Noticiário RJ on line

As melhores notícias com Rosely Pellegrino

“A Cura da Terra” de Eliane Potiguara está na Feira Internacional do Livro de Guadalajara

(La Curación de la Tierra)

O editor Gil Vieira Sales da Editora do Brasil está em Guadalajara, na maior Feira Literária da América Latina.

A escritora Eliane Potiguara em sua página do Facebook, publicou fotos no evento e falou de sua alegria por estar participando deste grande evento literário: “Publiquei com a Editora do Brasil o meu livro atualíssimo "A Cura da Terra . Que alegria e honra vê-lo nesta Feira. Meu livro está na primeira prateleira.”

“Nós, da equipe do Noticiário RJ desejamos Sucesso, para esta grande guerreira da literatura brasileira.

Parabéns Eliane por mais esta realização.” Jornalista Rosely Pellegrino, editora deste blog de notícias.

Dezembro 1, 2016 Posted by | Feiras e Eventos, jornalismo, literatura | , , | Deixe um comentário

Surgimento da Rádio Rebelde – Resposta à Manipulação da Mídia de Massa.

Artigo de Maria Goreth Nagime

Maria Goretti Nagine 90 anos de Fidel“Neste ano tive a grande honra de ser convidada a escrever para um livro histórico pelos 90 anos de Fidel, com artigos de autores de todo o mundo. Honra ainda maior por ter sido um projeto de Marília Guimarães e por assinar junto ao maior jurista brasileiro, Juarez Tavares. Esta honra não cabe no meu coração. Hoje reli meu primeiro rascunho do artigo do livro e resolvi postar. Espero que gostem.” Maria Goreth Nagine

90 Surgimento da Rádio Rebelde

Cada ser humano vítima de abuso ou exploração reflete em sua força e sensibilidade os incidentes que sofreu. A cicatriz e a resistência são beleza e motivo de orgulho. Da mesma forma, um país vítima de abuso e exploração tem sua beleza maior em sua história de resistência.

No “Território de Cuba Livre da Sierra Maestra”, em 1958, surgiu a Rádio Rebelde. Era um sistema próprio de rádio-difusão dos guerrilheiros.

A mídia convencional chamava as tropas de Fidel Castro de “bandidos insignificantes” e alardeava falsas vitórias do exército oficial sobre as forças rebeldes. Os cubanos não se identificavam ideologicamente e não acreditavam nas falsas notícias. Então simplesmente viravam o dial de seus rádios para sintonizar a Rádio Rebelde e terem informações sem censura.

Quase sessenta anos se passaram e a estrutura da mídia convencional é semelhante. A serviço do capital, a mídia de massa divide os países e líderes mundiais entre amigos e inimigos. Os amigos da mídia são os amigos das elites, das desigualdades, dos setores historicamente privilegiados. Setores que só pensam em sua rentabilidade e não no futuro da sociedade.

Os inimigos da mídia são os grandes líderes com a mensagem de não-submissão. Líderes que se justificam ao emancipar e dar poder a seus seguidores. Os governantes que se identificam com os governados.

“Como um seguidor de Martí, penso que chegou a hora de assumir os próprios direitos, não de pedi-los; conquista-los, não implorar por eles. De tais viagens, ou não se tem retorno, ou se retorna com a tirania decapitada aos pés.” Assim disse Fidel pouco antes da revolução vitoriosa. Um novo tempo chegava depois dos tantos anos de submissão em que os Estados Unidos frequentemente enviavam tropas para reprimir revoltas e assegurar lealdade cubana aos interesses norte-americanos. Também controlavam Cuba diretamente, através de seus representantes, o que incluiu reconhecer Batista – que atendia aos interesses norte-americanos – como presidente legítimo após um Golpe.

Depois da vitória, a importância de continuar a tradição anticolonialista de Jose Martí atravessou fronteiras. Cuba foi transformada em uma oferta de esperança aos revolucionários e Fidel foi reconhecido como porta-voz. Em um discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, Che Guevara ofereceu o apoio de Cuba para as lutas de libertação do Terceiro Mundo.

Surgiu uma nova onda de representantes de esquerda na América do Sul, impulsionados pelos movimentos sociais. A política predatória dos Estados Unidos desencadeou ali também a resistência: era necessário recuperar a autonomia e os recursos naturais. E essas representações latinas se tornaram uma ameaça tão grande ao sistema quanto Fidel Castro.

