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Documentos secretos sobre Ovnis serão abertos em junho, diz Defesa

Decisão foi tomada após reunião entre ministério e comissão de ufólogos.
Registros sobre luzes incomuns nos anos 1970 serão disponibilizados.

Fonte: Cíntia AcayabaDo G1, em Brasília

O Ministério da Defesa vai liberar para consulta pública em junho documentos classificados como "secretos" ou "ultrasecretos" que envolvem Objetos Voadores Não Identificados (Ovnis), informou ao G1 o coronel Alexandre Spengler, coordenador do Serviço de Informação ao Cidadão da pasta.

Segundo ele, entre os documentos que serão disponibilizados estão os da Operação Prato, da Força Aérea Brasileira, classificados como "ultrassecretos". A operação, realizada entre 1977 e 1978, verificou a ocorrência de luzes na região da cidade de Colares, no Pará. Entre os documentos, há relatos de pilotos da FAB sobre as luzes e fotos de radar.

Reunião no Ministério da Defesa entre militares e integrantes de comissões de ufólogos (Foto: Divulgação / Ministério da Defesa)Reunião no Ministério da Defesa entre militares e integrantes de comissões de ufólogos (Foto: Divulgação / Ministério da Defesa)

A decisão de divulgar os documentos foi tomada após reunião realizada nesta quinta-feira (18) entre a representantes do Ministério da Defesa e integrantes da Comissão Brasileira de Ufólogos. “É a primeira vez que um Ministério da Defesa de um país senta-se à mesa com ufólogos”, afirmou Ademar Gevaerd, presidente da Comissão Brasileira de Ufólogos.

Segundo Gevaerd, cerca de mil pessoas da região de Colares foram afetadas pelas luzes, das quais 400 tiveram que passar por tratamento e quatro morreram.

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“Se efetivamente, a Defesa entregar todos os seus arquivos, nós vamos ter ainda mais subsídios para conhecer esse fenômeno e mostrar à sociedade o que aconteceu”, disse.

De acordo com o coronel Alexandre Spengler, desde a regulamentação da Lei de Acesso à Informação, em maio de 2012, a Defesa recebeu 107 pedidos de entidades ligadas à ufologia para a divulgação de documentos – 65 para a Força Aérea Brasileira, 26 para o Exército, nove para a Marinha, cinco para a adminisitração central do ministério e dois para a Escola Superior de Guerra.

Desses 107, 26 foram atendidos e o restante foi indeferido porque se alegou que já estavam disponíveis no Arquivo Nacional, porque não existiam ou porque eram considerados secretos.

A Lei de Acesso à Informação prevê que todos os órgãos revisem seus documentos secretos para verificar a possibilidade de abri-los até junho de 2014. “A Defesa vai se antecipar e abrir documentos secretos em junho deste ano”, disse Spengler.

Segundo o coronel, o Exército afirmou que não tem documentos sobre o evento conhecido como "ET de Varginha", em 1996 em Minas Gerais, porque se extraviaram ou foram destruídos, como é previsto em lei.

Abril 19, 2013 Posted by | jornalismo, Planeta, Planeta Terra, Ufologia, Universo | Deixe um comentário

Cientistas alertam sobre fragilidade diante de supertempestade solar

Fonte: Agência O Globo


Sol visto por um telescópio de raios X. Supertempestade ocorre a cada 200 anos, segundo especialistas
Foto: Agência O Globo Sol visto por um telescópio de raios X. Supertempestade ocorre a cada 200 anos, segundo especialistas

RIO- O mundo terá um aviso com antecedência de apenas 30 minutos quando a supertempestade solar mais forte desde 1859 atingir a Terra, revelam cientistas. Tempestades solares que mereçam esta classificação ocorrem a cada 200 anos. Como a última causou transtornos ao nosso planeta em 1859, os cientistas já se preparam para o evento, que poderia paralisar as redes de comunicações, incluindo GPS e telefones celulares.

A Academia Real de Engenharia da Grã-Bretanha disse que a explosão de radiação maciça é inevitável e que o governo deve criar um conselho de clima espacial. A entidade iria dirigir e supervisionar a estratégia do governo para lidar com a tempestade solar, a qual poderia provocar apagões, tirar de operação um em cada 10 satélites, além de interromper a navegação de aeronaves e outros meios de transporte. Embora eventos climáticos solares aconteçam em intervalos regular, a Terra não experimentou uma supertempestade desde o início da era espacial.

Na ocasião do último evento extremo, no século XIX, a Terra foi atingida por uma onda de partículas energéticas após uma grande explosão solar. A radiação causou faíscas em postes telegráficos e incêndios. Em todo o mundo, o céu noturno foi iluminado por efeitos semelhantes aos da aurora boral. Mas naquela época não havia satélites em órbita ou microchips sensíveis no caminho das partículas.

A supertempestade solar teria sido letal para os astronautas da Missão Apollo, caso tivesse ocorrido quando eles estavam na Lua.

Atualmente, um satélite já envelhecido, chamado Advanced Composition Explorer (ACE), fornece, com cerca de 15 minutos antecedência, um aviso de Ejeção de Massa Coronal – uma enorme nuvem de plasma de partículas carregadas, a mais perigosa durante uma tempestade solar.

Os cientistas estão preocupados com o que vai acontecer se o Ace falhar. A substituição de Ace, chamado Discover, deve ser lançado pela agência espacial americana, a Nasa, apenas no ano que vem.

Nasa anuncia tempestade solar mais forte até agora em 2013

A Nasa anunciou que o domingo foi marcado pela tempestade solar mais forte até agora em 2013. O incremento nas atividades solares, porém, não causou maiores transtornos à Terra.

A tempestade foi classificada como do tipo M, que é de intensidade média.

As erupções solares são classificadas pelos cientistas conforme seu brilho em raios-X um um determinado intervalo de comprimento de onda. As de classe X são grandes erupções, que podem desencadear a suspensão de diversas atividades eletromagnéticas e afetar a comunicação da Terra. As de classe M são erupções de média intensidade e afetam sobretudo os polos, podendo haver rápidos bloqueios nas emissões de rádio. Já as de classe C são pequenas erupções e não afetam a Terra.

