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Primeiro poço de Lula Alto está produzindo 36 mil barris por dia, diz Petrobras

A Petrobras anunciou oficialmente nesta terça-feira, 16, o início das operações do navio-plataforma (FPSO) Cidade de Maricá, na bacia de Santos, com três semanas de antecedência em relação ao cronograma previsto anteriormente. De acordo com a diretora de Exploração e Produção (E&P) da Petrobras, Solange Guedes, o primeiro poço de Lula Alto está produzindo 36 mil barris por dia, um ritmo de produção mais intenso do que a média verificada na bacia de Santos, de menos de 30 mil barris por dia.

  O lançamento do FPSO Cidade de Maricá foi tratado pela diretoria da Petrobras como um marco dos dez anos da exploração do pré-sal, e por isso a comparação entre o ritmo de produção do pré-sal foi feita, de forma favorável, em relação a antigos sistemas de produção da companhia. Hoje, a perfuração de um poço pode ser feita em menos de 30 dias, segundo ela.

Solange também destacou que a companhia idealizou projetos para um ambiente de negócios com o petróleo a menos de US$ 30 o barril, e por isso a companhia está preparada para enfrentar os desafios atuais. "Não estou negligenciando o desafio que é voltar a este patamar (petróleo abaixo de US$ 30 o barril), mas quem fez uma vez sabe o caminho", afirmou a executiva.

10 anos

A diretora de Exploração e Produção da Petrobras salientou ainda que em 2016 a estatal comemora 10 anos da descoberta de petróleo na camada do pré-sal. "Estamos diante de um momento muito significativo no pré-sal", disse. "Depois de longa expectativa, conseguimos atravessar o pré-sal, que se mostra efetivamente produtivo", afirmou.

No fim de 2015, a estatal chegou a produzir 26 mil barris por poço, tendo 25 poços em atividade. "É um ativo que todas as companhias almejam ter", informou Solange Guedes.

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Fevereiro 17, 2016 Posted by | jornalismo, Maricá, Petroleo e Gás, pré-sal | | Deixe um comentário

Petrobras apresenta em Maricá, relatório de impacto da exploração do pré-sal na Bacia de Santos

Texto: Fernando Uchôa (edição: Marcelo Ambrosio) | Fotos: Fernando Silva

Encontro foi marcado para discutir o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (Rima)

Representantes da Petrobras, da empresa Mineral, e do Ibama apresentaram nesta terça-feira (13/05), na quadra do Esporte Clube Maricá, o Estudo de Impacto Ambiental  (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (Rima), produzidos para embasar a atividade de produção e escoamento de petróleo e gás natural do pré-sal da Bacia de Santos.  A audiência pública foi exigida pela Secretaria Municipal de Ambiente de Maricá e é uma etapa do processo de licenciamento necessário para que a exploração possa ser conduzida.

O objetivo do pedido foi o de fazer com que a estatal do petróleo fornecesse explicações às autoridades municipais e à própria população sobre os impactos ambientais, econômicos e sociais que as operações do pré-sal poderão trazer para o município.  Feita a apresentação, na fase seguinte a Prefeitura encaminhará à Petrobras as observações e correções já levantadas pela secretaria. Segundo o secretário municipal de Ambiente, Tiago de Paula, foram detectadas importantes omissões em aspectos relevantes do documento.  "Para um estudo para os próximos 30 anos, o levantamento não inclui projetos futuros, o que é imprescindível", avaliou.

A audiência pública foi conduzida pelo analista ambiental do Ibama João Carlos Nóbrega, pelo engenheiro da Petrobras André Pinto, e por técnicos da Mineral, empresa contratada para as pesquisas ambientais.  Em relação aos impactos, três novos programas preventivos foram divulgados: Monitoramento Ambiental (influência sobre ecossistemas marinhos); Controle de Poluição (controle e diminuição das fontes de poluição por gases, líquidos poluentes e lixo produzido por navios-plataforma) e Educação Ambiental (integração e articulação das ações educativas com participação dos grupos sociais afetados pela exploração, como pescadores e maricultores). 

