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Grupo Massoli abrirá hotel de luxo em Maricá

A Prefeitura de Maricá ainda colhe os resultados da participação na feira de investimentos imobiliários Eire, em Milão, no ano passado. Na ocasião, os representantes do município no evento receberam 300 empresas em mais de 100 reuniões realizadas nos três dias de evento. O objetivo de tais encontros era o de oferecer a cidade como um pólo atrativo para novos investimentos, especialmente em infraestrutura e turismo. O retorno do interesse dos europeus pode ser traduzido pelo anúncio, esta semana, da implantação de um hotel de luxo em Ponta Negra. O empreendimento, italiano, pertence ao grupo hoteleiro Massoli, cujo portfolio inclui, entre outros, o sofisticado La Pergola, belíssima propriedade rural encravada entre as cidades italianas de Lazio e Umbria. O contato inicial com os representantes do grupo ocorreu durante a Eire.

De acordo com as primeiras avaliações, o hotel em Ponta Negra deverá ter algo em torno de 80 suítes de luxo e ficará em uma encosta próxima ao farol que dá nome ao bairro. Todas as acomodações terão vista para o mar. Tal qual no La Pergola e em outros cinco hotéis da empresa, o grupo Massoli planeja instalar também uma enoteca (espaço para apreciadores de vinhos), no seu novo projeto em Maricá. Para o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico de Maricá, Lourival Casula, a chegada de um empreendimento sofisticado como esse comprova que a estratégia de mostrar a cidade como o “hot spot” de investimentos no Brasil está correta. “Eles só chegaram até aqui porque apresentamos não só oportunidades únicas, mas também um ambiente econômico atraente e seguro”, comemorou.  A previsão é que o empreendimento comece a operar em aproximadamente um ano. ​

Fonte: FSB COMUNICAÇÕES

Outubro 16, 2014 Posted by | construção civil, empreendimento imobiliario, jornalismo, Maricá | , | Deixe um comentário

Audiência Pública sobre a Fazenda São Bento da Lagoa é realizada em Maricá

Comunidade participa de audiência pública sobre o empreendimento na Restinga de Maricá

MESA PRINCIPALpublico na audiência publica 08.10.2014Na noite dessa quarta-feira, 08 de outubro, foi realizada na quadra do Esporte Clube Maricá, a audiência pública sobre o empreendimento Fazenda São Bento da Lagoa, da IDB Brasil. O encontro foi presidido por Antonio Carlos Gusmão, representante da Comissão Estadual de Controle Ambiental – CECA, e contou com a presença de mais de 400 pessoas. Entre elas, estavam o prefeito de Maricá, Whashington Quaquá, secretários municipais, servidores públicos, membros do Ministério Público, moradores da Comunidade de Zacarias, associações, estudantes, acadêmicos, ONGs engajadas no município e a população em geral. O evento teve duração de aproximadamente seis horas e, de acordo com o diretor-executivo da IDB Brasil, David Galipienzo, foi bem-sucedido, “o encontro foi positivo porque pude escutar a população, entender os questionamentos e esclarecer todas as dúvidas sobre o empreendimento que é altamente sustentável”, afirma.

IDB a evolução do projeto

O objetivo da audiência foi apresentar para a sociedade o novo projeto da IDB Brasil e colher sugestões da população para que o modelo possa se adequar aos interesses de todos. No encontro, David Galipienzo, cientista ambiental e diretor executivo da IDB Brasil, esclareceu que o novo projeto conta com 81% de preservação da vegetação nativa, que inclui a crialção de uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) de Restinga, e apenas 6,4% de ocupação predial, “o percentual restante corresponde à área da comunidade de Zacarias, que será mantida no local, e intervenções, como jardins e vias” afirma Galipienzo.

O público presente participou ativamente do evento, exercendo seu papel de cidadania, trazendo para mesa questionamentos importantes sobre os impactos positivos e negativos do empreendimento. Entre os temas levantados, merecem destaque:

v Regularização fundiária e realocação da comunidade de Zacarias – IDB Brasil respondeu que fará a inclusão dos moradores de Zacarias, por meio da cessão definitiva da titularidade de terra a cerca de 200 famílias que nunca tiveram a oportunidade de regularizar a sua situação. Ressaltou também que os moradores terão o mesmo padrão de urbanização de todo o empreendimento, com água, luz, saneamento básico e pavimentação.

