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As melhores notícias com Rosely Pellegrino

Palestras, exposições, homenagens, oficinas e filmes, no primeiro dia em comemoração ao Mês da Consciência Negra em Maricá

Mês da Consciência Negra 

Com uma programação recheada de atividades, as comemorações do Mês da Consciência Negra tiveram início na manhã de hoje (18/11), no Cinema Público Municipal Henfil, Centro. Palestras, debates, exposições da cultura afro, oficinas e exibição de um documentário "Cais do Valongo – Sangra da Terra" que mostra a descoberta de valongos onde viviam negros, que estavam escondidos no centro do Rio e foram redescobertos com as obras do Porto Maravilha. Ah, a programação está distribuída em dois dias. Hoje, sexta-feira, e domingo (20/11). O evento, organizado pela Secretaria Adjunta de Direitos Humanos, através da Coordenadora de Diversidade Racial, tem participação de estudantes e entidades do movimento negro da cidade.

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Na programação: exposição de fotos e artes plásticas, oficina de grafite, de tranças e turbantes, palestras e contação de histórias, entre outras ações. A abertura oficial aconteceu com a presença de autoridades, alunos da rede publica e defensores da causa.

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Destaque para a palestra “A herança africana de Maricá”, proferida pela historiadora Renata Gama.

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Na sequência, será feita oficina de língua Banto, mostrando a influência no português falado no Brasil e às 11h30 começam as mesas de palestras:
Lei 10.639, com Sandra Gurgel; Anemia Falciforme, com Marton e Luciane Vieira.
– Liberdade Religiosa – Basta de Intolerância Religiosa, com o pastor Oliver Goiano e a Ialorixá Rosinha de Oxum.

– Mulher Negra – Carolina Rocha

– Genocídio da Juventude Negra – Marcelo Monteiro

– A influência Africana na nossa culinária

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Na parte da tarde será feita, a partir de 13h, uma homenagem aos que contribuíram para engrandecer a imagem do negro e da cultura afro brasileira em Maricá, seguida de feijoada com roda de samba e de apresentação de danças afro e percussão por parte de alunos de escolas municipais. Das 17h às 22h será a vez das atividades culturais, com capoeira, roda de rima hip-hop e de uma apresentação do projeto Sala Cult com o tema “Sou negro, soul Brasil”; com a Banda de Gigoga & Amigos da Cultura, da Escola de Samba União de Maricá e de um Baile Black. No domingo (20/11), a programação começa às 16h e vai até às 20h, com exposição de fotos e artes plásticas de negros e negras de Maricá, além de filme com debate (exibição do documentário); “Cais do Valongo Sangra da Terra”, do diretor Wavá de Carvalho).

Novembro 18, 2016 Posted by | direitos humanos, jornalismo, Maricá, social | | Deixe um comentário

Maricá realiza homenagens no mês da Consciência Negra

Dia da Consciência Negra em Maricá

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Prefeitura de Maricá, através da Secretaria Municipal Adjunta de Direitos Humanos e Participação Popular, e de sua Coordenadoria de Diversidade Racial, realizará nos próximos dias 18/11 (sexta-feira, das 9h às 22h) e 20/11 (domingo, das 16h às 22h), no Cinema Público Municipal Henfil, eventos comemorativos ao mês da Consciência Negra.

Mês da Consciência Negra A programação terá exposição de fotos e artes plásticas, oficina de grafite, de tranças e turbantes, palestras e contação de histórias, entre outras ações. A abertura oficial será às 10h, seguida da palestra “A herança africana de Maricá”, proferida pela historiadora Renata Gama.

Na sequência, será feita oficina de língua Banto, mostrando a influência no português falado no Brasil e às 11h30 começam as mesas de palestras:
Lei 10.639, com Sandra Gurgel; Anemia Falciforme, com Marton e Luciane Vieira.
– Liberdade Religiosa – Basta de Intolerância Religiosa, com o pastor Oliver Goiano e a Ialorixá Rosinha de Oxum.