Mas as antigas oligarquias defendem seus privilégios. Sua principal arma novamente é a manipulação produzida pela mídia de massa.

Milhões são gastos todos os dias em programas em que a mídia criminaliza a luta contra o neoliberalismo, colonialismo e imperialismo. Ficam claros os duplos padrões políticos quanto a conceitos de Democracia e Direitos Humanos dependendo dos interesses em explorar petróleo, terras e recursos naturais do país de que se fala. Quanto mais resistente em entregar os recursos, pior se fala da administração do país. O objetivo da imprensa é a alienação do cidadão. E muitas vezes as mentiras prevalecem até serem desmentidas pela História.

Na Venezuela, após um Golpe de Estado, os golpistas agradeceram publicamente à imprensa pela ajuda no Golpe. No Equador, quando o presidente foi perguntado sobre o que acha de a imprensa dos Estados Unidos tratá-lo como inimigo, respondeu: “Conhecendo a imprensa Norte-Americana, eu estaria mais preocupado se falassem bem de mim”.

A manipulação interessa aos setores que não tem como prioridade o bem estar de todos os humanos. Querem a permanência das diferenças sociais porque lhes favorecem. Mas de forma curiosa e paralela, contrariando todos os altíssimos investimentos em manipulação, uma nova forma de pensamento, pautada na igualdade social, surgiu e disseminou-se na América Latina.

Na Bolívia, Equador, Venezuela, Paraguai e Brasil toda a mídia de massa foi completamente hostil aos candidatos simpáticos ao ideal de libertação de Simon Bolívar. Mesmo assim os candidatos à esquerda venceram as eleições presidenciais. Tudo indica que não há como parar o ideal revolucionário. “Tentaram nos enterrar, mas não sabiam que éramos sementes”.

Fidel Castro é reconhecido como precursor. Em um encontro de líderes do hemisfério em Trinidad, por exemplo, a maioria dos sul-americanos recusou-se a assinar qualquer documento na ausência de Cuba. A mídia de massa, é claro, não viu com bons olhos. De nada adianta. A cultura de não-submissão cresce cada vez mais a cada dia, como se cada cidadão estivesse em Cuba em 1958, incrédulo com a manipulação da imprensa, trocando o dial de seu rádio para ouvir a Rádio Rebelde.

Novembro 30, 2016 Posted by | cultura, jornalismo, literatura | , , | Deixe um comentário

Poesia de Eliane Potiguara chega a New York através do lançamento de Um Novo Brasil

A escritora, poeta e mulher guerreira Eliane Potiguara chega em New York, ela gravou seus poemas e textos em vídeo para a equipe Americana responsável por Brazil Night with Americas Quarterly que acontecerá em New York, breve.

Fotos:Luisa Leme/AMERICAS QUARTERLY

Outubro 19, 2016 Posted by | cultura, jornalismo, literatura, projeto cultural, social | , | Deixe um comentário

5 de setembro, DIA INTERNACIONAL DA MULHER INDÍGENA

Em homenagem ao dia da mulher indígena, o texto de Eliane Potiguara “O ATO DE CRIAÇÃO: o começo da cura!”

 

