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Primeiro poço de Lula Alto está produzindo 36 mil barris por dia, diz Petrobras

A Petrobras anunciou oficialmente nesta terça-feira, 16, o início das operações do navio-plataforma (FPSO) Cidade de Maricá, na bacia de Santos, com três semanas de antecedência em relação ao cronograma previsto anteriormente. De acordo com a diretora de Exploração e Produção (E&P) da Petrobras, Solange Guedes, o primeiro poço de Lula Alto está produzindo 36 mil barris por dia, um ritmo de produção mais intenso do que a média verificada na bacia de Santos, de menos de 30 mil barris por dia.

  O lançamento do FPSO Cidade de Maricá foi tratado pela diretoria da Petrobras como um marco dos dez anos da exploração do pré-sal, e por isso a comparação entre o ritmo de produção do pré-sal foi feita, de forma favorável, em relação a antigos sistemas de produção da companhia. Hoje, a perfuração de um poço pode ser feita em menos de 30 dias, segundo ela.

Solange também destacou que a companhia idealizou projetos para um ambiente de negócios com o petróleo a menos de US$ 30 o barril, e por isso a companhia está preparada para enfrentar os desafios atuais. "Não estou negligenciando o desafio que é voltar a este patamar (petróleo abaixo de US$ 30 o barril), mas quem fez uma vez sabe o caminho", afirmou a executiva.

10 anos

A diretora de Exploração e Produção da Petrobras salientou ainda que em 2016 a estatal comemora 10 anos da descoberta de petróleo na camada do pré-sal. "Estamos diante de um momento muito significativo no pré-sal", disse. "Depois de longa expectativa, conseguimos atravessar o pré-sal, que se mostra efetivamente produtivo", afirmou.

No fim de 2015, a estatal chegou a produzir 26 mil barris por poço, tendo 25 poços em atividade. "É um ativo que todas as companhias almejam ter", informou Solange Guedes.

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Fevereiro 17, 2016 Posted by | jornalismo, Maricá, Petroleo e Gás, pré-sal | | Deixe um comentário

Petrobras apresenta em Maricá, relatório de impacto da exploração do pré-sal na Bacia de Santos

Texto: Fernando Uchôa (edição: Marcelo Ambrosio) | Fotos: Fernando Silva

Encontro foi marcado para discutir o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (Rima)

Representantes da Petrobras, da empresa Mineral, e do Ibama apresentaram nesta terça-feira (13/05), na quadra do Esporte Clube Maricá, o Estudo de Impacto Ambiental  (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (Rima), produzidos para embasar a atividade de produção e escoamento de petróleo e gás natural do pré-sal da Bacia de Santos.  A audiência pública foi exigida pela Secretaria Municipal de Ambiente de Maricá e é uma etapa do processo de licenciamento necessário para que a exploração possa ser conduzida.

O objetivo do pedido foi o de fazer com que a estatal do petróleo fornecesse explicações às autoridades municipais e à própria população sobre os impactos ambientais, econômicos e sociais que as operações do pré-sal poderão trazer para o município.  Feita a apresentação, na fase seguinte a Prefeitura encaminhará à Petrobras as observações e correções já levantadas pela secretaria. Segundo o secretário municipal de Ambiente, Tiago de Paula, foram detectadas importantes omissões em aspectos relevantes do documento.  "Para um estudo para os próximos 30 anos, o levantamento não inclui projetos futuros, o que é imprescindível", avaliou.

A audiência pública foi conduzida pelo analista ambiental do Ibama João Carlos Nóbrega, pelo engenheiro da Petrobras André Pinto, e por técnicos da Mineral, empresa contratada para as pesquisas ambientais.  Em relação aos impactos, três novos programas preventivos foram divulgados: Monitoramento Ambiental (influência sobre ecossistemas marinhos); Controle de Poluição (controle e diminuição das fontes de poluição por gases, líquidos poluentes e lixo produzido por navios-plataforma) e Educação Ambiental (integração e articulação das ações educativas com participação dos grupos sociais afetados pela exploração, como pescadores e maricultores). 

Moradores e pescadores se mostraram apreensivos com os riscos de poluição, não só na costa, mas em ecossistemas como as Ilhas Maricás, situadas a quatro quilômetros da faixa litorânea  e um viveiro de crustáceos, moluscos e da chamada "fauna acompanhante" (peixes de passagem topo da cadeia alimentar local). Cobraram a realização de novas audiências e o monitoramento em conjunto das condições do ecossistema. Segundo os técnicos da Petrobras, no entanto, em 28.800 simulações com correntes oceânicas realizadas na área de influência de até 10 km de costa no entorno do campo, não se verificou a probabilidade de impacto – dada a distância até as bases de produção (situada a 200 km da orla). Imagens do trabalho de exploração e produção no Pré-Sal projetam o emprego de 13 navios-plataforma (FPSO). A Bacia de Santos abrange três bacias hidrográficas – Santos, Guanabara e Sepetiba – alcançando 20 municípios dos estados de São Paulo e Rio, incluindo Maricá (cuja confrontação, para efeito de royalties, é de 49%). O poço de Tupi/Lula é o mais produtivo, com a previsão de um milhão de barris em seu pico de produção.