– Mulher Negra – Carolina Rocha

– Genocídio da Juventude Negra – Marcelo Monteiro

– A influência Africana na nossa culinária

Na parte da tarde será feita, a partir de 13h, uma homenagem aos que contribuíram para engrandecer a imagem do negro e da cultura afro brasileira em Maricá, seguida de feijoada com roda de samba e de apresentação de danças afro e percussão por parte de alunos de escolas municipais. Das 17h às 22h será a vez das atividades culturais, com capoeira, roda de rima hip-hop e de uma apresentação do projeto Sala Cult com o tema “Sou negro, soul Brasil”; com a Banda de Gigoga & Amigos da Cultura, da Escola de Samba União de Maricá e de um Baile Black. No domingo (20/11), a programação começa às 16h e vai até às 20h, com exposição de fotos e artes plásticas de negros e negras de Maricá, além de filme com debate (exibição do documentário); “Cais do Valongo Sangra da Terra”, do diretor Wavá de Carvalho).

História

O mês da Consciência Negra é celebrado em novembro, com feriado no dia 20, data de morte de Zumbi dos Palmares (20/11/1695), líder do quilombo de mesmo nome e símbolo da resistência contra a escravidão. O quilombo dos Palmares foi fundado em 1597, na Serra da Barriga (AL) e, organizado, cumpriu seu ideal de liberdade e cidadania. Em 1695, o bandeirante Domingos Jorge Velho comandou a expedição que assassinou Zumbi e destruiu completamente o quilombo. Trezentos anos depois, em 20/11/1995, a data passou a ser considerada feriado nacional. A Marcha Zumbi dos Palmares contra o racismo e pela igualdade e a vida, realizada naquele ano, reuniu milhares de afrodescendentes em Brasília para recuperar o ideal de Zumbi e resgatar um exemplo de luta e organização pela emancipação do povo brasileiro.

Novembro 17, 2016 Posted by | direitos humanos, jornalismo, Lazer, Maricá | , | Deixe um comentário

Aprovado por unanimidade na Alerj o relatório final da deputada Zeidan

Após o recesso, de volta a ALERJ, a deputada Zeidan já volta aprovando o seu relatório da Comissão do Empoderamento da Mulher no Esporte e na Política

Deputada Zeidan na Alerj

As mulheres foram destaque nas Olimpíada e o desempenho das meninas do futebol mostrou o quanto as atletas não recebem o apoio que merecem nessa área. Como resultado de uma parceria com o Congresso Nacional, as deputadas criaram na Alerj a Comissão Especial pelo Empoderamento na Politica e nos Esportes, cujo relatório final foi aprovado hoje, por unanimidade.

Foram feitas audiências em todas as regiões do Estado e expedidos 93 deles para as Prefeituras do Estado, solicitando informações sobre políticas públicas que incentivem a prática de esporte entre mulheres. Ao longo do trabalho de um ano, a Comissão realizou oito audiências públicas regionais, além de reuniões administrativas preparatórias.

Deputada Zeidan e companheiras de lutaAs audiências foram realizadas, em sua maioria, na Alerj, mas também nos municípios de Mesquita, Volta Redonda, Araruama, Nova Friburgo, Nova Iguaçu, Resende e São Gonçalo, onde cumpriram uma função regional. Novamente foi reeditada uma dobradinha que deu certo na CPI da Violência contra a Mulher, a deputada Marta Rocha, como presidente, e a deputada Zeidan como relatora. As deputada Daniele Guerreiro e Ana Paula Reichuan completaram o quadro de parlamentares à frente da Comissão.

Recomendações da relatora, deputada Zeidan

Nos Esportes:

  • Promover a visibilidade dos Jogos Paralímpicos na mesma medida em que se produz a dos Jogos Olímpicos, utilizando sempre a expressão “Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016”.
  • Incentivar a presença de profissionais do sexo feminino nos cargos de gerência no esporte.
  • Incentivar a produção, nas Universidades, de indicadores estaduais sobre a participação das mulheres no esporte, bem como de pesquisas sobre a realidade das mulheres esportistas, no que diz respeito às suas dificuldades para obtenção de patrocínio, diferenças salariais em relação aos homens, situações de assédio moral e sexual, com atenção às especificidades das mulheres com deficiência e/ou negras.
  • Incentivar a equidade de gênero na cobertura de mídia destinada à participação dos e das atletas durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.
  • Aumentar a oferta de oportunidades de entrada das mulheres no mercado de esportivo, como cursos profissionalizantes para arbitragem e outros.
  • Promover a prática esportiva entre mulheres como uma ferramenta de promoção da igualdade e autonomia femininas, visando a mudança em relação aos estereótipos e discriminações de gênero no esporte.
  • Oferecer aos estudantes das escolas públicas condições de prática de educação física e esportiva com qualidade, promovendo sua saúde, com direito de acesso e escolha à modalidade esportiva desejada, independentemente de seu sexo.
  • Ofertar, por meio das instâncias municipais responsáveis pelo esporte, atividades esportivas gratuitas para mulheres, em diferentes faixas etárias, com vistas à promoção de sua saúde e bem estar.
  • Incentivar a proposição de Leis Municipais de Incentivo ao Esporte, à semelhança da Lei já existente na cidade de Resende.
  • Instituir um calendário oficial para as competições de futebol feminino no Estado de Rio de Janeiro.
  • Incentivo à pratica de esportes em comunidades e áreas rurais de todo o estado.

