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As melhores notícias com Rosely Pellegrino

Instituto Lula diz que violência contra Lula afronta o país e o estado de direito

A violência praticada hoje (4/3) contra o ex-presidente Lula e sua família, contra o Instituto Lula, a ex-deputada Clara Ant e outros cidadãos ligados ao ex-presidente, é uma agressão ao estado de direito que atinge toda sociedade brasileira. A ação da chamada Força Tarefa da Lava Jato é arbitrária, ilegal, e injustificável, além de constituir grave afronta ao Supremo Tribunal Federal.

1) Nada justifica um mandado de condução coercitiva contra um ex-presidente que colabora com a Justiça, espontaneamente ou sempre que convidado. Nos últimos meses, Lula prestou informações e depoimentos em quatro inquéritos, inclusive no âmbito da Operação Lava Jato. Dezenas de testemunhas foram ouvidas sobre estes fatos alegados pela Força tarefa,  em depoimentos previamente marcados. Por que o ex-presidente Lula foi submetido ao constrangimento da condução coercitiva?

2) Nada justifica a quebra do sigilo bancário e fiscal do Instituto Lula e da empresa LILS Palestras. A Lava Jato já recebeu da Receita Federal, oficialmente, todas as informações referentes a estas contas, que foram objeto de minuciosa autuação fiscal no ano passado.

3) Nada justifica a quebra do sigilo bancário e fiscal do ex-presidente Lula, pois este sigilo já foi quebrado, compartilhado com o Ministério Público Federal e vazado ilegalmente para a imprensa, este sim um crime que não mereceu a devida atenção do Ministério Público.

4) Nada justifica a invasão do Instituto Lula e da empresa LILS, a pretexto de obter informações sobre palestras do ex-presidente Lula, contratadas por 40 empresas do Brasil e de outros países, entre as quais a INFOGLOBO, que edita as publicações da Família Marinho (http://www.institutolula.org/as-palestras-de-lula-a-violacao-de-sigilo-bancario-do-ex-presidente-foi-um-ato-criminoso). Todas as informações referentes a estas palestras foram prestadas à Procuradoria da República do Distrito Federal e compartilhadas com a Lava Jato. Também neste caso, o Ministério Público nada fez em relação ao vazamento ilegal de informações sigilosas para a imprensa.

5) Nada justifica levar o ex-presidente Lula a depor sobre um apartamento no Guarujá que não é nunca foi dele e sobre um sítio de amigos em Atibaia, onde ele passa seus dias de descanso. Além de esclarecer a situação do apartamento em nota pública – na qual chegou a expor sua declaração de bens – e em informações prestadas por escrito ao Ministério Público de São Paulo, o ex-presidente prestou esclarecimentos sobre o sítio de Atibaia em ação perante o Supremo Tribunal Federal, que também é de conhecimento público.

6) A defesa do ex-presidente Lula peticionou ao STF para que decida o conflito de atribuições entre o Ministério Público de São Paulo e o Ministério Público Federal (Força Tarefa), para apontar a quem cabe investigar os fatos, que são os mesmos. Solicitou também medida liminar suspendendo os procedimentos paralelos até que se decida a competência conforme a lei. Ao precipitar-se em ações invasivas e coercitivas nesta manhã, antes de uma decisão sobre estes pedidos, a chamada Força Tarefa cometeu grave afronta à mais alta Corte do País, afronta que se estende a todas as instituições republicanas.

7) O único resultado da violência desencadeada hoje pela Força Tarefa é submeter o ex-presidente a um constrangimento público. Não é a credibilidade de Lula, mas da Operação Lava Jato que fica comprometida, quando seus dirigentes voltam-se para um alvo político sob os mais frágeis pretextos.

O Instituto Lula reafirma que Lula jamais ocultou patrimônio ou recebeu vantagem indevida, antes, durante ou depois de governar o País. Jamais se envolveu direta ou indiretamente em qualquer ilegalidade, sejam as investigadas no âmbito da Lava Jato, sejam quaisquer outras.