O ato de criação é um ato de amor. Amor a si mesmo, amor ao próximo, amor à natureza. Seja criar um texto, uma música, uma pintura ou qualquer outra arte. Mas para se chegar até aí, muitos caminhos foram bloqueados, muitas águas envenenadas tivemos que tomar; muitos fantasmas tivemos que enfrentar. Permanecemos como um rio que morre, que não corre e não ecoa ao encontrar-se com as pedras. Nos tornamos uma fome desesperada pelo novo, se enfraquecendo a nossa fecundidade. Enfim um caminho árido e infértil. Estivemos enclausurados dentro de nós mesmos. Mas não aguentamos mais e damos um basta! É hora de criar pacientemente o novo! Aí soltamos as amarras que sufocam a nossa alma, o nosso "ânima", a nossa essência para que os pássaros possam cantar de novo dentro de nosso espírito. Parece tudo muito simples. Mas não é. Reencontrar-nos com nosso ser selvagem, com nossa intuição, com nosso ser sutil, com nossos ancestrais, com nossa força interior é um desafio diário, principalmente quando a força externa impõe condicionantes sociais, psicológicos, político-econômicos maléficos, que lançam as sementes da enfermidade da alma e que lá na frente se transformam em enfermidades da mente e do corpo. Nosso corpo pode estar doente, porque nossa alma o está. E temos que buscar a cura do espírito, a cura do "ânima". Somente nós mesmos podemos fazer isso, assim como somente nós mesmos, podemos sentir o ato do nascimento, quando nascemos, e ato da morte, quando morremos. São atos só nossos. Ninguém pode senti-los. Por isso quando morre um parente indígena, seus pertences são todos depositados em sua tumba. Somos seres coletivos, mas antes temos nossa individualidade, inclusive nossa solidão, como no ato do pensar e da escrita. Nos tempos atuais, é hora do desafio. Extirpar o monstro que nos mata no dia-a-dia é dura tarefa. Primeiro se sofre calado. Há os que se acostumam com a dor, a opressão e a repressão social e política, desembocando no desequilíbrio ou na loucura. Mas há os que clamam, depois de invernos. Há os que berram ! Neste momento, abre-se uma porta. A mudança dentro de nós só se dá, quando identificamos o inimigo interno (às vezes o inimigo somos nós mesmos ) e o rejeitamos, seja da maneira que for. Então podemos parecer loucos, mas no ato de "vomitar" é que está a transformação do espírito para o novo homem, para a nova mulher! Sofremos e não estamos aqui para sofrer. O Criador oferece grandes dádivas de vida para seu filho, senão ele não criaria tantas belezas, tantos mares, planícies, céus, montanhas, pássaros, seres humanos, ad infinitum… E quando o homem selvagem e a mulher selvagem gritam dentro de nós querendo voltar para a casa primitiva é chegada a hora da mudança. Atente para significado de selvagem e primitiva que nada tem a haver com historiografia, mas sim com interior humano, âmago, essência espiritual, ser sutil, a casa da alma, ancestralidade. Quando perdemos os tesouros de Deus e ficamos desnudos e damos um basta, é chegada a hora da criação. Ficamos quietos, sentimos solidão, solidão que parece que mata, que maltrata, mas necessária. E entramos em outras esferas superiores e sagradas. Esse selvagem sagrado que foi resgatado e que já estava dentro de nós e não sabíamos, está também nos "recriando" e nos enchendo de amor e nos fortalecendo. Nasce a criatividade. E renascemos. E florescemos para o futuro. O processo de criação emana de algo que surge e que vai crescendo em nosso âmago, é como um novo amor em nossos corações. Vai crescendo e não temos rédeas para segurá-lo. É um vulcão. É a (r) evolução do espírito. É o êxtase. É o insight para o novo ser humano"(a)". E esse único ato de criação é o suficiente para alimentar um oceano, assim como o leite doce e materno de uma jovem mãe é o suficiente para trazer de volta um ser nascido prematuramente. No ato da criação se dá a purificação do espírito, do "ânima", da alma e consequentemente a purificação do corpo e a extirpação de velhos tumores, velhos fantasmas… O termo purificação não está ligado a facções religiosas ou conotações cristãs. O termo refere-se ao ser primeiro, ao ser sutil, à compreensão simples de que a vida precisa ser vivida com amor, dignidade e que o amor, a compreensão, o diálogo e cooperação são os alicerces para o novo homem , a nova mulher. O processo anterior à criação – o sofrimento, o coração endurecido, o " ânima" esfacelado – é agora neutralizado e transformado em pó, diante da grandiosidade da BUSCA pela transformação e purificação do espírito. Tudo isso é simplesmente política, a política da existência. CRIEMOS, então… porque a criação é um ato divino que tende a mudar consciências, formar opiniões, suavizar o individualismo que ronda às mentes. E a mulher indígena que passou por toda a sorte de massacres ao longo da história, condicionadas ao medo e ao racismo, sobrevivem porque são criativas, xamãs, visionárias, curandeiras, guerreiras e guardiãs do planeta. Seu inconsciente coletivo ancestral refloresce a cada ato de criação delas, porque elas são capazes de beijar as cicatrizes do mundo, num ato de caridade. E a palavra delas é sagrada como a terra que dá o alimento ao próximo, alimento da CURA em todos os sentidos. . IDENTIDADE PERDIDA Amanhã é o último dia que venho aqui Vou prestar as contas Vou tirar essas roupas sujas E vou lavar minha alma Acho que vou ser feliz Ou então vou viver na inércia da própria existência.