Setembro 14, 2016 Posted by | direitos humanos, esportes, Legislativo | , , | Deixe um comentário

Prefeito de Maricá abre oficialmente Festival Internacional da Utopia

Fonte: Texto: Willian Chaves (edição: FSB Comunicação) | Fotos: Fernando Silva e Rosely Pellegrino

Na abertura do Festival Internacional da Utopia, evento realizado pela Prefeitura de Maricá na Barra de Maricá e em outros locais da cidade, o prefeito Washington Siqueira (Quaqua) deu as boas vindas às caravanas de todo país e da América Latina ao lado de Aleida Guevarra, médica cubana e filha de Ernesto Che Guevara, João Pedro Stédile, do MST, e da Deputada Estadual Rosângela Zeidan.

Serão cinco dias com a participação de pensadores internacionais, artistas, escritores, sindicalistas, movimentos sociais, populares e da juventude discutindo ações progressistas com uma programação distribuída em várias tendas pela cidade contemplando debates, feiras de literatura, feira da agricultura familiar, música e arte. Cerca de 1.500 pessoas acompanharam a abertura oficial do Festival, na tenda dos Pensadores.

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"Nós vivemos num tempo onde temos lutado por aquilo que é possível. Quando convocamos o Festival da Utopia foi para pensarmos e para provar para as pessoas que devemos lutar pelo impossível. E a nossa Utopia é ter uma escola de qualidade em tempo integral, distribuição de renda e riquezas, meios de comunicação democráticos e a participação popular efetiva. Essa é a Utopia da nova sociedade, essa é a nossa Utopia", disse Quaqua.

DSCN8939DSCN8955Aleida Guevara traçou uma análise etimológica da palavra utopia e defendeu posicionamentos importantes na inserção social das pessoas. “É necessário que tenhamos uma Utopia Socialista de discussão com as pessoas com uma distribuição igualitária de bens para que os cidadãos desempenhem, em harmonia, os trabalhos. O povo nos reconhece com dignidade e transparência quando agimos em sintonia e com a participação dele. Assim, ganhamos o respeito. Utopia é como a fome zero no Brasil. Ela não acontece ser não fizermos uma reforma agrária. A terra é do povo. Temos de fazer da nossa terra uma propriedade coletiva”, afirma Guevara que também lembrou emocionada a participação de um médico cubano na condução da tocha olímpica na cidade de Lagoa Grande (PE). Aleida Guevara também é medica pediatra.

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DSCN8926DSCN8931O líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, João Pedro Stédile, defendeu mais ações efetivas para combater as desigualdades. “Temos que pensar alternativas para combater o capitalismo explorador. Não basta gritarmos “Viva o Socialismo”! Temos que ter propostas concretas para que o povo lute conosco para mudar as desigualdades”, assegura. 

As programações acontecem por toda cidade. Na Barra, concentram-se as tendas da diversidade, tenda dos trabalhadores e a tenda dos pensadores, além do palco principal para apresentações musicais. No centro, na Praça Orlando de Barros Pimentel, estão a feira de reforma agrária, a feira literária e o encontro internacional de teatro. A programação completa pode ser conferida pelo www.festivaldautopia.com.

 

Saiba mais:

Fonte Brasil de Fato: Rute Pina

Aleida Guevara: "Do que vale uma esquerda que não é reconhecida pelo povo?"