A violência praticada nesta manhã – injusta, injustificável, arbitrária e ilegal – será repudiada por todos os democratas, por todos os que têm fé nas instituições e do estado de direito, no Brasil e ao redor do mundo, pois Lula é uma personalidade internacional que dignifica o País, símbolo da paz, do combate à fome e da inclusão social.

É uma violência contra a cidadania e contra o povo brasileiro, que reconhece em Lula o líder que uniu o Brasil e promoveu a maior ascensão social de nossa história.

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Março 4, 2016 Posted by | jornalismo, política, Policia Federal | , | Deixe um comentário

JANDIRA APONTA GOLPE E ESTADO DE EXCEÇÃO NO PAÍS

 

:  "Sem provas, Polícia Federal amanhece com mais uma operação, desta vez o alvo é o ex presidente Lula. O maior líder popular que o Brasil já teve. O presidente que tirou o país do mapa da fome. Nossa indignação não será silenciosa. Vamos às ruas defender o estado democrático de direito. Contra as arbitrariedades. Golpe não!!!!!", avisou a deputada Jandira Feghali (PC do B-RJ); esquerda se mobiliza para defender o ex-presidente Lula, levado a depor coercitivamente por decisão do juiz Sergio Moro, que deflagrou operação contra todos os familiares do presidente mais popular da história do País e que foi reconhecido globalmente como um dos maiores líderes da história

4 DE MARÇO DE 2016 ÀS 08:23

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) foi a primeira a denunciar um golpe e um estado de exceção no País, após a decisão do juiz Sergio Moro, voltada contra o ex-presidente Lula e toda a sua família.

"Mais um passo na consolidação do estado de exceção. Sem provas, Polícia Federal amanhece com mais uma operação, desta vez o alvo é o ex presidente Lula. O maior líder popular que o Brasil já teve. O presidente que tirou o país do mapa da fome. Nossa indignação não será silenciosa. Vamos às ruas defender o estado democrático de direito. Contra as arbitrariedades. Golpe não!!!!!"

Março 4, 2016 Posted by | jornalismo, política, Policia Federal, PT | , , , , , , , , | Deixe um comentário

PF deflagra operação para desarticular desvio de dinheiro público

Da Agência Brasil

Brasília – A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (2) a Operação Violência Invisível, com o objetivo de desarticular organização criminosa que desvia recursos públicos. Segundo a PF, o nome da operação está relacionado à violência contra o cidadão nos casos de corrupção pública que, silenciosamente, provoca sérios danos à nação.

De acordo com a PF, a organização agia em mais de uma centena de cidades dos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Pará, Sergipe, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraíba, Maranhão e Bahia, por meio de fraudes em processos licitatórios destinados à aquisição de precatórios judiciais.

A PF informou que cerca de 100 policiais estão dando cumprimento simultâneo a 53 mandados judiciais: 20 de busca e apreensão, 21 de sequestro de valores, bens móveis e imóveis, três de condução coercitiva e nove de prisão temporária.

A ação da PF conta com a participação do Ministério Público de Minas Gerais e da Receita Federal do Brasil. Segundo a PF, a atuação da organização criminosa, pela complexidade, será julgada tanto pela Justiça Federal, quanto pela Justiça Estadual.

De acordo com a PF, a quadrilha, formada por empresas, pessoas físicas, servidores públicos e ex-prefeitos, fraudava processos licitatórios, direcionando as contratações a uma das empresas integrantes da organização criminosa. Essa empresa vencia as licitações com o compromisso de fazer a compensação entre precatórios judiciais e as dívidas das prefeituras, sob o argumento de uma economia de até 30% sobre os valores devidos ao INSS [Instituto Nacional do Seguro Social], prática proibida expressamente pela lei, diz a PF.

Segundo a PF, os municípios mineiros que, até o momento, sofreram com a ação do grupo criminoso foram: Águas Vermelhas, Capelinha, Caratinga, Ipatinga, Itambacuri, Janaúba, Montes Claros, Pirapora, Rio Pardo de Minas, Várzea da Palma, Varzelândia. Também houve atuação do grupo, segundo a PF, no Consórcio intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência do Norte de Minas (Cisrun). De acordo com a PF, somente em Minas Gerais foram desviados mais de R$ 70 milhões de reais.