v Preservação de espécies nativas da região – o empreendedor respondeu que a empresa garante a preservação de mais de 80% da área protegida no novo plano de ocupação, com a criação da segunda maior Reserva Particular do Patrimônio Ambiental – RPPN de restinga do Estado.  Ressaltou ainda que vai garantir a proteção integral da vegetação nativa da região. O empreendedor afirmou que fará um programa  ambiental de monitoramento e conservação da fauna ameaçada, por meio da criação de um centro de pesquisas, preservando todo o hábitat da área.

v Abastecimento de água e tratamento de esgoto – IDB Brasil garantiu no encontro que a água potável para o atendimento aos moradores que ocuparão as áreas da Fazenda São Bento da Lagoa, até 2020, estimada em 40L/s, será fornecida pela CEDAE. Quanto ao esgoto, o empreendedor garantiu que não será feito nenhum emissário jogando para o mar ou a lagoa. A IDB vai desenvolver duas Estações de Tratamento de Esgotos Sanitários (ETE) em níveis terciários, que eliminam patógenos e vírus. Essa água tratada será utilizada para irrigação das áreas verdes do empreendimento.

FSB COMUNICAÇÕES

Outubro 10, 2014 Posted by | construção civil, empreendimento imobiliario, jornalismo, Maricá, meio ambiente | , , | Deixe um comentário

Prefeito de Maricá fala sobre projeto turístico da Restinga

Na rede social Facebook, o prefeito de Maricá, Washington Quaquá publicou uma nota falando sobre o futuro do turismo de Maricá “ Estou agora na quadra do Esporte Clube Maricá na audiência pública para licenciamento do projeto turístico da Restinga de Maricá.

Este projeto que preserva 81% da vegetação da restinga; que da o título de propriedade dos moradores de Zacarias; e que acolhe a aldeia dos índios Guaranis; e totalmente sustentável e traz um grande progresso turístico para o município.

Nossa meta e transformar Maricá até 2016 no sexto destino turístico do pais, gerando empregos e renda para nosso povo. O projeto turístico da Fazenda São Bento e fundamental nessa estratégia de finalmente transformar Maricá em um grande destino turístico do Brasil.” Washington Quaquá.

projeto IDB

MESA PRINCIPALpublico na audiência publica 08.10.2014

Outubro 9, 2014 Posted by | construção civil, empreendimento imobiliario, jornalismo, Maricá, meio ambiente | , , , | Deixe um comentário

Fazenda São Bento da Lagoa, em Zacarias, desenvolve projeto para se tornar referência em preservação ambiental e inclusão social

Empreendimento prevê a regularização fundiária da comunidade local e uma infraestrutura urbana completamente integrada à natureza

O IDB Brasil, empresa de desenvolvimento imobiliário, apresentou o novo projeto do complexo turístico e residencial Fazenda São Bento da Lagoa. Desenvolvido dentro dos parâmetros definidos pelo Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) de Maricá, o empreendimento prevê uma infraestrutura urbana completamente integrada à natureza, numa área de 840 hectares, com 81% de preservação da vegetação nativa e apenas 6,4% de ocupação predial – o percentual restante corresponde à área de comunidades e a intervenções, como jardins e vias.

Com a mudança da estrutura societária da IDB, em 2008, a concepção do projeto anterior foi descartada. A Fazenda São Bento da Lagoa agora  respeita, com boa margem, todas as restrições de uso do solo e parâmetros urbanísticos definidos em lei. A área prevista para ser ocupada por prédios, por exemplo, será cerca de 50% menor do que estabelece o limite legal. “A exigência do plano de manejo era manter 22% da área ocupada. Decidimos reduzir bastante esse percentual de preservação porque a questão ambiental é uma de nossas prioridades”, afirma David Galipienzo, diretor-executivo da IDB. A empresa se preocupou em colocar à frente do projeto um especialista em Ciências Ambientais, que liderou um desenho inteiramente novo, respeitando os critérios de construção para APA (Área de Proteção Ambiental) de Maricá, a comunidade e o meio ambiente.

Outro ponto importante é a criação da segunda maior Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) de restinga do estado do Rio de Janeiro, garantindo a preservação perpétua da vegetação local em uma área equivalente ao bairro de Copacabana, de 450 hectares. Hoje a região possui mais de 20% de área degradada. Com as iniciativas do empreendimento Fazenda São Bento da Lagoa de recuperar essas áreas, haverá um acréscimo de mais de 100 hectares de vegetação nativa de restinga. Em termos de comparação, essa área a ser recuperada corresponde ao Parque do Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. Além disso, a RPPN será totalmente aberta a moradores e visitantes de Maricá, que poderão visitar e pesquisar a fauna e a flora de restinga, num trecho onde existem cerca de 50 espécies nativas.

