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Abertura da mostra indígena na Casa de Cultura de Maricá atrai admiradores da tribo Tupi-Guarani

Exposição em homenagem a cultura indígena abre os festejos dos 200 anos de Emancipação Política Adminstrativa de Maricá, resgatando as raízes da nossa história

Historiadora Maria Penha orgulhosa com o resultado de um trabalho bem feito.Exposição em homenagem a cultura indigena, Casa de Cultura de Maricá. foto 2 Renata Gama

Exposição em homenagem a cultura indigena, Casa de Cultura de Maricá. foto 4 Renata Gama Exposição em homenagem a cultura indigena, Casa de Cultura de Maricá. foto Renata Gama

Exposição em homenagem a cultura indigena, Casa de Cultura de Maricá. foto 3 Renata Gama artesanato indigena pau de chuva e zarabatana

Os pequenos indios da Aldeia da Mata Bonita gostaram de se ver retratados na exposiçãoindias da Aldeia da Mata Verde Bonita

artesanato indigena mini escuturas em madeira. foto Renata Gama armas e artesanto indigena

artesato indígena, Aldeia Mata Verde Bonita foto 3 de Renata Gama artesanato indígena, rede feita a mão, Aldeia da Mata Verde Bonita. foto Renata Gama.

escultura em madeira, artesanato indígena Aldeia Mata Verde Bonita, foto 2 Renata Gamaescultura em madeira, artesanato indígena Aldeia Mata Verde Bonita, foto Renata Gama

A abertura da exposição “A Herança Indígena em Terras Maricaenses”, na Casa de Cultura de Maricá, atraiu muita gente na noite de quinta-feira (15.05), curiosa da vida e cultura do povo Tupi-Guarani, que habita a localidade desde antes de sua origem e influenciou fortemente os moradores da cidade. Entre as inúmeras pessoas que prestigiaram a mostra, a primeira-dama Rosângela Zeidan, que não poupou elogios.

A lider da Aldeia da Mata Verde Bonita, e a primeira dama de Maricá Rosangela Zeidan“É muito importante enaltecermos o lugar dos índios em nossa história, principalmente agora que vamos comemorar os 200 anos de emancipação do município”, disse a primeira dama Rosangela Zeidan ao comentar sobre a exposição.

Coral da Aldeia da Mata Verde Bonita A pequena Sophia, filha do cacique Darcy Tupã, participou do coral, encantando os presentes, 2O coral da tribo Tupi Guarani, da Aldeia da Mata Verde Bonita, abriu a exposição “A herança Indígena nas Terras Maricaenses”

Secretário Municipal de Cultura de Maricá, Sérgio Mesquita durante a abertura da Exposição em Homenagem a Cultura Indígena. Um resgate da raiz da história de Maricá. Secretário Municipal de Cultura de Maricá Sérgio Mesquita abrindo a exposição A Herança Indígena nas Terras Maricaenses

Em sua  fala na abertura, o Secretário Municipal de Cultura de Maricá, Sérgio Mesquita disse: Nós “civilizados” temos muito a aprender com este povo “primitivo”. Como rápido exemplo, o respeito que possuem pelas crianças e pelos mais velhos. Ou ainda, como eles coadunam suas raízes, suas histórias e tradições com a modernidade e a tecnologia. Diferente de nós, eles mantém suas tradições enquanto nós, esperamos a nova moda do momento e, trocamos nossos sacis e curupiras pelo Halloween.

Cacique Darcy Tupã durante sua fala na abertura da Exposição em homenagem a Cultura Indígena, na Casa de Cultura de Maricá. foto Renata GamaMestre de cerimonia Marcos de Dios relembrou a raiz da nossa história 

O cacique da Aldeia da Mata Verde Bonita, Darcy Tupã, lembrou com emoção, da ajuda e do apoio, que a tribo recebeu do prefeito de Maricá Washington Quaquá, no momento em que atearam fogo na aldeia em que eles viviam em Camboinhas, assista abaixo o vídeo produzido pelo jornalista Jorge André, com a fala do cacique e momentos importantes da abertura da exposição.

 

Assista o vídeo e veja como foi a abertura da exposição A herança Indígena nas Terras Maricaenses”

Historiadora Maria Penha falou com orgulho da exposição A historiadora Maria Penha, agradeceu a equipe de trabalho, mencioando a importância cultural dos indígenas e sua influência na cultura de Maricá.

O cerimonial ficou por conta do professor e historiador Marcos de Dios, que enfatizou a importância de resgatar as raízes da história do município. (na foto: subsecretário Municipal de Cultura de Maricá, Zola Xavier, o historiador Marcos de Dios e a historiadora Maria Penha).

Também presentes os secretários de Direitos Humanos, Miguel Moraes, de Educação, Adriana Luiza e o subsecretário de Turismo, Amilcar Júnior, além do indigianista, Tony Lotar, do vereador Robson Dutra, do presidente do ISSM, Luiz Carlos Bittencourt e da jornalista Lurian Silva. Da aldeia Mata Verde Bonita,  o Cacique Darcy Tupã ficou orgulhoso com a exposição e com a apresentação do coral da tribo, que encantou a todos com seu ritmo e afinação, também elogiados pelo cacique Carlos Tucano, representante da Aldeia Maracanã.