A PF informou também que a lista com os nomes de outros municípios que surgiram durante as investigações, bem como as provas colhidas serão compartilhadas com a Receita Federal, Controladoria-Geral da União, Tribunal de Contas da União, Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, Tribunais de Contas dos estados lesados, Receitas Estaduais, Polícias Civis e Ministério Público Federal, a fim de subsidiar os eventuais procedimentos administrativos, inquéritos e investigações desses órgãos, com a finalidade de se promover a recuperação do dinheiro público desviado.

Os presos responderão por crimes contra a administração pública, formação de quadrilha, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, fraude às licitações, corrupção ativa e passiva, dentre outros.

Edição: José Romildo

Julho 3, 2013 Posted by | jornalismo, Policia Federal | Deixe um comentário

Polícia Federal abre inquérito para investigar vazamento na Bacia de Campos

Equipe de peritos foi enviada à plataforma para apurar danos ambientais provocados pelo derramamento de óleo. Vazamento está na rota das baleias e dos golfinhos

Fonte: iG São Paulo | 17/11/2011 12:44 – Atualizada às 17:03

Foto: Divulgação Ampliar

Navios de apoio usam barreiras para recolhimento do óleo na Bacia de Campos

O vazamento de óleo na Bacia de Campos virou caso de polícia. A Polícia Federal abriu inquérito nesta quinta-feira (17) para investigar os danos ambientais provocados pelo derramamento de óleo em plataforma do campo Frade. De acordo com a assessoria de imprensa da PF, uma equipe de peritos foi enviada à plataforma para iniciar as investigações. Em nota, a PF informou que os responsáveis pelo incidente poderão ser indiciados por crime de poluição e, se condenados, estão sujeitos a penas que variam de um a cinco anos de prisão (artigo 54, Lei 9.605/98).
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) também apura o caso. De acordo com a ANP, uma equipe de técnicos é mantida no Centro de Monitoramento da Chevron desde que foi informada sobre o surgimento da mancha, no dia 8.

Ontem, a ONG SkyTruth, especializada em interpretação de fotos de satélites com fins ambientais, informou que o vazamento pode ser muito pior que o divulgado pela Chevron, companhia petrolífera americana que opera o poço no Campo Frade.

Leia mais: Vazamento está na rota de baleias e golfinhos, alerta secretário

O cálculo feito pela SkyTruth, a partir de imagens de satélite, concluiu que o poço no Campo Frade já derramou cerca de 15 mil barris de óleo (2.384.809 litros) no mar, estimando que a taxa seja de 3.738 barris por dia (594.294 litros).
Saiba mais:
O tamanho do estrago:
Chevron estima vazamento de 404 a 650 barris no Brasil
Mudança de postura:
Antes, empresa dizia que vazamento na Bacia de Campos era normal
Solução à vista?
Chevron avalia que mancha de óleo não cresceu e se afasta da costa
Investigação:
Dilma pede investigação rigorosa de vazamento de óleo em Campos
A Chevron afirmou ao iG que estimativa para o volume total do vazamento é de 400 a 650 barris. A Chevron Brasil anunciou nesta terça-feira (15) a redução do vazamento de óleo no Campo Frade garantiu que o poço de petróleo danificado será selado e abandonado com a aprovação da Agência Nacional de Petróleo (ANP). A empresa ressaltou, em nota, que 17 navios participam da contenção e recolhimento do petróleo derramado.
Leia mais: Ibama afirma que técnicos cumprem plano da Chevron

A Polícia Federal explica que como o vazamento é um dano ambiental, é considerado um crime federal, e cabe à instituição averiguar o caso. De acordo com a PF, a Agência Nacional de Petróleo é um órgão regulador, que deve permitir ou proibir medidas como fechamento do poço, por exemplo.

