Noticiário RJ on line

As melhores notícias com Rosely Pellegrino

VOTAÇÃO E POSSE DA NOVA DIRETORIA DA SOCIEDADE TREME TERRA – BIÊNIO 2011/2013

A Sociedade Treme Terra, cujo objetivo primeiro é de promover e estimular o reencontro dos integrantes da Polícia Militar do antigo Estado do Rio de Janeiro, cognominados Treme-Terra, reuniu-se no dia 17 de maio de 2011, das 14 às 19:00 horas, em sua sala gentilmente cedida pelo cmdo da Corporação, situada no 4º Comando de Policiamento de Área, em Niterói, para votação da nova diretoria, biênio 2011/2013, sendo eleita a chapa verde (única), composta dos seguintes membros:

Eleições TT2 Em pé – Cel Paulo Rubens, Cel Furtado, Cel Diniz e Cel Gilberto; sentado – Cel Muniz e Cel Laurílio.

Eleições TTCel Muniz (cortado), Cel Laurilio, TCel Paulo Sérgio, Cel Furtado e o Empresário Renato Cerqueira.

Diretoria Executiva: Presidente – Cel PM Ricardo da Silveira Furtado, Vice Presidente – Ten Cel PM Paulo Sergio Rodrigues

Além do Conselho Deliberativo: Cel PM Wilton Soares Ribeiro, Cel PM Geraldo José Piancó, Cel PM Laurílio José da Silva, Cel PM Raimundo Antonio Muniz, empresário Renato cerqueira, Tem Cel PM Sergio Roberto Nunes Peixoto e Cel PM Sidney Coutinho Teixeira.

A solenidade de posse da nova diretoria acontecerá no dia 24 de agosto de 2011, no Restaurante Família Paludo, em São Francisco, Niterói e será presidida pelo Cel PM Laurílio, presidente substituído.

Anúncios

Maio 26, 2011 Posted by | eleições, jornalismo, segurança pública | | Deixe um comentário

Conselho Tutelar de Maricá realiza eleições com êxito

Centenas de maricaenses compareceram ontem (15/05), das 9h às 17h, para prestigiar as eleições do Conselho Tutelar de seu município. Seções foram instaladas em quatro pontos de votação nos bairros do Centro, Itaipuaçu, Ubatiba e Ponta Negra.
A Escola Municipal Carlos Magno Legentil, no Centro da cidade, recebeu eleitores do 3º Distrito (Inoã, Santa Paula, parte de São José e do Marine), além de outros bairros do 1º Distrito (Parque Nanci, Itapeba, Mumbuca, e bairros centrais). Foram 841 eleitores, com 3.113 votos no total. Dos quatorze candidatos que disputaram as cinco vagas de conselheiro, foram eleitos, para o triênio 2011/2014 -  Titulares: 1. Regina dos Santos Oliveira (339 votos); 2. Vera Lúcia de Jesus Andrade (337 votos); 3. Priscilla Pereira Machado (335 votos); 4. Wagner Bezerra do Nascimento (326 votos); e 5. Mirian Cardoso Duarte (289 votos), e Suplentes: 1. Rosangela Alves Nogueira (259 votos); 2. Alexandre Farias de Souza (240 votos); 3. Glória Maria Levy Cardoso (201 votos); 4. Gabriela Xavier Figueiredo (195 votos); e 5. Rosângela Pascale Santos (187 votos).
Os conselheiros tutelares recebem uma ajuda de custo compatível com o cargo comissionado de CC3 (cerca de R$ 600,00 mensais), e têm como atribuição o acompanhamento dos direitos da criança e do adolescente no município, oficialização de denúncia ao Ministério Público por atos praticados contra o menor, e assistência psicológica, pedagógica e jurídica do menor e de sua família, entre outras.
Processo de escolha   
Das 9h às 17h, os portões das unidades onde foram instaladas as seções eleitorais foram abertos para que a população tivesse acesso ao pleito.  Daniel Mendes, 40 anos, e Michael Robert, 22, rodoviários e moradores de Inoã, disseram que participaram do pleito, para votar em um amigo. “Ficou mais fácil vir para Maricá, do que ir para Itaipuaçu, e estou gostando da organização do evento”, disse Daniel.