Representantes da Petrobras, da empresa Mineral, e do Ibama conduziram a audiência pública

Objetivo da reunião foi fornecer detalhes às autoridades municipais e à própria população sobre os impactos que as operações do pré-sal poderão trazer

Maio 16, 2014 Posted by | jornalismo, meio ambiente, Petroleo e Gás, pré-sal | | Deixe um comentário

Mais portos no litoral do Rio de Janeiro

Institucional | Brasil Econômico | Capa | BR
10.02.2014

PRÉ-SAL
O aumento de produção de petróleo mobiliza duas cidades litorâneas na busca de investimento em infraestrutura. Em Maricá, o terminal de R$ 6 bilhões está em fase final de licenciamento. Macaé iniciou audiência pública para projeto de R$ 900 milhões .P11

Projetos de portos avançam em cidades do litoral do Rio

Institucional | Brasil Econômico | Brasil | BR
"O porto é um projeto muito importante e pode mudar o perfil da cidade de Maricá, com potencial de geração de emprego e atração de uma série de empreendimentos para seu entorno" Washington Quaquá Prefeito de Maricá

  "A estrutura de apoio às plataformas está estrangulada efaz mais sentido constrinr uma nova base aqui, onde a indústria já está instalada, do que levar a indústria para outro lugar"  Dr. Aluízio  Prefeito de Macaé.

Maricá e Macaé se mobilizam para licenciar terminais para suportar o crescimento da produção do pré-sal

Redação

O crescimento da produção do pré-sal cria expectativa em duas cidades do litoral fluminense, que esperam deslanchar projetos portuários para atender à demanda da indústria do petróleo. Em Maricá, na região metropolitana do Rio, a prefeitura prevê para abril a concessão da licença ambiental do porto da DTA, projeto de R$ 6 bilhões, desenvolvido para receber parte da produção da maior província petrolífera brasileira. Em Macaé, a 180 quilômetros da capital, está em fase de consulta pública projeto da Queiroz Galvão, orçado em R$ 900 milhões, para a construção de um porto para apoio à atividade de exploração e produção em alto mar.

"É um projeto muito importante e pode mudar o perfil de Maricá, com potencial de geração de emprego e atração de uma série de empreendimentos para seu entorno", diz o prefeito de Maricá, Washington Quaquá (PT). Localizada em frente aos maiores campos de petróleo do país, a cidade já foi escolhida como porta de entrada do gás natural produzido no pré-sal, por um gasoduto que conectará as plataformas ao Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) na vizinha Itaboraí. O porto, diz o prefeito, será um passo adiante para transformar a proximidade com o pré-sal em oportunidades de negócios no município.

O projeto terá a capacidade para receber 850 mil barris de petróleo por dia e prevê a construção de tanques para armazenar a produção e de um estaleiro de reparos para embarcações de apoio à indústria petrolífera. Além disso, está projetado um terminal de contêineres. A prefeitura negocia ainda a ampliação do aeroporto local, para o transporte de trabalhadores às plataformas. Atualmente, os embarques são feitos no aeroporto de Jacarepaguá, no Rio, e de Macaé, base de operações da Petrobras para a Bacia de Campos, hoje a maior produtora brasileira de petróleo.

"A estrutura de apoio às plataformas está estrangulada e faz mais sentido construir uma nova base aqui, onde a indústria já está instalada, do que levar a indústria para outro lugar", comenta o prefeito de Macaé, Dr. Aluízio (PV).

As operações da Petrobras são hoje concentradas no Porto de Imbetiba, na área central da cidade, que tem seis berços de atracação e uma enorme fila de espera de navios que levam mantimentos e equipamentos para plataformas em alto mar. O novo terminal foi projetado para ocupar uma área de 400 mil m 2 no bairro de São José do Barreto, na Zona Norte da cidade, com uma plataforma marítima de 90 mil metros quadrados a dois quilômetros da costa.

O projeto prevê capacidade para a atracação simultânea de até 14 embarcações e mira, além da produção na Bacia de Campos, a prestação de serviços para a porção norte da Bacia de Santos, que hoje é atendida pelo Porto do Rio e precisa ser ampliada no futuro. Com uma produção de 346 mil barris de petróleo por dia, a província do pré-sal, que se estende de São Paulo ao Espírito Santo, deve atingir a marca de 2,1 milhões de barris por dia em 2020, segundo projeções da Petrobras. Além da base da Petrobras, Macaé se dia a maior unidade de tratamento de gás natural da companhia, que também deve receber produção do pré-sal.