Já em relação aos aspectos sociais, o projeto seguirá um caráter totalmente inclusivo com a comunidade pesqueira de Zacarias. Diferente dos projetos anteriores, o novo desenho estabelece a integração de toda a comunidade. “Ouvimos os moradores e passamos a entender todo o histórico de ocupação da região pela comunidade. Fizemos adequações que favorecem os pescadores e seus familiares. A IDB Brasil valoriza a cultura local e entende a importância em investir e incentivar a tradição pesqueira de Maricá”, afirma Galipienzo. Prova disso é que o processo de regularização fundiária entregará aos pescadores de Zacarias escrituras definitivas de suas moradias.

A comunidade receberá ainda melhorias urbanísticas e infraestruturas de água, esgoto e drenagem no mesmo padrão do empreendimento, assim como áreas de lazer e esportes. Os pescadores e suas famílias terão ainda cursos de qualificação de mão de obra e participarão de projetos que visam ao resgate da cultura da pesca artesanal. Serão beneficiados também pela revitalização da Lagoa de Maricá, prevista no projeto.

Veja as diferenças entre o atual projeto e o anterior:

· No projeto atual todas as famílias da Comunidade de Zacarias vão ganhar a titularidade das terras. No anterior, a comunidade seria retirada para local fora do empreendimento. A ideia é integrar a rotina dos moradores de toda a região que terão total acesso às áreas públicas do empreendimento.

· O projeto atual contempla 81% de vegetação nativa, quando o projeto de 2007 previa apenas 38,4%.

· A infraestrutura urbana é completamente integrada à natureza, com apenas 6,4% de ocupação predial efetiva e 17% de intervenção/ocupação do espaço total, bem menor do que o Plano de Manejo exige (22%). Já em 2007, o projeto previa uma intervenção de 61,5%.

· No projeto atual foi excluído o corte do canal de ligação do mar para a Lagoa de Maricá, que estava previsto no plano de 2007.

· Diferentemente do projeto de 2007, que era fechado ao público, o atual prevê a inclusão da população de Zacarias e de outras áreas que não fazem parte do complexo turístico e residencial.

· O projeto, diferente do anterior, aproveita as bordas do terreno, que já estão urbanizadas. O centro ficará intacto e a área degrada será recuperada.

· O projeto anterior previa um desenho imobiliário básico. Já o atual é completamente sustentável.

· A IDB Brasil reformulou o projeto com base na integração de toda comunidade da Zacarias. O projeto antigo não contemplava nenhuma relação com essas pessoas.

IDB a evolução do projeto

FSB Comunicações

Setembro 13, 2014 Posted by | Arquitetura e Urbanismo, construção civil, empreendimento imobiliario, jornalismo, Maricá, meio ambiente, Urbanização | , , | Deixe um comentário

Separados por disputa judicial, herdeiros de Niemeyer prestam homenagem ao arquiteto

Institucional | O Globo Online | BR


Projeto de restaurante na Lagoa é um dos inéditos da mostra que começa hoje no Paço Imperial: iniciativa da fundação gerida pela neta – Divulgação

Projeto de Niemeyer para o Maracanã ficou em segundo lugar em concurso – Divulgação

Mostra no Paço Imperial reúne projetos clássicos e inéditos, enquanto revista traz textos jamais publicados

RIO – O escritório de Oscar Niemeyer na praia de Copacabana está do jeito que ele deixou ao morrer, em dezembro de 2012. As obras completas de Eça de Queirós e as centenas de livros fazem companhia ao busto de Lênin e à caixinha de música que tocava a Internacional Socialista, entre outros objetos repletos de lembranças. Apesar de brigarem na Justiça pela empresa e por outros bens deixados pelo arquiteto, os herdeiros agora tomam a iniciativa – separadamente, diga-se – de homenagear a memória de Niemeyer. Assim, velhos objetos, desejos interrompidos, projetos não concretizados e papéis nas gavetas voltam à tona.

Uma das novidades é o retorno da revista "Nosso Caminho", que Niemeyer editava com Vera, sua mulher. Já hospitalizado, pouco antes de morrer, ele discutia com ela como ficaria a edição que estava prestes a sair – e que acabou sendo guardada. Só depois de quase dois anos de luto, Vera volta à publicação, que traz projetos e textos inéditos deixados pelo arquiteto. A ideia, a partir de agora, é lançar duas edições por ano.

– Precisei esperar esse tempo para conseguir mexer na revista novamente. Mas está tudo do jeito que ele queria – afirma Vera Niemeyer.