Durante a conferência de abertura do Festival da Utopia, a ativista também comentou a aproximação entre os EUA e Cuba

A ativista Aleida Guevara (ao centro) em mesa de abertura do Festival da Utopia, em Maricá (RJ) - Créditos: Norma Odara/Brasil de Fato A ativista Aleida Guevara (ao centro) em mesa de abertura do Festival da Utopia, em Maricá (RJ) / Norma Odara/Brasil de Fato

A fragilidade e fragmentação da esquerda na América Latina foi criticada pela ativista cubana Aleida Guevara durante seu discurso na conferência de abertura do 1º Festival Internacional da Utopia, que está acontecendo em Maricá (RJ) a partir desta quarta (22).

Para ela, a esquerda deve basear suas ações nas demandas concretas do cotidiano das pessoas e deve aprender com as populações mais carentes e com os povos tradicionais. “Temos que ser mais firmes, coerentes e responsáveis. (…) Temos que ganhar o respeito de quem nos escuta. Do que vale uma esquerda se ela não é reconhecida pelo povo?”, questionou.

A pediatra, que é filha do guerrilheiro Che Guevara, disse acreditar que o grande erro das esquerdas da região é se dividir “em pedacinhos”. “Há uns 20 partidos que se dizem de esquerda, mas que não se unem pelos objetivos comuns. Se não juntarmos nossas forças, não venceremos nunca”, afirmou.

Aleida ainda criticou a postura das forças progressistas que ocuparam o Estado. “Tomamos o poder e não mudamos as leis criadas pela burguesia. Assim, não conseguiremos fazer nenhuma transformação profunda”, criticou.

Na mesa também estava o dirigente nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stedile, e o prefeito do município de Maricá, Washington Quaquá (PT).

Relações entre Cuba e EUA

A ativista criticou ainda o governo estadunidense e a recente reaproximação dos EUA com Cuba, que ela classificou como uma “utopia do inimigo”.

“Eles têm, há séculos, a utopia de se unir à ilha. É seu sonho irrealizável. E agora estão mudando os métodos. Eles perceberam que cometeram erros com o povo cubano, trataram a revolução cubana com um bloqueio criminal. E agora falam de abrir novas negociações”, afirmou.

Aleida acredita que uma possível normalização da relação entre os dois países só será possível com a extinção da lei que facilita a permanência dos cidadãos cubanos ilegais, “os únicos no planeta que tem esse privilégio”, com o fim do bloqueio econômico e com o fechamento da base naval estadunidense em Guantánamo.

“Eles terão que seguir sonhando com essa utopia, porque não é possível de maneira alguma acabar com a revolução cubana”, sentenciou a ativista.

Aleida definiu a palavra utopia como "o desejo de dar sentido à vida e a busca por um mundo melhor, mais solidário e mais justo”.

Modelos de Estado

Durante sua fala, Stedile afirmou que o maior desafio para os setores progressistas é o questionamento do modelo de Estado que se deseja a partir de um debate que pense diferentes temas de maneira "correlata".

Para ele, o capitalismo enlatou questões, e a esquerda abandonou questões como a cultura e meio ambiente.

“Temos que apresentar uma formulação sobre o meio ambiente, por exemplo. Fomos salvos por um papa, que produziu a melhor conteúdo programático sobre essa questão”, brincou. "Uma sociedade utópica que é diferente de sonho. É uma sociedade baseada na justiça, na solidariedade e na igualdade", disse o dirigente.

Para o prefeito de Maricá, Washington Quaquá, os setores progressistas têm lutado pelo possível, dada a injustiça e concentração de riqueza, mas são parte de uma esquerda “fez e questionou muito pouco”.

“Aquilo que queremos desenhar da nossa sociedade é possível se a gente se largar os horizontes utópicos. (…) Eles dizem que a história acabou, mas o socialismo nunca vai acabar enquanto pessoas morrerem nas ruas por causa de frio. Enquanto uma pessoa morrer por injustiça, o socialismo estará vivo”, disse.

Junho 23, 2016 Posted by | civismo, culinária, cultura, direitos humanos, Festival da Utopia, jornalismo, justiça, literatura, manifestação popular, Maricá, meio ambiente, moradia, musica, palestra gratis, projeto social, shows e eventos, social, turismo | | Deixe um comentário

Maricá em defesa das mulheres!

Casa da Mulher de Maricá Através da emenda nº 30990005, do Deputado Federal Fabiano Horta, no valor de R$ 400 mil reais, será construída a “Nova Casa da Mulher” facilitando o acesso aos serviços especializados para garantir condições de enfrentamento de todo tipo de violência. Além do atendimento humanizado de urgência, os serviços de saúde também terão acompanhamento médico e psicossocial.