Setembro 5, 2016 Posted by | jornalismo, literatura | , , | Deixe um comentário

Di Bonilho+ marca a volta do estilista e artista plástico na TV+Maricá

Foto Di Bonilho Programa Di Bonilho+, a revista eletrônica feita para você,  estreia nesta quinta-feira, as 22h, WebTV http://www.tvmaismarica.com.br/inicial

Cenário do Programa Di Bonilho+

Di Bonilho é mais para você

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O estilista e artista plástico Di Bonilho traz em sua bagagem muito glamour e experiência que promete bombar as noites de quinta-feira pela TV+Maricá, em seus anos de TV já passou pelo sofá da Hebe no SBT (na histórica campanha contra o HIV) produzindo um vestido de noiva de preservativos abalando o Brasil com sua criatividade e irreverência.

Na BAND comandou o programa com muita bom gosto e com a sua irreverência e humor debochado, marca registrada do apresentador, na InterTV (TV Globo região dos Lagos) repetiu o sucesso através do Programa "Sedas e Alfinetadas", agora marca sua volta a TV com o Programa Di Bonilho+, trazendo de volta o formato de sua revista eletrônica de artes, moda, cultura, dicas, atualidades, turismo, gastronomia, entrevistas com convidados e muito mais, com produção de Rosely Pellegrino (editora deste blog de notícias).

Todas as quintas-feiras a partir das 22:00 na TV+Maricá  http://www.tvmaismarica.com.br/inicial

Clicks de algumas entrevistas…

O Programa está Imperdível, vale a pena conferir!!!

Di Bonilho  Entrevista com Tom Lima e Cacique Tupã da Aldeia da Mata Verde Bonita Di Bonilho  Entrevista com Lezirée Rejane

Di Bonilho  Entrevista com o jornalista Paulo Celestino

Julho 26, 2016 Posted by | arte, beleza, Circulando em Maricá com Fabiano Medina, culinária, cultura, Entretenimento, jornalismo, Lazer, literatura, Maricá, Moda, musica, Programa Di Bonilho+, Revista Eletrônica de Maricá, social, turismo, TV+Maricá, TVmaisMaricá | , , , , , , , | Deixe um comentário

Thiago de Menezes homenageia Aloysito Maria Teixeira, ex-Deputado Federal por ativismo cultural

O escritor e jornalista Thiago de Menezes, presidente da Federação das Academias de Letras e Artes do Estado de São Paulo – FALASP homenageou o empresário e ex-deputado Federal Aloysito Maria Teixeira com Medalha e Honrarias entregues pela entidade pelos serviços prestados pelo hoteleiro ao turismo e à cultura. A homenagem aconteceu na noite da última quinta-feira, dia 14 de julho, em concorrido jantar assinado pelo Chef Gilberto Brambini no Copacabana Praia Hotel. Aloysito recebeu o Diploma TIRADENTES e o Mérito "Lúcia Lambertini" que foi acompanhado de autógrafos da segunda edição do livro ‘Desvendando o Sítio do Pica-Pau Amarelo’, de autoria de Thiago de Menezes, que havia feito, no mesmo dia, palestra comemorativa de sua trajetória na tradicional “Academia Brasileira de Belas Artes- ABBA”, entidade que é Órgão Consultivo do Governo Federal. Entre os presentes, a jornalista e colunista política do eixo Rio – BrasíliaYacy Nunes, o colunista social Renato Oliveira, mais casais de amigos do casal anfitriãoJoana Cabral Maria Teixeira e Aloysito, ela conhecida Patronesse de muitos almoços beneficentes e culturais. O jantar foi destaque em muitas colunas sociais, destacando-se a deGilberto Amaral, em Brasília, a de Yuri Antigo, em São Paulo mais o site Passaporte Carioca.

ALOYSITO homenagem de THIAGO MENEZES copa praia hotel ALOYSITO JOANA THIAGO MENEZES homenagem e livro

