.
O painel 1, denominado “Cidadania vivida”, é a primeira de quatro fases de dois anos de trabalho do projeto e visa identificar um cenário mais geral de como está a cidadania nos territórios. As visitas aos 14 municípios da região de influência do Comperj acontecerão entre o final de fevereiro e o início de março e contarão com a ajuda dos Fóruns de Agenda 21 Local na mobilização e articulação.
Outro trabalho que está em fase de preparação é o formulário de pesquisa de rua, que faz parte do terceiro painel e avaliará como o cidadão se percebe como sujeito portador de direitos. Até o final do ano, quando se completa o primeiro ano de trabalho do projeto, todos os quatro painéis estarão concluídos.
Saiba mais como funciona o projeto Incid:
Ibase construirá Indicadores da Cidadania na região de influência do Comperj

Recursos hídricos ganham destaque no primeiro seminário do Incid

Fevereiro 9, 2012 Posted by | COMPERJ, projeto social | | Deixe um comentário

Maricá busca espaço na engrenagem do pré-sal

NN - A Mídia do Petróleo

Município litorâneo e que encontra-se dentro da área de influência do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), Maricá esta na trilha dos investimentos bilionários do setor petrolífero. A cidade deve receber um porto de R$ 5,4 bilhões, chamado, desde já, de Porto do Pré-sal. Na esteira desse desenvolvimento, a prefeitura já pensa também na concessão do aeroporto municipal.

No momento, a participação de Maricá na engrenagem da indústria de Óleo & Gás ainda é mínima, nas palavras do próprio prefeito da cidade, Washington Quaquá. Em entrevista ao NN, o político diz que a ideia é ter uma empresa privada operando o aeroporto local, como base de apoio às plataformas da Bacia de Campos. “Marica é o ponto mais próximo de terra que esse pessoal todo vai ter e queremos que os helicópteros usem essa base como ponto de partida”, explica.

Sobre o porto, divulgado com o nome de Terminais Ponta Negra (TPN), Quaquá afirma que a proposta é antiga e deriva das condições técnicas do local – região de Jaconé – e da posição estratégica em relação ao Comperj, a apenas 35 km. O TPN, projeto tocado pela DTA Engenharia, terá capacidade para 850 mil barris de petróleo por dia, infraestrutura portuária e terminais de armazenagem de combustíveis. O terminal vai contar também com um estaleiro de reparos offshore.

“Com o porto, surgirão mais e melhores oportunidades de trabalho, haverá mais qualificação e toda a cadeia econômica local será beneficiada”, comemora o prefeito de Maricá. Segundo dados da prefeitura, serão 9 mil empregos diretos ou indiretos na construção, e 12 mil com o terminal operando.

Compensação

O porto será erguido em uma área que serviria para um campo de golfe, onde, a princípio não há rios ou espécies protegidas, segundo a prefeitura de Maricá. Quaquá afirma que a região é pesqueira, mas acima de tudo veranista. “Vamos ter uma contrapartida ambiental que torne concreto o enorme potencial turístico de toda a nossa costa e das nossas praias além de Jaconé”, diz ele.

De acordo com o prefeito, as contrapartidas irão fomentar o potencial turístico da área. Em Ponta Negra, diz ele, ao lado da área do porto, serão construídos uma marina, hotéis e um resort, entre outros empreendimentos

Janeiro 31, 2012 Posted by | COMPERJ, jornalismo, Maricá, meio ambiente, Petroleo e Gás, pré-sal | , | Deixe um comentário

Projeto de polo naval em Maricá pode criar 12 mil empregos no RJ

Com a previsão de gerar 9 mil empregos diretos e indiretos na fase de construção, elevando esse número para até 12 mil após a entrada em operação, o projeto de implantação de um polo naval em Jaconé, distrito de Maricá (RJ), poderá começar a sair do papel até o fim deste ano. "Estamos trabalhando para ter o licenciamento ainda no segundo semestre", disse o prefeito de Maricá, Washington Quaquá. O projeto prevê investimento de R$ 5,4 bilhões e visa a preencher o déficit em logística, previsto com a exploração do petróleo na área do pré-sal, informou. "A área de Jaconé é propícia a isso".

Na terça-feira, a construção do polo naval será discutida durante reunião entre o prefeito de Maricá e o governador do Rio, Sergio Cabral Filho. O projeto também é estratégico para o Estado em termos de escoamento da produção nacional, ressaltou Washington Quaquá. Segundo ele, o município vem perseguindo há três anos o projeto de transformar Jaconé em área industrial para servir ao pré-sal.

Vista aérea do local que irá abrigar o Porto do Pré Sal, em Maricá-RJ - aqui será implantado o Polo Naval de Jaconé. (foto aérea Rosely Pellegrino) Além da proximidade com o COMPERJ, o outro atrativo é a profundidade. "Ele vai ser o porto mais profundo do Brasil e um dos mais profundos da América Latina. Nós vamos ter de 20 metros a 30 metros de profundidade". Isso permitirá a atracação de navios de alta capacidade, com até 400 mil toneladas, disse o prefeito. (foto aérea Rosely Pellegrino)

O prefeito explicou que a cidade de Maricá e a região de Jaconé têm vocação turística, mas admitiu que "o turismo, sozinho, não sustenta a economia local. Esse porto é fundamental para dar uma base industrial à cidade, para gerar emprego, gerar recursos, para que o município possa investir na atividade do turismo".