Ela conta que o marido escrevia tudo à mão e não gostava de palavra difícil. Niemeyer, diz Vera, buscava a simplicidade em seus textos. Os escritos inéditos vão das lembranças da primeira visita ao local onde Brasília seria construída às recordações de suas viagens de carro ao Planalto Central, quando olhava para as nuvens e via nelas catedrais enormes, guerreiros romanos, monstros desconhecidos – e mulheres, é claro. Entre os projetos não construídos, a "Nossa Caminho" traz centros culturais em Foz do Iguaçu e no Marrocos, além da sede de uma empresa e um parque aquático na Alemanha.

CONCURSO PARA A CONSTRUÇÃO DO MARACANÃ

A segunda homenagem ao arquiteto surge por iniciativa de outra parte da família.

A Fundação Oscar Niemeyer, cuja diretora executiva é Ana Lúcia, sua neta, inaugura hoje no Paço Imperial, para convidados, a exposição "Oscar Niemeyer – Clássicos e inéditos", que já passou por São Paulo e é produzida pelo Itaú Cultural. Com curadoria de Lauro Cavalcanti, diretor do Paço, e projeto cênico de Pedro Mendes da Rocha, a exposição nasceu da descoberta, pelo professor Fares El Dahdah, da Rice University, de cadernos guardados pela fundação, com projetos que não chegaram a ser realizados.

– Em geral, eles não foram construídos por conta da desistência de clientes, por motivos financeiros ou políticos, como trocas de governo, no caso das obras públicas – afirma Cavalcanti.

Entre os inéditos, está o desenho "Estádio Olímpico Nacional" (1941), que tirou o segundo lugar no concurso para a construção do Maracanã. Também há um conjunto de restaurante e espaços públicos na Lagoa Rodrigo de Freitas (1944), que ficaria em frente ao Cantagalo, e uma casa de praia que ele projetou para si mesmo, em Maricá. A exposição reúne ainda as residências de Oswald de Andrade (1938) e de Sérgio Buarque de Holanda (1953). Outro inédito é o projeto para a cidade de Negev, em Israel (1964), feito apenas três anos depois de Brasília e cuja ideia era permitir que todas as distâncias do local fossem percorridas a pé. Para a mostra, foram produzidas maquetes de alguns desses projetos.

– A ideia era fazer uma primeira exposição póstuma apenas com esses desenhos, mas também pensei que não seria justo sonegar, de uma pessoa que não conhecesse Niemeyer, informações sobre a grande obra que ele produziu – afirma Cavalcanti.

Por isso, a exposição traz uma linha do tempo que começa em 1936, com o prédio do Ministério da Educação e Cultura, no Rio, e termina em 2011, com o Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Avilés, na Espanha (2006/2011). Construções como o Conjunto Arquitetônico da Pampulha e os monumentos de Brasília, é claro, também ganham seu espaço. Assim, a mostra apresenta, com fotos, desenhos e detalhamento de cada projeto, a vasta obra do fundador da moderna arquitetura brasileira.

– Esta não é uma exposição apenas para arquitetos ou estudantes de Arquitetura – ressalta Cavalcanti. – É para o público amplo. A arquitetura não é uma coisa obscura, é algo fluido, para ser desfrutada pelas pessoas. Faz parte da vida de todo mundo.

Uma das grandes atrações da mostra é uma bobina de papel de 12,5 metros. Nela, o arquiteto demonstrou seu método de trabalho para o filme "Oscar Niemeyer – O filho da estrela" (2001), de Henri Raillard, que é exibido na exposição. Também será projetado "Oscar Niemeyer – A vida é um sopro" (2007), de Fabiano Maciel.

Outra curiosidade fica por conta de um desenho feito pelo arquiteto em 1975, a pedido de uma publicação soviética, sobre a cidade do futuro. Lauro Cavalcanti lembra que Niemeyer não era muito dado a esse tipo de previsão, mas, "talvez por ser um pedido da URSS", criou uma cidade com habitações subaquáticas, novos transportes aéreos e aprendizado durante o sono. Nessa fantasia futurista, ninguém precisaria frequentar universidade, e as árvores cresceriam em questão de minutos.

ESCRITORIO EM BRASÍLIA NÃO FUNCIONA MAIS

As duas homenagens ilustram uma família dividida. De um lado, alguns dos netos e a Fundação Oscar Niemeyer; do outro, Vera Niemeyer e o escritório. Ao todo, são cinco herdeiros, representados por diferentes escritórios de advocacia. Vera, aliás, acaba de ser nomeada pela Justiça a inventariante do espólio do arquiteto. Isso quer dizer que, além de ser responsável pelo andamento legal do processo, ela se transformou na gestora da herança enquanto o processo do inventário durar.

