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Escola Técnica Federal começa a funcionar em Maricá

Texto: Leandra Costa (edição: Raquel Andrade) | Fotos: Fernando Silva

Escola Técnica Federal começa a funcionar em Maricá

Provisoriamente, unidade irá funcionar no bairro Pedreiras e as aulas começam em fevereiro

A Prefeitura de Maricá entregou na tarde desta quarta-feira (17/12) as chaves da unidade onde funcionará provisoriamente o Instituto Federal Fluminense (IFF), no bairro Pedreiras, num imóvel desapropriado pelo governo municipal para o início das atividades da escola técnica até o fim das obras do campus que está sendo construído em Ubatiba, previsto para ser inaugurado no segundo semestre de 2016. A cerimônia contou com a presença do reitor do Instituto Federal Fluminense (IFF), Luiz Augusto Caldas Pereira, do diretor geral do IFF, Cesar Dias, da secretária municipal de Educação, Adriana Luiza da Costa, e da procuradora geral, Maria Inez Pucello.

O reitor do IFF, Luiz Augusto Caldas Pereira, destacou a importância do movimento de expansão das unidades técnicas firmado graças a um parceria entre o governo federal e as prefeituras. “Estamos nos esforçando para honrar nosso compromisso de ter a escola em funcionamento aqui em Maricá. Iniciamos nossas atividades administrativas e, hoje, estamos recebendo os professores que irão atuar aqui e também na unidade de Itaboraí”, declarou. De forma inicial, o reitor acrescentou que, a partir de fevereiro, serão iniciadas as aulas do Curso Técnico de Edificações, antes realizado no CEM Joana Benedicta Rangel e, que a partir do próximo ano, será federalizado.  Além desse, serão oferecidos outros cursos voltados para área de construção civil e infraestrutura com foco nas vagas de emprego que serão geradas pelo Comperj, o pré-sal e o Pólo Naval de Jaconé.

O reitor explicou o papel das escolas técnicas no país. “Nosso objetivo é ir de encontro com a realidade do local onde a unidade está sendo instalada, seguindo a lógica do desenvolvimento econômico, mas visando a inclusão social. O nosso papel é promover para todos o acesso universal à educação profissional”, destacou. O reitor lembrou da experiência de implantação em 2007, do campus Guarus, em Campos dos Goytacazes. “A região era muito carente e sua comunidade estava sem perspectiva de futuro. Hoje, percebe-se que a escola técnica é a grande responsável pela transformação na vida daqueles moradores. E é isso que percebemos em cada lugar que nos instalamos e tenho a convicção de que em Maricá não será diferente”. Segundo o reitor, hoje existem 214 unidades federais desse tipo em todo o país. "A meta, até o fim deste ano, é que sejam lançadas mais 208”, completou.

A secretária municipal de Educação, Adriana Luiza da Costa, falou sobre a importância do início das atividades do IFF no município. “Esse é um momento histórico para nossa cidade e para nossos jovens. Desapropriamos um imóvel, onde funcionava uma escola particular, para que o IFF já inicie suas atividades de forma provisória. Realizaremos algumas intervenções e adaptações nesse prédio para garantir um ambiente mais prazeroso para a equipe profissional e para os alunos”, explicou. O imóvel ocupa parte de uma área de 4.370 m² (a área construída é de 885 m²), com capacidade para 11 salas.

Campus Maricá

Às margens da RJ-114, em Ubatiba, está sendo construída a escola técnica federal de Maricá. Em uma área de 42 mil m², será instalado um complexo de sete prédios de dois pavimentos, sendo um para laboratórios e 20 salas de aula. Quando estiver em funcionamento, o campus Maricá do IFF atenderá 1.400 alunos em dois turnos. O investimento da Prefeitura é de, aproximadamente, R$ 10 milhões.

O reitor do IFF destacou a importância do movimento de expansão das unidades técnicas firmado graças a um parceria entre o governo federal e as prefei

Apresentação da equipe de professores que irão atuar no campus de Maricá e itabora

Dezembro 18, 2014 Posted by | Educação, jornalismo, Maricá, projeto educacional | | Deixe um comentário

Ivonne e o Uerê

Por Ricardo Cravo Abin ( Presidente do Instituto Cultural Cravo Albin)

O título aí de cima liga uma mulher extraordinária a um projeto educacional para crianças de favelas chamado UERÊ.

A professora e socióloga Ivonne Bezerra de Mello fez história no Rio quando veio a socorrer alguns dos poucos sobreviventes da tragédia que vitimou os meninos mendigos da Candelária, ato monstruoso que ecoou nos corações do Rio, do Brasil e do mundo. Ecoaria com vigor de seta certeira, contudo, sobre Ivonne, que já cuidava piedosamente das crianças de rua e que, por acaso do destino, foi a primeira a chegar ao local do massacre. Isso marcou o caráter destemido desta mulher que, jovem, bela e rica, além de culta (com doutorado pela Sorbonne), poderia apenas trafegar pelos convescotes de socialites.