DSC00795DSC05879

O autônomo Fernando Luiz de Andrade, 46 anos, morador de Ubatiba, disse acreditar no processo de escolha. “Com a informatização ficou mais difícil a fraude. Acredito na instituição e nos serviços mas acho que o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), deveria ser revisto. Afinal, os pais têm direitos e não só deveres sobre a educação de seus filhos. Se a gente não educar, quem vai educar? ”, indaga.
Maria Araújo Silva, 60 anos, dona de casa, moradora de São José de Imbassaí, diz que a sociedade inverteu muitos de seus valores. “A família foi a primeira a sofrer, seguida da escola. O Conselho Tutelar pode ajudar a consertar isso. Quero uma vida mais tranqüila para meus netos”, frisou.
Cada seção eleitoral contou com um presidente de mesa e dois secretários. O presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) de Maricá, Wallace Bretas, e o diretor da Associação dos Conselheiros Titulares do Estado do Rio de Janeiro (ACTERJ), Fabiano Silveira, acompanharam o processo. Segundo Wallace Bretas, a participação maior da população se deu “devido à transparência do processo desde o início, publicado oficialmente em edital com todas suas etapas informadas aos órgãos judiciais e afins.
Os conselheiros tutelares recebem uma ajuda de custo compatível com o cargo comissionado de CC3 (cerca de R$ 600,00 mensais), e têm como atribuição o acompanhamento dos direitos da criança e do adolescente no município, oficialização de denúncia ao Ministério Público por atos praticados contra o menor, e assistência psicológica, pedagógica e jurídica do menor e de sua família, entre outras.
Para o presidente da ACTERJ, Fabiano Silveira, “o maricaense está percebendo como o povo é um aliado importante para o fortalecimento  de instituições democráticas, e o Conselho Tutelar é uma das mais importantes, porque trata dos direitos da criança e do adolescente, que são o nosso futuro. O Estado do Rio tem 130 conselhos, e é necessário que os municípios forneçam uma melhor estrutura material e de pessoal  – carros, telefone, internet, psicólogo, pedagogo, advogado, espaço reservado e sede própria, além de melhores salários -, para que os serviços prestados à sociedade possam ser desenvolvidos a contento”, declarou.
Texto: Fernando Uchôa
Fotos: Clarildo Menezes, Fernando Silva e Paulo Polônio

Maio 16, 2011 Posted by | eleições, jornalismo | Deixe um comentário

Prefeitos do Conleste participam do comício pró-Dilma em Itaboraí

A candidata à presidência da República, Dilma Rousseff, recebeu, no início da noite desta terça-feira, o apoio dos prefeitos e representantes dos 12 municípios que integram o Consórcio Intermunicipal da Região Leste Fluminense (Conleste), além de vereadores da região e dos senadores Francisco Dornelles e Lindberg Farias.

O anúncio foi feito durante um comício montado no Centro de Itaboraí, que reuniu mais de 500 pessoas. Alexandre Felipe, subsecretário de governo da Região Metropolitana, a primeira dama do Município de Maricá, Zeidan e vereadores, também participaram do ato em apoio e todos lembraram da importância da eleição de Dilma para a continuidade da parceria entre o Governo do Estado e a União.

“Esse é um momento importantíssimo para o Rio de Janeiro. No dia 31, precisamos fazer a escolha certa nas urnas para que o nosso estado continue recebendo recursos do governo federal e continue crescendo”, disse Alexandre Felipe.

Faltando quatro dias para as eleições, a prefeita de São Gonçalo, Aparecida Panisset, destacou a importância afirmou da continuidade nos investimentos recebidos.

“Todos os prefeitos do Consórcio Intermunicipal do Leste Fluminense estão com Dilma. É hora de agradecermos e defendermos as conquistas que tivemos nos últimos anos”, destacou Panisset.

O presidente do Conleste e prefeito de Tanguá, Carlos Pereira, reafirmou a união dos prefeitos a favor da candidatura da Dilma.

“Todos os 11 municípios estão engajados para defender a eleição da primeira mulher presidente deste país”, ressaltou Pereira.

Senador eleito no último dia 3, Lindberg Farias agradeceu a votação que teve em Itaboraí (foram cerca de 70 mil votos) e chamou atenção do povo em relação ao indecisos que votaram na candidata do PV a presidente, senadora Marina Silva, no primeiro turno. “O Governo Lula tirou milhões de brasileiros da situação de miséria e elevou vários à classe média. Temos que lembrar os indecisos da atuação do nosso presidente. O Brasil precisa seguir mudando”, disse.