“É um passo definitivo do nosso município para o reconhecimento do direito das mulheres viverem sem violência”. enfatizou o deputado.

Junho 8, 2016 Posted by | direitos humanos, jornalismo, Maricá | | Deixe um comentário

Bancada feminina da Alerj lança campanha “Violência contra a mulher não tem desculpa, tem lei”.

Nesta quinta-feira, a bancada feminina da Alerj lançou a campanha “Violência contra a mulher não tem desculpa,tem lei”. As deputadas vestiram camiseta com o tema da ação, exibiram cartazes repudiando o crime de estupro e leram um manifesto durante a sessão plenária.

Deputada Zeidan em Defesa dos Direitos da Mulher 1 As Deputadas Zeidan (foto), Ana Paula Rechuan (PMDB), Cidinha Campos (PDT), Daniele Guerreiro (PMDB), Lucinha (PSDB), Márcia Jeovani (DEM), Martha Rocha (PDT), Tia Ju (PRB) realizam, na próxima segunda-feira, 6/06, uma audiência pública conjunta para debater a cultura do estupro.Deputada Zeidan em Defesa dos Direitos da Mulher 2 “Violência contra a mulher não tem desculpa, tem lei” campanha lançada pela bancada feminina da ALERJ

Um dos convidados a prestar esclarecimentos será o delegado de Repressão aos Crimes de Informática, Alessandro Thiers, afastado da investigação do caso de estupro coletivo de uma jovem de 16 anos no último domingo. A titular da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), Cristiana Bento, que assumiu o caso, também deverá ser convidada.
As deputadas darão entrada num projeto de lei que multa e retira do ar toda e qualquer veiculação publicitária misógina, sexista ou estimuladora da agressão e violência sexual”

Junho 2, 2016 Posted by | direitos humanos, jornalismo, política | , , | Deixe um comentário

Jornada Indígena reúne tribos de todo país em Maricá

Texto: Jorge André, Fernando Uchôa e Sérgio Renato | Fotos: Fernando Silva e Clarildo Menezes

Com apoio da Prefeitura Municipal de Maricá, a Jornada Esportiva e Cultural Indígena (Jeci) reuniu índios de todo Brasil na aldeia Tekoa Ka’aguy Ovy Porã (Mata Verde Bonita), em São José do Imbassaí, para uma festa com jogos, danças, músicas, lutas e gastronomia indígena entre os dias 22 e 24/04. Na sexta-feira, primeiro dia do evento, a abertura contou com uma apresentação de corais entoando cânticos indígenas, que atraíram boa parte do público presente à tenda onde um palco foi montado.

Uma das mais empolgadas era a veterinária Clarisse Matuck, de 39 anos, que não parava de dançar e fotografar a performance dos grupos. “Sou uma entusiasta da cultura indígena, gosto muito mesmo. Até fazíamos doações para eles no centro espírita que eu frequentava e, quando soube do evento aqui, divulguei pelas redes sociais”, contou ela, que mora no Jardim Atlântico e considera importante o apoio do governo municipal às comunidades. “O Brasil descente dos índios e eles não podem viver à margem da sociedade. É muito bom este incentivo da prefeitura”, acrescentou.

Entre os grupos que visitaram a aldeia, havia um composto por cerca de 30 alunos do Colégio Estadual Joaquim Gomes de Souza, de Niterói, que também abriga o Instituto Intercultural Brasil-China. De acordo com a direção, ambas as unidades realizam um projeto de diversidade cultural que inclui alunos e professores (alguns vindos do Oriente), todos interagindo com a comunidade nativa. “Nós desenvolvemos o trabalho há mais ou menos um ano e é muito importante esse contato direto com uma população da qual eles só ouviam falar”, ressaltou a animadora cultural do colégio, Elda Storani.

Nas competições, a tribo Guarani de Maricá (ou seja, o ‘time da casa’) foi a grande vencedora do cabo de guerra e da corrida de toras, competindo com povos vindos de outros estados. Logo após as provas, foi a vez de uma edição especial do Sarau da Utopia – evento preparatório para o Festival Internacional da Utopia, marcado para junho –, que começou com o grupo Teatro do Oprimido e teve ainda poesia e apresentações de voz e violão com os cantores Ronaldo Valentim, Dalva Alves e Vinícius Mozart.