A idealizadora do projeto Rosely Pellegrino, o Cacique da Aldeia Maracanã, o Cacique Tupã, Maria Penha Historiadora e a arquiteta Renata Gama

Durante o coquetel, alunos do EJA da E.M. Domício da Gama aproveitaram a oportunidade para adquirir conhecimentos extraclasse, trocando informações sobre os objetos que observavam e sobre os textos informativos que liam, pesquisados pelas curadoras da exposição: historiadora Maria da Penha, professora Renata Toledo e arquiteta Renata Gama.

A mostra pode ser vista de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, até o dia 31 de maio na Casa de Cultura, que fica na Praça Orlando de Barros Pimentel, s/n.

Maiores informações: 3731.1432 (das 9h ás 17h)

Texto: Valéria Vianna e Rosely Pellegrino fotos Clarildo Menezes, Felipe Zeidan e Renata Gama

Maio 21, 2014 Posted by | cultura, direitos humanos, Exposições, jornalismo, Lazer, Maricá, projeto cultural | , , , , , | 1 Comentário

Modesto da Silveira presta apoio, solidariedade e contribue na análise jurídica no caso Aldeia Maracanã

Fonte: Aldeia Maracana

397400_127338794100582_867241480_n[1] Membro do Conselho de Ética da Presidência da República, o advogado Modesto da Silveira (na foto ao lado do Cacique Carlos Tucano) esteve na Aldeia Maracana, por duas vezes nas últimas semanas, no dia 13 (dia seguinte à 1a. tentativa de invasão militar) e, ontem, prestando seu apoio e solidariedade, e contribuindo com a análise da situação jurídica, que considerou como sendo típica de estado d’exceção.
Modesto foi um dos advogados mais atuantes na defesa de presos políticos.

Nas redes sociais Modesto está sendo aplaudido por mulhares de pessoas, sua presença, seu apoio, sua credibilidade, dá diginidade e esperança.

O que rola na Rede … 

Fale com o Modesto que toda documentação e revindicação para transformar o Museu do Índio se encontra com o Sr Claudio Soares no Gabinete pessoal da Presidente da Republica Dilma que cuida do patrimônio publico deste julho do ano passado e foi protocolado e entregue pela minha Ong a pedido da Zahy Guajajara. Dilma esta a par de tudo e esperamos que ela se manifeste o mais breve possível para restauração deste imóvel,um bem publico da humanidade. E nos amigos da Família do Marechal Rondon vamos agradecer muito. " não é hora de se omitir e sim de agir" (Laercio Rodrigues)

É necessário todas as forças numa barreira humana e jurídica contra a política de higienização etinica que os governos vem implantando, contra os negros e indios (Cintia Teixeira)

Que bão que ainda exitem pessoas humanas neste mundo! (Prema Bhakti Dasa)

Parabéns ao Doutor Modesto, nós comunistas sabemos da sua integridade ética e firmeza de luta. (Pedro Paulo Cruz)

Aldeia Maracanã informa :

O movimento Meu Rio lança hoje uma campanha online para pedir à presidente Dilma Rousseff que se junte à mobilização realizada por diversos setores da sociedade contra a demolição do antigo prédio do Museu do Índio, no contexto da reforma do Complexo do Maracanã para a Copa do Mundo. Para participar da campanha, basta ir até o website da entidade, www.meurio.org.br, assinar a petição e compartilhá-la nas redes sociais.

Embora do ponto de vista jurídico a presidente Dilma não possa interferir, o Meu Rio acredita que uma manifestação contrária poderia ter um impacto sobre os governos do estado e do município, que insistem na demolição, mesmo ela tendo sido considerada desnecessária pela FIFA.

O prédio, erguido em 1865 pelo Duque de Saxe, abrigou o Serviço de Proteção ao Índio até se transformar, em 1953, no Museu do Índio. Depois disso, esteve em estado de abandono por muitos anos até ser ocupado por representantes de diversas etnias há sete anos. No lugar eles fundaram a Aldeia Maracanã, com a ideia de ser um centro de difusão de seus costumes e cultura no coração do Rio de Janeiro. Mas com as obras em curso no Complexo do Maracanã para a Copa do Mundo de 2014, o prédio corre risco de demolição para dar lugar a um shopping center e a um estacionamento.

“Os governos do estado e do município estão insensíveis às demandas dos indígenas que querem a proteção de um espaço que tradicionalmente lhes foi dedicado”, diz Rafael Rezende, do Meu Rio. “Por isso, os cariocas apelam à presidente Dilma e ao seu passado de luta pelas direitos humanos para juntar-se à sociedade civil e pressionar as autoridades locais por uma solução justa”, explica.

A campanha tem o apoio do Movimento Gota d`Água, que em 2012 fez um enorme sucesso reunindo artistas numa campanha contra a construção de Belo Monte. O movimento Meu Rio foi fundado em 2011 como uma plataforma que une tecnologia e mobilização social para estimular a participação cívica dos cariocas. Desde que foi fundado, há pouco mais de um ano, o Meu Rio já reuniu mais de 50 mil membros participantes em sua comunidade online.

Janeiro 19, 2013 Posted by | campanha social, cultura, denuncia, direitos humanos, jornalismo, Judiciário, justiça, manifestação popular | , , , | Deixe um comentário