Logo depois ela criaria o projeto Uerê, nele injetando sua fibra e dentro dele aplicando seus conhecimentos acadêmicos.

O Uerê, hoje de fama internacional, é uma escola que aplica uma pedagogia desenhada com originalidade única para atender a crianças de favela, as traumatizadas pela violência que vivenciam diariamente. Ou seja, Ivonne refletiu sobre uma realidade cruel: os bloqueios cognitivos e emocionais das crianças. Pesquisando, tal qual cientista com lupa, ela descobriu o antídoto para tentar curar e reabitar aquelas alminhas doentias. E colocou de pé a escola mais original de que tive conhecimento. Ivonne instalou-se no Complexo da Maré, logo ele, o mais feroz em violência, em tráfico de drogas, em miséria. Ali, ela abriga 430 crianças, (entre seis e dezoito anos) reconhecidamente fustigadas pelo dia a dia do desajuste, dos tiroteios, das mortes inesperadas. A par do tratamento psicológico, elas recebem três refeições ao dia, além de aulas curriculares e de ensino técnico.

Poucas instituições amparam o UERÊ, algumas delas internacionais, a começar pela UNESCO. Há dias, a brava Ivonne me disse na ACRJ que precisa de apoio, inclusive alimentos para os quase 500 alunos. Vamos abrir portas?

Outubro 24, 2014 Posted by | Ação Social, assistencia social, Associações, Educação, jornalismo, projeto educacional, projeto social | , , , | Deixe um comentário

Alunos se integram a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de Maricá

Fonte PMM

Fotos: Clarildo Menezes e Rosely Pellegrino

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Alunos da rede municipal de ensino participaram da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia de Maricá, realizada na Casa Digital. Com o tema “Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social”, uma ação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, em parceria com outros órgãos e empresas. Realizado pela Secretaria Municipal de Educação, em parceria com as Secretarias de Ambiente, Agricultura e Pesca.

DSCN8837 Gabriel Anchieta se impressionou com o funcionamento do terrário

DSCN8840A secretária Municipal de Educação de Maricá, Adriana Luiza, elogiou os trabalhos e destacou a importância do aprendizado capturado na pratica. “È uma aula maravilhosa os alunos certamente não irão esquecer”

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Segundo o superintendente de Educação Ambiental, Marcos Lacerda, o encontro é realizado desde 2009 e tem o objetivo de popularizar a ciência. “Nossa proposta é mostrar a sua importância no desenvolvimento acadêmico e humano, estimular as pessoas a abordarem a ciência e a tecnologia numa dimensão social, como instrumento de inclusão e transformação e  incentivar a atitude científica e a inovação”, declarou. Para ele, a semana é fundamental para demonstrar a importância da ciência para a sociedade. “A ciência está presente no nosso dia a dia, é responsável pelos avanços, inclusive, da condição social. Se não tivesse ciência, não teríamos saneamento, água potável, telecomunicações”, explicou.

Durante a Semana de Ciência e Tecnologia aconteceram debates, palestras, exibição de filmes da Coleção Ver Ciência, como “O Bom Jeitinho Brasileiro”; “Projeto Espacial Brasileiro” “Como Será o Nosso Futuro?”.

O evento contou ainda com exposições de trabalhos realizados pelos alunos municipais, como, por exemplo, o painel “Acontecendo no CAIC” com diversas fotos de passeios realizados pelos alunos nos principais pontos turísticos do município. O público também pode conferir os inúmeros desenhos produzidos pelo Projeto “Boas Mãos”, com a participação de, aproximadamente, 50 alunos, de seis aos 13 anos, de três escolas municipais (João da Silva Bezerra, Barra de Zacarias e CEM Joana Benedicta Rangel).

DSCN8847DSCN8808DSCN8854Segundo a professora de Ilustração Botânica, Cristina Siqueira, o projeto visita as escolas participantes com o intuito de despertar a sensibilidade dos alunos. “A nossa ideia é sempre propor aos alunos que soltem a imaginação por meio de desenhos e, dessa forma, sensibilizá-los para questões como a ciência e para a arte”, declarou a professora.

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 Alunos puderam ver orgãos reprodutores das flores, e se encantaramAlunos puderam ver órgãos reprodutores das flores, e se encantaram

Outro trabalho que merece destaque foi o idealizado pelos alunos das turmas 501 e 502 da Escola Municipal Joaquim Eugênio dos Santos. Com luz negra, cartolina e caneta marca-texto, os estudantes transformaram uma das salas da Casa Digital apresentando os pontos turísticos do município e algumas das personalidades importantes para os 200 anos de história da cidade, como o padre jesuíta José de Anchieta, o escritor e professor Darcy Ribeiro e o naturalista britânico Charles Darwin.