No sábado, os índios ofereceram aos visitantes um café da manhã com um ingrediente típico da cultura: o xipá – massa frita feita com farinha de trigo, água e sal. Algumas dessas pessoas chegaram à aldeia após participarem passeios do “Circuito Ecológico” e “Pedala Maricá” pela restinga, iniciativas da Secretaria Municipal Adjunta de Turismo. O índio guarani Karaí Mirim, do Espírito Santo, foi o vencedor do arremesso de flecha. Já no futebol, a equipe guarani de Parati foi à campeã do torneio disputado por oito times. O guarani Rodrigo Aquilio, conhecido como Karai Tucumbo, de Angra dos Reis, foi o vencedor do arco e flecha. Já o também guarani Jorge Luís Martins (Nhãdewa), da aldeia Rio Pequeno, em Parati, ganhou a competição de natação.

No domingo, último dia do encontro, foi marcado por música com o forró Batidão dos Garotos (banda indígena) e Coral Guarani Mirim (com cânticos tribais e de exaltação à natureza). O público também assistiu a uma mostra de cinema alternativo com os curtas “Tekorá” (que fala da  sobrevivência de um índio acidentado e da luta pela preservação de sua identidade), “Yhovi” (intercâmbio entre etnias), “Jepapo” e “Petyngua”, os dois últimos sobre o ritual xamânico da etnia M’bia. O cacique Darcy Tupã agradeceu o apoio da Prefeitura. “Encontramos paz e felicidade em Maricá. Aqui fomos bem recebidos e vivemos de acordo com nossos costumes”, declarou. "Foi uma relação de respeito e direito e acima de tudo a garantia da tradição cultural”, afirmou o secretário municipal adjunto de Direitos Humanos, Mauro Ramos. O evento foi encerrado com uma roda de confraternização animada pelo show da banda de reggae Mondinegos.

Abril 28, 2016 Posted by | cultura, direitos humanos, esportes, eventos esportivos, jornalismo, Lazer, Maricá, shows e eventos, turismo | , , , , , , | Deixe um comentário

Mulheres homenageadas com prêmio da Alerj

Fotos Paulo David/ Divulgação mandato Zeidan

No Dia Internacional da Mulher, 8 de março, dez mulheres atuantes na defesa dos direitos femininos receberam o Diploma Mulher Cidadã Leolinda Figueiredo Daltro em cerimônia na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj)

A petista e integrante do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, Cristina Dorigo, defendeu a igualdade de direitos para um mundo melhor. "Muitas de nós estamos juntas há décadas batalhando, unidas pela vontade de mudar o mundo. Mulher não é inimiga de mulher. Todas temos um mesmo ideal", disse em seu discurso.

Completam o grupo de condecoradas: Maria da Penha Macena; Bruna Gurgel ; Lilia Guimarães Pougy, do Conselho Estadual de Direitos da Mulher; Thereza Christina Cypreste, médica mastologista; Cristina Dorigo, do Conselho dos Direitos da Mulher; Maria da Glória do Desterro, técnica de enfermagem; Raimunda Leone de Jesus, diretora da União Brasileira de Mulheres; Eliete Soares Cunha, do Movimento de Mulheres de São Gonçalo; Carmen Lúcia Fogaça, do Movimento de Mulheres com Deficiência, e Regina Coeli Vieira da Silveira, fundadora do Núcleo de Estudos sobre a Mulher e Gênero da Universidade Salgado de Oliveira.

O prêmio
O nome escolhido para batizar o prêmio foi o da educadora baiana Leolinda F. Daltro, precursora do movimento feminista no Brasil. Sufragista, depois que teve seu pedido de alistamento eleitoral negado, fundou em 1910, no Rio de Janeiro, o Partido Republicano Feminino. Em 1917, reuniu quase cem mulheres em manifestação, no Rio, pelo pleno direito ao voto. Entre as dez mulheres escolhidas, estão representantes de organizações sociais, partidos políticos, sindicatos e centrais que atuem em defesa das mulheres, além de militantes e/ou membros da Academia que atuem na produção de saber voltada para a questão de gênero.

