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As melhores notícias com Rosely Pellegrino

Complexo turístico sustentável vai criar reserva natural em Maricá

Cidade ganhará a segunda maior RPPN de restinga do Estado do Rio. Aberta ao público, a unidade de conservação privada vai estimular a ampliação das pesquisas científicas na região

Restinga de Maricá, foto Rosely Pellegrino

A natureza é um bem público, mas precisa de cuidados tão atentos e específicos que o capital privado tem contribuído e muito para sua manutenção. É como funciona a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), um modelo de unidade de conservação instituído por lei federal em 2000 que protege a natureza em uma região que recebe investimentos da iniciativa privada.

É o caso da IDB Brasil, empresa espanhola responsável pela , um complexo turístico, residencial, comercial e esportivo que será desenvolvido em Maricá com uma proposta sustentável. A empresa vai criar reserva particular do empreendimento numa uma área com 437 hectares, o equivalente a 52% da área total da Fazenda, e será aberta à visitação. A RPPN terá proteção idêntica à de um parque nacional – ou seja, ganhará proteção integral, garantindo sua preservação de forma perpétua.

“Queremos colaborar com a administração pública para criar um meio ambiente mais equilibrado para toda a cidade. Os recursos são privados, mas a área estará aberta à população. Não é Maricá que vai se adaptar à Fazenda São Bento da Lagoa, é o complexo turístico que se adaptará à região”, esclarece David Galipienzo, diretor da IDB Brasil, empresa responsável pelo empreendimento.

A RPPN da Fazenda São Bento da Lagoa vai ser a segunda maior de restinga do Estado do Rio. Perde apenas para a Fazenda Caruara, em São João da Barra, que é a maior Reserva Particular de restinga do Brasil e a maior RPPN do Rio de Janeiro. Iniciativa do Porto do Açu, a Caruara construiu no local o maior viveiro de espécies desse tipo de vegetação da América Latina.

Só no Estado do Rio de Janeiro, são 76 RPPNs, entre as reconhecidas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Há, ainda, reservas particulares registradas pelo governo federal, através do Instituto Chico Mendes, e por municípios com órgãos ambientais estruturados.

A Fazenda São Bento da Lagoa

Maricá não vai ficar atrás de São João da Barra. A IDB Brasil vai preservar 81% de toda a área da Fazenda São Bento da Lagoa, que terá ocupação predial efetiva de apenas 6,4% – o percentual restante é de intervenções como jardins, vias e parques. A área ganhará ainda um Centro de Pesquisas para dar suporte aos estudos científicos de fauna e flora, ampliar o conhecimento, e fomentar educação ambiental na cidade através do o uso público da RPPN, o que inclui visitação de escolas e universidades.

Como funciona

Uma dos pré-requisitos da RPPN é que a empresa recupere e faça a gestão de uma região protegida. Para realizar suas atividades no local, o empreendedor deve reduzir os impactos da intervenção e devolver ao meio ambiente uma área mais bem cuidada do que encontrou. A iniciativa é autorizada pelo Governo Federal na chamada Lei do SNUC, a Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, de 2000. 

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Março 11, 2016 Posted by | jornalismo, Maricá | , , , | Deixe um comentário

Decisão do Tribunal de Justiça reforça importância do empreendimento Fazenda São Bento da Lagoa

Desembargadores mantêm licenciamento do projeto. Sentença ressalta ocupação predial "respeitosa", centro de pesquisas, saneamento e RPPN, entre outros atributos

Na segunda-feira (19), o Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), por 19 votos a 3, deu decisão favorável ao prosseguimento do licenciamento do empreendimento Fazenda São Bento da Lagoa, da IDB Brasil, na Área de Proteção Ambiental (APA) de Maricá. Com isso, a Justiça reforça a legalidade do projeto sustentável, que vai preservar 81% da área total do empreendimento, com uma taxa de ocupação predial de apenas 6,4% – o percentual restante é de intervenções, como praças, vias e jardins – e dar título de propriedade a todos os moradores da comunidade pesqueira de Zacarias, instalada dentro da área da fazenda.

Segundo a sentença do TJRJ, a não execução do projeto “poderá colocar em risco os interesses da população local, causando danos aos interesses coletivos”. O relatório informa ainda que o projeto respeita princípios constitucionais para a proteção do meio ambiente e da população que vive em Maricá.