Com essa mudança, o escritório do Rio de Janeiro, diz a viúva, passa a ser o único autorizado a negociar projetos de Oscar Niemeyer que ainda estejam em andamento. O escritório que o arquiteto chegou a ter em Brasília, portanto, não funciona mais. Entre os bens do inventário, estão ainda uma fazenda em Maricá, um apartamento no Rio e a Casa das Canoas, em São Conrado, que precisa de reforma.

– O Oscar não era uma pessoa mercenária, e acho que isso tem que ser respeitado durante esse processo. Acho que os herdeiros precisam respeitar os princípios dele – afirma Vera. – Nós temos conhecimento, de outros artistas, que muita coisa acontece após a morte, a obra não é respeitada conforme sua vontade. A coisa toma caminhos diferentes.

Desde 2006, quando o arquiteto caiu em casa, fraturou o fêmur e sua saúde se deteriorou, havia boatos de que Niemeyer não desenhava mais e apenas assinava os projetos. Vera nega.

– Ele desenhava, sim. O Jair Valera (arquiteto que trabalhou por 30 anos com Niemeyer) entendia nos mínimos detalhes o que o Oscar queria – defende. – Ele via o que Oscar queria, desenvolvia e mostrava para ele ver se era aquilo mesmo. Quando não era, o Oscar rasgava.

Enquanto a briga judicial não se resolve, a companheira de Niemeyer desde os anos 1970 diz que não tira um objeto do escritório do lugar. Vera calcula que tenha mais de cem textos inéditos do arquiteto e, agora que conseguiu finalmente mexer na papelada, quer levar outros projetos adiante.

Agosto 14, 2014 Posted by | Arquitetura, Arquitetura e Urbanismo, construção civil, Exposições, jornalismo, Lazer, projeto cultural, social | | Deixe um comentário

Novo projeto da Fazenda São Bento da Lagoa, referência em sustentabilidade, terá ocupação predial de apenas 6,4% do terreno

Empreendimento vai criar RPPN de restinga, dar titularidade a pescadores da comunidade local, gerar milhares de empregos e ajudar a requalificar o Leste Fluminense

A IDB Brasil – Iniciativas e Desenvolvimento Imobiliário — apresentou a imprensa maricaense, o novo empreendimento da Fazenda São Bento da Lagoa, previsto para ser implantado numa área de aproximadamente 840 hectares em Maricá, no Estado do Rio. O projeto, um complexo turístico, residencial, comercial, empresarial e esportivo, com investimento inicial estimado em R$ 3 bilhões, preserva 81% do território com vegetação nativa, além de manter e resgatar a cultura da comunidade de pescadores de Zacarias, que ocupa 2% da área. Apenas 6,4% do terreno terão ocupação predial efetiva – o percentual restante é de intervenções sem edificações, como praças, vias e jardins.

A Fazenda São Bento da Lagoa está localizada em área privilegiada de Maricá, com praia, lagoa, restinga e outros ecossistemas de Mata Atlântica. A empresa ajudará não apenas a preservar, como recuperar e ampliar esses recursos naturais. Formado em Ciências Ambientais, o diretor-geral da IDB Brasil, David Galipienzo, explica que, após as iniciativas de revegetação das áreas degradadas, a Fazenda São Bento da Lagoa ganhará, em extensão, mais de 100 hectares de vegetação nativa de restinga, o que equivale, em tamanho, ao Parque do Aterro do Flamengo.

Fazenda São Bento 1Panorâmica 1

Galipienzo explica que o empreendimento levará melhorias há muito esperadas pela população local.

— O projeto procurou um equilíbrio importante entre a comunidade, a restinga e o desenvolvimento sustentável da região. Os pescadores ganharão título de propriedade, infraestrutura e urbanização no mesmo padrão do empreendimento, além de incentivos à cultura da pesca. Já a restinga se transformará numa Reserva do Particular do Patrimônio Natural (RPPN), que abrigará um Centro de Pesquisas. Sob a ótica do desenvolvimento econômico, a região vai ganhar infraestrutura, além de atividades geradoras de renda. Tudo com equilíbrio — destaca o diretor da IDB Brasil.

A Fazenda São Bento da Lagoa também tem um papel transformador no cenário de desenvolvimento econômico da região. O empreendimento está estrategicamente localizado a poucos minutos de pontos-chave do desenvolvimento do Estado — a 25 km do polo petroquímico Comperj, a 15 km do Porto de Jaconé, a 45 km do Centro do Rio e a 5 km do Centro de Maricá — e deve se transformar num importante polo residencial e turístico do Leste Fluminense. O projeto prevê a construção de quatro hotéis de alto padrão, dois shopping centers, centro empresarial, campo de golfe, centro hípico e clubes, além de unidades residenciais de alto padrão.