Foto de Deputada Zeidan. As deputadas Martha Rocha (PSD), Daniele Guerreiro (PMDB), Tania Rodrigues (PDT), Zeidan (PT) e Ana Paula Rechuan (PMDB) participaram do evento. Também compuseram a mesa Maria Lúcia Jardim, primeira-dama do estado do Rio e presidente do RioSolidário; Ana Rocha, secretária Municipal de Políticas para a Mulheres do Rio; Marizete Waineirais, subsecretária de Políticas para Mulheres do Governo do Estado; Nanci Rodrigues, presidente do Conselho Estadual de Saúde, e Lucia Eloízio, coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Violência contra a Mulher do Ministério Público. Integrantes de movimentos feministas também marcaram presença na solenidade, que reuniu mais de 350 pessoas lotando o plenário.

Foto de Deputada Zeidan. 

Março 11, 2016 Posted by | direitos humanos, jornalismo, Legislativo | , , , , | Deixe um comentário

Evento no CEU de Maricá vai lançar a fita marrom contra a intolerância religiosa

Texto: Sérgio Renato

O Centro de Artes e Esportes Unificados de Marco Antônio Cardoso Siqueira de Maricá (CEU) recebe nesta sexta-feira (22/01) um evento que promete ser um marco no combate à intolerância religiosa. Representantes de diferentes correntes e crenças espirituais vão se reunir para celebrar o Dia Internacional da Religião e o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, ambos comemorados no dia 21 de janeiro. Na ocasião, será lançada a campanha da fita marrom para representar a luta pela liberdade de culto.

O evento tem o apoio da Prefeitura de Maricá, através das secretarias adjuntas de Direitos Humanos e Participação Popular e de Assuntos Religiosos. A programação começa às 18h30 e conta com a participação de diversas entidades e grupos de católicos, evangélicos, ciganos, indígenas, umbandistas e candomblecistas. Estão previstas ainda a exibição de vídeos institucionais e uma roda de samba e capoeira da Associação de Capoeira Filhos da Lua.

O dia 21 de janeiro foi escolhido como Dia de Combate à Intolerância Religiosa por ter sido a data da morte da ialorixá Gildásia dos Santos e Santos, conhecida como “Mãe Gilda”. Em outubro de 1999, o terreiro da mãe-de-santo foi invadido e depredado por membros de uma igreja evangélica neopetencostal  após uma reportagem do jornal produzido pela igreja mostrá-la na capa com trajes de sacerdotisa sob a manchete “Macumbeiros charlatões (sic) lesam o bolso e a vida dos clientes”. Mãe Gilda sofreu um infarto fatal três meses após o ocorrido.

Janeiro 21, 2016 Posted by | direitos humanos, jornalismo, Maricá | Deixe um comentário

Tradicional lavagem das escadarias da igreja matriz acontece neste sábado

Texto: Sérgio Renato | Fotos: Clarildo Menezes

A 17ª edição da lavagem das escadarias da igreja matriz de Nossa Senhora do Amparo, no Centro de Maricá, está marcada para este sábado às 16 horas. Coordenado pela Fonte para Orientação Religiosa de Matriz Africana (Forma), o evento teve apoio da Prefeitura de Maricá, através das secretarias adjuntas municipais de Assuntos Religiosos, Turismo, Cultura, Segurança Pública e Direitos Humanos. Diversos grupos de religiões afro foram convidados e a expectativa é que cerca de 200 pessoas participem.

Como sempre ocorre, a concentração será às 15 horas na Praça da Bandeira seguindo, a partir das 16 horas, a caminhada segue pela Avenida Nossa Senhora do Amparo até a igreja, onde é realizada a lavagem. Neste ano haverá duas novidades: a primeira será a presença de uma barraca onde estará à venda o legítimo de acarajé da Bahia, na Praça Orlando de Barros Pimentel ; a segunda é que as danças e ritos afro, que sempre ocorrem após a lavagem, desta vez serão realizadas em torno da árvore centenária que fica na praça, em vez do palco do anfiteatro.

Apontada como a terceira maior no Brasil – ficando somente atrás da famosa lavagem da Igreja do Bonfim, em Salvador (BA), que ocorre há mais de 120 anos, e da Igreja São Cristóvão, na Zona Norte do Rio, realizada há 20 anos –, a lavagem das escadarias integra o calendário oficial de eventos do município após sanção da Lei nº 2512, de 20 de maio de 2014.

 

Janeiro 13, 2016 Posted by | cultura, direitos humanos, jornalismo, Maricá, religioso, turismo | , , | Deixe um comentário