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Os visitantes também puderam conferir a exposição “Darwin Now: vida e obra de Charles Darwin”, uma contribuição do Conselho Britânico (British Council) e da Casa da Ciência – UFRJ. Os 17 painéis, de 70cm x 90cm, ilustrados, com textos em português, mostram um pouco sobre  a vida e a obra do naturalista britânico Charles Darwin e abordam algumas reações contemporâneas às teorias evolucionistas de Darwin, explorando a forma como avanços em campos tão diversos como geologia e economia influenciaram este pensamento. O público pode também visualizar diversos materiais como conchas, corais e diversos minerais, colecionados por Darwin em sua visita ao Brasil, que incluiu os 2,2 quilômetros de trilha por onde ele passou em 1832 em Maricá. O trecho, conhecido como Caminho de Darwin, fica no Parque Estadual da Serra da Tiririca.

Já na parte de palestras, a equipe de arquitetos da Secretaria de Desenvolvimento Urbano explicou para os alunos do curso técnico de Edificações as diferenças de atribuições entre os cursos de engenharia e arquitetura com o intuito de esclarecer as dúvidas mais comuns daqueles que serão os futuros profissionais das áreas.

A unidade de conservação do Espraiado também foi tema de palestra apresentada pelo subsecretário municipal de Biodiversidade, Evandro Sathler, para alunos do Colégio Estadual Elisiário Matta. Durante mais de uma hora de duração, foram apresentadas as medidas realizadas nas unidades de conservação do município com foco na preservação e proteção ambiental.

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O aluno do 7º ano do CEM Joana Benedicta Rangel, Igor Oliveira, de 13 anos, fez questão de participar do evento. Apaixonado por Ciências, o aluno adora fazer experimentos e admitiu já ter criado um projetor de celular feito com caixas de sapato, lupa e tinta preta e um microscópio feito com água e caneta a laser para apresentar num canal do You Tube (Manual do Mundo). “Sou curioso demais e adoro descobrir até onde posso chegar. E sempre que posso participo de feira de Ciências para desenvolver meus conhecimentos e trocar ideias com outras pessoas”, declarou.

A aluna da Escola Municipal Carlos Magno, Larissa de Paiva, de 10 anos, adorou participar do evento. “Gostei de tudo, mas o que mais me encantou foi conhecer um pouco mais sobre as conchas e flores”, declarou. Já o aluno Gabriel Anchieta, de 10 anos, se impressionou com o funcionamento do terrário. “É interessante observar que esse sistema é uma miniatura da Terra. Queria fazer um desses na minha casa para observar tudo de perto”, explicou.

Atividades paralelas

Do lado de fora da Casa Digital, foram realizadas atividades integradas à programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. A Secretaria de Ambiente apresentou as atividades realizadas pelo Programa Maricá + Verde desde sua implantação em março desse ano e doou mais de 50 mudas de espécies nativas da Mata Atlântica, como pau-brasil, aroeira, pitanga, pau formiga, ipê, pau-d´alho e ingá. A Secretaria de Agricultura e Pesca também esteve presente com a distribuição de mudas de milho e pimenta agroecológicas e com o Caminhão do Peixe que oferece pescado pela metade do preço.

Alunos do curso técnico de Edificações na palestra sobre atribuições da engenharia e arquitetura

Outubro 21, 2014 Posted by | ciência, Educação, Exposições, Feiras e Eventos, jornalismo, Maricá, projeto educacional | , | Deixe um comentário

Bia Bedran canta, conta e encanta em show gratuito na Flim Maricá

Referência em arte e educação e precursora na área de contação de histórias, a cantora e educadora Bia Bedran encantou o público maricaense, composto em sua maioria por crianças, no show gratuito “Cabeça de Vento”, realizado na tarde desta quarta-feira (08/10), na 2ª edição da Festa Literária de Maricá, na Praça Dr. Orlando de Barros Pimentel. Com pouco mais de uma hora de duração, o espetáculo atraiu a atenção de pessoas de várias idades. Fantoches, fantasias, adereços e o violão foram alguns dos instrumentos utilizados pela educadora para interagir com o público e permitir um passeio mágico pelo universo da literatura, da poesia e da ludicidade. 

Dentre alguns dos sucessos apresentados no espetáculo, as crianças vibraram com as histórias do “O Pescador, A Mulher e o Rei”, do “Anel” e da “A Caveira e a Boneca de Lata”. O aluno do 1º ano da Escola Municipal Marques de Maricá, Rafael da Costa, de seis anos, adorou participar do evento. “Já tinha ouvido falar dela, mas nunca tinha ido a um show. Foi legal demais participar das brincadeiras”, falou o aluno. Quem também aprovou o espetáculo foi Luis Otávio da Silva, de sete anos, aluno da E.M Aniceto Elias. “Foi muito bom. Adorei a história do macaquinho e quando chegar em casa vou contar para meus irmãos”. 