Equipamentos de monitoramento da atividade solar já indicaram que não houve ejeção de material coronal.

Apesar disso, houve alguns efeitos na Terra. A radiação UV da explosão provocou uma onda de ionização na alta atmosfera terrestre, que pode ser percebida por algumas pessoas que escutavam rádio na Europa e na América do Norte.

ATIVIDADE INTENSA

O Sol tem ciclos de atividade de 11 anos, em que se alternam períodos mais intensos e outros de calmaria. O pico de atividade do ciclo atual está previsto para este ano.

"Em 1989, uma tempestade solar causou a queda na rede elétrica no Canadá. A consequência mais comum, porém, é a intensificação dos fenômenos luminosos conhecidos como auroras austrais e boreais, que ficam visíveis mais longe dos polos.

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Prepare-se: tempestades solares fortes estão chegando – Galileu

Cientistas afirmam que, em 2013, estaremos mais vulneráveis ao fenômeno.

Fevereiro 22, 2013 Posted by | jornalismo, meio ambiente, Planeta Terra | | Deixe um comentário

Moradores dizem que viram ‘bola de fogo’ no céu do interior do RJ

Fonte G1 Região dos Lagos e Lei Seca Maricá

Moradores de Maricá entraram em contato com o Jornal Lei Seca Maricá e dizem que viram uma bola de fogo no céu na manhã desta quarta-feira (20 de fevereiro).

Moradora de Maricá que seguia para Cabo Frio disse que viu o meteoro cair. “Hoje indo para casa de Cabo Frio, eu, meu esposo e meus pais vimos um meteoro caindo no mar, gente foi impressionante, uma bola de fogo super rápida caindo do céu. Por volta de 10:35 da manhã, foi muito impressionante , cruzou o céu como uma bola de fogo e deixou um rastro no céu sentido mar.” Disse Joice Cassia.

"Aqui da praia da Barra de Maricá meus amigos também viram". Disse Vagner Elio.

Internautas associam o fenômeno à religião. “A palavra de Deus tem que se cumprir, a biblia fala no livro de Lucas cap:21 vers:11 o seguinte, E haverá, em vários lugares, grandes terremotos, e fomes, e pestilências; haverá tambem coisas espantosas e (GRANDES SINAIS DO CÉU), Jesus Cristo é o caminho a verdade e a vida.” Comentou Fabrício Oliveira.

       Moradores viram objeto na manhã desta quarta-feira (20), por volta das 10h.

       ‘Bola de fogo passou e depois explodiu’, comenta morador de Cabo Frio.

Moradores do interior do Rio de Janeiro dizem que viram uma bola de fogo no céu na manhã desta quarta-feira (20). Paulo de Silva, morador de Cabo Frio, disse que viu um grande rastro amarelo no céu e que logo depois a ‘bola’ teria

” Eu vi na altura da praia do Peró. Eu estava indo pro trabalho, dentro da kombi quando eu vi aquele negócio grande no céu e me assustei. Falei até para o motorista tentar ver, só que ele não conseguiu, passou muito rápido e explodiu. Acho que deve ter caído no mar.” – disse o comerciante.

Um outro morador de Cabo Frio também disse que viu a movimentação no céu. Segundo Daniel Castro, foi por volta das 10h10 da manhã que um objeto amarelo incandescente atravessou o céu. Minutos depois dois helicópteros da Marinha, ainda segundo ele, teriam passado no local. Ele ligou para a redação do G1, informando que viu a ‘bola’ no céu e querendo saber se as aeronaves faziam algum tipo de vistoria pra ver se o algo tinha caído em terra ou mar.

” Eu vi que a bola passou muito rápido e sumiu. Chegou a deixar um pouco de fumaça no céu. Logo depois passaram uns helicópteros da marinha, acho que estavam vendo se tinha caído alguma coisa aqui perto.” – disse o estudante.

Willliam Gomes, de 40 anos, também viu o fenômeno por volta das 10h. Ele é morador do bairro Âncora em Rio das Ostras e estava em um bar com mais quatro amigos. "A gente viu uma bola de fogo no céu. Foi muito impressionante, muito bonito e rápido. Passou em segundos e não deu nem pra pegar câmera, nem nada. Parecia ouro ou bronze no céu.

A assessoria da Marinha do Brasil em São Pedro da Aldeia, disse que ainda não tem conhecimento sobre o assunto e que o sobrevôo das aeronaves no local não teriam a ver com a possibilidade de averiguação de algum objeto que teria caído.

Moradores das cidades de Maricá, Araruama, Campos dos Goytacazes, São Pedro da Aldeia e Arraial do Cabo também disseram que viram a ‘bola’ no céu na manhã desta quarta (20). Segundo o Clube de Astronomia de Campos dos Goytacazes, houve relatos de avistamento do fenômeno também no estado do Espírito Santo.

Fevereiro 21, 2013 Posted by | jornalismo, meio ambiente, Planeta, Planeta Terra, Vida | , , , , | Deixe um comentário

Projetos para recursos hídricos passam de US$ 8 bi em um ano

Em 2011, 29 países investiram em mais de 205 iniciativas, diz organização.
Brasil tem desafio com aproximação da Copa do Mundo, afirma ONG.

Rafael Sampaio Do Globo Natureza, em São Paulo

Um estudo inédito com dados de 29 países, inclusive o Brasil, aponta que o investimento na proteção de rios, riachos, bacias hidrográficas e demais recursos hídricos chegou a US$ 8,17 bilhões (cerca de R$ 16,5 bilhões) em todo o mundo em 2011.

No total, 205 projetos públicos e privados de proteção aos recursos hídricos pelo mundo foram identificados pela ONG americana Forest Trends, sendo 28 deles na América Latina. Desses, o Brasil responde por quatro. Outros nove programas brasileiros foram citados pela Forest Trends, totalizando 13 no país, mas a ONG não obteve dados sobre eles em seu levantamento, então os deixou de fora da lista de projetos ativos.