O governo fluminense apoia o projeto. O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, ressaltou que a área tem vocação não só para escoar a produção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), localizado em Itaboraí, como para receber estaleiro para a manutenção de plataformas.

O Porto de Jaconé terá capacidade para receber 850 mil barris/dia de petróleo, o que corresponde a 40% da produção atual do país. A previsão é que a obra seja concluída em 2015, coincidindo com a inauguração do Comperj.

O projeto é desenvolvido pela DTA Engenharia, responsável pelo planejamento de mais de 30 portos no Brasil e no exterior, informou a secretaria. A empresa já está elaborando o pedido de licenciamento ambiental. Segundo o prefeito de Maricá, não existe nenhuma unidade de conservação ambiental naquela região. "Não vemos problemas e acreditamos que a licença não vai tardar a sair", reforçou o secretário Julio Bueno.

Procurada, a organização não governamental internacional de defesa do meio ambiente Greenpeace alegou que não está "acompanhando de perto o caso do polo naval" e, por isso, não dispunha de fonte para comentar o projeto. Washington Quaquá avaliou que a principal vantagem do Porto de Jaconé é a proximidade. Ele ficará a 26 quilômetros do Comperj.

A alternativa mais próxima, o Porto de Açu, situa-se a 250 km, acrescentou. Outro atrativo é a profundidade. "Ele vai ser o porto mais profundo do Brasil e um dos mais profundos da América Latina. Nós vamos ter de 20 metros a 30 metros de profundidade". Isso permitirá a atracação de navios de alta capacidade, com até 400 mil toneladas, disse o prefeito.

Ele considerou natural que em ano eleitoral ocorram manifestações políticas contrárias ao projeto. Revelou, porém, que pesquisa feita pela prefeitura apurou que 85% da população são favoráveis à construção do porto. "Há uma ampla maioria da população de Maricá favorável ao empreendimento".

Fonte: Agência Brasil

Janeiro 23, 2012 Posted by | COMPERJ, jornalismo, Maricá, meio ambiente, Petroleo e Gás, pré-sal, setor naval, transporte, Urbanização | , | Deixe um comentário

Governo do Rio investe R$ 5,4 bilhões para levar Porto do Pré-Sal a Maricá

Fonte:Jornal do Brasil

O Estado do Rio vai ganhar um importante complexo com investimentos avaliados em R$ 5,4 bilhões. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, o empreendimento Terminais Ponta Negra (TPN), que será instalado na Praia de Jaconé, em Maricá, pela empresa DTA Engenharia, pode ser chamado de Porto do Pré-Sal, já que é destinado à tancagem do óleo a ser produzido naquela região.

Porto do Pré Sal, será construído nesta área de Jaconé, em Maricá.RJ (foto aérea Rosely Pellegrino)Nesta área em Jaconé, Maricá/RJ, será construído o o mega empreendimento, que poderá ter o nome de Porto do Pré-Sal, já que será destinado à tancagem do óleo a ser produzido naquela região. (foto aérea Rosely Pellegrino)

A área também tem vocação para se tornar uma das principais âncoras para escoar tanto o óleo do pré-sal para o Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, como para abrigar de volta os derivados petroquímicos lá produzidos.

O porto terá capacidade para receber 850 mil barris de petróleo por dia, o equivalente a 40% da atual produção do país, e vai contar com uma nova tecnologia contra vazamento de óleo.

– Criamos uma tecnologia, que vamos patentear, que reduz o impacto de um eventual vazamento de óleo. Será uma cortina que liga os molhes (estruturas de pedra que cercam o porto, reduzindo as ondas no terminal). No caso de derramamento, ela subirá e deixará o óleo restrito à área do porto

– disse João Acácio Gomes de Oliveira Neto, presidente da DTA, empresa que planejou mais de 30 portos no Brasil e no exterior. O projeto tem total apoio do Governo do Estado, que vai criar acessos ao novo porto a partir do Arco Metropolitano do Rio e pela Estrada de Ferro Leopoldina. A previsão é que a obra seja concluída até 2015, a fim de coincidir com a inauguração do Comperj.

Terminal terá estaleiro de reparos

Além da infraestrutura portuária e terminais de armazenagem de combustíveis, o terminal vai contar também com um estaleiro de reparos offshore.

– Vamos ter um excelente aproveitamento da área, que oferece condições naturais para as embarcações, com calado de 30 metros muito próximo à costa – afirmou o secretário Julio Bueno.

Segundo Bueno, o porto pode ser o início da redução de uso do Tebig (o terminal mais usado pela Petrobras no estado, em Angra dos Reis).

– Podemos ter a chance de retirar a atividade de petróleo da Ilha Grande – disse o secretário.

Janeiro 20, 2012 Posted by | COMPERJ, jornalismo, Maricá, meio ambiente, pré-sal, setor naval, transporte | , | Deixe um comentário