Moradores e pescadores se mostraram apreensivos com os riscos de poluição, não só na costa, mas em ecossistemas como as Ilhas Maricás, situadas a quatro quilômetros da faixa litorânea  e um viveiro de crustáceos, moluscos e da chamada "fauna acompanhante" (peixes de passagem topo da cadeia alimentar local). Cobraram a realização de novas audiências e o monitoramento em conjunto das condições do ecossistema. Segundo os técnicos da Petrobras, no entanto, em 28.800 simulações com correntes oceânicas realizadas na área de influência de até 10 km de costa no entorno do campo, não se verificou a probabilidade de impacto – dada a distância até as bases de produção (situada a 200 km da orla). Imagens do trabalho de exploração e produção no Pré-Sal projetam o emprego de 13 navios-plataforma (FPSO). A Bacia de Santos abrange três bacias hidrográficas – Santos, Guanabara e Sepetiba – alcançando 20 municípios dos estados de São Paulo e Rio, incluindo Maricá (cuja confrontação, para efeito de royalties, é de 49%). O poço de Tupi/Lula é o mais produtivo, com a previsão de um milhão de barris em seu pico de produção.

Representantes da Petrobras, da empresa Mineral, e do Ibama conduziram a audiência pública

Objetivo da reunião foi fornecer detalhes às autoridades municipais e à própria população sobre os impactos que as operações do pré-sal poderão trazer

Maio 16, 2014 Posted by | jornalismo, meio ambiente, Petroleo e Gás, pré-sal | | Deixe um comentário

Mais portos no litoral do Rio de Janeiro

Institucional | Brasil Econômico | Capa | BR
10.02.2014

PRÉ-SAL
O aumento de produção de petróleo mobiliza duas cidades litorâneas na busca de investimento em infraestrutura. Em Maricá, o terminal de R$ 6 bilhões está em fase final de licenciamento. Macaé iniciou audiência pública para projeto de R$ 900 milhões .P11

Projetos de portos avançam em cidades do litoral do Rio

Institucional | Brasil Econômico | Brasil | BR
"O porto é um projeto muito importante e pode mudar o perfil da cidade de Maricá, com potencial de geração de emprego e atração de uma série de empreendimentos para seu entorno" Washington Quaquá Prefeito de Maricá

  "A estrutura de apoio às plataformas está estrangulada efaz mais sentido constrinr uma nova base aqui, onde a indústria já está instalada, do que levar a indústria para outro lugar"  Dr. Aluízio  Prefeito de Macaé.

Maricá e Macaé se mobilizam para licenciar terminais para suportar o crescimento da produção do pré-sal

Redação

O crescimento da produção do pré-sal cria expectativa em duas cidades do litoral fluminense, que esperam deslanchar projetos portuários para atender à demanda da indústria do petróleo. Em Maricá, na região metropolitana do Rio, a prefeitura prevê para abril a concessão da licença ambiental do porto da DTA, projeto de R$ 6 bilhões, desenvolvido para receber parte da produção da maior província petrolífera brasileira. Em Macaé, a 180 quilômetros da capital, está em fase de consulta pública projeto da Queiroz Galvão, orçado em R$ 900 milhões, para a construção de um porto para apoio à atividade de exploração e produção em alto mar.

"É um projeto muito importante e pode mudar o perfil de Maricá, com potencial de geração de emprego e atração de uma série de empreendimentos para seu entorno", diz o prefeito de Maricá, Washington Quaquá (PT). Localizada em frente aos maiores campos de petróleo do país, a cidade já foi escolhida como porta de entrada do gás natural produzido no pré-sal, por um gasoduto que conectará as plataformas ao Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) na vizinha Itaboraí. O porto, diz o prefeito, será um passo adiante para transformar a proximidade com o pré-sal em oportunidades de negócios no município.

O projeto terá a capacidade para receber 850 mil barris de petróleo por dia e prevê a construção de tanques para armazenar a produção e de um estaleiro de reparos para embarcações de apoio à indústria petrolífera. Além disso, está projetado um terminal de contêineres. A prefeitura negocia ainda a ampliação do aeroporto local, para o transporte de trabalhadores às plataformas. Atualmente, os embarques são feitos no aeroporto de Jacarepaguá, no Rio, e de Macaé, base de operações da Petrobras para a Bacia de Campos, hoje a maior produtora brasileira de petróleo.