Um importante atrativo turístico do empreendimento é o campo de golfe, com 18 buracos. Diferentemente de complexos similares, a área não será exclusiva para sócios. Além de aberto ao público geral, o campo de golfe terá um desenho sustentável, que minimiza as áreas gramadas e os impactos ambientais. A técnica aplicada à construção da área é sustentável, ainda incomum no Brasil, e prevê o reflorestamento com o uso de plantas nativas da região. Ainda não muito popular no país, o turismo de golfe movimenta, anualmente, 30 bilhões de dólares no mundo, com mais de 15 milhões de praticantes da modalidade.

O ambiental, o social e o econômico

A Fazenda São Bento da Lagoa ocupará uma área de aproximadamente 840 hectares, na APA de Maricá (Área de Proteção Ambiental), uma unidade de conservação onde são permitidos, por Lei, usos compatíveis aos projetados para o empreendimento. O valioso patrimônio ambiental, cultural, arqueológico e científico será protegido por meio da criação da segunda maior Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) do Estado do Rio, que assegurará a preservação perpétua do trecho de restinga. Além disso, a área abrigará um Centro de Pesquisas que vai fomentar estudos científicos sobre todas as especialidades existentes nos ecossistemas locais. A gestão ficará a cargo do empreendedor, em parceria com o poder público, instituições de pesquisa e ONGs.

Todo o esgoto gerado no empreendimento será tratado em estações próprias com tratamento terciário, que utilizarão os mais rígidos padrões de qualidade da água em sua operação. Não haverá lançamento de esgoto através de emissário para o mar ou para a lagoa. Nas obras, serão usados prioritariamente materiais sustentáveis e haverá reaproveitamento de recursos naturais, como a água.

A responsabilidade social é outro forte componente do empreendimento. Maricá é um município litorâneo com tradição pesqueira, cultura que a IDB Brasil perpetuará. Assim, a comunidade pesqueira de Zacarias, inserida na área da Fazenda, será mantida em seu lugar, de acordo com a demarcação do Plano de Manejo. Um processo de regularização fundiária entregará aos pescadores escrituras definitivas de suas moradias. A comunidade receberá melhorias urbanísticas e infraestruturas de água, esgoto e drenagem no mesmo padrão do empreendimento. As medidas aumentarão a segurança e a qualidade de vida da população. Os pescadores e suas famílias receberão ainda cursos de qualificação de mão de obra e participarão de projetos que visam ao resgate da cultura da pesca artesanal. Serão beneficiados também pela revitalização da Lagoa de Maricá, prevista no projeto.

A economia é outro segmento que sentirá a presença positiva do empreendimento. Durante 10 anos até a finalização do complexo, milhares de empregos diretos serão gerados nas obras. Quando entrar em funcionamento, as instalações existentes na Fazenda São Bento da Lagoa gerarão, em diversas fases, empregos suficientes para tornar a área o maior polo gerador de renda do município.

O empreendimento confirmará sua participação na curva de crescimento sustentável de Maricá e do Leste Fluminense, trazendo melhorias de infraestrutura e lazer – como hospital, escola, dois shopping centers, centro empresarial, área esportiva, ordenação de vias, entre outras – há muito tempo reivindicadas pela população. A Fazenda São Bento da Lagoa é um empreendimento de caráter inclusivo, que assegura à população acesso a todas as belezas naturais da região.

O Grupo Cetya e o novo projeto

Infográfico comparativo entre os projetos de 2007 e o atual, de 2013:

Infográfico autalizado 2013

O Grupo Cetya, controlador e administrador da IDB Brasil, além de atuar em projetos que preveem recuperação ambiental realiza, há décadas, investimentos para o desenvolvimento sustentável nos territórios em que atua. O grupo espanhol destina 0,7% de seu lucro anual a iniciativas socioambientais. O trabalho da empresa rendeu prêmios e reconhecimento por boas práticas operacionais, iniciativas e projetos de restauração, conservação e desenvolvimento sustentável.

O novo projeto da Fazenda São Bento da Lagoa está de acordo com as especificações do Plano de Manejo para a APA de Maricá, aprovada e sancionada pelo Governo do Estado de Rio de Janeiro, em 2007, e cumpre neste momento processo de licenciamento no Instituto Estadual do Ambiente (Inea).