Os dois projetos enfrentam resistência de entidades ambientalistas. Em Maricá, explica Quaquá, foi feita uma modificação no projeto para reduzir o impacto na costa da Ponta Negra. "A área do porto é uma área que já foi um campo de golfe, não tem mata nativa", diz o prefeito, acrescentando que a prefeitura quer fomentar a criação de um polo industrial na região. Em Macaé, a prefeitura propõe, como medida compensatória, a transformação em unidade de conservação ambiental de uma área de 3,5 quilômetros de costa, na mesma região.

Um terceiro porto, já em obras, disputa com os dois empreendimentos a atenção das companhias petrolíferas. O porto do Açu, projeto iniciado por Eike Batista em São João da Barra, litoral Norte do estado, também tem previsão de áreas para recebimento de petróleo e base de apoio a plataformas.

"O porto é um projeto muito importante e pode mudar o perfil da cidade de Maricá, com potencial de geração de emprego e atração de uma série de empreendimentos para seu entorno"

Washington Quaquá

Prefeito de Maricá

"A estrutura de apoio às plataformas está estrangulada efaz mais sentido constrinr uma nova base aqui, onde a indústria já está instalada, do que levar a indústria para outro lugar"

Dr. Aluízio

Prefeito de Macaé

Fevereiro 10, 2014 Posted by | jornalismo, Maricá, Petroleo e Gás, pré-sal, setor naval | , | 1 Comentário

Queiroz Galvão firma contrato de US$ 3,5 bilhões para afretar FPSOs em Maricá e Saquarema

FPSOs vão operar no Campo de Lula, pré-sal da Bacia de Santos. Contrato foi fechado com consórcio operado pela Petrobras.

Do G1, no Rio

A Queiroz Galvão Óleo e Gás (QGOG) e parceiros firmaram contratos com o consórcio BM-S-11, operado pela Petrobras, para afretamento e operação de dois FPSOs: Cidade de Maricá e Cidade de Saquarema, informou a companhia nesta segunda-feira (15). Segundo a QGOG, o valor total dos contratos, que terão duração de 20 anos, é de cerca de US$ 3,5 bilhões.

Segundo a companhia, as unidades pertencerão e serão operadas pela joint venture formada entre as empresas QGOG, SBM Offshore, Mitsubishi Corporation e Nippon Yusen Kabushiki Kaisha (NYK Line).

Os FPSOs vão trabalhar no Campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos, e são similares ao FPSO Cidade de Ilhabela, com capacidade diária de produção de óleo de 150 mil barris e de 6 milhões de metros cúbicos por dia de gás.

O Cidade de Maricá tem entrega prevista para o final de 2015, enquanto o Cidade de Saquarema deve ser entregue no início de 2016.

Campo de Atlanta

Em janeiro, a Queiroz Galvão Exploração e Produção anunciou para o segundo semestre de 2013 o início da perfuração de três poços no campo de Atlanta, na Bacia de Santos, um deles apenas para coleta de informações sobre o campo, com previsão de obter o primeiro óleo no segundo semestre de 2014.

Segundo o diretor de Produção da Queiroz Galvão, Danilo Oliveira, a expectativa de produção é de 12 mil barris de óleo por dia, seis em cada poço "na pior das hipóteses" , mas a companhia trabalha com uma produção de 24 mil barris por dia, de acordo com simulações e estudos feitos pelos antigos operadores, Shell e Chevron.

Julho 16, 2013 Posted by | jornalismo, Maricá, Petroleo e Gás, pré-sal | | Deixe um comentário

Porto de Jaconé é prioridade de investimento do Fundo da Marinha Mercante

Texto: Sérgio Renato (edição: Marcelo Moreira) | Fotos: Imagem de divulgação

As obras que vão erguer o Porto de Jaconé, em Maricá, receberam prioridade de investimento do Fundo da Marinha Mercante, do Ministério dos Transportes. A decisão foi tomada na última reunião do Conselho Diretor do Fundo, realizada no mês passado, e divulgada na edição de novembro da revista Portos e Navios – uma das mais importantes publicações do setor naval do país.

Imagem de divulgação da DTA

Segundo a revista, na reunião foram aprovados financiamentos para 56 projetos de embarcações e estaleiros em empreendimentos de 19 empresas, que totalizam R$ 7,345 bilhões em investimentos. A chancela de prioridade concedida pelo Conselho do Fundo da Marinha Mercante é importante para a viabilidade das obras do Porto de Jaconé, já que, entre as funções do órgão, estão a liberação de recursos e o acompanhamento de sua aplicação pelos agentes públicos financeiros, como o BNDES, nas obras do setor hidroviário brasileiro. A DTA Engenharia, responsável pelo projeto do Porto de Jaconé, prevê um investimento da ordem de R$ 1 bilhão.