ALOYSITO JOANA THIAGO MENEZES homenagemAloysito Maria Teixeira, conhecido e festejado constituinte e empresário da Rede Hoteleira é filho homônimo do Desembargador Aloysio Maria Teixeira (antigo Dono do Copacabana Praia Hotel), que era um carioca honorário e sempre lembrado pela comunidade cultural, que fez do direito sua grande paixão. Desde os 40, quando já era juiz, e depois, como desembargador, publicou vários livros sobre o tema, entre eles, "A criança e a questão social", "A influência da igreja no direito", "Justiça e misericórdia" e "A missão do Poder Judiciário". Fundador da PUC de Petrópolis, Aloysio Maria Teixeira foi presidente do Tribunal de Justiça do Rio nos governos Negrão de Lima e Chagas Freitas, onde foi responsável pelas obras que deram ao fórum o formato que tem hoje. Também foi presidente do Tribunal Regional Eleitoral. Ao se aposentar, foi diretor do BNH e da Caixa Econômica Federal. Foi amigo de políticos como Juscelino Kubitschek, Carlos Lacerda, Ulysses Guimarães, Leonel Brizola, José Sarney e Tancredo Neves. Este último foi homenageado por ele com um almoço em seu hotel em 1984, depois do histórico comício que o então candidato no Colégio Eleitoral fez em Ipanema.

Fonte: Assessoria de Imprensa da ALMAN


(Fotos: Mikaela Cabral)

Julho 22, 2016 Posted by | jornalismo, literatura, social | , , , , | Deixe um comentário

ABBA comemora os 20 anos do Acadêmico Thiago de Menezes na academia

Convite: ACADEMIA BRASILEIRA DE BELAS ARTES

ABBA Fundada a 20 de abril de 1948, Órgão Consultivo do Governo Federal por força da Lei 1.101 de 12 de maio de 1950, e de entidade de utilidade pública, pela Lei 837 do Município do Estado do Rio de Janeiro.

A Presidente da ACADEMIA BRASILEIRA DE BELAS ARTES – ABBA convida V.Exa. e Exma. Família para comemoração dos 20 anos de ingresso do escritor, jornalista e artista plástico Thiago de Menezes como Acadêmico da ABBA. Na ocasião, o mesmo pronunciará alocução sobre temas e vultos paulistas, reverenciando algumas personalidades que serão homenageadas, entre outras, com os Diplomas “Honraria Ulysses Guimarães” e “Governador Carvalho Pinto” da FALASP, mais “Tiradentes”, do ICFU. Em seguida, o Acadêmico irá autografar a segunda edição de seu livro“Desvendando o Sítio do Pica-Pau Amarelo”, que fala sobre o pioneirismo da TV nas décadas de 50 e 60.

14 de julho de 2016 (quinta-feira), às 16 horas.

Rua Teixeira de Freitas nº 5 – 3º andar (Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro), esquina de Augusto Severo, Glória, Rio de Janeiro – RJ.

Traje: Social completo (convidados e homenageados) – Solicitamos o uso do Medalhão, ‘joia da Academia’ – não se faz necessário o uso da capa acadêmica.

Julho 14, 2016 Posted by | Academia Brasileira de Belas Artes, Associações, cultura, jornalismo, literatura, social | , , , , , , | Deixe um comentário

Prefeito de Maricá abre oficialmente Festival Internacional da Utopia

Fonte: Texto: Willian Chaves (edição: FSB Comunicação) | Fotos: Fernando Silva e Rosely Pellegrino

Na abertura do Festival Internacional da Utopia, evento realizado pela Prefeitura de Maricá na Barra de Maricá e em outros locais da cidade, o prefeito Washington Siqueira (Quaqua) deu as boas vindas às caravanas de todo país e da América Latina ao lado de Aleida Guevarra, médica cubana e filha de Ernesto Che Guevara, João Pedro Stédile, do MST, e da Deputada Estadual Rosângela Zeidan.

Serão cinco dias com a participação de pensadores internacionais, artistas, escritores, sindicalistas, movimentos sociais, populares e da juventude discutindo ações progressistas com uma programação distribuída em várias tendas pela cidade contemplando debates, feiras de literatura, feira da agricultura familiar, música e arte. Cerca de 1.500 pessoas acompanharam a abertura oficial do Festival, na tenda dos Pensadores.

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"Nós vivemos num tempo onde temos lutado por aquilo que é possível. Quando convocamos o Festival da Utopia foi para pensarmos e para provar para as pessoas que devemos lutar pelo impossível. E a nossa Utopia é ter uma escola de qualidade em tempo integral, distribuição de renda e riquezas, meios de comunicação democráticos e a participação popular efetiva. Essa é a Utopia da nova sociedade, essa é a nossa Utopia", disse Quaqua.