A decisão do Desembargador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, presidente do TJ-RJ, reforça que o empreendimento previsto para Maricá “contempla respeitosa proposta de ocupação predial, com taxa de aproximadamente 6%, que inclui a construção de um centro de pesquisas científicas para apoiar universidades brasileiras, a construção de centros desportivos abertos à população e que atenderão gratuitamente alunos da rede pública de ensino, a regularização fundiária de aproximadamente 180 residências atualmente irregulares na APA de Maricá, saneamento de aproximadamente 15km de orla em uma das principais lagoas da cidade e a criação de uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), que representa 52% da área total do projeto com 450 hectares”.

Também foi considerada na decisão o cenário econômico do país, onde taxas de desemprego e endividamento da população crescem “assustadoramente”. O acórdão destacou as consequências positivas do projeto para a região: criação de 16.878 empregos diretos e 7.200 empregos indiretos. "É indispensável e salutar industrialização do interior do Estado e, por conseguinte, compromete a qualidade de vida da população”, informa a sentença.

Com a decisão, a Licença Prévia (LP), que foi concedida pelo Instituto Estadual de Ambiente (INEA) em abril de 2015, segue com validade plena. A LP aprova a concepção e a localização do projeto, atestando a viabilidade ambiental e estabelecendo requisitos básicos e condicionantes. O próximo passo é que sejam concedidas as licenças de instalação (LI), para que as obras sejam iniciadas, e de operação (LO), quando o empreendimento entrar em funcionamento.

A IDB informou que o projeto respeita os limites e parâmetros estabelecidos na legislação ambiental, incluindo a Faixa Marginal de Proteção (FMP) da Lagoa de Maricá. “O empreendimento cumprirá as condicionantes da Licença Prévia, entre as quais podem ser citadas: programa de manejo da fauna terrestre, manutenção de equipe especializada em manejo de fauna, programa de resgate e monitoramento de espécies ameaçadas de extinção e realocação de edificações situadas em áreas identificadas como mais sensíveis”, explicou David Galipienzo, diretor-executivo da IDB Brasil, mestre em ciências ambientais.

Entenda o caso

A briga judicial, que teve como último movimento a decisão assinada pelo presidente do TJ-RJ na última segunda-feira, já registrou muitas idas e vindas. O pedido inicial dos opositores ao empreendimento era que qualquer licenciamento realizado na área fosse suspenso até que o plano de manejo, decreto que estabelece as zonas de ocupação, conservação e preservação da área, fosse revisto. Resultado de diversos estudos, o plano foi discutido com a população em audiência pública e sancionado pelo governador do Estado. Houve uma guerra de liminares, que culminou com a suspensão do licenciamento do empreendimento, na primeira quinzena de julho. Cinco dias mais tarde, a Prefeitura de Maricá recorreu da decisão com um pedido de suspensão de liminar, sob a alegação de risco à ordem econômica do município. A presidência do TJ-RJ deferiu o pedido. Em seguida, integrantes da Associação Comunitária, de Cultura e de Lazer de Pescadores de Zacarias, com o apoio do Ministério Público,entraram com um agravo para questionar a decisão, mas os desembargadores negaram definitivamente provimento, por ampla maioria.    

Outubro 26, 2015 Posted by | empreendimento imobiliario, jornalismo, Judiciário, Maricá | , , , | Deixe um comentário

Audiência Pública sobre a Fazenda São Bento da Lagoa é realizada em Maricá

Comunidade participa de audiência pública sobre o empreendimento na Restinga de Maricá

MESA PRINCIPALpublico na audiência publica 08.10.2014Na noite dessa quarta-feira, 08 de outubro, foi realizada na quadra do Esporte Clube Maricá, a audiência pública sobre o empreendimento Fazenda São Bento da Lagoa, da IDB Brasil. O encontro foi presidido por Antonio Carlos Gusmão, representante da Comissão Estadual de Controle Ambiental – CECA, e contou com a presença de mais de 400 pessoas. Entre elas, estavam o prefeito de Maricá, Whashington Quaquá, secretários municipais, servidores públicos, membros do Ministério Público, moradores da Comunidade de Zacarias, associações, estudantes, acadêmicos, ONGs engajadas no município e a população em geral. O evento teve duração de aproximadamente seis horas e, de acordo com o diretor-executivo da IDB Brasil, David Galipienzo, foi bem-sucedido, “o encontro foi positivo porque pude escutar a população, entender os questionamentos e esclarecer todas as dúvidas sobre o empreendimento que é altamente sustentável”, afirma.