Ainda segundo a publicação Portos e Navios, entre as iniciativas que receberam prioridade os maiores recursos serão aplicados em estaleiros – um montante de R$ 3,693 bilhões, dos quais R$ 1,681 bilhão foi concedido à OSX Construção Naval como parte da implantação do estaleiro OSX, localizado no município de São João da Barra, no Rio de Janeiro. Também no estado do Rio, serão construídos ou modernizados outros cinco estaleiros.

População marcha em apoio ao Porto

No último dia 26 de maio, quando Maricá completou 198 anos, uma grande passeata levou uma multidão às ruas do centro da cidade em apoio à construção do polo naval. A implantação do complexo portuário dos Terminais Ponta Negra (TPN) vai mudar o papel de Maricá no cenário nacional, com a integração da cidade às atividades do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). O empreendimento, também conhecido como Porto do Pré-Sal, conta com o apoio da prefeitura, que está tomando as medidas necessárias para a viabilização do projeto e acompanhando as exigências para a segurança ambiental da iniciativa.

Ciente da importância do porto para a região (a estimativa é que sejam gerados nove mil empregos diretos e indiretos durante a construção, passando a 12 mil após a conclusão das obras, em 2015), a prefeitura também planeja ações para reforçar a qualificação de mão de obra local para trabalhar no setor. Por sua posição geográfica, a cidade de Maricá é estratégica para o Comperj e, com a instalação do TPN, passará a contar também com uma atividade econômica independente, capaz de transformar o município tanto quanto o complexo petroquímico fará com a vizinha Itaboraí.

O apoio da prefeitura e o endosso da população de Maricá ao porto começaram com a aprovação, pela Câmara Municipal em dezembro último, de uma alteração no zoneamento urbano do município, inserindo uma área industrial no plano destinado á região da praia de Jaconé. A partir dessa mudança, a DTA Engenharia– responsável pelo empreendimento – pode começar a trabalhar efetivamente no desenvolvimento do complexo, a ser instalado em uma área de 5,6 milhões de metros quadrados onde funcionaria um clube de golfe e sem restrições ambientais.

Para o prefeito Washington Quaquá (PT), o empreendimento também vai viabilizar outra vocação de Maricá, a atividade turística. Além da compensação ambiental já incluída no próprio TPN – a destinação de uma área de 3,6 milhões de metros quadrados para a criação de uma reserva de preservação – a cidade receberá a bela região de Ponta Negra transformada em área turística, incluindo a construção de uma marina, de hotéis e de um resort.

Leia abaixo a matéria da revista Portos e Navios:

http://portosenavios.com.br/site/2012/revista-622-novembro-de-2012/416-industria-naval/19644-r-734-bi-em-projetos-

Novembro 7, 2012 Posted by | Maricá, pré-sal, setor naval, transporte | | Deixe um comentário

Presidente da Petrobras detalha Plano de Negócios em audiência pública no Senado Federal

A presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, apresentou nesta terça-feira (11/09) o Plano de Negócios e Gestão 2012-2016 da Companhia em audiência pública conjunta das comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Serviços de Infraestrutura (CI), no Senado Federal, em Brasília.

Do total de US$ 236,5 bilhões de investimentos previstos para o período, a prioridade será da área de Exploração e Produção, para a qual serão destinados US$ 131,6 bilhões. Os investimentos em Abastecimento somarão US$ 71,6 bilhões; em Gás e Energia eles serão de US$ 13,5 bilhões. Outros US$ 10,7 bilhões serão destinados aos negócios na área Internacional; US$ 3,3 bilhões à Distribuição e US$ 2,5 bilhões aos Biocombustíveis.

Graça Foster destacou o crescimento do mercado de derivados no Brasil nos últimos anos, bem acima da média mundial. "Entre 2000 e 2011, a demanda por gasolina no mundo cresceu 15%, enquanto no Brasil o crescimento foi de 49%", ressaltou. No mesmo período, o consumo mundial de diesel teve um incremento de 29%; no Brasil, o aumento da demanda foi de 43%.

Ao mesmo tempo, entre 2000 e 2011 a Petrobras registrou crescimento de reservas e da produção de óleo muito acima da média mundial. A produção de óleo cresceu 73% no Brasil, contra 12% no mundo; a de gás natural teve um aumento de 61% no Brasil, contra 36% no mundo; as reservas de óleo brasileiras no período aumentaram em 73%, as mundiais em 38%.