Rafael Lima elegeu o Rio Negro como seu lugar favorito (Foto: Rafael Lima/VC no G1)Embarcações navegam pelo no Rio Negro, na região da Amazônia (Foto: Rafael Lima/VC no G1)

O relatório, publicado pela organização na quinta-feira (17), aponta iniciativas brasileiras consideradas positivas, como as políticas do projeto "Produtores de Água", realizado pela Agência Nacional de Águas (ANA).

A ANA criou um modelo de compensações e de ajuda financeira para pequenos produtores rurais que trabalham com proteção a matas ciliares e vegetação nativa, de maneira que esta preservação também ajude a manter os recursos hídricos da região. O modelo se espalhou para estados como Espírito Santo, Rio de Janeiro, Goiás e outros.

Outro destaque do estudo é o Projeto Oásis, que mobiliza produtores rurais para proteger áreas nos arredores de bacias hidrográficas no estado paulista. Mais de US$ 120 mil (R$ 245 mil, aproximadamente) foram pagos a agricultores que preservam a mata em suas propriedades rurais ou no entorno delas em 2011, segundo o relatório.

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Desafios

Apesar dos dados positivos, o presidente da Forest Trends, Michael Jenkins, apontou em entrevista ao G1 que o país tem pela frente grandes desafios na proteção dos recursos hídricos, tanto na preservação quanto na despoluição e recuperação de áreas degradadas.

É possível investir mais e otimizar os projetos, aproveitando principalmente a aproximação da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, diz Jenkins. "A Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, é por exemplo um local bem poluído, é uma área que precisa ser limpa. Então existe uma oportunidade real de fazer as coisas funcionarem", afirma.

"Hoje há muito interesse no Brasil na questão da preservação ambiental", pondera o dirigente da organização.

Crescimento
Os investimentos globais na proteção das bacias hidrográficas e recursos hídricos passaram de US$ 6,10 bilhões (cerca de R$ 12,4 bilhões) em 2008 para US$ 8,17 bilhões (cerca de R$ 16,5 bilhões) em 2011, um crescimento de 32% no período, segundo o relatório.

Além disso, o número de programas de proteção aos rios, riachos, córregos e nascentes dobrou no mesmo intervalo de tempo – passou de 103 projetos, em 2008, para 205 em 2011.

A estimativa tanto dos recursos aplicados quanto no número de programas para proteção às bacias hidrográficas é conservadora, diz Jenkins. Ele pondera que só foram considerados os projetos que responderam às perguntas feitas pela ONG durante o levantamento. "É provável que o número de investimentos chegue a ser até o dobro disso", ressaltou.

‘Infraestrutura natural
Para o presidente da ONG, o resultado do estudo é positivo e mostra uma preocupação crescente com a "infraestrutura natural" dos países, como ele chama florestas, pântanos, matas ciliares e demais trechos de biomas integrados com as bacias hidrográficas, que ajudam em sua preservação.

"Mesmo com isso, estamos no meio de uma enorme crise com relação à água em várias partes do mundo. A população está crescendo, há mudanças climáticas, secas constantes em alguns países, tempestades em outros", disse Jenkins. "O que nós queremos incentivar é a preservação das estruturas naturais que ajudam a manter a água limpa."

Janeiro 19, 2013 Posted by | água, Ecologia, jornalismo, meio ambiente, Planeta Terra | | Deixe um comentário

Após tempestade Sandy, costa leste dos EUA tenta voltar à vida normal

Alguns ônibus começam a funcionar e Bolsa de valores reabre em NY, mas normalizar metrô e restabelecer eletricidade deve levar dias

iG São Paulo | 31/10/2012 09:21:01– Atualizada às 31/10/2012 12:28:19

Moradores da costa leste dos Estados Unidos, onde a tempestade Sandy deixou um rastro de destruição, começaram a tentar voltar à vida normal mesta quarta-feira, com a reabertura de alguns dos serviços que permaneceram fechados desde domingo.

Mas em Nova York, apesar de alguns ônibus terem voltado a circular e a Bolsa de valores ter reaberto após dois dias fechada, moradores e autoridades têm a certeza de que levará dias até que a cidade volte ao ritmo frenético de sempre. Recuperar as comunidades mais atingidas e as redes de transporte que ligam umas as outras deve levar ainda mais tempo.

Antes e depois: Compare imagens e veja o impacto de Sandy em Nova York

Galeria: Veja imagens da passagem da tempestade Sandy pelos EUA

TV iG: Veja todos os vídeos sobre a tempestade Sandy nos EUA

Reuters

Moradores de Nova York cruzam a Brooklyn Bridge (31/10)

"Vamos sobreviver a cada dia fazendo o que fazemos em tempos difíceis: permanecendo juntos, ombro a ombro, prontos para ajudar nossos vizinhos, confortar um estranho e colocar a cidade que amamos de pé novamente", afirmou o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg.

Nesta quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, visitará Nova Jersey, onde a tempestade Sandy tocou a terra na noite de segunda-feira, antes de causar mais de 40 mortes e deixar mais de oito milhões sem energia na costa leste. A seis dias da eleição presidencial, Obama cancelou eventos de campanha pelo terceiro dia consecutivo. Seu rival, o republicano Mitt Romney, deve retomar a campanha normalmente nesta quarta-feira, na Flórida.

Na noite de terça-feira, os ventos causados pela tempestade diminuíram e a água que inundou várias ruas começou a baixar. Sandy seguiu em direção à Pensilvânia e perde força conforme se aproxima do Canadá. Ainda assim, áreas do sul das províncias de Québec, Nova Escócia e Nova Brunswick devem ter 50 milímetros de chuva nesta quarta-feira.