IDB a evolução do projeto

O objetivo da audiência foi apresentar para a sociedade o novo projeto da IDB Brasil e colher sugestões da população para que o modelo possa se adequar aos interesses de todos. No encontro, David Galipienzo, cientista ambiental e diretor executivo da IDB Brasil, esclareceu que o novo projeto conta com 81% de preservação da vegetação nativa, que inclui a crialção de uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) de Restinga, e apenas 6,4% de ocupação predial, “o percentual restante corresponde à área da comunidade de Zacarias, que será mantida no local, e intervenções, como jardins e vias” afirma Galipienzo.

O público presente participou ativamente do evento, exercendo seu papel de cidadania, trazendo para mesa questionamentos importantes sobre os impactos positivos e negativos do empreendimento. Entre os temas levantados, merecem destaque:

v Regularização fundiária e realocação da comunidade de Zacarias – IDB Brasil respondeu que fará a inclusão dos moradores de Zacarias, por meio da cessão definitiva da titularidade de terra a cerca de 200 famílias que nunca tiveram a oportunidade de regularizar a sua situação. Ressaltou também que os moradores terão o mesmo padrão de urbanização de todo o empreendimento, com água, luz, saneamento básico e pavimentação.

v Preservação de espécies nativas da região – o empreendedor respondeu que a empresa garante a preservação de mais de 80% da área protegida no novo plano de ocupação, com a criação da segunda maior Reserva Particular do Patrimônio Ambiental – RPPN de restinga do Estado.  Ressaltou ainda que vai garantir a proteção integral da vegetação nativa da região. O empreendedor afirmou que fará um programa  ambiental de monitoramento e conservação da fauna ameaçada, por meio da criação de um centro de pesquisas, preservando todo o hábitat da área.

v Abastecimento de água e tratamento de esgoto – IDB Brasil garantiu no encontro que a água potável para o atendimento aos moradores que ocuparão as áreas da Fazenda São Bento da Lagoa, até 2020, estimada em 40L/s, será fornecida pela CEDAE. Quanto ao esgoto, o empreendedor garantiu que não será feito nenhum emissário jogando para o mar ou a lagoa. A IDB vai desenvolver duas Estações de Tratamento de Esgotos Sanitários (ETE) em níveis terciários, que eliminam patógenos e vírus. Essa água tratada será utilizada para irrigação das áreas verdes do empreendimento.

FSB COMUNICAÇÕES

Outubro 10, 2014 Posted by | construção civil, empreendimento imobiliario, jornalismo, Maricá, meio ambiente | , , | Deixe um comentário

Fazenda São Bento da Lagoa, em Zacarias, desenvolve projeto para se tornar referência em preservação ambiental e inclusão social

Empreendimento prevê a regularização fundiária da comunidade local e uma infraestrutura urbana completamente integrada à natureza

O IDB Brasil, empresa de desenvolvimento imobiliário, apresentou o novo projeto do complexo turístico e residencial Fazenda São Bento da Lagoa. Desenvolvido dentro dos parâmetros definidos pelo Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) de Maricá, o empreendimento prevê uma infraestrutura urbana completamente integrada à natureza, numa área de 840 hectares, com 81% de preservação da vegetação nativa e apenas 6,4% de ocupação predial – o percentual restante corresponde à área de comunidades e a intervenções, como jardins e vias.

Com a mudança da estrutura societária da IDB, em 2008, a concepção do projeto anterior foi descartada. A Fazenda São Bento da Lagoa agora  respeita, com boa margem, todas as restrições de uso do solo e parâmetros urbanísticos definidos em lei. A área prevista para ser ocupada por prédios, por exemplo, será cerca de 50% menor do que estabelece o limite legal. “A exigência do plano de manejo era manter 22% da área ocupada. Decidimos reduzir bastante esse percentual de preservação porque a questão ambiental é uma de nossas prioridades”, afirma David Galipienzo, diretor-executivo da IDB. A empresa se preocupou em colocar à frente do projeto um especialista em Ciências Ambientais, que liderou um desenho inteiramente novo, respeitando os critérios de construção para APA (Área de Proteção Ambiental) de Maricá, a comunidade e o meio ambiente.