DSCN8939DSCN8955Aleida Guevara traçou uma análise etimológica da palavra utopia e defendeu posicionamentos importantes na inserção social das pessoas. “É necessário que tenhamos uma Utopia Socialista de discussão com as pessoas com uma distribuição igualitária de bens para que os cidadãos desempenhem, em harmonia, os trabalhos. O povo nos reconhece com dignidade e transparência quando agimos em sintonia e com a participação dele. Assim, ganhamos o respeito. Utopia é como a fome zero no Brasil. Ela não acontece ser não fizermos uma reforma agrária. A terra é do povo. Temos de fazer da nossa terra uma propriedade coletiva”, afirma Guevara que também lembrou emocionada a participação de um médico cubano na condução da tocha olímpica na cidade de Lagoa Grande (PE). Aleida Guevara também é medica pediatra.

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DSCN8926DSCN8931O líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, João Pedro Stédile, defendeu mais ações efetivas para combater as desigualdades. “Temos que pensar alternativas para combater o capitalismo explorador. Não basta gritarmos “Viva o Socialismo”! Temos que ter propostas concretas para que o povo lute conosco para mudar as desigualdades”, assegura. 

As programações acontecem por toda cidade. Na Barra, concentram-se as tendas da diversidade, tenda dos trabalhadores e a tenda dos pensadores, além do palco principal para apresentações musicais. No centro, na Praça Orlando de Barros Pimentel, estão a feira de reforma agrária, a feira literária e o encontro internacional de teatro. A programação completa pode ser conferida pelo www.festivaldautopia.com.

 

Saiba mais:

Fonte Brasil de Fato: Rute Pina

Aleida Guevara: "Do que vale uma esquerda que não é reconhecida pelo povo?"

Durante a conferência de abertura do Festival da Utopia, a ativista também comentou a aproximação entre os EUA e Cuba

A ativista Aleida Guevara (ao centro) em mesa de abertura do Festival da Utopia, em Maricá (RJ) - Créditos: Norma Odara/Brasil de Fato A ativista Aleida Guevara (ao centro) em mesa de abertura do Festival da Utopia, em Maricá (RJ) / Norma Odara/Brasil de Fato

A fragilidade e fragmentação da esquerda na América Latina foi criticada pela ativista cubana Aleida Guevara durante seu discurso na conferência de abertura do 1º Festival Internacional da Utopia, que está acontecendo em Maricá (RJ) a partir desta quarta (22).

Para ela, a esquerda deve basear suas ações nas demandas concretas do cotidiano das pessoas e deve aprender com as populações mais carentes e com os povos tradicionais. “Temos que ser mais firmes, coerentes e responsáveis. (…) Temos que ganhar o respeito de quem nos escuta. Do que vale uma esquerda se ela não é reconhecida pelo povo?”, questionou.

A pediatra, que é filha do guerrilheiro Che Guevara, disse acreditar que o grande erro das esquerdas da região é se dividir “em pedacinhos”. “Há uns 20 partidos que se dizem de esquerda, mas que não se unem pelos objetivos comuns. Se não juntarmos nossas forças, não venceremos nunca”, afirmou.

Aleida ainda criticou a postura das forças progressistas que ocuparam o Estado. “Tomamos o poder e não mudamos as leis criadas pela burguesia. Assim, não conseguiremos fazer nenhuma transformação profunda”, criticou.

Na mesa também estava o dirigente nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stedile, e o prefeito do município de Maricá, Washington Quaquá (PT).

Relações entre Cuba e EUA

A ativista criticou ainda o governo estadunidense e a recente reaproximação dos EUA com Cuba, que ela classificou como uma “utopia do inimigo”.

“Eles têm, há séculos, a utopia de se unir à ilha. É seu sonho irrealizável. E agora estão mudando os métodos. Eles perceberam que cometeram erros com o povo cubano, trataram a revolução cubana com um bloqueio criminal. E agora falam de abrir novas negociações”, afirmou.

Aleida acredita que uma possível normalização da relação entre os dois países só será possível com a extinção da lei que facilita a permanência dos cidadãos cubanos ilegais, “os únicos no planeta que tem esse privilégio”, com o fim do bloqueio econômico e com o fechamento da base naval estadunidense em Guantánamo.

“Eles terão que seguir sonhando com essa utopia, porque não é possível de maneira alguma acabar com a revolução cubana”, sentenciou a ativista.

Aleida definiu a palavra utopia como "o desejo de dar sentido à vida e a busca por um mundo melhor, mais solidário e mais justo”.