Para a professora da rede municipal Sueli Teperino, as canções e histórias contadas e cantadas pela artista motivam a aprendizagem e apresentam o universo literário aos alunos. “A obra de Bia Bedran é uma ferramenta pedagógica preciosa e seus espetáculos já fazem parte das atividades do colégio. Em sala de aula, utilizo diversos livros dela para introduzir os conteúdos. Por exemplo, o livro ‘Eu e o Tempo’ me permite trabalhar de forma bem criativa a questão da hora. E os alunos aprendem brincando”, declarou a professora, fã da artista desde sua adolescência.

Bia Bedran, que também é professora, explicou que a proposta de seu show é exatamente contribuir para o enriquecimento educacional das crianças. “Agradeço a cada um dos educadores que utilizam a minha música para alegrar o ensino e a vida. É gratificante ver minha arte servindo à educação, para que, assim, o país possa formar cidadãos leitores, críticos e felizes”, declarou. “Para contar histórias, não precisa ser professor, cantor ou artista. Basta deixar falar a voz do coração. Por meio dos livros, a vida ganha outras cores, a gente viaja sem sair do lugar e essa sabedoria ninguém nos rouba”, acrescentou. 

Aos 58 anos idade, a artista lembrou o início de sua carreira profissional há 41 anos, quando tinha 17 anos. “Em 1973, minha família e eu montamos em São Francisco (Niterói) um teatro direcionado ao público infantil. E, desde então, não parei mais. Fizemos o Bloco da Palhoça e os programas ‘Canta-Conto’ e ‘Lá Vem História​’”, declarou a artista, que é graduada em musicoterapia e educação artística e mestre em ciência da arte pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Ao longo de sua carreira dedicada às crianças e à arte, Bia escreveu 13 livros, gravou dez CDs e dois DVDs gravados ao vivo com histórias populares e canções de sua autoria.

Público encantado

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A diretora da Escola Municipal Aniceto Elias, Lorimar Dornellas, fez questão de levar um grupo de 75 alunos para conferir a apresentação da artista. “Sou suspeita em falar porque a acompanho há anos. Ela fez e fará parte da minha vida. Considero sua obra fundamental para o desenvolvimento cognitivo dos alunos. Ela leva os alunos a pensarem e seus shows são uma verdadeira aula”, frisou a diretora.

A pedagoga Sandra Lopes, de 39 anos, desmarcou um compromisso somente para levar o seu filho Felipe Lopes, de quatro anos, para assistir a apresentação. “Ela foi referência na minha formação acadêmica e quero passar isso para ele. É uma oportunidade espetacular oferecer às nossas crianças o pleno acesso a leitura e a literatura”, destacou.

Juliana Miguel da Silva, de 30 anos, trouxe os dois filhos Júlia Miguel e Lucas Miguel para participar do evento e ainda garantiu um autógrafo da escritora. “Quando eu morava em Niterói não perdia um show dela. Ficava encantada com a forma dela contar as histórias. Agora quero proporcionar aos meus filhos a chance de conhecer esse mundo desconhecido, mágico e prazeroso da leitura”, salientou.

A subsecretária Intersetorial de Ações Educacionais, Andrea Cunha, falou sobre o show, que, segundo ela, era muito aguardado pelos alunos e pelos professores municipais “Superou todas as nossas expectativas. Foi brilhante oferecer às nossas crianças um espetáculo desse nível que é tradição em todas as festas literárias e salões de leitura realizados pelo país”, declarou.

Fotos: Rosely Pellegrino

Outubro 9, 2014 Posted by | arte, Educação, jornalismo, Lazer, literatura, Maricá, projeto cultural, projeto educacional | | Deixe um comentário

Músicas censuradas na ditadura são debatidas na Festa Literária de Maricá

Texto: Rafael Zarôr | Fotos: Clarildo Menezes

Palestra aconteceu na tenda Antônio Callado com presença de professores da rede municipal e moradores

A Prefeitura promoveu nesta terça-feira (07/10) uma palestra sobre canções censuradas pelo regime militar, na 2ª edição da Festa Literária de Maricá (Flim), no Centro. A professora de Língua Portuguesa, Katia Vilela, que utiliza metodologia musical nas salas de aula há 34 anos, apresentou o tema “MPB – Uma voz em meio à ditadura”, com sucessos de Chico Buarque de Holanda, Gonzaguinha, Rita Lee, Raul Seixas, Caetano Veloso e Geraldo Vandré, autor da música “Pra não dizer que não falei das flores”, considerado o hino contra a ditadura. O evento, realizado pela Secretaria Municipal de Educação, aconteceu na tenda Antônio Callado, na Praça Dr. Orlando de Barros Pimentel, com presença de professores da rede municipal e moradores.

Segundo Katia Vilela, a ideia foi fazer um resgate histórico do período de regime militar, entre 1964 e 1985, que durante 21 anos restringiu o direito do voto, a participação popular e reprimiu com violência todos os movimentos de oposição. “É importante que esses fatos não fiquem esquecidos no passado para este processo de redemocratização do país”, declarou Katia, que é formada pelo Instituto de Educação Clélia Nanci, em São Gonçalo.