Tempestade Sandy deixa ruas de Nova York alagadas. Veja o vídeo:

Em meio ao desespero causado pela passagem da tempestade por Nova York, o coração econômico da região, moradores tentam encontrar forças para recomeçar. "Ver sua casa demolida é difícil", disse Barry Prezioso, morador de Point Pleasant, Nova Jersey, à AP. "Mas ninguém ficou ferido e ainda é possível morar no andar de cima. Então vamos morar no andar de cima e limpar tudo isso. Tenho certeza de que muita gente está pior. De certa forma, até me sinto sortudo."

Bloomberg afirmou que levará quatro ou cinco dias para que o metrô volte a funcionar, após ter sofrido os maiores danos de seus 108 anos de história. Todos os dias, cerca de 5 milhões de pessoas usam o metrô em Nova York, que ficou com túneis inundados na terça-feira.

A empresa de energia Consolidated Edison afirmou que serão necessários quatro dias para normalizar o abastecimento de energia para 337 mil clientes em Manhattan e no Brooklyn. No Bronx, Queens, Staten Island e no condado de Westchester, o trabalho pode durar uma semana. Enchentes causaram explosões em uma usina elétrica na noite de segunda-feira, contribuindo para os cortes de energia.

O governador de Nova Jersey, Chris Christie, disse que a recuperação da região levará meses e que será preciso uma semana para normalizar os serviços de energia. "Temos uma tarefa enorme diante de nós e temos de fazê-la juntos", afirmou o governador.

Estrada que passa Carolina do Norte ficou totalmente destruída pela passagem de tempestade Sandy . Foto: APNavio é visto na baía de Staten Island, em Nova York. Foto: APCaminhão precisa ser rebocado em Garrett, no Oeste de Maryland: fortes nevascas atingem alguns estados na costa leste. Foto: APEnchente invadiu uma construção e destruiu casas em East Haven, Connecticut. Foto: ReutersMoradores do bairro de Rockaways tiveram casas queimadas após passagem de Sandy. Foto: ReutersHomem analisa estragos causados pela cheia do rio Mantoloking, em Brick, Nova Jersey. Foto: APTrabalhadores tentam remover postes e semáforos danificados em Filadélfia, capital da Pensilvânia. Foto: APÁrvore cai em Sea Cliff, no Estado de Nova York (30/10). Foto: APMulher beija sua filha de 17 anos, resgata de inundação em Little Ferry, Nova Jersey (30/10). Foto: APDanos causados por incêndio durante a passagem da tempestade Sandy por Breezy Point, Nova York (30/10). Foto: APIncêndio destrói casas e Breezy Point, no Queens, durante passagem de tempestade Sandy por Nova York (30/10). Foto: APEstacionamento cheio de táxis inundado em Hoboken, Nova Jersey (30/10). Foto: APCarros são vistos boiando no distrito financeiro de Nova York (30/10). Foto: Getty ImagesBarcos ficam empilhados em cais de West Babylon, Nova Jersey (30/10). Foto: APHomem observa loja inundada em Nova York (30/10). Foto: Getty ImagesMoradora observa região ao redor de seu apartamento em Atlantic City, Nova Jersey (30/10). Foto: Getty ImagesDetritos enchem rua do Brooklyn, em Nova York (30/10). Foto: Getty ImagesBarreiras temporárias são vistas no distrito financeiro de Nova York (30/10). Foto: Getty ImagesBombeiros observam danos causados a prédio em Nova York (29/10). Foto: APEmpire State é um dos poucos pontos iluminados em Manhattan, Nova York, durante corte de energia causado por tempestade (29/10). Foto: ReutersBarco naufraga no Oceano Atlântico em região próxima a Hatteras, na Carolina do Norte (29/10). Foto: APÁguas invadem estação de trem em Nova Jersey (29/10). Foto: ReutersTrabalhador anda por rua inundada de Nova York (29/10). Foto: Getty ImagesRuas ficam inundadas embaixo da ponte de Manhattan, em Nova York (29/10). Foto: APInvasão de ondas na região de Atlantic City (29/10). Foto: APÁgua invade obras no Marco Zero, local onde ficavam as torres do World Trade Center, em Nova York (29/10). Foto: APEquipes médicas colocam paciente em ambulância durante evacuação de hospital em Nova York (29/10). Foto: APAbrigo montado pela Cruz Vermelha no bairro de Deer Park, em Nova York, para pessoas que deixaram suas casas (29/10). Foto: AP

Estrada que passa Carolina do Norte ficou totalmente destruída pela passagem de tempestade Sandy . Foto: AP

Estrada que passa Carolina do Norte ficou totalmente destruída pela passagem de tempestade Sandy . Foto: APNavio é visto na baía de Staten Island, em Nova York. Foto: APCaminhão precisa ser rebocado em Garrett, no Oeste de Maryland: fortes nevascas atingem alguns estados na costa leste. Foto: APEnchente invadiu uma construção e destruiu casas em East Haven, Connecticut. Foto: ReutersMoradores do bairro de Rockaways tiveram casas queimadas após passagem de Sandy. Foto: ReutersHomem analisa estragos causados pela cheia do rio Mantoloking, em Brick, Nova Jersey. Foto: APTrabalhadores tentam remover postes e semáforos danificados em Filadélfia, capital da Pensilvânia. Foto: APÁrvore cai em Sea Cliff, no Estado de Nova York (30/10). Foto: APMulher beija sua filha de 17 anos, resgata de inundação em Little Ferry, Nova Jersey (30/10). Foto: APDanos causados por incêndio durante a passagem da tempestade Sandy por Breezy Point, Nova York (30/10). Foto: APIncêndio destrói casas e Breezy Point, no Queens, durante passagem de tempestade Sandy por Nova York (30/10). Foto: APEstacionamento cheio de táxis inundado em Hoboken, Nova Jersey (30/10). Foto: APCarros são vistos boiando no distrito financeiro de Nova York (30/10). Foto: Getty ImagesBarcos ficam empilhados em cais de West Babylon, Nova Jersey (30/10). Foto: APHomem observa loja inundada em Nova York (30/10). Foto: Getty ImagesMoradora observa região ao redor de seu apartamento em Atlantic City, Nova Jersey (30/10). Foto: Getty ImagesDetritos enchem rua do Brooklyn, em Nova York (30/10). Foto: Getty ImagesBarreiras temporárias são vistas no distrito financeiro de Nova York (30/10). Foto: Getty ImagesBombeiros observam danos causados a prédio em Nova York (29/10). Foto: APEmpire State é um dos poucos pontos iluminados em Manhattan, Nova York, durante corte de energia causado por tempestade (29/10). Foto: ReutersBarco naufraga no Oceano Atlântico em região próxima a Hatteras, na Carolina do Norte (29/10). Foto: APÁguas invadem estação de trem em Nova Jersey (29/10). Foto: ReutersTrabalhador anda por rua inundada de Nova York (29/10). Foto: Getty ImagesRuas ficam inundadas embaixo da ponte de Manhattan, em Nova York (29/10). Foto: APInvasão de ondas na região de Atlantic City (29/10). Foto: APÁgua invade obras no Marco Zero, local onde ficavam as torres do World Trade Center, em Nova York (29/10). Foto: APEquipes médicas colocam paciente em ambulância durante evacuação de hospital em Nova York (29/10). Foto: APAbrigo montado pela Cruz Vermelha no bairro de Deer Park, em Nova York, para pessoas que deixaram suas casas (29/10). Foto: AP