A concepção do novo projeto foi completamente modificada em relação à proposta preliminar apresentada para a região em 2007. Em 2008, a IDB teve sua composição societária alterada e passou a ser administrada pelo Grupo Cetya, que atua há 40 anos no mercado de construção com expertise em sustentabilidade. Os novos sócios impuseram rigorosas diretrizes de sustentabilidade para o empreendimento e uma baixíssima taxa de ocupação para a área.

Fonte: Approach Comunicação Integrada

Julho 9, 2014 Posted by | construção civil, Habitação, jornalismo, Maricá, meio ambiente, Mercado Imobiliário, moradia | , , , | Deixe um comentário

RJZ Cyrela chega em Maricá com a linha Cyrela Landscape

Ladscpace Maricá - PraçaA RJZ Cyrela está chegando à cidade de Maricá por meio da Cyrela Landscape, linha de produtos de Desenvolvimento Urbano da incorporadora. A empresa vai lançar na região o empreendimento Landscape Maricá, lotes com toda infraestrutura planejada, dispondo de portaria, asfalto, água e uma estação de tratamento de esgoto, além de paisagismo e avenida central estrutural arborizada.

O projeto também contará com área comercial na frente do empreendimento destinada à instalação de um shopping center, formando assim um conceito de novo bairro. 

Novembro 14, 2013 Posted by | Arquitetura e Urbanismo, construção civil, empreendimento imobiliario, jornalismo, Maricá, Urbanização | , , | Deixe um comentário

Prefeitura Municipal de Maricá abre 80 vagas para palestra sobre sistemas hidráulicos

Texto: Leandra Costa (edição: Marcelo Ambrosio)

Palestra sobre sistemas hidráulicos tem 80 vagas

A secretaria municipal de Educação de Maricá oferece 80 vagas para a palestra técnica “Águas Quentes, Águas Frias, Esgoto e Saneamento”. Com duração de 4h, a capacitação vai explicar sobre o funcionamento do sistema hidráulico de uma casa e oferecer dicas para a instalação dos materiais mais adequados para evitar futuros problemas de vazamento, respeitando as exigências da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

O curso será oferecido pela empresa Tigre em dois dias, no dia 20 de maio (segunda-feira), ou no dia 24 de maio (sexta-feira), e em dois horários, na parte da tarde (13h às 17h), na Casa Digital (Praça Dr. Orlando de Barros Pimentel), e à noite (18h às 22), no CEM Joana Benedicta Rangel (Avenida Nossa Senhora do Amparo nº 57 – Centro).

Os interessados devem se inscrever até o dia 17 de maio, na secretaria municipal de Educação, localizada na Rua Barcelar da Silva Bezerra nº 105 – Centro. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 2637-8817.

Maio 15, 2013 Posted by | construção civil, Educação, jornalismo, Maricá, palestra gratis | | Deixe um comentário

Sine de Maricá oferece 15 vagas para ajudante de obras

Texto: Leandra Costa (edição: Marcelo Ambrosio) | Fotos: Divulgação

Sine Maricá oferece 15 vagas de emprego para ajudante de obras da empresa Sertenge

O Serviço Nacional de Emprego (Sine) oferece 15 vagas de emprego para ajudante de obras da empresa Sertenge. A construtora é a encarregada de erguer as 3 mil unidades habitacionais previstas no programa Minha Casa Minha Vida em Maricá. As vagas são destinadas para homens, sem limite de idade e sem exigência de escolaridade mínima. O salário é de R$ 882,00, além de benefícios como vale transporte e cesta básica.

Os candidatos devem procurar a secretaria de Trabalho, localizada no 2º andar do Paço Municipal (Rua Álvares de Castro nº 346 – Centro) das 10h às 16h, com o currículo e documentos pessoais (carteira de identidade, CPF, PIS, carteira de trabalho e comprovante de residência).
Funcionando como um intermediário entre empresas e o trabalhador, o Sine de Maricá é responsável por orientar pessoas em busca de reinserção profissional ou aqueles que procuram o primeiro emprego, na cidade e na região. Os serviços do Sine são coordenados pela secretaria municipal de Trabalho e Emprego e são gratuitos.