Outro ponto importante é a criação da segunda maior Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) de restinga do estado do Rio de Janeiro, garantindo a preservação perpétua da vegetação local em uma área equivalente ao bairro de Copacabana, de 450 hectares. Hoje a região possui mais de 20% de área degradada. Com as iniciativas do empreendimento Fazenda São Bento da Lagoa de recuperar essas áreas, haverá um acréscimo de mais de 100 hectares de vegetação nativa de restinga. Em termos de comparação, essa área a ser recuperada corresponde ao Parque do Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. Além disso, a RPPN será totalmente aberta a moradores e visitantes de Maricá, que poderão visitar e pesquisar a fauna e a flora de restinga, num trecho onde existem cerca de 50 espécies nativas.

Já em relação aos aspectos sociais, o projeto seguirá um caráter totalmente inclusivo com a comunidade pesqueira de Zacarias. Diferente dos projetos anteriores, o novo desenho estabelece a integração de toda a comunidade. “Ouvimos os moradores e passamos a entender todo o histórico de ocupação da região pela comunidade. Fizemos adequações que favorecem os pescadores e seus familiares. A IDB Brasil valoriza a cultura local e entende a importância em investir e incentivar a tradição pesqueira de Maricá”, afirma Galipienzo. Prova disso é que o processo de regularização fundiária entregará aos pescadores de Zacarias escrituras definitivas de suas moradias.

A comunidade receberá ainda melhorias urbanísticas e infraestruturas de água, esgoto e drenagem no mesmo padrão do empreendimento, assim como áreas de lazer e esportes. Os pescadores e suas famílias terão ainda cursos de qualificação de mão de obra e participarão de projetos que visam ao resgate da cultura da pesca artesanal. Serão beneficiados também pela revitalização da Lagoa de Maricá, prevista no projeto.

Veja as diferenças entre o atual projeto e o anterior:

· No projeto atual todas as famílias da Comunidade de Zacarias vão ganhar a titularidade das terras. No anterior, a comunidade seria retirada para local fora do empreendimento. A ideia é integrar a rotina dos moradores de toda a região que terão total acesso às áreas públicas do empreendimento.

· O projeto atual contempla 81% de vegetação nativa, quando o projeto de 2007 previa apenas 38,4%.

· A infraestrutura urbana é completamente integrada à natureza, com apenas 6,4% de ocupação predial efetiva e 17% de intervenção/ocupação do espaço total, bem menor do que o Plano de Manejo exige (22%). Já em 2007, o projeto previa uma intervenção de 61,5%.

· No projeto atual foi excluído o corte do canal de ligação do mar para a Lagoa de Maricá, que estava previsto no plano de 2007.

· Diferentemente do projeto de 2007, que era fechado ao público, o atual prevê a inclusão da população de Zacarias e de outras áreas que não fazem parte do complexo turístico e residencial.

· O projeto, diferente do anterior, aproveita as bordas do terreno, que já estão urbanizadas. O centro ficará intacto e a área degrada será recuperada.

· O projeto anterior previa um desenho imobiliário básico. Já o atual é completamente sustentável.

· A IDB Brasil reformulou o projeto com base na integração de toda comunidade da Zacarias. O projeto antigo não contemplava nenhuma relação com essas pessoas.

IDB a evolução do projeto

FSB Comunicações

Setembro 13, 2014 Posted by | Arquitetura e Urbanismo, construção civil, empreendimento imobiliario, jornalismo, Maricá, meio ambiente, Urbanização | , , | Deixe um comentário

Novo projeto da Fazenda São Bento da Lagoa, referência em sustentabilidade, terá ocupação predial de apenas 6,4% do terreno

Empreendimento vai criar RPPN de restinga, dar titularidade a pescadores da comunidade local, gerar milhares de empregos e ajudar a requalificar o Leste Fluminense

A IDB Brasil – Iniciativas e Desenvolvimento Imobiliário — apresentou a imprensa maricaense, o novo empreendimento da Fazenda São Bento da Lagoa, previsto para ser implantado numa área de aproximadamente 840 hectares em Maricá, no Estado do Rio. O projeto, um complexo turístico, residencial, comercial, empresarial e esportivo, com investimento inicial estimado em R$ 3 bilhões, preserva 81% do território com vegetação nativa, além de manter e resgatar a cultura da comunidade de pescadores de Zacarias, que ocupa 2% da área. Apenas 6,4% do terreno terão ocupação predial efetiva – o percentual restante é de intervenções sem edificações, como praças, vias e jardins.