DSC02571 P5200013           P5200014P5200037 P5200036

Outubro 28, 2010 Posted by | Brasil - Eleições 2010, Campanha Eleições 2010, eleições, Eleições 2010, jornalismo, política, SEGUNDO TURNO ELEIÇÕES 2010 | Deixe um comentário

TRE-SP aceita denúncia do MP por analfabetismo contra Tiririca

Fonte: Epoca

O prazo para apresentação de defesa é 10 dias. Além desta denúncia, tramita no TRE um requerimento que contesta o registro da candidatura de Tiririca

Redação Época, com Agência Estado

Filipe  Redendo

POBREZA SÓ NO DISCURSO
Tiririca cumprimenta eleitores na periferia de São Paulo. Ele é acusado de ter mentido à Justiça Eleitoral

O juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Aloísio Sérgio Rezende Silveira, aceitou nesta segunda-feira (4) denúncia oferecida pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) contra Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca, eleito com cerca de 1,3 milhão de votos para o cargo de deputado federal, pela coligação "Juntos por São Paulo". Para o TRE, a prova técnica apresentada sobre alfabetização de Tiririca justifica o recebimento da denúncia, anteriormente rejeitada, para início da ação penal. A denúncia sobre o analfabetismo do candidato foi feita por ÉPOCA (clique aqui para ler).
Segundo o juiz, "a prova técnica produzida pelo Instituto de Criminalística (IC) aponta para uma discrepância de grafias", o que leva a uma razoável dúvida sobre uma das "condições de elegibilidade inseridas em declaração firmada pelo acusado no momento do pedido de registro de candidatura a deputado federal para concorrer às eleições 2010, por meio da qual afirma que sabe ler e escrever". O prazo para apresentação de defesa é de dez dias.
A denúncia foi recebida como complementação a uma outra, recebida em setembro, por omissão da declaração de bens no pedido de registro. A pena prevista para esse crime é de até cinco anos de reclusão e o pagamento de cinco a 15 dias-multa por declaração falsa ou diversa da que deveria ser escrita para fins eleitorais em documento público. Ainda cabe recurso ao TRE.
Além da denúncia oferecida pelo MPE na 1ª Zona Eleitoral, tramita no TRE de São Paulo um requerimento que contesta o registro de candidatura de Tiririca. O documento será analisado pelo juiz relator.

LL

Saiba mais

Outubro 6, 2010 Posted by | Brasil - Eleições 2010, eleições, Eleições 2010, jornalismo, política | Deixe um comentário

Tiririca, o candidato que não lê

Vários indícios sugerem que Tiririca não sabe ler nem escrever. A Constituição proíbe candidatos analfabetos

Victor Ferreira

  Reprodução

De acordo com a Constituição, os analfabetos são inelegíveis e, portanto, não podem se candidatar e receber votos. Por lei, os candidatos são obrigados a apresentar à Justiça Eleitoral um comprovante de escolaridade. Na ausência de comprovante, devem demonstrar capacidade de ler e escrever. Para registrar sua candidatura a deputado federal, Tiririca apresentou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo uma declaração em que ele afirma que sabe ler e escrever. Essa declaração, segundo as normas legais, deve ser escrita de próprio punho. Mas Tiririca, de fato, sabe ler e escrever? A suspeita é que não. Vários indícios permitem levantar essa desconfiança.

O humorista Ciro Botelho, redator do programa Pânico da rádio Jovem Pan, diz que escreveu sozinho o livro As piadas fantárdigas do Tiririca em 2006. A publicação é assinada só por Tiririca. Botelho diz que escreveu com base em histórias contadas por ele. “O Tiririca não sabe ler nem escrever”, afirma.

Saiba mais

Dois funcionários da TV Record também disseram a ÉPOCA que nos bastidores do programa humorístico Show do Tom, do qual Tiririca participa, é sabido que ele não lê nem escreve. De acordo com Ciro Botelho, o palhaço conta com a ajuda da mulher para decorar suas falas: “A mulher fica no camarim com ele e vai falando o texto. Ele vai decorando e conta do jeito dele”.

A reportagem de ÉPOCA acompanhou Tiririca por dois dias na semana passada. Viu o candidato dar autógrafos com uma grafia bem diferente da que aparece na declaração apresentada ao TRE, com letras redondas. Aos fãs, ele assina um rabisco circular ininteligível e desenha o que seriam as letras do nome de seu personagem. Em duas ocasiões, a reportagem deparou também com situações que demonstram que Tiririca tem, no mínimo, enorme dificuldade de leitura. No dia 21, a reportagem pediu para Tiririca ler uma mensagem de celular. Ele ficou visivelmente assustado diante do aparelho. O constrangimento do candidato só foi desfeito quando uma assessora leu o torpedo em voz alta. Minutos antes, referindo-se às críticas feitas a sua candidatura nos jornais, Tiririca dissera: “Eu não leio nada, mas minha mulher lê para mim”.