Barreiras temporárias são vistas no distrito financeiro de Nova York (30/10). Foto: Getty

Algumas boas notícias foram dadas pelas autoridades, como a reabertura, ainda que com serviço limitado, dos aeroportos John F. Kennedy e Newark. O La Guardia segue fechado. Estima-se que, desde domingo, mais de 13 mil voos tenham sido cancelados.

A volta de parte do serviço de ônibus e os planos de empresas de retomarem os trens que ligam cidades na costa leste podem permitir a reabertura das escolas na quinta-feira, ainda que nenhuma decisão oficial tenha sido anunciada.

O impacto financeiro da tragédia é incerto, mas especialistas estimam danos entre US$ 10 bilhões e 20 bilhões para os cofres públicos (aproximadamente R$ 20,6 milhões e R$ 41,2 bilhões).

Com AP

Outubro 31, 2012 Posted by | Ecologia, jornalismo, meio ambiente, Planeta Terra | , , , , , | Deixe um comentário

Falta de chuva ameaça início do plantio de grãos

Adiamento pode ter impacto na produtividade de soja e milho mato-grossenses

Fonte: Globo Rural On-line, com informações da Agência Brasil

 Shutterstock

A expectativa para a safra 2012/2013 era de que a produtividade de grãos chegasse a 51 sacas por hectare, mas a confirmação dessa previsão também dependerá de fatores climáticos

A ameaça sobre um possível atraso no plantio de grãos nos Estados Unidos, apontada como oportunidade para que a produção agrícola do Brasil conquistasse parcela maior do mercado mundial, agora assusta os produtores brasileiros. O temor sobre a falta de chuva tem se confirmado nas regiões produtoras do país e, com ele, a definição de um novo calendário para plantação e colheita das principais commodities.
No último boletim divulgado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), os pesquisadores destacaram a grande preocupação dos produtores com a previsão de chuva para os próximos dias. As informações meteorológicas não sinalizam um cenário otimista. Pelas projeções trimestrais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a frequência de chuva só deve ocorrer na segunda quinzena de outubro. Ainda assim, os mapas de clima e tempo mostram que a chuva estará concentrada na Região Sul, com ocorrência acima da média e, no caso da Região Norte, abaixo do esperado. As duas situações podem significar problemas para os produtores.
“Os produtores precisam manter a atenção nos próximo meses por conta do possível estabelecimento do [fenômeno climático] El Niño. É fundamental para a agricultura, sobretudo para o Sul do país. O que pode ocorrer é o fenômeno El Niño se estabelecer no [Oceano] Pacífico em setembro e outubro e o impacto desse fenômeno demora um tempo para aparecer. Isso vai fazer com que, mais para o fim do ano, chova mais no Sul e menos no Norte do país. No Brasil Central, não há como dizer se vai causar impacto”, explicou Ester Regina Ito, meteorologista do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), vinculado ao Inpe.
A incerteza não predomina nas projeções do Imea. De acordo com o instituto, em Mato Grosso, estado que tem se configurado como celeiro do país, até o próximo dia 20 de setembro não existe possibilidade de chuva. Os pesquisadores destacam estimativas mais otimistas no caso dos municípios de Campo Novo do Parecis, Rondonópolis e Sinop, mas admitem que “nenhum volume significativo para que ocorra a colheita foi visto até o fim de setembro. Caso se confirme, transfere o início do plantio de Mato Grosso para outubro”.
O adiamento pode ter impacto na produtividade de soja e milho mato-grossenses. Os cálculos da Associação de Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja) mostram que a média de produtividade no estado tem se mantido em torno de 50 sacas por hectare, como ocorreu na última safra (2011/2012), quando a produção do estado chegou a 21,3 milhões de toneladas de grãos. A expectativa era que, para a safra 2012/2013, a produtividade chegasse a 51 sacas por hectare, principalmente em função do aumento da área plantada. Mas a confirmação dessa previsão dependerá de fatores que vão além da disponibilidade do solo e da disposição dos produtores. Aspectos climáticos e tecnológicos serão fundamentais nessa conta.