Durante o encontro, foram interpretadas letras e tocadas músicas de Chico Buarque (“Cálice” e “Apesar de Você”), Caetano Veloso (“É proibido proibir”), Gonzaguinha (“Comportamento Geral”), Rita Lee (“Jardins da Babilônia”), Geraldo Vandré (“Pra não dizer que não falei das flores”), João Bosco (“O Bêbado e o Equilibrista”), Raul Seixas (“Sociedade Alternativa”), além de “Quero botar meu bloco na rua”, de Sérgio Sampaio, música lançada na década de 1970 e que também marcou as manifestações populares em 2013.​

O morador do bairro Marquês, Geobory Solrac, de 23 anos, conta que o pai participou da guerrilha urbana durante o regime militar e aprovou a realização deste debate. “Desde criança escutava as histórias do meu pai sobre este período e foi influenciado por músicas de Geraldo Vandré. A Kátia (palestrante) fez uma analise simples e didática com as músicas que marcaram esta época”, afirmou o morador.

Professora utiliza a metodologia musical há 34 anos em salas de aula

Geabory ao lado da palestrante Kátia Vilela

Outubro 9, 2014 Posted by | cultura, Educação, jornalismo, Lazer, literatura, Maricá, projeto cultural, projeto educacional | , | Deixe um comentário

Prefeitura de Maricá dá início ao Projeto de Musicalização Infantil

A Prefeitura de Maricá através da Secretaria Municipal de Educação, esta implantando Musicalização no Currículo do Ensino Maternal a 5ª série. O projeto será desenvolvido e coordenado pelo professor Sérgio Aranda – Arte Educador com habilitação em Música e especialização em Metodologia do Ensino da Arte.

“Durante a execução do projeto eu tive a idéia de juntar o útil ao agradável!Entrei em contato com a Secretaria de Cultura, e o secretário imediatamente abraçou e incentivou para que os músicos da Banda Amigos da Cultura, aderissem ao projeto. Estes por sua vez aprovaram a ideia e e estamos realizando uma parceria com a Secretaria de Educação, para levar a música ao vivo para as escolas de toda Maricá. Servindo como apoio indispensável ao projeto.” informou o coordenador.

DSCN0960 A Banda “Amigos da Cultura” conta com oito músicos, funcionários de ambas as Secretárias e que se alternam na execução de vários instrumentos musicais, ritmos e estilos. A possibilidade de demonstrar ao vivo a música ao som de um saxofone, de um violino, de um violoncelo, de uma flauta transversal, de vários instrumentos de percussão acompanhados por vozes de excelente qualidade; tudo isto combinado com o empenho e satisfação dos envolvidos têm demonstrado resultados maravilhosos.

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O interesse dos alunos foi comprovado na introdução ao projeto, evento realizado na E M Carlos Magno L. de Mattos, desde o primeiro contato com a musicalidade de cada instrumento.

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Outubro 7, 2014 Posted by | Educação, jornalismo, Maricá, musica, projeto cultural, projeto educacional | | Deixe um comentário

Maricá inaugura a segunda edição da FLIM

Texto: Fernando Uchôa | Fotos: Fernando Silva e Rosely Pellegrino

Cerimônia de abertura ocorreu na noite desta quinta-feira (25/09), na Praça Dr. Orlando de Barros Pimentel

O município de Maricá fez a abertura na noite de quinta-feira (25/09) da 2ª edição da Festa Literária (FLIM), que este ano homenageia o escritor Antonio Callado. Durante o evento, que segue até o dia 10/10, serão realizadas diferentes atividades, como palestras, brinquedoteca, contação de histórias, teatro, música e outras, nas diversas tendas espalhadas na Praça Dr. Orlando de Barros Pimentel, no Centro da cidade. Cerca de 30 estantes e mais de 120 mil livros compõem o acervo da feira.

A inauguração, que iniciou às 19h30, contou com a presença de diversas autoridades municipais e convidados. Estavam presentes na mesa de abertura o vice-prefeito, Marcos Ribeiro; a secretária de Educação, Adriana Luíza da Costa; a ex-secretária de Educação, Marta Quinan, que foi homenageada na ocasião pela criação do projeto em Maricá; o secretário de Cultura, Sérgio Mesquita; e diversos outros secretários, além do presidente da Associação Brasileira do Livro (ABL), Adenilson Jarbas Cabral, responsável pela organização e fornecimento de livros para os estandes.

Antes da cerimônia de abertura, o músico Leandro Junnhyor brindou a plateia com um repertório formado por música instrumental e MPB. Em seguida, o publicitário Luiz Spinelli roubou a cena recitando o poema “Brasil versão miséria”, de sua autoria. Já o poeta e ator Nivaldo Costa apresentou trechos do seu espetáculo em homenagem a Fernando Pessoa. O evento contou ainda com a participação da banda Sinfônica Ambulante.