No dia 22, ÉPOCA fez um teste com Tiririca. Durante um almoço, pediu a ele para responder a perguntas da pesquisa Ibope sobre o Congresso. As duas primeiras questões foram lidas pela reportagem e respondidas normalmente por Tiririca. Em seguida, foi apresentado ao candidato um cartão para ele ler a terceira pergunta e as alternativas de resposta. Nesse momento, seus assessores o cercaram imediatamente. O filho de Tiririca, Éverson Silva, começou a ler a pergunta para o pai, mas a pesquisa foi interrompida pelos assessores com a alegação de que ele precisava almoçar e que a aplicação da pesquisa não fora combinada previamente. A cena pode ser vista em um vídeo no site de ÉPOCA.

Depois desse novo mal-estar, ÉPOCA tentou questioná-lo sobre sua alfabetização. Sua assessoria de imprensa não permitiu mais contatos. Ela diz que Tiririca sabe ler e escrever, mas os pedidos de um encontro com o candidato para que ele lesse um texto e encerrasse as dúvidas foram recusados. A assessoria disse que Tiririca está na reta final da campanha e ficaria “chateado por ter de provar que sabe ler”.

O que acontece com um candidato sobre o qual há dúvidas sobre sua alfabetização? “Se houver dúvidas, o juiz pode submetê-lo a um teste”, diz o advogado Fernando Neves, ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo Neves, essa prova é simples e visa apenas certificar a capacidade de ler e escrever do candidato. Se o candidato não conseguir provar que é alfabetizado, a jurisprudência da Justiça Eleitoral diz que a candidatura deve ser cassada.

Foto: Filipe Redondo/ÉPOCA



Outubro 6, 2010 Posted by | Brasil - Eleições 2010, eleições, Eleições 2010, jornalismo, política, Política Nacional e Internacional, SEGUNDO TURNO ELEIÇÕES 2010 | Deixe um comentário

Alencar é escolhido para coordenar 2º turno em Minas

Fonte: Epoca

Base aliada ao governo Lula escalou o vice-presidente José Alencar para uma simbólica coordenação da campanha em segundo turno de Dilma Rousseff em Minas Gerais

Redação Época, com Agência Estado

Saiba mais

Após a derrota de Hélio Costa na disputa pelo governo de Minas Gerais, que reabriu feridas internas na aliança entre PMDB e PT, a base aliada ao governo Lula escalou o vice-presidente José Alencar para uma simbólica coordenação da campanha em segundo turno de Dilma Rousseff no Estado. Mesmo enfrentando um agressivo tratamento de saúde, Alencar atendeu a um pedido do presidente para evitar a desmobilização no segundo maior colégio eleitoral do País.
Nesta terça-feira (5), durante mais de três horas, o vice comandou no seu escritório particular em Belo Horizonte uma reunião com as principais lideranças do campo lulista no Estado e indicou o tom a ser adotado: criticou a "hegemonia" de São Paulo e disse que a eleição de Dilma representa a volta de Minas ao comando do governo federal, alegando que o Estado está cansado de oferecer vice-presidentes. Ele também engrossou os afagos e o cortejo à candidata do PV, Marina Silva.
Em Minas, Dilma venceu com 46,98% (5,06 milhões de votos). Serra alcançou 30,76% (3,31 milhões) e Marina (PV), 21,25%, o que corresponde a 2,29 milhões de votos. Apesar de o ex-governador e senador eleito Aécio Neves (PSDB) ter apregoado empenho total na candidatura de Serra no segundo turno, os aliados de Dilma acreditam que ela pode repetir 2006 – quando Lula ampliou a vantagem sobre o então candidato tucano, Geraldo Alckmin. Numa ofensiva sobre os eleitores ‘aecistas’, Alencar afirmou que o governador Antonio Anastasia (PSDB) foi reeleito na onda do "Dilmasia".
"Pela lógica dos elevados interesses nacionais, digo que a vitória de Dilma consulta também aquilo que diga respeito ao interesse do governo de Minas, porque foi vitorioso com votos também da Dlima Rousseff", disse. "Isso aí é um fato", acrescentou. De acordo com o vice-presidente, a candidata petista, que nasceu em Belo Horizonte, mas fez carreira política no Rio Grande do Sul, é uma "mineira legítima" que "continua pronunciando ‘uai’ melhor do que nós que estamos aqui".
Para Alencar, "temos uma preocupação muito grande com a hegemonia de São Paulo por uma razão muito simples: São Paulo é a matriz econômica do Brasil, tem toda a força econômica nacional, é muito importante que as forças políticas estejam presentes contemplando o Brasil como um todo".