Com a expectativa de um aumento de um milhão de hectares de área plantada de grãos no Mato Grosso, os produtores estão ansiosos pela chegada das chuvas. É o que garantiu o agrometeorologista Marco Antônio dos Santos, da Somar Meteorologia, à GLOBO RURAL. “Como as chuvas não vão antecipar do jeito que estava previsto e só devem chegar no início de outubro, estão todos ansiosos. A partir do dia 15 de setembro, acaba o vazio sanitário da soja e, como não vai ocorrer chuvas agora, a dica é tomar muito cuidado”, alerta Santos, que está em visita ao estado juntamente com a Fundação Mato Grosso.
O risco que o produtor corre é plantar agora e perder a colheita caso as chuvas não cheguem logo. “O produtor tem que ficar muito atento com a previsões meteorológicas, para não plantarem agora. Até porque pode não ter sementes se o produtor errar e perder a produção”, destaca.
“Até agora, as perspectivas não são boas. Chove apenas no Rio Grande do Sul”, disse Alysson Paulinelli, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho). O produtor mineiro acrescentou que a expectativa do setor era por chuva mais intensa no início deste mês. Ele reconheceu a preocupação com o atraso do plantio de grãos, que ainda se reflete nos resultados do chamado milho safrinha ou segunda safra (grão plantado em meados de março, após a colheita das culturas do início da safra), que tem somado importantes resultados à produção nacional.
“Estamos preocupados, mas o produtor modernizou equipamentos e, hoje, planta e colhe mais rápido. Isso pode ajudar. A safrinha virou safrona”, explicou. Paulinelli acredita que, mesmo diante do possível atraso no primeiro plantio, a tecnologia absorvida pelo setor produtivo e o aumento previsto de área para o milho safrinha ainda pode impulsionar os resultados da próxima safra.
Segundo ele, a segunda safra de milho deve ganhar mais espaço para cultivo em parte do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, em uma pequena parcela de São Paulo, Goiás e Minas Gerais e principalmente em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. “Como surpresa ainda teremos mais área no Piauí e Maranhão porque há localidades nesses estados em que chove mais, como é o caso de Balsas (MA) e de cidades do sul do Piauí”, acrescentou.
Na última safra, a produção nacional de milho, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), totalizou 72,3 milhões de toneladas, 26% superior ao resultado da safra anterior, mesmo diante da forte estiagem que afetou regiões produtoras do país. Desse total, mais da metade, 38 milhões de toneladas, foram resultantes da segunda safra de milho (safrinha).
Técnicos da Conab evitam fazer projeções de produção diante da incerteza sobre o atraso do plantio de grãos. Na próxima semana, as equipes do órgão começam a visitar os estados produtores para colher informações e devem apresentar a primeira estimativa sobre a produção nacional no fim da primeira quinzena de outubro.

Setembro 13, 2012 Posted by | agricultura e pesca, água, Ecologia, jornalismo, meio ambiente, Planeta, Planeta Terra, Vida | Deixe um comentário

Estudo indica que Via Láctea tem bilhões de planetas supostamente habitáveis

EFEEFE – 22 horas atrás

Berlim, 28 mar (EFE).- Uma equipe internacional de astrônomos descobriu que a galáxia onde fica a Terra, a Via Láctea, abriga dezenas de bilhões de planetas rochosos que giram em torno de anãs vermelhas – estrelas cuja massa é menor que a do Sol.

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População aumenta pressão sobre o planeta, mas há poucas saídas
Flagrantes de beleza de um planeta em crise ambiental

O estudo, realizado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) e divulgado nesta quarta-feira, contou com dados obtidos pelo espectrógrafo Harps, o "caçador de planetas" instalado em um telescópio de 3,6 metros do observatório La Silla, no Chile.

Segundo a pesquisa, é possível deduzir que nas vizinhanças do Sistema Solar, a distâncias inferiores a 30 anos luz, pode haver uma centena de "Super-Terras" (planetas com massa de uma a dez vezes superior à da Terra).

Esta foi a primeira vez que foi medida de forma direta a frequência de Super-Terras em torno de anãs-vermelhas, que representam 80% das estrelas de nossa galáxia.

"Cerca de 40% de todas as estrelas anãs-vermelhas têm uma Super-Terra orbitando em sua zona de habitabilidade, uma região que permite a existência de água líquida sobre a superfície do planeta", explicou o líder da equipe internacional, Xavier Bonfils.

Segundo o astrônomo do Observatório de Ciências do Universo de Grenoble (França), como as anãs vermelhas são muito comuns – há 160 bilhões delas na Via Láctea -, pode-se concluir que "há dezenas de bilhões de planetas deste tipo só em nossa galáxia".

Durante as observações, realizadas durante um período de seis anos no hemisfério sul a partir de uma amostra composta por 102 estrelas anãs-vermelhas, os cientistas descobriram um total de nove Super-Terras.

Os astrônomos estudaram a presença de diferentes planetas em torno de anãs-vermelhas e conseguiram determinar que a frequência de Super-Terras na zona de habitabilidade é de 41% em uma categoria que vai de 28% a 95%.

Por outro lado, os planetas gigantes – similares em massa a Júpiter e Saturno no nosso Sistema Solar – não são tão comuns ao redor de anãs-vermelhas, com uma presença inferior a 12%.

Segundo Stéphane Udry, do Observatório de Genebra, "a zona de habitabilidade em torno de uma anã-vermelha, onde a temperatura é apta para a existência de água líquida na superfície, está mais perto da estrela do que no caso da Terra em relação ao Sol".

"Mas as anãs-vermelhas são conhecidas por estarem submissas a erupções estelares ou labaredas, o que inundaria o planeta de raios-X ou radiação ultravioleta: isso tornaria mais difícil a existência de vida", acrescentou.

Por sua vez, Xavier Delfosse, do Instituto de Planetologia e Astrofísica de Grenoble, indicou que agora que se conhece a existência de muitas Super-Terras próximas, "espera-se que algum desses planetas passe em frente à sua estrela anfitriã durante sua órbita em torno desta".

"Isso abrirá a excitante possibilidade de estudar a atmosfera destes planetas e buscar sinais de vida", concluiu.