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Após as apresentações, em discurso, o vice-prefeito, Marcos Ribeiro, agradeceu os presentes e citou que eventos como a FLIM, de incentivo à leitura, são armas contra a ignorância. “Maricá está mais uma vez de parabéns. A FLIM tem uma vantagem sobre as demais feiras: o incentivo dos maricaenses à leitura se dá concretamente, pela distribuição gratuita de  vouchers (coupons) para alunos, professores e pessoal de apoio, para aquisição de livros”, disse o vice. “Há 200 anos, foi inaugurada a primeira biblioteca pública do Brasil. Ao completar 200 anos, Maricá faz festa literária, ajudando a erradicar o mal que existia há dois séculos, o analfabetismo. Hoje, lutamos contra a dominação de outros monstros, como a dependência da TV, dos computadores e dos games”, completou.

DSCN0435Segundo a dar boas-vindas ao evento, o secretário Sérgio Mesquita ressaltou que a FLIM contribui para a divulgação do conhecimento e cultura. “Há 40 anos, acontecia o funeral de um dos maiores poetas ocidentais, Pablo Neruda. Há 20 anos, Betinho trocou o Natal sem Fome por projetos culturais contra o analfabetismo. Hoje, a FAO, setor da ONU para a alimentação mundial, declara oficialmente que o Brasil é um país liberto da fome. Mas há outras fomes a resolver, como a fome de conhecimento e de cultura. A FLIM em muito pode contribuir para isso”, enfatizou. O secretário. “É preciso saciar todas as fomes. A FLIM está sendo, pela segunda vez, uma festa para o povo. Teremos, durante dez dias, atrações musicais, teatrais, mas principalmente a atração do livro, através de leituras, contação de histórias, palestras e depoimentos de escritores e convidados”, emendou a secretária de Educação, Adriana Luiza Costa.

Para bombeiro Roni Clei Garcia, de 40 anos, que assistiu à inauguração com sua família, a educação e a cultura são os maiores patrimônios que se pode deixar aos filhos. “Lá em casa, todos gostamos de ler e eu e minha esposa incentivamos isso. A cidade está de parabéns por mais esse projeto”, elogiou.

Vice-prefeito, Marcos Ribeiro, discursou na ocasião e deu boas-vindas ao evento

Público conferiu a apresentação da Banda Sinfônica Ambulante

Bombeiro Roni Clei Garcia levou a família para prestigiar a Festa Literária

Setembro 29, 2014 Posted by | cultura, Educação, jornalismo, Lazer, literatura, Maricá, projeto educacional, shows e eventos | | Deixe um comentário

Saúde e Educação inauguram sala de aula para pacientes do CAPS

Texto: Amanda Neto | Fotos: Clarildo Menezes

Projeto de criação da sala de aula no Centro de Apoio Psicossocial (CAPS) é pioneiro em Maricá e no Brasil

As secretarias municipais de Saúde e de Educação inauguraram, na manhã de segunda-feira (22/09), a sala José Paixão, no Centro de Apoio Psicossocial (CAPS) de Maricá. O espaço – com o nome escolhido pelos usuários em homenagem a um paciente falecido em 2013 – é reservado para a execução das aulas de alfabetização e séries diversas e é vinculado à Escola Municipal Carlos Magno Legentil.

De acordo com a superintendente de Diversidade e Inclusão Educacional, Mônica Rigó, por conta da quantidade de remédio e casos clínicos, os pacientes não têm condições de frequentar uma escola regular e esta é uma oportunidade para muitos continuarem ou iniciarem os estudos. “Aqui vai ser uma sala que fará parte da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Escola Municipal Carlos Magno. Na medida em que eles forem aprendendo e o médico autorizar, a gente fará a passagem para a escola comum”, afirmou. Com relação ao acordo feito entre as secretarias, a Educação ficará responsável pela coordenação da sala e oferecerá estrutura com professora, material escolar e planejamento. A contrapartida da Saúde é a demanda e o espaço físico. “O que preconizamos é o acesso, a permanência, a aprendizagem e a educação de qualidade para todos”, frisou Mônica.

Segundo a coordenadora do programa Saúde Mental do município, Édna da Silva, a necessidade da criação desse ambiente escolar foi percebida no momento de leitura e ao assinar o livro de presença. “Eles desejavam ler e escrever. Uns já haviam passado por algum processo de escolarização, mas por causa da doença, institucionalização e outros agravos não se lembravam mais”, comentou. “Abre-se uma nova perspectiva de olhar, de perceber a vida para todos. É um momento transitório de escolarização com a finalidade de inserção na escola regular”, finalizou Édna.

Projeto pioneiro

O projeto de criação da sala de aula no Centro de Apoio Psicossocial (CAPS) é pioneiro não só em Maricá, mas em todo o Brasil. “Esse tipo de parceria entre educação e CAPS é uma coisa que pelo que a gente sabe não tem no Brasil e vai ajudar muito na recuperação dos usuários”, disse a subsecretária de Atenção Básica, Claudia Souza.