"A estrutura de apoio às plataformas está estrangulada e faz mais sentido construir uma nova base aqui, onde a indústria já está instalada, do que levar a indústria para outro lugar", comenta o prefeito de Macaé, Dr. Aluízio (PV).

As operações da Petrobras são hoje concentradas no Porto de Imbetiba, na área central da cidade, que tem seis berços de atracação e uma enorme fila de espera de navios que levam mantimentos e equipamentos para plataformas em alto mar. O novo terminal foi projetado para ocupar uma área de 400 mil m 2 no bairro de São José do Barreto, na Zona Norte da cidade, com uma plataforma marítima de 90 mil metros quadrados a dois quilômetros da costa.

O projeto prevê capacidade para a atracação simultânea de até 14 embarcações e mira, além da produção na Bacia de Campos, a prestação de serviços para a porção norte da Bacia de Santos, que hoje é atendida pelo Porto do Rio e precisa ser ampliada no futuro. Com uma produção de 346 mil barris de petróleo por dia, a província do pré-sal, que se estende de São Paulo ao Espírito Santo, deve atingir a marca de 2,1 milhões de barris por dia em 2020, segundo projeções da Petrobras. Além da base da Petrobras, Macaé se dia a maior unidade de tratamento de gás natural da companhia, que também deve receber produção do pré-sal.

Os dois projetos enfrentam resistência de entidades ambientalistas. Em Maricá, explica Quaquá, foi feita uma modificação no projeto para reduzir o impacto na costa da Ponta Negra. "A área do porto é uma área que já foi um campo de golfe, não tem mata nativa", diz o prefeito, acrescentando que a prefeitura quer fomentar a criação de um polo industrial na região. Em Macaé, a prefeitura propõe, como medida compensatória, a transformação em unidade de conservação ambiental de uma área de 3,5 quilômetros de costa, na mesma região.

Um terceiro porto, já em obras, disputa com os dois empreendimentos a atenção das companhias petrolíferas. O porto do Açu, projeto iniciado por Eike Batista em São João da Barra, litoral Norte do estado, também tem previsão de áreas para recebimento de petróleo e base de apoio a plataformas.

"O porto é um projeto muito importante e pode mudar o perfil da cidade de Maricá, com potencial de geração de emprego e atração de uma série de empreendimentos para seu entorno"

Washington Quaquá

Prefeito de Maricá

"A estrutura de apoio às plataformas está estrangulada efaz mais sentido constrinr uma nova base aqui, onde a indústria já está instalada, do que levar a indústria para outro lugar"

Dr. Aluízio

Prefeito de Macaé

Fevereiro 10, 2014 Posted by | jornalismo, Maricá, Petroleo e Gás, pré-sal, setor naval | , | 1 Comentário

Informações sobre ocorrência na plataforma P-20

Petrobras informa que a produção da plataforma P-20, localizada na concessão de Marlim, na Bacia de Campos, permanece interrompida após incêndio ocorrido no final da tarde desta quinta-feira (26/12). No mês de novembro esta unidade operacional produziu 22 mil barris de petróleo por dia.

 
Imediatamente após o ocorrido, a Petrobras instaurou uma comissão de investigação formada por gerentes, representantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e dos empregados. Esta equipe encontra-se a bordo da unidade com o objetivo de apurar as causas do incidente.
Ao mesmo tempo, outra equipe de engenharia foi deslocada para a P-20 para preparar, no menor tempo possível, um cronograma com todas as ações necessárias para o pleno retorno à operação.
A Petrobras reitera que os dois trabalhadores, atendidos ontem na enfermaria, passam bem. O trabalhador que sofreu torção no pé encontra-se em Macaé para melhor avaliação médica.
Informa também que todos os sistemas e procedimentos de segurança funcionaram conforme previsto durante a emergência e a habitabilidade da unidade de produção está plenamente preservada.
A companhia mantém informadas as autoridades competentes quanto à evolução dos trabalhos.

Gerência de Imprensa/Comunicação Institucional

Dezembro 28, 2013 Posted by | jornalismo, Petroleo e Gás | , | Deixe um comentário

P-55 deixa o estaleiro em Rio Grande e segue rumo à Bacia de Campos

A plataforma P-55 saiu ontem, 6 de outubro, do Estaleiro Rio Grande 1 (ERG-1), localizado na cidade de Rio Grande (RS), após serem concluídos os serviços de integração dos módulos e comissionamento da plataforma, conclusão dos testes e inspeções para obtenção das certificações necessárias.