A Fazenda São Bento da Lagoa está localizada em área privilegiada de Maricá, com praia, lagoa, restinga e outros ecossistemas de Mata Atlântica. A empresa ajudará não apenas a preservar, como recuperar e ampliar esses recursos naturais. Formado em Ciências Ambientais, o diretor-geral da IDB Brasil, David Galipienzo, explica que, após as iniciativas de revegetação das áreas degradadas, a Fazenda São Bento da Lagoa ganhará, em extensão, mais de 100 hectares de vegetação nativa de restinga, o que equivale, em tamanho, ao Parque do Aterro do Flamengo.

Fazenda São Bento 1Panorâmica 1

Galipienzo explica que o empreendimento levará melhorias há muito esperadas pela população local.

— O projeto procurou um equilíbrio importante entre a comunidade, a restinga e o desenvolvimento sustentável da região. Os pescadores ganharão título de propriedade, infraestrutura e urbanização no mesmo padrão do empreendimento, além de incentivos à cultura da pesca. Já a restinga se transformará numa Reserva do Particular do Patrimônio Natural (RPPN), que abrigará um Centro de Pesquisas. Sob a ótica do desenvolvimento econômico, a região vai ganhar infraestrutura, além de atividades geradoras de renda. Tudo com equilíbrio — destaca o diretor da IDB Brasil.

A Fazenda São Bento da Lagoa também tem um papel transformador no cenário de desenvolvimento econômico da região. O empreendimento está estrategicamente localizado a poucos minutos de pontos-chave do desenvolvimento do Estado — a 25 km do polo petroquímico Comperj, a 15 km do Porto de Jaconé, a 45 km do Centro do Rio e a 5 km do Centro de Maricá — e deve se transformar num importante polo residencial e turístico do Leste Fluminense. O projeto prevê a construção de quatro hotéis de alto padrão, dois shopping centers, centro empresarial, campo de golfe, centro hípico e clubes, além de unidades residenciais de alto padrão.

Um importante atrativo turístico do empreendimento é o campo de golfe, com 18 buracos. Diferentemente de complexos similares, a área não será exclusiva para sócios. Além de aberto ao público geral, o campo de golfe terá um desenho sustentável, que minimiza as áreas gramadas e os impactos ambientais. A técnica aplicada à construção da área é sustentável, ainda incomum no Brasil, e prevê o reflorestamento com o uso de plantas nativas da região. Ainda não muito popular no país, o turismo de golfe movimenta, anualmente, 30 bilhões de dólares no mundo, com mais de 15 milhões de praticantes da modalidade.

O ambiental, o social e o econômico

A Fazenda São Bento da Lagoa ocupará uma área de aproximadamente 840 hectares, na APA de Maricá (Área de Proteção Ambiental), uma unidade de conservação onde são permitidos, por Lei, usos compatíveis aos projetados para o empreendimento. O valioso patrimônio ambiental, cultural, arqueológico e científico será protegido por meio da criação da segunda maior Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) do Estado do Rio, que assegurará a preservação perpétua do trecho de restinga. Além disso, a área abrigará um Centro de Pesquisas que vai fomentar estudos científicos sobre todas as especialidades existentes nos ecossistemas locais. A gestão ficará a cargo do empreendedor, em parceria com o poder público, instituições de pesquisa e ONGs.

Todo o esgoto gerado no empreendimento será tratado em estações próprias com tratamento terciário, que utilizarão os mais rígidos padrões de qualidade da água em sua operação. Não haverá lançamento de esgoto através de emissário para o mar ou para a lagoa. Nas obras, serão usados prioritariamente materiais sustentáveis e haverá reaproveitamento de recursos naturais, como a água.