Encontro

O encontro reuniu cerca de 50 pessoas em um pequeno auditório. A ordem é manter a coalizão e abafar a disputa interna no PT entre o ex-ministro Patrus Ananias (PT), candidato a vice na chapa derrotada, e o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT), que não conseguiu se eleger para uma vaga no Senado.
O ex-prefeito e Costa, que empreenderam uma dura disputa no longo processo de definição do candidato a governador – no qual foi imposto o nome do peemedebista para não ameaçar a aliança nacional -, ficaram ainda mais distantes. A previsão de fracasso nas urnas recrudesceu entre os petistas o racha de 2008, quando o grupo de Pimentel se aliou a Aécio para eleger Márcio Lacerda (PSB) prefeito da capital mineira, num acordo que teve a oposição de Patrus.
Na semana passada, o ex-ministro acusou a aliança com os tucanos de ser a causa do enfraquecimento da militância petista em Belo Horizonte e região metropolitana. Na prática, Patrus e Pimentel já deflagraram a disputa interna de olho na eleição municipal de 2012.
Ladeado por Costa, Patrus e lideranças do PT, PMDB e PC do B, o vice presidente exortou o campo lulista se unir em torno de "causa nacional". "Uma causa que diz respeito ao interesse maior do nosso país e não de nenhum de nós especialmente". Pimentel e o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia (PSB) também participaram da reunião.
Marina
Alencar disse que, independentemente da decisão de Marina, é preciso aproveitar o exemplo da candidata do PV, a quem saudou pela "vitória" nas urnas. "Ela demonstrou muito valor nessa campanha, uma demonstração de que é aquela grande mulher brasileira da selva amazônica que encanta o mundo". O vice-presidente disse também que Marina "mereceu do presidente Lula todo prestígio, toda força, toda autoridade para fazer aquele trabalho admirável que ela fez".

Coordenação

Uma das estratégias dos aliados de Dilma em Minas é dividir a coordenação da campanha de forma setorial, designando lideranças para atuação específica junto a movimentos populares, entidades, sindicatos, entre outros. Alencar foi definido como o "inspirador" do grupo. "Não tem nome melhor para nos coordenar do que o José Alencar, que é filiado honorário do PT", afirmou o presidente do PT-MG, Reginaldo Lopes.
O vice-presidente lembrou que hoje retoma o tratamento quimioterápico em São Paulo, mas prometeu estar de "de coração presente" na campanha. "Tenho uma sessão pesada de quimioterapia amanhã. Então, se não der problema de efeito colateral muito forte, eu posso voltar para Belo Horizonte", explicou.

(DC)

Outubro 6, 2010 Posted by | Brasil - Eleições 2010, Campanha Eleições 2010, eleições, Eleições 2010, jornalismo, política, Política Nacional e Internacional | Deixe um comentário

Marina não turbinou a bancada de deputados do PV

Fonte: Com Marina

Só mais um blog do Colunas.epoca.globo.com

 

4:46 | ter , 5/10/2010 Mariana SanchesEleição Tags: deputados, José Luiz Penna, legenda, PV, Ricardo Izar, Roberto de Lucena, Roberto Santiago e Sinval Malheiros

Uma das expectativas dos dirigentes do PV ao convidar Marina Silva para entrar no partido era a de que ela provocasse uma enxurrada de votos em legenda e ajudasse o PV a fazer ao menos 25 deputados federais – o que o incluiria na lista de partidos médios, junto com PDT (que fez 28 deputados) e PSB (34 deputados). Em 2006, o partido conseguiu eleger apenas 13 deputados. Esse ano, Marina Silva surgia nas telas de TV sorrindo e pedindo votos nos deputados do partido. A estratégia dos verdes, no entanto, não deu certo. Agora, O PV fez só 15 parlamentares. 

Em São Paulo, isso rendeu ao PV 438 mil votos em legenda. É pouco. Para se eleger em São Paulo, o candidato precisava de pelo menos 304.533 votos. Logo, se contasse apenas com os votos da legenda, o PV teria eleito apenas um deputado no estado.