Um dos planetas descobertos pelo espectrógrafo Harps é Gliese 667 Cc, o mais parecido com nosso planeta, e que com quase certeza reúne as condições adequadas para a presença de água líquida em sua superfície, segundo o ESO. EFE

Março 29, 2012 Posted by | jornalismo, Planeta, Planeta Terra | | Deixe um comentário

Sobre a Audiência Pública sobre Emissário Submarino e Terrestre do Comperj em Maricá

Relato de uma leiga  retirado do site http://www.agenda21comperj.com.br/grupos/posts/relato-de-uma-leiga

Relato de uma leiga

Adorei a Audiência Pública sobre o   Emissário Submarino e Terrestre do COMPERJ ontem dia 24.01.2012 em Inoã,   Marica.
Tudo muito bem organizado, ônibus vindos de todos os lados de  Maricá, através de gratuidade da própria Petrobrás, segui a pé a partir de  Inoã, porque era minha preferência, me guiando pelo trajeto todo marcado pra  ninguém se perder. Dessa forma, vi que vieram vans da zona sul do Rio de  Janeiro e até da Tijuca e Jacarepaguá!
Apesar de tudo, iniciadas as   apresentações, todo o aparato moderníssimo falhou na hora de tocar o Hino Nacional, mas a população presente não se intimidou e começamos a cantar em  viva voz mesmo.

Já me surpreendi aí. Organizados à frente de todos, uma banca  de responsáveis pela EIA/RIMA perfilaram-se e apresentou tudo o que se propunham. Nesse momento, os 15 minutos garantidos a cada um se estendiam.  

Cheguei a pensar que seria esse o esquema: Falar muito, indefinidamente e   quando nós da Agenda 21 e/ou outros fossemos falar, todos já teriam ido embora.
Finalmente finalizado, iniciaram as apresentações dos 70 inscritos, fosse antecipadamente pelo site, tivesse sido ali na hora.
A primeira questão levantada foi com relação à ausência do Ministério Público, que para muitos impediria a audiência. Mas não, foi verificado que poderia ser realizada apesar de. Sua ausência não inviabiliza a audiência, mas não dá legitimidade. Eles deveriam estar ali para defender a população…
Depois  de toda apresentação da Petrobrás, os inscritos puderam tirar suas dúvidas e   reclamar o quanto quisessem. Fiquei até o final da audiência. Vi e ouvi todos  os inscritos que, foram mais de 70.

NINGUÉM ESTAVA A FAVOR DO EMISSÁRIO! Fosse   dona de casa, médicos, advogado, ambientalistas ou não, autodidatas,   associações de moradores, estudantes, professores, ninguém a favor! Ouvi a Ana Paula Carvalho dizer que o EIA estava ruim porque constava que Marica tinha uma prefeita e não prefeito, que era do PDT e não PT, que tínhamos uma   população de 29 mil habitantes e que os desempregados eram desocupados. Ouvi  que eles não devem nem ao menos ter tido o trabalho de ler esse EIA porque  tudo o que consta ali deve ter sido usado control C, control v, (control X)   porque a informação básica já iniciava com erros crassos. Ouvi a Ana Paula Carvalho dizer que o progresso era bem vindo, mas ‘NOSSA CASA, NOSSAS REGRAS’   e não esse EIA que deve ter sido colado do município de São Gonçalo.
Ouvi,   sem a ordem ocorrida lá, o Roberto Ferraz argumentar que jogando essa água do  COMPERJ, tratada, imunda de produtos químicos, mataria os peixes, mas que se  esse emissário fosse jogado a pelo menos 8 km além, seria possível. Ouvi outra   pessoa dizer que na Barra da Tijuca, o emissário de lá fica a 10 km da praia,   pra não matar os botos e perguntar: Por que em Marica, pode matar os nossos peixes?

Ouvi falar de biota e que biota é o meio onde existe a vida. E que a  biota estaria comprometida. Ouvi que diversas plantas endêmicas estariam correndo risco assim como o ratinho de espinho, único, que não constava no  EIA.

Ouvi Flávia Lanari questionar sobre a qualificação desse EIA, pois consta   a falta de classificação de 63 espécimes de plantas o que é um número muito elevado, para um total de 203.

Ouvi Arthou questionar as profundidades de 143m que uma firma de São Paulo disse que seriam necessárias para preservar a  biota. Ouvi-o explicar que talvez os paulistas não soubessem que as marés de   Marica são atípicas de qualquer parte do mundo, onde a água gelada fica por  cima, vindas das Malvinas e a quente fica por baixo, vindas do nordeste e que  assim, qualquer coisa de ruim que vier a acontecer por aqui, certamente contaminariam todo o litoral brasileiro.

Ouvi Isidro Arthou dizer que nossa  praia contém um fenômeno que os pescadores chamam de olho de água, verdadeiros   rodamoinhos e que quando ocorrem em oceanos, carreiam todos os plásticos e  sujeiras que jogamos nas praias. Pois nas praias de Marica, possuímos esses  olhos de água, o que quer dizer que qualquer porcaria que ocorra aqui, será  distribuída adiante. Ouvi também que nossas marés, em determinados meses do  ano, jogam ondas para a praia atingindo até casas, o que quer dizer que dessa   forma, esse resíduo certamente contaminaria nossa areia e casas.

Ouvi donas de  casa questionando afinal quando é que a Petrobrás falaria com os moradores da região a respeito desse emissário e eles responderem que já tinham feito o contato. Ouvi-as reagirem, em grupo, dizendo que não tinham falado e que se   falaram foram somente com algumas pessoas que seriam indenizadas, como se o   efeito do prejuízo do emissário não fosse importante para todos da localidade.  

Ouvi um senhor, acho que é médico, entristecido porque já possui 67 (sessenta e sete) anos e levou a vida toda pra construir um patrimônio que assegurasse a tranqüilidade dos filhos e netos e que agora, recebe um relatório que diz que   a cerca-viva que possui na frente da casa dele possui 20 anos e 4 meses! A do   vizinho, 18 anos e 2 meses! Quanta precisão! Só faltava conter os dias e as   horas! E que em sendo dessa forma, certamente sua casa, seu patrimônio, será   demolida por um pedaço de papel inconsistente, inconsciente.