Entre 2005 e 2010, mais de 50% das descobertas do mundo foram em águas profundas, sendo que o Brasil responde por 63% dessas descobertas. "Em 2030, o Brasil deverá ser o país com maior crescimento de produção entre os países que não fazem parte da OPEP", disse Graça Foster.

Segundo a presidente, entre 2005 e agosto deste ano, a Petrobras notificou à ANP 63 declarações de descobertas na área do pré-sal. "No ano passado, o índice de sucesso que a Petrobras obteve no pré-sal foi de 94%, um índice esplêndido", comemorou.

As reservas provadas da Petrobras somam atualmente 15,71 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), que somados aos volumes potencialmente recuperáveis de 15,8 bilhões de boe levam a companhia a um horizonte potencial de reservas de 31,5 bilhões de barris de óleo equivalente.

"A prioridade absoluta da Petrobras é aumentar a produção de óleo, com investimentos pesados nas atividades de Exploração e Produção", ressaltou a presidente. Segundo ela, as perspectivas positivas para o setor de energia e os resultados históricos obtidos pela companhia embasam a decisão de concentrar investimentos em E&P.

Graça Foster informou aos senadores o início da produção, no último dia 10, do FPSO Cidade de Anchieta. A plataforma, localizada no campo de Baleia Azul, na porção capixaba da Bacia de Campos, produzirá petróleo de alto valor comercial (28 graus API) e tem capacidade para processar, diariamente, 100 mil barris de petróleo e 3,5 milhões m3 de gás. A produção inicial está estimada em 20 mil barris por dia (bpd). Outros nove poços (seis produtores e três injetores de água) serão interligados à plataforma. A previsão é de que o pico de produção, de 100 mil barris por dia, seja atingido em fevereiro de 2013.

Graça destacou ainda o Programa de Aumento da Eficiência Operacional da Bacia de Campos (Proef), já em execução, que tem como objetivos melhorar os níveis de eficiência operacional e de integridade dos sistemas de produção e aumentar a confiabilidade de entrega da curva de óleo prevista no Plano de Negócios e Gestão.

Falou também aos senadores sobre os investimentos em execução e previstos na expansão do parque de refino, com vistas a equilibrar oferta e demanda de derivados no Brasil. Entre obras em andamento e projetos em avaliação, os investimentos somam US$ 71,6 bilhões até 2016. "Sem as novas refinarias, o Brasil chegaria a 2030 importando 35% dos derivados consumidos no País", disse a presidente.

Gerência de Imprensa/Comunicação Institucional

Setembro 13, 2012 Posted by | jornalismo, Petroleo e Gás, pré-sal | , | Deixe um comentário

Quaquá e o povo unidos pelo porto

FOTOS: divulgação/ Paulo Polônio

DSC_8332DSC_8400Recente caminhada em defesa da instalação do porto em Jaconé

DSC_8322 O prefeito Quaquá e a primeira-dama Zeidan acompanhados de Lurian Silva (filha do ex-presidente Lula) durante a caminhada pelo porto de Jaconé

O prefeito Washington Quaquá procurou investidores para construir o Porto em Jaconé e teve a preocupação de contratar uma empresa para fazer estudo d eimpacto ambiental.  ”É mentira que Jaconé seja berçário de baleias. Elas procuram áreas abrigadas no litoral de todo o Brasil. Do ponto de vista ambiental, é mais lógico construir um porto em mar aberto do que numa baía,como é o caso de Angra. No projeto do Porto, a empresa criou uma tecnologia quereduz o impacto de um eventual vazamento de óleo. Sempre terá gente contrária, mas o projeto é bom. Vai gerar empregos e continuaremos com oturismo”, explica o prefeito.

O desemprego é o maior problema da cidade e com a instalação do Porto, milhares de empregos gerados vão dar ao município outra dimensão econômica. “Hoje observamos diversos empresários de todo canto do Brasil e do mundo trazendo investimentos para cá. Isso graças a uma coisa que eu consegui, que até me chamavam de maluco, o Porto de Jaconé. Fui atrás de gregos, holandeses e gente do mundo inteiro para investir aqui. Com isso, descobrimos a qualidade do mar de Jaconé que tem 30 metros de profundidade, enquanto o Porto do Rio possui 14 metros. Assim temos a facilidade de receber navios cargueiros de até quatrocentas mil toneladas. É evidente que esse Porto vai mudar a cara da região. Será o maior porto das Américas, empatando apenas com o do Canadá. Com a implantação do Porto em Jaconé iremos gerar mais de quatorze mil empregos, diretos e indiretos, no município. E tem candidato de oposição ao meu governo, que entrou na justiça contra o projeto, que agora diz que está trazendo o porto para a cidade”, enfatiza Quaquá.

A implantação do Porto de Jaconé, também conhecido como Porto do Pré-Sal, vai mudar o papel de Maricá no cenário nacional, com a integração da cidade às atividades do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), além de viabilizar a atividade turística.