Em São Paulo, o PV conseguiu eleger seis nomes. Nenhum dos candidatos do partido, no entanto, teve mais do que 100 mil votos individualmente. As seis vagas garantidas na Câmara Federal por São Paulo são resultado do alto número de candidatos que o PV lançou no estado. Os 87 postulantes do PV conseguiram somar 1,7 milhão de votos. Um dos que contribuiu para aumentar o número de deputados do PV mas não se elegeu foi Luciano Zica. Zica veio do PT para o PV na mesma onda que trouxe Marina. Deputado veterano, sua eleição agora era dada como certa. Em vez de Zica, os seis eleitos são quadros tradicionais do PV ligados à administração tucana e kassabista em São Paulo. São eles: Ricardo Izar, José Luiz Penna, Roberto de Lucena, Roberto Santiago e Sinval Malheiros.

Por Mariana Sanches e Victor Ferreira

Outubro 6, 2010 Posted by | Brasil - Eleições 2010, Campanha Eleições 2010, eleições, Eleições 2010, jornalismo, política, SEGUNDO TURNO ELEIÇÕES 2010 | Deixe um comentário

Marina perdeu ganhando

Com uma campanha que misturou ecologia e fé, Marina sai da eleição maior do que entrou

Fonte: Epoca – Mariana Sanches

Com 19,5% dos votos válidos, Marina terminou a eleição presidencial em terceiro lugar, mas sai das urnas como uma liderança política nova e promissora. O porcentual de votos válidos de Marina é, entre os terceiros colocados, o maior em todas as eleições presidenciais realizadas desde a redemocratização. Ela superou o desempenho de Heloisa Helena, em 2006, Anthony Garotinho, em 2002, Ciro Gomes, em 1998, Enéas Carneiro, em 1994, e Leonel Brizola, em 1989. Sua votação foi superior inclusive à de Lula em 1989, que passou para o segundo turno contra Fernando Collor com 16% dos votos válidos.

O resultado, “excepcional”, segundo o cientista político André Singer, da Universidade de São Paulo (USP), a credencia a liderar uma nova força política de oposição. “Marina percebeu, antes de todos, a existência de um espaço na política e se colocou nele”, diz Singer. “Esse resultado eleitoral permite que ela inicie um trabalho de longo prazo, de organizar uma base social em torno de seu projeto.”

Marina conseguiu essa façanha depois de um longo calvário no governo Lula. À frente da pasta de Meio Ambiente, ela perdeu disputas e prestígio para a então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. As rusgas a levaram a deixar o PT, partido que ajudou a fundar. Cortejada pelo Partido Verde, que enxergou em Marina a possibilidade de superar a condição de nanico, ela resolveu lançar-se à disputa presidencial. Na campanha, defendeu uma agenda que mistura a preservação do meio ambiente com críticas ao “desenvolvimentismo”. É o tipo de discurso político que encontra mais fácil aceitação em países escandinavos, com alto índice de desenvolvimento humano. Mesmo lá, onde as preocupações com o estômago não costumam se sobrepor às demais, políticos “pós-materialistas” sofreram revés depois que o mundo foi sacudido pela crise econômica de 2008.

Em um país com 15% de pobres na população, segundo cálculo da Fundação Getúlio Vargas, Marina ousou defender a interrupção de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em favor do meio ambiente e a instalação de placas solares nos tetos das casas populares. Isso torna seu sucesso eleitoral um caso ainda mais singular – que pode também estar relacionado ao perfil religioso de Marina. “A Marina é uma mistura de ecologismo com fé na Assembleia de Deus. Ela não é bem um personagem pós-moderno europeu. É um fenômeno peculiar”, diz o cientista político Jairo Nicolau, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

Época

A CANDIDATA
Marina Silva em frente ao Congresso, em foto tirada em maio

Marina superou sérias limitações para fazer campanha. O PV é um partido pequeno, sem democracia interna, muito desigual regionalmente e dirigido há mais de dez anos por José Luiz de França Penna, cujo cargo político mais relevante foi o de vereador em São Paulo. Marina disse que preferia estar só a ser incoerente e, por isso, optou por não fazer coligações nacionais. Isso deu a ela exíguos 83 segundos de propaganda eleitoral gratuita na TV. Marina estava mais próxima às condições de competição do nanico Plínio de Arruda, do PSOL, do que de seus principais adversários. Dilma Rousseff teve o equivalente a 7,5 vezes o tempo de TV de Marina. O tucano José Serra teve cinco vezes mais tempo. Mesmo na internet, a campanha de Marina enfrentou problemas. Nos dias que antecederam a eleição, o site do PV ficou fora do ar porque a quantidade de acessos era superior a sua capacidade.