Para a secretária de Educação, Adriana Luiza da Costa, esse é um momento muito especial de inclusão dentro do município. “Quando foi falado que eles teriam aula e material, ficaram muito felizes. A felicidade deles foi tão grande que nos contagiou para que fizéssemos essa sala ser implantada o mais rápido possível”, comemorou.

Já de acordo com a secretária de Saúde, Fernanda Spitz, a sala de aula no CAPS é mais uma luta vencida dentro da reforma psiquiátrica em Maricá. “Hoje, estamos dando um passo revolucionário e de extrema importância para a inclusão social do ser humano dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), que tem a integralidade como primeiro princípio, o seja, olhar o indivíduo como um todo, em todas as suas necessidades e complexidades”, comentou.

Setembro 26, 2014 Posted by | Educação, jornalismo, Maricá, projeto educacional, saúde | | Deixe um comentário

Maricá 200 anos – Lançada da Pedra Fundamental do IFF em Maricá

Escola Técnica Federal de Maricá: cerimônia marca início da construção de complexo do IFF

Texto: Marcelo Ambrosio | Fotos: Fernando Silva

Prefeito Washington Quaquá definiu a solenidade como "marca do maior presente que Maricá poderia receber ao completar 200 anos"

Uma solenidade em Ubatiba, na manhã de sexta-feira (23/06), marcou o início da construção da escola técnica federal de Maricá.  A cerimônia contou com a participação do prefeito Washington Quaquá, do vice-prefeito Marcos Ribeiro, do reitor do Instituto Federal Fluminense (IFF), Luiz Augusto Caldas Pereira, do presidente da Câmara Municipal, Fabiano Horta, e de outras autoridades do governo e do legislativo municipal. Com o término da terraplanagem, a área de 42 mil m², que fica às margens da RJ-114, começará a receber os canteiros para a construção  do complexo com sete prédios de dois pavimentos, sendo um para laboratórios, e 20 salas de aula. Quando estiver em funcionamento – a duração prevista das obras é de dois anos – o campus Maricá do IFF atenderá 1.400 alunos em dois turnos. O investimento da Prefeitura é de R$ 10 milhões aproximadamente.

"Esta solenidade marca aquele que é o maior presente que Maricá poderia receber ao completar 200 anos", avaliou o prefeito Washington Quaquá, ou "o sonho de todo o educador da cidade", como definiu, emocionada, a secretária municipal de Educação, Adriana Luiza da Costa. "É uma escola com um papel de libertação para as nossas crianças. Nós não tínhamos um futuro e agora o filho do trabalhador pode sonhar com um mundo no qual também se beneficie dos resultados do seu trabalho", continuou o prefeito, lembrando aos alunos do Centro Educacional de Maricá Joana Benedicta Rangel, presentes à cerimônia, das dificuldades do acesso à educação profissional em sua época de estudante. A escola oferece, em parceria com o Senai, o único curso técnico público da cidade até o momento. O prefeito adiantou que a implantação da unidade pode ocorrer mesmo antes do fim da obra, dada a urgência na  preparação dos jovens para as oportunidades geradas pelo Comperj, o pré-sal e o Pólo Naval de Jaconé. "Vamos alugar módulos para botar essa escola para funcionar logo", acrescentou.

O reitor do IFF, Luiz Augusto Caldas Pereira, destacou a ousadia do governo municipal, que propôs construir a escola e doá-la para o instituto, encurtando, com isso, todos os prazos comuns em obras que demandam financiamento federal. "É um momento especial para Maricá e para o IFF, uma instituição empenhada a renovar todos os dias seu compromisso com as pessoas", afirmou. "A construção dessa escola mostra que é possível agir na lógica do desenvolvimento econômico sem negar a inclusão social", acrescentou. Segundo o reitor, hoje existem 214 unidades federais desse tipo em todo o país. "A meta, até o fim deste ano, é que sejam lançadas mais 208, e o objetivo é chegarmos a uma rede com 800 escolas de formação técnica", completou. Ainda de acordo com o reitor, o processo seletivo para a contratação de docentes e de pessoal administrativo para a unidade de Maricá já foi aberto e está em andamento. A definição dos cursos a serem oferecidos virá apenas após a realização de audiências públicas nas quais a população poderá apontar as prioridades. "Metalurgia e edificações são os campos mais prováveis", finalizou.