A responsabilidade social é outro forte componente do empreendimento. Maricá é um município litorâneo com tradição pesqueira, cultura que a IDB Brasil perpetuará. Assim, a comunidade pesqueira de Zacarias, inserida na área da Fazenda, será mantida em seu lugar, de acordo com a demarcação do Plano de Manejo. Um processo de regularização fundiária entregará aos pescadores escrituras definitivas de suas moradias. A comunidade receberá melhorias urbanísticas e infraestruturas de água, esgoto e drenagem no mesmo padrão do empreendimento. As medidas aumentarão a segurança e a qualidade de vida da população. Os pescadores e suas famílias receberão ainda cursos de qualificação de mão de obra e participarão de projetos que visam ao resgate da cultura da pesca artesanal. Serão beneficiados também pela revitalização da Lagoa de Maricá, prevista no projeto.

A economia é outro segmento que sentirá a presença positiva do empreendimento. Durante 10 anos até a finalização do complexo, milhares de empregos diretos serão gerados nas obras. Quando entrar em funcionamento, as instalações existentes na Fazenda São Bento da Lagoa gerarão, em diversas fases, empregos suficientes para tornar a área o maior polo gerador de renda do município.

O empreendimento confirmará sua participação na curva de crescimento sustentável de Maricá e do Leste Fluminense, trazendo melhorias de infraestrutura e lazer – como hospital, escola, dois shopping centers, centro empresarial, área esportiva, ordenação de vias, entre outras – há muito tempo reivindicadas pela população. A Fazenda São Bento da Lagoa é um empreendimento de caráter inclusivo, que assegura à população acesso a todas as belezas naturais da região.

O Grupo Cetya e o novo projeto

Infográfico comparativo entre os projetos de 2007 e o atual, de 2013:

Infográfico autalizado 2013

O Grupo Cetya, controlador e administrador da IDB Brasil, além de atuar em projetos que preveem recuperação ambiental realiza, há décadas, investimentos para o desenvolvimento sustentável nos territórios em que atua. O grupo espanhol destina 0,7% de seu lucro anual a iniciativas socioambientais. O trabalho da empresa rendeu prêmios e reconhecimento por boas práticas operacionais, iniciativas e projetos de restauração, conservação e desenvolvimento sustentável.

O novo projeto da Fazenda São Bento da Lagoa está de acordo com as especificações do Plano de Manejo para a APA de Maricá, aprovada e sancionada pelo Governo do Estado de Rio de Janeiro, em 2007, e cumpre neste momento processo de licenciamento no Instituto Estadual do Ambiente (Inea).

A concepção do novo projeto foi completamente modificada em relação à proposta preliminar apresentada para a região em 2007. Em 2008, a IDB teve sua composição societária alterada e passou a ser administrada pelo Grupo Cetya, que atua há 40 anos no mercado de construção com expertise em sustentabilidade. Os novos sócios impuseram rigorosas diretrizes de sustentabilidade para o empreendimento e uma baixíssima taxa de ocupação para a área.

Fonte: Approach Comunicação Integrada

Julho 9, 2014 Posted by | construção civil, Habitação, jornalismo, Maricá, meio ambiente, Mercado Imobiliário, moradia | , , , | Deixe um comentário

Consulta pública vai discutir complexo turístico em Barra de Maricá

As secretarias municipais de Turismo e Lazer, e Urbanismo e Ambiente convocam os interessados a participarem das consultas públicas sobre a criação do complexo turístico na Restinga da Barra de Maricá. Serão duas apresentações, a primeira no próximo dia 12/07, na Via 1 (antigo Botequim do Meu Cumpadi), no Jardim Atlântico (Itaipuaçu). A segunda consulta será no dia 19/07, no Colégio Cenecista (Rua Barão de Inoã, Centro).

O projeto é privado e prevê, entre outras ações, a implantação de uma área de preservação permanente da restinga dentro da Fazenda São Bento da Lagoa. A reserva contínua terá o dobro do tamanho proposto pela empresa proprietária na primeira versão apresentada do projeto, em 2007, e que acabou não saindo do papel.

BASE GERAL4(foto de Arquivo Rosely Pellegrino)

O novo modelo inclui também a integração dos pescadores da colônia de Zacarias ao empreendimento, proposta pelo poder público. Na consulta pública os representantes do empreendimento vão detalhar as iniciativas para o fomento da economia pesqueira em Zacarias e no município, além das áreas previstas para construção – cerca de 6% do total permitido para o complexo.

Julho 10, 2012 Posted by | construção civil, jornalismo, Maricá, social, Urbanização | , , | Deixe um comentário