Em visita recente a cidade, o governador Sérgio Cabral demonstrou apoio à iniciativa de Quaquá em trazer o Porto para Maricá.  ”Maricá está no rumo do desenvolvimento, do crescimento e o prefeito Quaquá está ajudando a revolucionar o município. O Porto é uma realidade e vai trazer grandes oportunidades para a região”, afirmou Cabral.

Agosto 17, 2012 Posted by | jornalismo, Maricá, Petroleo e Gás, pré-sal | , , | Deixe um comentário

DTA espera licenças para oferta pública de ações

Empresa de engenharia utilizará recursos da Bovespa nos Terminais de Ponta Negra, no Rio

A DTA Engenharia está aguardando a liberação de licenças do projeto de construção dos Terminais Ponta Negra (TPN), na praia de Jaconé, região dos Lagos fluminense, para então fazer uma oferta pública de ações. João Melo, socio da DTA explicou que o projeto é erguer no local um pólo naval para manutenção e reparos de embarcações e uma unidade de tancagem.

Das liberação de licenciamento a empresa também depende para que possa lançar uma oferta pública de ações.

Os investimentos chegam a R$ 1,5 bilhão em infraestrutura e mais R$ 3,5 bilhões em estaleiro e áreas industriais, com previsão de conclusão das obras em 2015. Ele explicou que o local tem um desenho único, que garante uma profundidade de 30 metros, o que permite a entrada de navios de grande porte.

Enquanto não chega à Bovespa, o projeto se viabilizará com a captação de recursos em bancos. O BNDES é uma das instituições que faz parte da lista. O sócio da DTA disse ainda que a empresa vai preparar mão de obra com a criação de um centro de treinamento na região. Um dos grandes entraves ao projeto tem relação com questões ambientais.

Há uma preocupação das comunidades da região com o impacto queum empreendimento deste porte poderá trazer à região.

Nota desta editora – Para falar sobre este assunto, será marcada em breve, uma reunião com os jornalistas e a apresentação do projeto a população do Município de Maricá , oportunidade onde será discutido o impacto e esclarecidas as medidas que serão tomadas em prol da população. Um mercado que irá gerar mais de 12 mil empregos, com bons salários, e que irá oferecer entre outras contrapartidas, cursos técnicos ao jovens do município, para que este mercado seja absorvido por nossos jovens, já é um bom motivo para que se páre e pense realmente a importância da vinda deste investimento. Se fosse ruim Angra dos Reis, que também é um paraíso terrestre, não iria lutar e se mobilizar para tirá-lo de Maricá. (Rosely Pellegrino)

A DTA Engenharia é uma empresa que se destaca e qualifica pela sua Criatividade e Excelência em Engenharia Portuária e Ambiental no Desenvolvimento de projetos de engenharia nas mais diversas áreas, buscando sempre a melhor solução de implantação sob os aspectos técnicos, econômicos e ambientais.

Abril 25, 2012 Posted by | jornalismo, mercado financeiro, Petroleo e Gás, pré-sal, setor naval, transporte | , , | Deixe um comentário

Prefeitura de Maricá faz convênio para qualificar 1000 jovens no setor offshore

Texto: Rafael Zarôr e Sérgio Renato | Fotos: Paulo Polônio

Prefeito e representante da Transpetro: acordo prevê qualificação e estágios para jovens de escolas públicas da cidade – Foto: Paulo Polônio

Vagas serão destinadas aos alunos do Ensino Médio de escolas públicas da cidade. Acordo também prevê estágio em plataformas da Transpetro

Com o objetivo de potencializar a mão-de-obra local, a prefeitura de Maricá acertou nesta quinta-feira (29/03) uma parceria com o Instituto de Ciências Náuticas (ICN), Senai e Transpetro para qualificar 1.000 estudantes de escolas municipais e estaduais da cidade. Pelo acordo, os jovens irão fazer o curso básico de Segurança em Plataforma e Saída de Aeronave Submersa no ICN e estagiar em plataformas da Transpetro. Os investimentos da ordem de R$ 1 milhão serão pagos integralmente pelo governo municipal. As aulas iniciam em maio e a previsão é que os jovens estejam formados em setembro. A carga horária total é de 88 horas. Pela legislação, as empresas devem ter cerca de 25% de mão de obra nacional.

Segundo o prefeito Washington Quaquá o Senai vai utilizar as instalações do ICN, no distrito de Itaipuaçu, para formar 200 jovens em cursos na área de elétrica e mecânica voltada para o setor naval.

– Estamos trazendo empresas para garantir oportunidades no mercado offshore. A Transpetro solicitou profissionais de eletricidade e mecânica do setor naval que serão formados pelo Senai – destacou o prefeito Washington Quaquá. As vagas serão destinadas aos alunos do Ensino Médio.