Além do campus do IFF, a Prefeitura está tentando viabilizar, no mesmo local, a instalação de um campus tecnológico da Universidade Federal Fluminense voltado para pesquisas na indústria do pré-sal e para as atividades petroquímicas. "Há uma área aqui ao lado que poderá receber esse complexo", emendou o prefeito Washington Quaquá, comparando a unidade à Coppe-UFRJ. "É preciso ousadia para chegar a esse resultado e é difícil achar quem tenha mais do que o prefeito. Quem quer fazer faz, inventa, corre atrás", parabenizou o vice-prefeito Marcos Ribeiro, acompanhado em suas palavras pela secretária municipal do Trabalho, Fátima Pacheco. "Aqui aprendemos a ousar todos os dias", acrescentou ela, informando que a pasta está firmando parcerias com o sistema S (Sesi, Senai e Sesc) para qualificação profissional.

Após a conclusão da obra, a Prefeitura fará a doação das instalações para o Instituto Federal Fluminense, conforme lei aprovada pela Câmara nesse sentido. Caberá ao instituto instalar os equipamentos e contratar professores, funcionários e técnicos para sua operação. "A educação passa por um processo de resgate da dignidade em Maricá e esse projeto é um apontamento claro de referência e esperança de futuro para a garotada", completou o presidente da Câmara Municipal, Fabiano Horta. O IFF Maricá recebeu o nome de campus Washington da Costa em homenagem ao professor do CETEF-RJ e ex-presidente do sindicato dos metalúrgicos do rio, recém-falecido.

Cerimônia ainda contou com a participação do vice-prefeito Marcos Ribeiro, do reitor do Instituto Federal Fluminense (IFF), Luiz Augusto Caldas Pereir

Vice-prefeito Marcos Ribeiro parabenizou a iniciativa

A secretária municipal do Trabalho, Fátima Pacheco, informou que a pasta está firmando parcerias com o sistema S

Alunos da Escola Municipal Joana Benedicta Rangel estiveram presentes à cerimônia

Presidente da Câmara dos Vereadores, Fabiano Horta, integrou mesa da solenidade

O diretor do campus de Itaboraí do IFF, Cesar Luiz Dias, também participou da cerimônia

João da Costa, filho do professor Washington da Costa, compareceu ao evento

O reitor do IFF, Luiz Augusto Caldas Pereira, destacou a ousadia do governo municipal, que propôs construir a escola e doá-la para o instituto

Evento aconteceu na manhã dessa sexta-feira (23/05), em Ubatiba

Com o término da terraplanagem, a área de 42 mil m² começará a receber os canteiros para a construção do complexo

Maio 26, 2014 Posted by | Educação, jornalismo, Maricá, projeto educacional | , | Deixe um comentário

Santa Paula terá Centro de Educação Infantil Municipal

Texto: Sérgio Renato | Fotos: Fernando Silva

A nova unidade do CEIM será erguida em Santa Paula e contará com seis salas de aula para atender cerca de 120 alunos

Termo de compromisso já foi assinado e verba será oriunda do PAC 2

Maricá vai ganhar mais um Centro de Educação Infantil Municipal (CEIM), fruto do programa do governo federal PróInfância, que viabiliza verbas para a construção de creches e pré-escolas públicas. Depois dos bairros de Cordeirinho, Inoã, São José do Imbassaí e Itaipuaçu, de acordo com a secretária de Educação do município, Marta Quinan, a nova unidade será erguida em Santa Paula, próximo à Escola Municipal Osdevaldo Marins da Mata, e contará com seis salas de aula para atender cerca de 120 alunos.

Marta Quinan revelou que a novidade surgiu numa recente reunião em Brasília, com a equipe do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Além dela, o prefeito Washington Quaquá e o vice-prefeito Marcos Ribeiro participaram do encontro. Da capital federal, o grupo retornou com o termo de compromisso nº 08990/2014. A verba no valor de R$ 822.798,28 será oriunda da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

“Será uma unidade tipo ‘C’ com capacidade um pouco menor do que as que já recebemos, mas cremos que irá atender à demanda local com tranquilidade. Saímos de lá bastante satisfeitos com essa nova conquista”, celebrou a secretária, acrescentando que haverá outras novidades no setor nos próximos meses.

Em fevereiro desse ano, dois centros de educação infantil foram entregues. O CEIM Valéria Ramos Passos, que beneficia 255 crianças de dois a seis anos, fica no Jardim Atlântico, em Itaipuaçu. Já o CEIM Nelson Mandela, que fica na comunidade do Mutirão, em São José do Imbassaí, tem capacidade para atender 160 crianças e conta com quatro salas de aula, refeitório, lactário, brinquedoteca, solário e uma quadra poliesportiva, que é compartilhada com os moradores. A unidade de Inoã (Professor José Carlos de Almeida, no Jardim Atlântico) e Cordeirinho (Marilza da Conceição Rocha Medina, em Marinelândia), inauguradas em maio de 2013, seguem os mesmos moldes.

Atualmente, cerca de 1500 alunos são atendidos nos quatro centros de educação infantil e em turmas isoladas que funcionam em escolas. Até o início de 2009, não havia unidade desse tipo, pública, em todo o município.

Abril 10, 2014 Posted by | Educação, jornalismo, Maricá, projeto educacional | | Deixe um comentário