6/10/2013-Plataforma P-55 deixa o Estaleiro Rio Grande rumo ao campo de Roncador, na Bacia de Campos. Foto: Agência Petrobras.

A semissubmersível P-55 está entre as 9 novas unidades que serão instaladas nos campos de petróleo em 2013, contribuindo para o aumento da produção de petróleo e o alcance da meta de produção de 2,75 milhões de barris por dia, prevista para 2017.
Com capacidade para produzir 180 mil barris de petróleo e tratar 4 milhões de metros cúbicos de gás por dia, a plataforma P-55 entrará em operação ainda em 2013 e é uma das maiores semissubmersíveis do mundo e a maior construída no Brasil.
Projeto integrante do Módulo 3 do Campo de Roncador, localizado na Bacia de Campos, a P-55 ficará ancorada a uma profundidade de cerca de 1.800 metros e será ligada a 17 poços, sendo 11 produtores e seis injetores de água. A exportação de petróleo e gás natural da plataforma será realizada por dutos submarinos acoplados à unidade.
A obra gerou cerca de 5 mil empregos diretos e 15 mil indiretos e alcançou o índice de 79% de conteúdo nacional, proporcionado principalmente pelo fato de a construção e a integração terem sido feitas totalmente no Brasil. A edificação da plataforma foi realizada em duas partes construídas de forma simultânea, casco e topside, e posteriormente unidas.
O casco da unidade teve as atividades executadas no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Pernambuco, de onde seguiu para o ERG-1, em Rio Grande (RS), para continuidade dos serviços. No ERG-1, foram feitas as instalações do convés e dos módulos, bem como a integração dos sistemas da plataforma. A construção dos módulos de Remoção de Sulfato e Compressão de Gás também foi feita no local; já os módulos de Remoção de CO2, Compressão Booster e TEG foram construídos em Niterói (RJ) e, quando concluídos, transportados até Rio Grande.
A operação que acoplou as duas grandes partes da plataforma (convés e casco), chamada de DeckMating, é considerada o marco mais desafiador da construção da unidade e uma das maiores já executadas no mundo, em função do peso da estrutura (17 mil toneladas) e a altura a que foi levantada (47,2 metros). A manobra foi realizada dentro do dique-seco do ERG-1, em junho de 2012.

O tempo de reboque da P-55 até a Bacia de Campos será de aproximadamente 12 dias, quando iniciarão os procedimentos para ancoragem da unidade e interligação aos 17 poços.
Dados da P-55:
Processamento de petróleo: 180 mil barris/dia
Tratamento de gás: 4 milhões m3/dia
Conteúdo Local: 79%
Tratamento de água de injeção: 48 mil m/dia
Geração elétrica: 100 MW
Profundidade de água: 1.800 m
Número de linhas de ancoragem: 16
Número de risers: 42
Tripulação: 100 pessoas
Peso total da plataforma: 52 mil toneladas
Aérea total: aproximadamente 10 mil metros quadrados.
Altura total: 130 metros
Geração de empregos: 5 mil diretos e 15 mil indiretos

Gerência de Imprensa/Comunicação Institucional

Outubro 7, 2013 Posted by | jornalismo, Petroleo e Gás | , , | Deixe um comentário

Queiroz Galvão firma contrato de US$ 3,5 bilhões para afretar FPSOs em Maricá e Saquarema

FPSOs vão operar no Campo de Lula, pré-sal da Bacia de Santos. Contrato foi fechado com consórcio operado pela Petrobras.

Do G1, no Rio

A Queiroz Galvão Óleo e Gás (QGOG) e parceiros firmaram contratos com o consórcio BM-S-11, operado pela Petrobras, para afretamento e operação de dois FPSOs: Cidade de Maricá e Cidade de Saquarema, informou a companhia nesta segunda-feira (15). Segundo a QGOG, o valor total dos contratos, que terão duração de 20 anos, é de cerca de US$ 3,5 bilhões.

Segundo a companhia, as unidades pertencerão e serão operadas pela joint venture formada entre as empresas QGOG, SBM Offshore, Mitsubishi Corporation e Nippon Yusen Kabushiki Kaisha (NYK Line).