Acompanhados por representantes do ICN, o prefeito e o gerente de Recursos Humanos da Transpetro, Cláudio Negrão, conheceram as instalações do Centro de Treinamento Offshore, que pertence ao instituto, em Itaipuaçu. Em uma área de 50 mil metros quadrados, os alunos simulam situações do dia-a-dia nas plataformas com o máximo de realismo para que estejam preparados e possam atuar em qualquer eventualidade.

São realizados diversos exercícios como combate a incêndio em helicópteros, tanques e praça de máquinas; sobrevivência pessoal em plataformas de saltos e local para deflagrar balsas infláveis; embarcação de sobrevivência e resgate com guindaste, baleeira, bote de resgate e píer para atracação. O espaço também conta com alojamentos para 120 alunos, vestiários, auditório com capacidade para 250 pessoas, salas de aulas, refeitório e estacionamento.

Alunos aprendem a saltar de navios e plataformas – Foto: Paulo Polônio

Prefeito e representantes da Transpetro observam técnico acionar simulador eletrônico – Foto: Paulo Polônio

Alunos fazem exercícios de combate a incêndios – Foto: Paulo Polônio

Março 30, 2012 Posted by | cursos, jornalismo, Maricá, Petroleo e Gás, pré-sal | | Deixe um comentário

Sobre a Audiência Pública sobre Emissário Submarino e Terrestre do Comperj em Maricá

Relato de uma leiga  retirado do site http://www.agenda21comperj.com.br/grupos/posts/relato-de-uma-leiga

Relato de uma leiga

Adorei a Audiência Pública sobre o   Emissário Submarino e Terrestre do COMPERJ ontem dia 24.01.2012 em Inoã,   Marica.
Tudo muito bem organizado, ônibus vindos de todos os lados de  Maricá, através de gratuidade da própria Petrobrás, segui a pé a partir de  Inoã, porque era minha preferência, me guiando pelo trajeto todo marcado pra  ninguém se perder. Dessa forma, vi que vieram vans da zona sul do Rio de  Janeiro e até da Tijuca e Jacarepaguá!
Apesar de tudo, iniciadas as   apresentações, todo o aparato moderníssimo falhou na hora de tocar o Hino Nacional, mas a população presente não se intimidou e começamos a cantar em  viva voz mesmo.

Já me surpreendi aí. Organizados à frente de todos, uma banca  de responsáveis pela EIA/RIMA perfilaram-se e apresentou tudo o que se propunham. Nesse momento, os 15 minutos garantidos a cada um se estendiam.  

Cheguei a pensar que seria esse o esquema: Falar muito, indefinidamente e   quando nós da Agenda 21 e/ou outros fossemos falar, todos já teriam ido embora.
Finalmente finalizado, iniciaram as apresentações dos 70 inscritos, fosse antecipadamente pelo site, tivesse sido ali na hora.
A primeira questão levantada foi com relação à ausência do Ministério Público, que para muitos impediria a audiência. Mas não, foi verificado que poderia ser realizada apesar de. Sua ausência não inviabiliza a audiência, mas não dá legitimidade. Eles deveriam estar ali para defender a população…
Depois  de toda apresentação da Petrobrás, os inscritos puderam tirar suas dúvidas e   reclamar o quanto quisessem. Fiquei até o final da audiência. Vi e ouvi todos  os inscritos que, foram mais de 70.

NINGUÉM ESTAVA A FAVOR DO EMISSÁRIO! Fosse   dona de casa, médicos, advogado, ambientalistas ou não, autodidatas,   associações de moradores, estudantes, professores, ninguém a favor! Ouvi a Ana Paula Carvalho dizer que o EIA estava ruim porque constava que Marica tinha uma prefeita e não prefeito, que era do PDT e não PT, que tínhamos uma   população de 29 mil habitantes e que os desempregados eram desocupados. Ouvi  que eles não devem nem ao menos ter tido o trabalho de ler esse EIA porque  tudo o que consta ali deve ter sido usado control C, control v, (control X)   porque a informação básica já iniciava com erros crassos. Ouvi a Ana Paula Carvalho dizer que o progresso era bem vindo, mas ‘NOSSA CASA, NOSSAS REGRAS’   e não esse EIA que deve ter sido colado do município de São Gonçalo.
Ouvi,   sem a ordem ocorrida lá, o Roberto Ferraz argumentar que jogando essa água do  COMPERJ, tratada, imunda de produtos químicos, mataria os peixes, mas que se  esse emissário fosse jogado a pelo menos 8 km além, seria possível. Ouvi outra   pessoa dizer que na Barra da Tijuca, o emissário de lá fica a 10 km da praia,   pra não matar os botos e perguntar: Por que em Marica, pode matar os nossos peixes?