O salário é de R$ 882,00, além de benefícios como vale transporte e cesta básica

Maio 10, 2013 Posted by | construção civil, emprego e oportunidade / vagas temporárias, Maricá | Deixe um comentário

Maricá sendo vista como “A cidade fluminense dos bairros planejados”

Com muito espaço territorial sobrando , município de Maricá está recebendo, pelo menos, quatro empreendimentos com serviços e comércios, o que valoriza a área

Fotos de Maricá, no álbum da Jornalista e Fotógrafa Rosely Pellegrino

Belezas naturais e a proximidade das principais cidades do estado prometem impulsionar o mercado imobiliário em Maricá. A cidade já tem licenciado ou em processo de licenciamento mais de 36 mil novas unidades residenciais. A maioria dessas unidades será construída em grandes empreendimentos que prometem transformar Maricá na cidade dos bairros planejados. Alguns já estão sendo construídos, caso do Terras Alpha Maricá, do Solaris, e outros dois complexos turísticos, esportivos, comerciais, empresariais e residenciais, que preveem hotéis, shoppings, campos de golf, escolas, hospitais e condomínios.

"Tem ainda um resort, que será construído onde fica a área de proteção ambiental da restinga de Maricá. Pelo menos dois bairros planejados integram o desenvolvimento, um situado em São José do Imbassaí e o outro no Boqueirão", disse o secretário de Desenvolvimento Econômico da cidade, Lourival Casula.

De acordo com ele, o grande trunfo de Maricá e sua localização, próxima a Itaboraí, onde está sendo erguido o Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj) e que vai atrair novos moradores, das cidades do Rio e Niterói, e o fato de ser um município com grande extensão territorial.

"O município está próximo de cidades que estão um pouco saturadas como Rio e Niterói. As pessoas vão escolher morar em Maricá", acredita Casula.

Barão Tozini é diretor da Zayd, empresa com sede no Rio de Janeiro, mas que foi atraída para o Leste Fluminense. A construtora é responsável pelo condomínio Solaris. Recém-lançado, o empreendimento teve todos os 517 lotes vendidos em apenas seis horas, diz o diretor da empresa. Segundo ele, a empresa apostou em um condomínio de casas por acreditar que essa é uma vocação de Maricá.

"O Comperj terá um impacto para o futuro. Ele vai agregar. Resolvemos investir porque acreditamos no potencial de Maricá. O terreno do condomínio é muito bonito e bem localizado. O que vai puxar a cidade é Niterói. Muita gente que gosta de morar em casa vai se deslocar para Maricá. Hoje você tem muito lançamento de apartamento e com preços altos. E quase nada de casas", destaca o diretor da Zayd.

O empreendimento terá um clube e um shopping com lojas de conveniência. Barão Tozini revelou que a empresa, animada com o sucesso do empreendimento, já está trabalhando no Solaris 2. O condomínio, nos mesmos moldes, será construído em um terreno de 350 mil metros quadrados ao lado do primeiro lançamento.

"Vamos fazer esse lançamento no ano que vem. O projeto já está sendo feito e deve ficar pronto em seis meses", conta Tozini.

Este mês, a cidade ainda recebeu a visita de uma comitiva de empresários italianos que representa mais de 3 mil investidores, interessados em aplicar recursos que podem somar 60 milhões de euros (R$ 150 milhões).

"Eles ficaram impressionados e estão dispostos a fazer investimentos principalmente no setor imobiliário, em hotelaria e condomínios de alto luxo. Eles veem uma grande oportunidade por Maricá ter uma grande área territorial", completa Casula.

Minha Casa – Apesar de um futuro promissor no mercado de empreendimentos de alto padrão. Lourival Casula lembra que boa parte dos 131 mil habitantes da cidade pertence às classes mais baixas. Segundo ele, serão construídos dois condomínios do projeto Minha Casa Minha Vida, um em Itaipuaçu e o outro no distrito de Inoã, somando 3.076 casas populares.

"A previsão é que os apartamentos sejam entregues no fim de 2013. O condomínio terá 1.472 apartamentos. Serão erguidos 184 imóveis tipo sobrado (que serão financiados pela própria construtora). Em Inoã serão construídas outras 600 unidades habitacionais para as famílias de baixa renda (de 0 a 3 salários mínimos). A área abrigará mais 860 unidades em uma segunda etapa", completa.

Para atender toda essa demanda, Casula garante que a prefeitura vai investir R$ 600 milhões em infraestrutura para garantir abastecimento de água, energia, pavimentação e serviços básicos. No ano que vem, segundo o secretário, a prefeitura deve aprovar um novo plano diretor.

Fonte O Fluminense, Fotos: Rosely Pellegrino

Novembro 12, 2012 Posted by | Arquitetura e Urbanismo, COMPERJ, construção civil, Habitação, jornalismo, Lazer, Maricá, Mercado Imobiliário, moradia, Obras em Maricá, social, Urbanização | , , | Deixe um comentário