Ouvi petroleiro perguntar pelo montante e diferenças de tipos de petróleo que o COMPERJ   trabalharia, porque ele entende disso e sabia que certamente isso traria   malefícios para a população e lugar. Ouvi advogado perguntar sobre a   contaminação dos peixes e conseqüente contaminação humana ao ingeri-los.

Ouvi a Petrobrás, através de seus representantes responder que esse perigo não  ocorreria e explicava o porquê. O advogado pedia que constasse em ata. Depois  ele perguntava sobre os perigos na pele dos moradores. E a Petrobrás através   de seus representantes responder que não teriam esse tipo de problema. E o  advogado pedir que constasse em ata. Se entendi bem, o mesmo advogado quis que   constasse em ata também um seguro para os pescadores que não tivessem mais  condição de trabalhar com o pescado após implantação do emissário. Acho que foi isso. E muito, muito mais.
No meu entender, houve tentativa de frear os  questionamentos, propondo uma parada de uns 10 minutos para servirem o lanche,  devido ao avançado horário após início da audiência. Mas não conseguiram.  Todos os questionamentos prosseguiam apesar do lanche.
Todas as perguntas  eram devidamente respondidas tecnicamente e a altura, o que não consigo explicitar aqui, posto que seja leiga. Mas também eram rebatidas, posto que em   Marica tem muitos “feras” em ambiente e muitos apaixonados, sensíveis, por   essa cidade de beleza ímpar que queremos preservar.
A audiência foi   concluída pelo próprio professor (não sei se era diretor) do CIEP, militante ambiental desde os quinze anos de idade. Este observou que o INEA, órgão  estadual, responderia até onde pudesse alcançar, mas lembrou que o mar   pertence à área federal e questionou a ausência do IBAMA. Observou também que  diante de tantas evidências, de Itaipuaçú, Serra da Tiririca, Niterói,   Saquarema etc, certamente o INEA não liberaria esse EIA que aí está. Eram   00h30min.
Fátima Cristina

Fevereiro 1, 2012 Posted by | agricultura e pesca, Associações, água, jornalismo, manifestação popular, Maricá, meio ambiente, moradia, Petroleo e Gás, Planeta Terra, pré-sal, Qualidade de Vida, Urbanização | | Deixe um comentário

Aos leitores e amigos do Noticiário RJ on line, desejo um Feliz Natal

DEUS Aos queridos leitores e amigos, e a todos os seres vivos, que de alguma forma contribuiram para eu me tornar uma pessoa melhor, agradeço de coração.

00dt051Ba6GDesejo a todos um domingo de Natal, iluminado, feliz … e regado de compaixão para todos.

Hoje, quero aqui declarar …
Eu Adoro Natal … Papai Noel, … uma energia mágica que traz a benção do Amor, o Espírito da Compaixão, luzinhas piscando, família reunida, mesmo que seja por telefone, carta, virtualmente, … mesmo que seja na lembrança.

Por mais humilde que seja, …  tem uma mesa preparada com carinho, pessoas externando que ser gostam, gestos de carinho, muitas risadas nas reuniões de confraternização, amigos se abraçando… é carinho por todo lado.
Eu adoro Natal … rsrsrs.
Amigos, desejo a todos os seres do Universo …Um lindo dia de Natal, um domingo de confraternização e compaixão para todos.
FELIZ NATAL e um NATAL FELIZ hohoho (Rosely Pellegrino)

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Dezembro 25, 2011 Posted by | campanha social, civismo, cultura, direitos humanos, informativo esotérico, jornalismo, literatura, meio ambiente, moradia, Planeta Terra, projeto cultural, projeto social, religioso, Uncategorized | | Deixe um comentário

Alunos da escola CAIC Elomir Silva ensinam os cuidados com o planeta

Programa reuniu alunos durante seis meses em torno de temas ligados à preservação ambiental – Foto: Fernando Silva

A escola municipal CAIC Elomir Silva, em São José do Imbassaí, Maricá/RJ, apresentou nesta segunda-feira (28/11) os resultados do projeto “Nós e o Mundo em que Vivemos”. Elaborado pela Secretaria de Educação, o programa reuniu alunos durante seis meses em torno de temas ligados à preservação do meio ambiente. O objetivo foi conscientizar as crianças sobre a importância da água no dia a dia das pessoas e o cuidados necessários para que esse bem seja protegido para as gerações futuras.

Cinco salas foram elaboradas, com temas diferentes: floresta, planeta, fundo do mar, poluição e reciclagem. Em cada uma, foi montada uma exposição de cartazes para mostrar, na prática, cuidados com a fauna e a flora, bem como dar dicas de como reaproveitar materiais que são descartados no lixo, como plásticos, borrachas e papel, entre outros.

Cerca de 200 estudantes, entre alunos da creche e do 3º ano, estiveram envolvidos na elaboração da mostra, que foi visitada por estudantes de diversas escolas de Maricá e de municípios da região, incluindo Niterói.

Segundo a diretora do CAIC Elomir Silva, Lucimere Melo, o projeto “Nós e o Mundo em que Vivemos” tem o foco principal na conscientização das crianças em torno da necessidade de manter limpo o ambiente onde moram e estudam, bem como o de aprender a dar a destinação correta ao lixo. Para Lucimere, a iniciativa também ajuda a desenvolver a criatividade, hábitos saudáveis de higiene e raciocínio lógico.

“Este projeto nasceu da necessidade de falarmos sobre os cuidados e a importância da água, a destinação e reciclagem do lixo, bem como da preservação do meio ambiente. Foi todo foi montado pelos alunos, com auxílio dos professores, utilizando papel e vários outros materiais recicláveis. Essa interação e o acesso à informação foram os ingredientes principais dessa receita de sucesso”, garante a diretora do CAIC.

Texto: Denilson Santos
Foto: Fernando Silva

Objetivo foi conscientizar as crianças sobre a importância da água no dia a dia das pessoas – Foto: Fernando Silva

Novembro 30, 2011 Posted by | arte, água, cultura, Educação, meio ambiente, Planeta Terra, Qualidade de Vida | Deixe um comentário