Saiba mais

Marina também não pôde contar com palanques estaduais. O PV lançou 11 candidatos a governador. Mas, exceto por Fernando Gabeira, no Rio de Janeiro, nenhum deles conseguiu mais que 2% nas pesquisas (nas urnas, o desempenho foi um pouco melhor. Fábio Feldmann em São Paulo, por exemplo, obteve pouco mais de 4% dos votos). No Rio de Janeiro, Marina obteve índices superiores aos de Gabeira. Lá, ela teve 31% dos votos. Gabeira, 20%. Logicamente, se alguém era ajudado quando ambos subiam ao palanque, esse alguém era Gabeira.

O resultado de Marina surpreendeu até mesmo os velhos caciques do PV, que achavam que sua campanha serviria basicamente para dar uma turbinada na magra bancada na Câmara (o partido tinha 15 deputados na última legislatura). O futuro político de Marina dependerá agora de sua capacidade de reformar e expandir o PV. O partido, na avaliação de alguns dos integrantes, tem uma imagem boa junto aos eleitores, a despeito de sua estrutura e comando frágeis.

Para conseguir mais espaço na política nacional, Marina precisará também ampliar sua base para outros grupos sociais. Nesta campanha, ela conseguiu, predominantemente, votos na classe média urbana, conectada à internet e jovem. O perfil religioso e a origem pobre de Marina podem facilitar a conquista de outras fatias do eleitorado. Entre agosto e setembro, as intenções de voto em Marina entre os evangélicos cresceram 7 pontos. É um sinal de que Marina tem potencial para expandir seu eleitorado. Se ela conseguir pintar de verde grotões e favelas, Marina, em outras eleições, poderá ser mais que uma terceira via.

>> Mais informações sobre a campanha de Marina no blog Com Marina

Outubro 6, 2010 Posted by | Brasil - Eleições 2010, Campanha Eleições 2010, eleições, Eleições 2010, jornalismo, política, SEGUNDO TURNO ELEIÇÕES 2010 | Deixe um comentário

Agradecimento aos internautas amigos e leitores – o Blog do Noticiário RJ on line é Blog Destaque do WordPress.com

O Noticiário RJ on line, Blog editado por mim, jornalista Rosely Pellegrino, agradece imensamente aos internautas a grande conquista de atingir 42.168 visitas, no dia de hoje, e mais, de ter recebido o reconhecimento do WORDPRESS, que levou o meu trabalho a ser BLOG DESTAQUE na página de abertura do site oficial do WORDPRESS. COM

Valeu!!! Muito obrigada a todos.

Wordpress virada

Blog destaque para site Valeu !!!

Outubro 5, 2010 Posted by | eleições, Eleições 2010, jornalismo, política, política externa e política internacional, social | Deixe um comentário

Cabral: vamos continuar na direção que está dando certo

Fonte: Blog Alexandre Felipe

Publicada por: Redação | 29 de setembro de 2010 – 10:11 AM

Blog Sérgio Cabral

O governador Sérgio Cabral afirmou que, se reeleito, seguirá pacificando comunidades e implementando políticas públicas que melhorem a vida da população do Rio de Janeiro. Na noite desta terça-feira (28/09), Cabral participou, na TV Globo, do último debate do primeiro turno da eleição.

O governador e candidato à reeleição, Sérgio Cabral, no debate da Rede Globo. Foto: Nelson Perez/Divulgação

– Nós viramos uma página no Rio de Janeiro. E o nosso compromisso é continuar melhorando. Vamos avançar com a pacificação de comunidades e com políticas públicas que deem ao povo do nosso estado a qualidade de vida que ele merece. Vamos continuar nesta direção que está dando certo – disse o governador.

Cabral destacou a importância da segurança para o sucesso de outras políticas públicas. E reafirmou que pacificará todas as comunidades que ainda estejam dominadas por criminosos, nos próximos quatro anos.

– Sem paz, todas as demais conquistas ficam prejudicadas. Temos um plano de metas que reduziu crimes como homicídio e roubo a veículos em todo o estado, não apenas nas regiões em que existem UPPs. Posso garantir à população que, até 2014, não haverá nenhuma comunidade no estado do Rio de Janeiro sob o controle de bandidos, sejam eles traficantes ou milicianos – afirmou o governador.