Os FPSOs vão trabalhar no Campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos, e são similares ao FPSO Cidade de Ilhabela, com capacidade diária de produção de óleo de 150 mil barris e de 6 milhões de metros cúbicos por dia de gás.

O Cidade de Maricá tem entrega prevista para o final de 2015, enquanto o Cidade de Saquarema deve ser entregue no início de 2016.

Campo de Atlanta

Em janeiro, a Queiroz Galvão Exploração e Produção anunciou para o segundo semestre de 2013 o início da perfuração de três poços no campo de Atlanta, na Bacia de Santos, um deles apenas para coleta de informações sobre o campo, com previsão de obter o primeiro óleo no segundo semestre de 2014.

Segundo o diretor de Produção da Queiroz Galvão, Danilo Oliveira, a expectativa de produção é de 12 mil barris de óleo por dia, seis em cada poço "na pior das hipóteses" , mas a companhia trabalha com uma produção de 24 mil barris por dia, de acordo com simulações e estudos feitos pelos antigos operadores, Shell e Chevron.

Julho 16, 2013 Posted by | jornalismo, Maricá, Petroleo e Gás, pré-sal | | Deixe um comentário

Reajuste de Preço do Diesel

A Petrobras informa o reajuste de 5% no preço de venda do diesel nas refinarias, a vigorar a partir da 0:00h de amanhã (06/03/13).

O preço do diesel, sobre o qual incide o reajuste anunciado, não inclui os tributos federais CIDE e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS.

Esse reajuste foi definido, levando em consideração a política de preços da Companhia, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo.

Gerência de Imprensa/Comunicação Institucional

Março 5, 2013 Posted by | Petroleo e Gás | , | Deixe um comentário

Petrobras envia nota a imprensa sobre vazamento no Campo de Marlim na Bacia de Campos

Nota à imprensa
3 de março de 2013

Comunicado à imprensa

A Petrobras informa que, durante a madrugada deste domingo (03/03), estancou o vazamento na árvore de natal molhada do poço MRL-131, localizado no Campo de Marlim na Bacia de Campos. Para a resolução do problema, foram realizadas intervenções planejadas utilizando embarcações especiais, com o auxílio de equipamentos submarinos do tipo ROV (Veículo de Operação Remota). Seguindo o planejamento traçado pelas equipes técnicas multidisciplinares, a sonda SS-47 está iniciando os trabalhos no poço para complementar a operação.

A Marinha, IBAMA e ANP já foram informados sobre tal situação.

Gerência de Imprensa/Comunicação Institucional

Março 4, 2013 Posted by | jornalismo, meio ambiente, Petroleo e Gás | | Deixe um comentário

Petrobras informa – Reajuste de Preços de Gasolina e Diesel

A Petrobras informa o reajuste nos preços de venda nas refinarias dos derivados abaixo, a vigorar a partir da 0:00h do dia 30 de janeiro de 2013:

Produtos
Reajuste (*)

Gasolina A
6,6%

Diesel
5,4%

(*) média Brasil
Os preços da gasolina e do diesel, sobre os quais incide o reajuste anunciado, não incluem os tributos federais CIDE e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS.

Esse reajuste foi definido levando em consideração a política de preços da Companhia, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo.

Gerência de Imprensa/Comunicação Institucional

Janeiro 30, 2013 Posted by | jornalismo, Petroleo e Gás | | Deixe um comentário

Petrobras atinge recorde de processamento de petróleo

A Petrobras atingiu, em 1º de janeiro de 2013, recorde de processamento de petróleo nas suas refinarias. A carga refinada foi de 2,111 milhões de barris, volume cerca de 10 mil barris/dia superior ao recorde anterior, ocorrido em 12 de agosto de 2012. A marca foi alcançada respeitando as diretrizes de confiabilidade operacional das instalações, bem como os princípios de Segurança, Meio Ambiente e Saúde.
O resultado atingido contribui para a redução da importação de derivados e foi obtido graças aos investimentos para o aumento da eficiência operacional das refinarias e ao trabalho integrado da Petrobras.

Gerência de Imprensa/Comunicação Institucional

Janeiro 9, 2013 Posted by | jornalismo, Petroleo e Gás | Deixe um comentário