Ouvi falar de biota e que biota é o meio onde existe a vida. E que a  biota estaria comprometida. Ouvi que diversas plantas endêmicas estariam correndo risco assim como o ratinho de espinho, único, que não constava no  EIA.

Ouvi Flávia Lanari questionar sobre a qualificação desse EIA, pois consta   a falta de classificação de 63 espécimes de plantas o que é um número muito elevado, para um total de 203.

Ouvi Arthou questionar as profundidades de 143m que uma firma de São Paulo disse que seriam necessárias para preservar a  biota. Ouvi-o explicar que talvez os paulistas não soubessem que as marés de   Marica são atípicas de qualquer parte do mundo, onde a água gelada fica por  cima, vindas das Malvinas e a quente fica por baixo, vindas do nordeste e que  assim, qualquer coisa de ruim que vier a acontecer por aqui, certamente contaminariam todo o litoral brasileiro.

Ouvi Isidro Arthou dizer que nossa  praia contém um fenômeno que os pescadores chamam de olho de água, verdadeiros   rodamoinhos e que quando ocorrem em oceanos, carreiam todos os plásticos e  sujeiras que jogamos nas praias. Pois nas praias de Marica, possuímos esses  olhos de água, o que quer dizer que qualquer porcaria que ocorra aqui, será  distribuída adiante. Ouvi também que nossas marés, em determinados meses do  ano, jogam ondas para a praia atingindo até casas, o que quer dizer que dessa   forma, esse resíduo certamente contaminaria nossa areia e casas.

Ouvi donas de  casa questionando afinal quando é que a Petrobrás falaria com os moradores da região a respeito desse emissário e eles responderem que já tinham feito o contato. Ouvi-as reagirem, em grupo, dizendo que não tinham falado e que se   falaram foram somente com algumas pessoas que seriam indenizadas, como se o   efeito do prejuízo do emissário não fosse importante para todos da localidade.  

Ouvi um senhor, acho que é médico, entristecido porque já possui 67 (sessenta e sete) anos e levou a vida toda pra construir um patrimônio que assegurasse a tranqüilidade dos filhos e netos e que agora, recebe um relatório que diz que   a cerca-viva que possui na frente da casa dele possui 20 anos e 4 meses! A do   vizinho, 18 anos e 2 meses! Quanta precisão! Só faltava conter os dias e as   horas! E que em sendo dessa forma, certamente sua casa, seu patrimônio, será   demolida por um pedaço de papel inconsistente, inconsciente.

Ouvi petroleiro perguntar pelo montante e diferenças de tipos de petróleo que o COMPERJ   trabalharia, porque ele entende disso e sabia que certamente isso traria   malefícios para a população e lugar. Ouvi advogado perguntar sobre a   contaminação dos peixes e conseqüente contaminação humana ao ingeri-los.

Ouvi a Petrobrás, através de seus representantes responder que esse perigo não  ocorreria e explicava o porquê. O advogado pedia que constasse em ata. Depois  ele perguntava sobre os perigos na pele dos moradores. E a Petrobrás através   de seus representantes responder que não teriam esse tipo de problema. E o  advogado pedir que constasse em ata. Se entendi bem, o mesmo advogado quis que   constasse em ata também um seguro para os pescadores que não tivessem mais  condição de trabalhar com o pescado após implantação do emissário. Acho que foi isso. E muito, muito mais.
No meu entender, houve tentativa de frear os  questionamentos, propondo uma parada de uns 10 minutos para servirem o lanche,  devido ao avançado horário após início da audiência. Mas não conseguiram.  Todos os questionamentos prosseguiam apesar do lanche.
Todas as perguntas  eram devidamente respondidas tecnicamente e a altura, o que não consigo explicitar aqui, posto que seja leiga. Mas também eram rebatidas, posto que em   Marica tem muitos “feras” em ambiente e muitos apaixonados, sensíveis, por   essa cidade de beleza ímpar que queremos preservar.
A audiência foi   concluída pelo próprio professor (não sei se era diretor) do CIEP, militante ambiental desde os quinze anos de idade. Este observou que o INEA, órgão  estadual, responderia até onde pudesse alcançar, mas lembrou que o mar   pertence à área federal e questionou a ausência do IBAMA. Observou também que  diante de tantas evidências, de Itaipuaçú, Serra da Tiririca, Niterói,   Saquarema etc, certamente o INEA não liberaria esse EIA que aí está. Eram   00h30min.
Fátima Cristina

Fevereiro 1, 2012 Posted by | agricultura e pesca, Associações, água, jornalismo, manifestação popular, Maricá, meio ambiente, moradia, Petroleo e Gás, Planeta Terra, pré-sal, Qualidade de Vida, Urbanização | | Deixe um comentário