Ele ressaltou ainda os avanços da sua gestão na área da saúde:

– O nosso governo mudou a trajetória da saúde no Rio de Janeiro, que vinha seguindo um caminho muito ruim. Estabelecemos práticas que o estado não tinha, como a compra por pregões eletrônicos, a maneira mais impessoal de se fazer aquisições, em qualquer área. Além disso, fizemos mais de 40 UPAs 24h, reformamos o Hospital Alberto Torres, em São Gonçalo, fizemos o Hospital da Mulher, em São João de Meriti, renovamos os tomógrafos de toda a rede estadual e compramos ressonância magnética – resumiu.

Durante uma hora e meia, Cabral prestou contas do seu governo e expôs propostas para um segundo mandato.

FINANÇAS

“Nós pegamos o estado com menos de R$ 100 milhões em caixa. Atualmente, temos R$ 10 bilhões, recebemos o grau de investimento de uma importante agência de risco internacional e pagamos em dia os servidores. Quando assumimos o governo, o servidor do estado recebia o seu salário no 15º dia do mês seguinte. Agora, no primeiro dia útil do mês, todos os aposentados do estado recebem e, no segundo dia útil, pagamos todos os servidores. Isso por conta do saneamento que fizemos nas contas públicas.”

SEGURANÇA

“A segurança é o nosso maior desafio desde o primeiro dia de governo. As demais políticas públicas, para serem implementadas com sucesso, precisam de investimentos na segurança. Sem paz, todas as demais conquistas ficam prejudicadas. Hoje, temos um plano de metas que reduziu crimes como homicídio e roubo a veículos em todo o estado, não apenas nas regiões em que existem UPPs. A polícia está motivada e a população reconhece. Eu posso garantir à população que, até 2014, não haverá nenhuma comunidade no estado do Rio de Janeiro sob o controle de criminosos.”

COMBATE ÀS MILÍCIAS

“No último ano do governo anterior, cinco milicianos haviam sido presos. Nós já prendemos mais de 500. Colocamos líderes de milícias na cadeia, inclusive em presídios de segurança máxima. Estamos enfrentando tanto o tráfico de drogas quanto a milícia.”

TRANSPARÊNCIA NA SAÚDE

“O nosso governo mudou a trajetória da saúde no Rio de Janeiro, que infelizmente vinha seguindo um caminho muito ruim. Estabelecemos práticas que o Governo do Estado não tinha, como a compra por pregões eletrônicos, que é a maneira mais impessoal de se comprar em qualquer área. Antes do nosso governo, não se comprava por meio dessa modalidade. Hoje, já são mais de quatro mil aquisições feitas dessa forma. Como funciona? O Brasil inteiro participa, na tela do computador, ninguém sabe quem está participando e é qualificado aquele que tem o menor preço.”

UPAS E HOSPITAIS

“Nós fizemos mais de 40 UPAs 24h, reformamos o Hospital Alberto Torres, em São Gonçalo, fizemos o Hospital da Mulher, em São João de Meriti, renovamos os tomógrafos de toda a rede estadual, compramos ressonância magnética. Mas ainda há muito o que fazer”.

TRENS E METRÔ

“Depois de mais de duas décadas de abandono, temos trens novos chegando para metrô e SuperVia. No próximo ano, teremos a frota da SuperVia renovada em mais de 40%. E, até 2014, ela será 100% nova. Vamos ainda reformar as estações. Tudo isso significa menos da metade do tempo atual de espera nos trens e no metrô.”

SANEAMENTO

“O Rio de Janeiro foi o terceiro estado do Brasil, nos últimos anos, a crescer em relação ao tratamento de esgoto. Estamos com mais de R$ 1,5 bilhão em investimentos, em todo o estado, para o abastecimento de água e o tratamento de esgoto. Hoje, somente a Estação Alegria, que fica perto da Linha Vermelha (no bairro do Caju), trata mais esgoto do que 18 capitais brasileiras, ajudando a diminuir a poluição na Baía de Guanabara.”

OLIMPÍADAS

“Nós vencemos um desafio que parecia impossível. No passado, por duas vezes o Rio de Janeiro tentou ganhar o direito de sediar as Olimpíadas e não conseguiu. Eu disse o tempo inteiro para os membros do Comitê Olímpico Internacional: mais importante do que fazer um grande evento é deixar um legado para a população.”

PARCERIA

“O conceito de parceria foi fundamental para termos conquistado o direito de sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Parceria com o governo federal, com as prefeituras… O povo precisa que o dinheiro público seja investido em saúde, educação e segurança. Precisa de união. Quando as autoridades brigam, quem perde é a população.”

Outubro 1, 2010 Posted by | eleições, Eleições 2010, jornalismo, política | Deixe um comentário