Novembro 18, 2011 Posted by | agricultura e pesca, jornalismo, meio ambiente, Planeta Terra, Policia Federal | , | Deixe um comentário

Secretário de Segurança vai cobrar explicaçõe​s sobre atuação de delegado na prisão de Nem

Fonte: Jornal Gazeta

O secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, afirmou nesta segunda-feira (14) que vai cobrar explicações sobre a participação do delegado Roberto Gomes, de Maricá, na região metropolitana, na prisão de Antonio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, chefe do tráfico da Rocinha, favela ocupada pela polícia neste domingo.

Em entrevista a um telejornal, Beltrame contou que já conversou com o subchefe de Polícia Civil do Rio, Fernando Velloso, sobre o assunto. Porém, o secretário de Segurança Pública pretende ter acesso a uma cronologia da ação para obter detalhes da intervenção do delegado e de dois inspetores que estavam com ele na prisão do traficante.

Velloso afirmou que o delegado Roberto Gomes foi ao local para negociar a rendição de Nem. No entanto, após ser preso, o traficante negou, em depoimento à Polícia Federal, que pretendesse se entregar. O bandido afirmou que iria se manter em São Paulo com os cerca de R$ 200 mil que foram apreendidos com ele.

Segundo os PMs que prenderam o bandido, na noite da ação, os policiais civis chegaram ao local, após serem chamados pelos advogados do traficante. Ainda de acordo com eles, os policiais civis afirmavam que iriam levar o carro para a Delegacia da Gávea (15ª DP), unidade mais próxima da favela. Até então, Nem continuava no porta-malas do veículo e ainda não havia sido preso.

Os PMs queriam levar o veículo para a sede da Polícia Federal porque um dos homens que estavam com o traficante havia se apresentado como cônsul honorário do Congo, na África. Por isso, logo após a abordagem, chamaram a PF.

Diante da insistência dos policiais civis em assumir o caso, teve início uma discussão. Um policial civil chegou a atravessar o carro em que estava na rua, enquanto um policial militar rasgou o pneu do carro em que Nem estava para evitar que o veículo fosse levado.

Os agentes federais chegaram ao local em meio ao tumulto. O traficante só foi preso depois que um dos advogados confessou a um policial federal que Nem estava no porta-malas.

Novembro 15, 2011 Posted by | jornalismo, Polícia, Policia Federal, segurança pública | Deixe um comentário

Polícia Federal procura "Macarrão" em Maricá

Após denúncia anônima, a Polícia Federal realizou, ontem, uma operação em Maricá, na Região dos Lagos, para encontrar o traficante Marcelo da Silva Soares, o Macarrão. De acordo com informações repassadas à PF, o traficante estaria na casa de um parente. Ainda segundo a polícia, Macarrão, que nasceu em Maricá, estaria controlando o comércio de drogas em favelas da região, com a ajuda do irmão, Márcio da Silva Soares, o Cocadinha.
   Os agentes fizeram buscas em diversas residências. Macarrão não foi encontrado. O traficante, que não tem uma das pernas, ficou conhecido na fuga de criminosos durante a ocupação na Favela Vila Cruzeiro, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio. Durante a ação, os policiais apreenderam uma prótese, que seria de Macarrão.

Fonte: O São Gonçalo

Publicada em 21/12/2010

Dezembro 22, 2010 Posted by | jornalismo, Maricá, Polícia, Policia Federal | Deixe um comentário

Elson Ribeiro esclarece a ação da PF em sua residência ontem em Maricá

Fonte Lei Seca

Com exclusividade, o Lei Seca Maricá entrevistou neste tarde, Elson Ribeiro que teve sua casa invadida por agentes da polícia federal na manhã de ontem (20/12) em sua residência no bairro boqueirão, perto do centro de Maricá.
Elson nos contou que a polícia agiu em seu padrão e disse que tudo foi um grande susto.
Acompanhe no vídeo abaixo a entrevista que ele deu com exclusividade para o Lei Seca Maricá:

Dezembro 22, 2010 Posted by | jornalismo, Maricá, Polícia, Policia Federal | Deixe um comentário