Modelos de Estado

Durante sua fala, Stedile afirmou que o maior desafio para os setores progressistas é o questionamento do modelo de Estado que se deseja a partir de um debate que pense diferentes temas de maneira "correlata".

Para ele, o capitalismo enlatou questões, e a esquerda abandonou questões como a cultura e meio ambiente.

“Temos que apresentar uma formulação sobre o meio ambiente, por exemplo. Fomos salvos por um papa, que produziu a melhor conteúdo programático sobre essa questão”, brincou. "Uma sociedade utópica que é diferente de sonho. É uma sociedade baseada na justiça, na solidariedade e na igualdade", disse o dirigente.

Para o prefeito de Maricá, Washington Quaquá, os setores progressistas têm lutado pelo possível, dada a injustiça e concentração de riqueza, mas são parte de uma esquerda “fez e questionou muito pouco”.

“Aquilo que queremos desenhar da nossa sociedade é possível se a gente se largar os horizontes utópicos. (…) Eles dizem que a história acabou, mas o socialismo nunca vai acabar enquanto pessoas morrerem nas ruas por causa de frio. Enquanto uma pessoa morrer por injustiça, o socialismo estará vivo”, disse.

Junho 23, 2016 Posted by | civismo, culinária, cultura, direitos humanos, Festival da Utopia, jornalismo, justiça, literatura, manifestação popular, Maricá, meio ambiente, moradia, musica, palestra gratis, projeto social, shows e eventos, social, turismo | | Deixe um comentário

Editora Matarazzo lança livros no Rio de Janeiro reunindo escritores colunáveis

A Editora MATARAZZO, de São Paulo, está convidando para o lançamento, no Rio de Janeiro, dos livros "VAMOS FALAR DO RIO DE JANEIRO" e "VIAJAR É A MELHOR COISA DO MUNDO", quinta-feira, dia 16 de junho, na Blooks Livraria em Botafogo à partir das 19 horas.

Convite livros RIO Ed Matarazzo No livro "VIAJAR É A MELHOR COISA DO MUNDO", entre outras, destacam-se as crônicas reportagens O SRI LANKA E SUAS MARAVILHAS, descrita por Thiago de Menezes, que é presidente da ‘Federação das Academias de Letras e Artes do Estado de São Paulo – FALASP’ e da ‘Ordem Honorífica Cultural Brasil Sri Lanka’; NA PENÍNSULA ARÁBICA: O SULTANATO DE OMÃ, descrita por Sylvia Roriz de Carvalho, que é presidente da ‘Confederação dos Felinos do Brasil’ e VIVENDO A ESLOVÁQUIA, descrita por Vera Lúcia Gonzalez Teixeira, que é presidente da tradicional ‘Academia Brasileira de Belas Artes – ABBA’. Os três são membros da ACONBRAS, que é a Associação dos Cônsules no Brasil e possuem vivência e trânsito internacional e integram, ainda, a “Ordem Honorífica Cultural Brasil Eslováquia”. Há, no livro, também a interessante crônica VIAJANDO PELA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO, descrito pelo professor Washington Santos, que é vice-presidente da ‘Câmara de Indústria e Comércio Brasil/República Democrática do Congo’

Dentre os escritores temos:

Helcio Hime e Thiago de Menezes Helcio Hime e Thiago de Menezes

Vera Gonzalez Vera Lúcia Gonzalez Teixeira, presidente da tradicional ‘Academia Brasileira de Belas Artes – ABBA’

Sylvia Roriz de Carvalho – Acadêmica da “Academia Brasileira de Belas Artes” e Membro da “ACONBRAS – Associação dos Cônsules no Brasil”

Ex – Vice Cônsul Honorário da República do Suriname para o Estado do Rio de Janeiro, o escritor Thiago de Menezes, que mantém, ainda, relações estreitas com vários países é um verdadeiro apaixonado pela ‘Cidade Maravilhosa’ onde residiu por onze anos e ingressou em entidades como a ‘Academia Carioca de Letras’ e a ‘Academia de Letras do Estado do Rio de Janeiro’. Menezes declara seu amor em "VAMOS FALAR DO RIO DE JANEIRO", fazendo uma apologia ao símbolo máximo do glamour da cidade, que é o Hotel Copacabana Palace que aparece descrito na crônica BELMOND COPACABANA PALACE.

"VAMOS FALAR DO RIO DE JANEIRO" traz ainda BELEZA NÃO CUSTA NADA, descrita por Vera Hime tradutora e escritora, já tendo escrito três romances, uma novela, e mais de cinquenta contos (a maioria publicados em revistas de circulação nacional); ARPOADOR, SEMPRE!, descrita por Isa Chloris, escritora e roteirista, autora de “Norberto e outros amores”, homenageada pela União Brasileira de Escritores e FALASP é uma mineira apaixonada pelo Rio de Janeiro, sendo sobrinha de Carlos Drumond de Andrade e de Ibrahim Sued, figura icônica da cidade. Já a crônica AMANHECENDO COPACABANA apresenta Helcio Hime, que nascido e criado em Copacabana, é ator, cantor, empresário, tradutor e escritor, vencedor de vários concursos como o Prêmio Hans Christian Andersen de Literatura do Governo Dinamarquês e Academia Brasileira de Letras e o Prêmio SEBRAE de Melhor Empresa, entre outros.

“Em nome da Equipe do Noticiário RJ on line, parabenizo os  amigos ensejando sucesso”. (Rosely Pellegrino)

Junho 14, 2016 Posted by | jornalismo, literatura, social | , , , , , | Deixe um comentário

Luau da Utopia lota a praia em Barra de Maricá

Texto: Jorge André (edição Marcelo Ambrosio) | Fotos: Clarildo Menezes e Wavá de Carvalho

A segunda edição do Luau da Utopia, realizada no último sábado (26/03), em frente à Rua 13 na Barra de Maricá lotou a areia. O evento integra o pré-lançamento do Festival Internacional da Utopia, que acontece entre os dias 22 e 26 de junho e, devido às fortes chuvas do início do mês, foi destinado a arrecadar alimentos não perecíveis, além de roupas e brinquedos para as famílias que foram atingidas. Desenvolvido pela Secretaria Executiva de Políticas Sociais, o projeto reuniu centenas de jovens na praia. Para o secretário municipal executivo Alexandre Rodrigues, a festa reúne jovens de diversas idades do município e fomenta a expectativa para o festival. “Este é o segundo luau e ver a juventude participando de forma tão ativa é um incentivo ainda maior para a realização do evento”, afirmou.

a galera lotou a praia da Barra de Maricá no Luau da Utopia Solidário em MaricáPedro Gerolimich, Andrea Cunha Lula da Silva, Milena Soares Teixeira e Wavá de  Carvalho

Luau da Utopia 4Luau da Utopia 1

Mariana Mello, Pedro Tatuí, Davi Rocha e a galera jovem do Luau da UtopiaLuau da Utopia 3

Wavá de Carvalho, Amaury Vicente e Alexandre RodriguesLuau da Utopia 2

Luau da Utopia 5Bia Lula da Silva no Luau da Utopia na Barra de Maricá

Marcelle Vieira, Adriana Costa e Carlos Alves.O hap embalando a galera

Felipe Benicá, Mariana Caruso, Andrea Cunha, Janine Sousa e Jaime FernandesA programação começou com uma apresentação de zumba através da Academia Jimp, e seguiu com a participação de grupos de rap e DJs. No Espaço Lounge, os participantes encontravam uma mesa de frutas e recebiam massagens para relaxamento muscular. Para entrar no espirito da festa, um dos espaços também disponibilizava pinturas fluorescentes. Todo o lugar estava decorado com balões e tochas, além de luzes coloridas.

A estudante Ana Clara Mendonça, 17 anos, participou pela segunda vez do luau. Para ela, este é um dos eventos que deve ser realizado com mais frequência na cidade. A estudante afirmou ainda que no primeiro participou mais pela curiosidade, mas desta vez convidou vários amigos. “Acho simplesmente maravilhoso”, afirmou.

O luau da Utopia não ficou restrito aos jovens. Embora a média de idade estivesse na casa dos 20 anos, muitos que passaram desta faixa etária também marcaram presença. O autônomo Marcos Antônio de Miranda, 47 anos, participou pela primeira vez e não poupou elogios. “No primeiro evento fiquei meio com o pé atrás para vir, achei que ficaria deslocado, mas quando vi que também tinham pessoas mais velhas participando resolvi vir. Muito bom, parabéns”, comentou.

 

Março 29, 2016 Posted by | cultura, Dança, jornalismo, Lazer, literatura, Maricá, musica, shows e eventos | , | Deixe um comentário